25 eventos online para empreendedores que acontecem nesta semana

Muitas associações e empresas estão organizando eventos online para empreendedores e pequenas empresas que estão precisando se reinventar na pandemia, seja para auxiliar na criação de novos negócios, ou para melhor gerenciar uma companhia já existente. Para facilitar a busca para quem procura atividades online, o Sindilojas preparou uma lista de eventos e cursos que vão acontecer ao longo da semana.

Confira a lista de eventos empreendedores da semana

1-Aquário Pense como um futurista: Por que essa competência é fundamental para os líderes de hoje?

Quando: 03 de agosto, às 19h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo link

O evento tem como objetivo trazer pensadores que expliquem por que pensar futuros é fundamental para a sobrevivência das empresas de hoje e uma necessidade para os líderes da nova economia. Também vão falar como estimular essa habilidade nas equipes.

2 – FOCO Empreenda

Quando: 5 de agosto, às 19h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo link

Organizado pelo Grupo Salus, holding de saúde, bem-estar e estética, o evento trará dicas para quem quer abrir o próprio negócio ou investir em franquias. Setores em aceleração, melhores investimentos, tendências do mercado de franquia e modelos que crescem mais de 200%, mesmo na crise provocada pela pandemia, serão alguns dos assuntos tratados durante os painéis, que contarão com a participação de Luiza Helena Trajano, Thiago Nigro, Sônia Hess e Leonardo Torloni.

3 – Revolucionando a aquisição de clientes

Quando: 5 de agosto, às 19h
Custo: gratuito
Inscrições: não é necessário se inscrever. Transmissão pelo Instagram da Escale (@escaledigital).

A Escale, startup de costumer acquisition, que otimiza a jornada de compra de serviços essenciais, está organizando um bate papo sobre como é possível revolucionar o ciclo de vendas das empresas. A live terá a mediação de Robert Sena, Head de Diversidade e Inclusão da Escale, e a participação especial da Ayana Meyer, da GPM e também trará mais informações sobre o modelo de negócios da empresa.

4 – Comunicação Assertiva – Como falar para conseguir o que você deseja?

Quando: 4 de agosto, às 20h
Custo: para assinantes da plataforma
Inscrições: pelo link

Dados do Todas Group apontam para uma constante que precisa ser mudada: 80% das mulheres, dizem não se sentirem compreendidas por seus superiores. O workshop tem o objetivo de promover e impulsionar o diálogo sobre como se comunicar com assertividade para conseguir o que deseja na vida e na profissão, tema fundamental para quando precisamos tomar decisões difíceis e conseguir tornar o diálogo mais leve.

5 – Jornada da Felicidade

Quando: de 2 a 4 de agosto, às 19h30
Custo: gratuito
Inscrições: pelo link

O workshop “Jornada da Felicidade” três horas de conteúdo ao vivo no YouTube, direcionado a uma jornada de autoconhecimento, bem estar e desenvolvimento pessoal e profissional, com palestras e interações.

6 – A jornada de transformação da organização de vendas”

Quando: 4 de agosto, às 11h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo link

Apresentado pela empresa Korn Ferry, proprietária da Marca Miller Heiman. O encontro, gratuito e online, reunirá executivos de diversas companhias, para debater a necessidade de transformação digital da área comercial e força de vendas. O encontro, transmitido através da plataforma Zoom, trará insights sobre as principais tendências e impulsionadores das empresas que serão bem-sucedidas no mundo digital

7 – Conexxão de Impacto

Quando: 23 de agosto
Custo: gratuito
Inscrições: até dia 8 de agosto, pelo link

O Programa Conexxão de Impacto, criado pelo Instituto Nexxera, oferece 40 vagas para pessoas comprovadamente em situação de vulnerabilidade socioeconômica, que buscam montar ou fortalecer seu empreendimento, seja micro ou pequeno negócio. Os interessados precisam ter mais de 18 anos e podem estar alocados em qualquer cidade do Brasil. Com aulas online, individuais e coletivas, os conteúdos abordam temas que vão desde como vender produtos e serviços, métodos para oferecer um melhor atendimento, até como conseguir boas linhas de crédito para o empreendimento.

8 -Webinar: Fundos de Investimento Imobiliário

Quando: 03 de agosto, das 09h às 10h30
Custo: gratuito
Inscrições: pelo link

O evento, correalizado pela Brain Inteligência Estratégica, Clube FII e GRI Club, irá apresentar os dados de uma pesquisa inédita, realizada com mais de 1000 investidores, abordando os tópicos: Industrial e Logística: Preços de locação acompanharão a expansão do setor?; escritórios: “mais um ano de pandemia passou. quais as mudanças foram passageiras e quais devem permanecer?”; residencial: “greenfield ou locação? Quais as maiores oportunidades dessa classe de ativos?”; shopping e varejo: “quando voltará a patamares pré-pandemia?” e CRIs: “segmento permanecerá aquecido?”.

9 -HACK FOR GOOD

Quando: 5 de agosto, às 19h
Custo: gratuito
Inscrições: não é necessário se inscrever. Transmissão pelo site e redes sociais do Hackin Rio.

O lançamento oficial da 4ª edição do Hacking.Rio, considerada a maior maratona de programação de desenvolvimento de soluções digitais inovadoras da América Latina vai contar com a participação de alguns convidados especiais. Também durante a live vão ser abertas as inscrições pra competição, que vai acontecer entre os dias 15 e 17 de outubro. A competição entre os “hackers do bem” reunirá as melhores equipes, mentores especialistas e instituições de ensino de todo o Brasil e países de língua portuguesa, que disputarão uma premiação total de R$ 200 mil. Os participantes terão de solucionar desafios relacionados às 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU.

10 – XTalk: Storytelling na Orquestração de Experiências de Marca

Quando: 3 de agosto, às 13h30
Custo: gratuito
Inscrições: não é necessário se inscrever. Transmissão pelo canal do YouTube.

Mediado por Roberto Ribas, CSO da Brivia, o XTalk abordará a importância do storytelling para a conexão da marca com seus públicos e apresentará as melhores práticas de narrativa para a construção de marcas. Para isso, contará com a participação de Fernando Palácios, fundador da Storytellers Brand ‘n’ Fiction e vencedor do prêmio World’s Best Storyteller; Paola Muller, head de Estratégia da Brivia; e David Levy, head de Criação da Brivia.

11 -Final Race da StartupRace

Quando: 3 de agosto, das 19h às 21h
Custo: gratuito
Inscrições: não é necessário se inscrever. Transmissão pelo canal do YouTube.

A competição StartupRace, promovida pela empresa Chiefs.Group, irá selecionar as startups vencedoras no evento on-line Final Race. Nesta fase, as 10 finalistas do programa de aceleração terão que apresentar seus modelos de negócio e responder às perguntas da banca, que será composta por jurados de grandes empresas e associações como Magazine Luiza, Locaweb, BR Angels e WOW Aceleradora. As três primeiras colocadas ganharão 190 mil reais em prêmio. Há, ainda, premiação de uma cesta de benefícios para o top 5 de startups participantes. Além disso, todas as 10 startups presentes na final poderão contar com a dedicação dos executivos da Chiefs.Group no desenvolvimento do negócio e a participação no evento Meet the VC’s, que consiste em um encontro com os Venture Capitals apoiadores da competição.

12 – #papocompina

Quando: 4 de agosto, às 21h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo link.

Live com o CEO e fundador da Sevensete, Roberto Pina e a advogada Vanessa Fialdini, sobre a trajetória dela como empreendedora e sobre o mercado das Fintechs. Vanessa é uma advogada com experiência de mais de 20 anos no mercado de meios de pagamento, está junto ao BACEN desde as primeiras Fintechs que surgiram acompanhando todo o processo de regulamentação. A transmissão será via instagram oficial da Sevensete.

13 – Eu, comunicador(a), com Cris Magalhães e Vivi Rio Stella

Quando: 3, 4 e 5 de agosto, das 17h às 19h
Custo: R$450 para os três encontros; ou R$ 600 para os três encontros + uma sessão de mentoria
Inscrições: no site

O evento é destinado a todos os empreendedores que queiram interagir de forma mais autêntica, eficaz e humanizada com diferentes interlocutores, em situações de trabalho ou pessoais. Serão abordados diferentes contextos comunicativos, das reuniões e apresentações corporativas aos vídeos e e-mails. Quem comanda este workshop é a Vivian Rio Stella, doutora em Linguística pela Unicamp e idealizadora e curadora da VRS Academy, ao lado da jornalista com pós graduação em Comunicação Corporativa pela FGV, Cristiane Magalhães.

14 -BugHunt Con

Quando: 2 a 7 de agosto, das 17h às 20h30
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

Pensando em ajudar as empresas brasileiras a diminuírem suas vulnerabilidades e entenderem mais sobre cibersegurança, além de desmistificar a figura do hacker, o BugHunt Con, terá sua primeira edição realizada de 2 a 7 de agosto. Os dias 2, 3 e 4 serão destinados aos caçadores de falhas, que irão competir para encontrar vulnerabilidades em sistemas de empresas. Os primeiros que identificarem as falhas serão recompensados com valores simbólicos em dinheiro de acordo com a maturidade de cada uma, classificadas em baixa, média, alta e crítica. Os valores variam de R$ 50,00 a R$500,00. E, no dia 7, o público interessado na temática poderá acompanhar palestras e painéis sobre o mercado, além do anúncio dos vencedores. De forma gratuita e 100% digital, o evento é organizado pelas empresas BugHunt, Crowsec, UHC Labs e HackingSports.

15 -Saúde, Beleza e Bem-estar: um bom negócio, com Danyelle Van Straten no Sebrae Talks

Quando: 2 de agosto, a partir das 19h
Custo: gratuito
Inscrições: não é necessário se inscrever. Transmissão pelo canal no YouTube

O segmento de saúde, beleza e bem-estar foi um dos mais afetados pela restrições da pandemia fazendo com que muito pequenos e médios empreendedores do segmento tivessem que buscar alternativas para se manter ativos. Para falar mais sobre esses impactos, como os empresários devem agir diante de uma cenário desfavorável e apresentar argumentos que fazem do segmento uma boa opção de investimento, Danyelle Van Straten, CEO da Depyl Action e diretora da ABF Minas Gerais, estará presente no evento online do Sebrae Talks MG. O Sebrae Talks é uma iniciativa o público empreendedor encontra vídeos com a participação de profissionais renomados do mercado que compartilham suas experiências e aprendizados com conteúdos exclusivos e apresentam novas possibilidades para a gestão de diferentes negócios.

16 – Webinar: Conectando mulheres, reinventando o futuro

Quando: 4 de agosto, das 19h às 20h
Custo: gratuito
Inscrições: no site

O evento online e gratuito organizado pela Goomer terá 6 speakers mulheres, que vão conversar sobre suas experiências no mercado de trabalho, sobre escolhas da maternidade, colorismo, preconceitos, dificuldades e muitas vitórias. Entre as convidadas estão Elis Asberg, consumer insights da Loft e Mellanie Moura, head de comunicação de dados e analytics no Itaú.

17 – Começando do Zero – Matemática

Quando: 4 de agosto, das 19h às 20h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

O evento online e gratuito organizado pela Goomer terá 6 speakers mulheres, que vão conversar sobre suas experiências no mercado de trabalho, sobre escolhas da maternidade, colorismo, preconceitos, dificuldades e muitas vitórias. Entre as convidadas estão Elis Asberg, consumer insights da Loft e Mellanie Moura, head de comunicação de dados e analytics no Itaú.

18 – Semana Empreender É…

Quando: de 3 a 6 de agosto, às 20h30
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

O Hub.RO, espaço de aceleração de startups e empreendedorismo localizado em Rondônia, inaugurado pela Semente Negócios, empresa de educação empreendedora, em parceria com o Governo do Estado de Rondônia, vai realizar a Semana Empreender é…, quatro dias de aulas onlines e gratuitas sobre as diferentes formas de empreender e as características de um ecossistema inovador. O evento irá reunir nomes como Alexandre Mori, coordenador de Ciência, Tecnologia e Inovação na SEDI do Governo de Rondônia, Victor Hugo Ribeiro, cirurgião dentista de formação e Master em Liderança, Inovação e Gestão pela PUC-RS, Ana Charnizon, consultora de inovação social da Semente Negócios, e Josy Santos, especialista em Negócios Liderados por Mulheres, Diversidade e Inovação.

19 – Enfrentar A limpeza com Zelo

Quando: 3 a 5 e 10 a 12 de agosto, às 13h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

Em parceria com o Sebrae, a Limpeza com Zelo criou este programa com o objetivo de apresentar soluções práticas e alternativas para minimizar os impactos da crise causada pelo COVID-19 aos pequenos negócios. Serão dias exclusivos para os empreendedores terem acesso a consultorias e capacitações gratuitas com uma equipe de especialistas disponível para esclarecer dúvidas e apoiá-los.

20 – Os aprendizados de quem vendeu uma empresa

Quando: 2 de agosto, às 19h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

Um bate-papo aberto com Nicolle Stad, fundadora e CEO da INTI, empresa vendida para a Time for Fun, maior grupo de entretenimento da América do Sul. Descubra como ela preparou a empresa para o Exit e os desafios enfrentados nesse processo. O encontro é uma aula aberta do curso Exit Makers, da Future Dojo, joint-venture de educação da ACE e da Exame.

21 – Papo de CEO da ANPEI

Quando: 5 de agosto, às 16h30
Custo: gratuito
Inscrições: pelo link

A Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI) vai promover, na próxima quinta-feira, 5 de agosto, às 16h30, mais uma edição do Papo de CEO. O evento, que irá debater o tema “A inovação social transformando setores tradicionais da economia”, contará com a participação de Marcos Bicudo, CEO da Vedacit, e, ainda, com a moderação de Christimara Garcia, fundadora da Catalyze Innovations Initiative. Com vagas limitadas, os interessados devem se inscrever até o dia 4 de agosto, gratuitamente.

22 – StartupON 6

Quando: 3 e 4 de agosto
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

O StartupON, inciativa da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) para levar mentorias de qualidade a startups que estão na fase inicial está em sua 6 ª edição de 2021. Agora, o evento acontecerá nos estados de Goiânia, Pará e no Distrito Federal, entre os dias 03 e 04 de Agosto. A organização espera impactar 100 pessoas e 30 startups com a ação.

23 – Hub Escola 2021: e o que sobra para o futuro?

Quando: 13 a 18 de setembro. Inscrições abertas
Custo: gratuito – (doações espontâneas)
Inscrições: pelo site

24 – Lançamento online da pesquisa “O Perfil do CFO no Brasil”

Quando: 4 de agosto, às 18h
Custo: gratuito
Inscrições: não é necessário se inscrever. Transmissão pelo link

A Assetz, consultoria especializada em recrutamento para posições de liderança em Finanças, e o Insper, instituição sem fins lucrativos dedicada ao ensino e à pesquisa, lançam uma pesquisa inédita que traça o perfil no Brasil do CFO – sigla em inglês para o cargo de chief financial officer, o principal executivo de finanças das empresas. O material conta com a participação de 128 executivos das maiores empresas do país com convidados especiais: o autor da pesquisa e professor do Insper, Carlos Caldeira, vai abrir o webinar, que contará também com o professor Ricardo Rocha, corresponsável pela elaboração do estudo. Participam também do bate-papo Silvia Vilas Boas, CFO LatAm da Natura&Co e Adalberto Santos, VP de Finanças e IR Officer da Marisa S.A, além de Felipe Brunieri e Guilherme Malfi, sócios-fundadores da Assetz.

25 –Black Friday: o segredo para aumentar as vendas nos marketplaces

Quando: 4 de agosto, das 9h às 18h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

(fonte: Exame)

Comércio vive otimismo em Belo Horizonte, mas consumidor ainda segura o bolso

Após quase um ano e meio de “abre e fecha” e consecutivos prejuízos, os lojistas de Belo Horizonte estão esperançosos com o segundo semestre deste ano, que terá maratona de datas comemorativas e promete avanço da vacinação contra a Covid-19.

No meio do caminho, porém, o otimismo esbarra no aperto financeiro dos consumidores e na incerteza sobre os rumos da pandemia.

Gerente comercial de cinco lojas de roupas em BH e região, Kennedy Santos, 38, que se vacinou contra a Covid-19 nesta semana, mantém otimismo sobre os rumos da pandemia e a retomada do faturamento, que ele diz ter sido acentuada neste mês.

“Hoje, estamos na nossa melhor fase de vendas desde o começo da pandemia. A recuperação é lenta, mas acontece. Em março, precisamos demitir toda a equipe e, agora, recontratamos, mas com comissão mais baixa, porque o preço de tudo o que compramos aumentou e não conseguimos repassá-lo ao cliente”, diz Santos.

A Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH) projeta um crescimento de 4,8% das vendas em 2021 ante 2020, mas ainda inferiores às de 2019, e vê um cenário positivo para os próximos meses, com Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal.

Esse otimismo também é atestado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG): segundo levantamento divulgado ontem, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) chegou a 102,3 pontos, igual dezembro de 2020. Acima dos 100 ele é considerado positivo.

“O varejista precisa do contato pessoal, do fluxo de pessoas, então a possibilidade de manter as portas abertas tende a retomar o otimismo. Também temos o avanço da vacinação, que melhora a perspectiva da manutenção dessa abertura e deixa o comércio mais confiante. A preocupação que fica é com essa nova variante delta do vírus, que causa problemas em países onde se considerava que a pandemia estava controlada”, pontua o economista da Fecomércio MG Guilherme Almeida.

Ele lembra que, no final de 2020, o otimismo também era alto, mas foi barrado pelo recrudescimento dos índices de contaminação nos meses seguintes.

Sócio administrativo de duas lojas de acessórios em shoppings de BH, Bruno Jácome, 39, aposta em um aumento de 10% a 20% das vendas até novembro, antes do Natal, e abriu contratações – agora que os shopping centers podem operar inclusive aos domingos. “Acho que agora vai desmanchar e o comércio não vai fechar de novo”, opina ele.

O presidente da CDL-BH, Marcelo de Souza e Silva, aponta que a total retomada do comércio depende do retorno das demais atividades na capital.

“Se você não tiver a engrenagem toda funcionando, não tem esse retorno tão rápido. O retorno das escolas está devagar, e o setor de eventos volta com dificuldade”, diz.

Desemprego e inflação desanimam consumidores

A perita forense Alessandra Drakoulakis, 49, conta que todos na casa dela mantiveram o emprego durante a pandemia, mas viram o poder de compra minguar com o aumento dos preços.

“Não faço mais compras do mês no supermercado. Eu e muitas amigas estamos vivendo à base de promoções: vou ao mercado quando vejo oferta”, diz.

Segundo a Fecomércio MG, a Intenção de Consumo das Famílias continua abaixo dos 100 pontos e, em julho, foi de 63,7.

“Quando tenho alto nível de desemprego, a renda é inferior e, então, tenho menor orçamento para consumo. Mas as datas que estão chegando têm apelo comercial, como a Black Friday, e emocional, como o Dia dos Pais, e as pessoas compram no impulso”, reflete o economista Guilherme Almeida.

Metade dos pequenos negócios em Minas atribui sobrevivência às vias digitais

Cinco em cada dez donos de pequenos negócios em Minas Gerais acreditam que o uso de ferramentas de Marketing Digital para divulgar ou vender produtos e serviços foi essencial para a sobrevivência dos empreendimentos em meio à crise econômica causada pela pandemia de Covid-19. O dado consta de uma pesquisa feita pelo Sebrae Minas, que ouviu 1.160 pequenos empreendedores, de 8 a 20 de maio.

O estudo mostra o uso cada vez maior da internet para divulgar ou vender produtos e serviços, em seis em cada 10 pequenos negócios no Estado. Outros 20% usam somente os meios digitais para alcançar os clientes. O impacto da adesão ao meio digital entre os pequenos negócios também fez com que uma parcela deles abandonasse os estabelecimentos físicos e passasse a atuar só pela internet – 10%, diz o levantamento.

O Comércio é o setor em que os empreendimentos mais usam o marketing digital – 71%. Seguido de Serviços – 64%; Indústria – 63%; e Construção Civil – 53%. Quando se mede a importância do uso da internet para os negócios, a Indústria lidera a lista, com 79%, seguida por Serviços, 78%; Comércio, 75% e Construção Civil, 69%.

Na opinião de Paola La Guardia, analista da Unidade de Inteligência Empresarial do Sebrae Minas, o impacto do marketing digital nos pequenos negócios em Minas poderia ser maior, já que cerca de um terço desse modelo de empresas ainda não usa as ferramentas.

Novos mercados

A inserção dos pequenos negócios no meio digital também é vista como uma forma de muitos empreendimentos alcançarem mercados antes limitados pelo espaço físico. “O marketing deixou de um ser somente um setor de custos, para ser incorporado à estratégia da empresa. A pandemia causou um movimento de quem não se digitalizou pelo amor – ou seja, antes da necessidade–, mas se digitalizou pela dor, para não fechar as portas. É um caminho sem volta”, sentencia Marcelo Sander, especialista em Marketing Digital e professor das Faculdades Promove.

Ferramentas auxiliam empreendedoras a apresentarem seus produtos a mais clientes

Nesta pandemia, a confeiteira Stefanie dos Santos, de 32 anos, deixou para trás a Biblioteconomia para investir na confeitaria, paixão dos tempos da adolescência. Em janeiro de 2020, decidiu comprar um carrinho para vender os bolos e cakes produzidos em casa, mas foi surpreendida com as medidas de isolamento social. Sem saída, decidiu buscar o marketing digital como aliado.

“Apostei em um aplicativo de delivery e nas redes sociais para alcançar os meus clientes. Investi em anúncios pagos para aumentar o alcance das publicações e hoje chego a um público que não alcançaria na loja física”, afirma a microempreendedora.

A empresária Cristina Souza, sócia de uma clínica de biomedicina e estética, passou a ver nas redes sociais a saída para vencer a crise econômica. Desde julho do ano passado, capacitou seu empreendimento para aperfeiçoar o uso da internet nas vendas e divulgação dos serviços.

“Temos mais de 20 mil seguidores no Instagram e a maioria dos nossos clientes chegou on-line”, revela. Cristina garante que 70% do faturamento é proveniente dos clientes alcançados na rede.

Dica

“É melhor usar um canal – como Instagram, Facebook ou WhatsApp, por exemplo – em toda a sua potencialidade, atingindo o alvo, do que tentar atirar para todos os lados. Não é somente usar as mídias sociais, é fazer com que os clientes sejam laçados pelas ações”, garante Carla Gobb, analista de Inovação e Competitividade do Sebrae Minas.

(fonte: Hoje em Dia)

Franquias mantêm recuperação no 4º trimestre, mas sentem efeitos da pandemia

Associação Brasileira de Franchising (ABF) divulgou nesta quarta-feira (3) o balanço consolidado do setor em 2020. A pesquisa revela que o setor manteve sua curva de recuperação no quarto trimestre de 2020, se aproximando dos níveis pré-Covid-19.

O estudo mostra, ainda, que o franchising registrou uma receita apenas 1,8% menor no período, comparado ao 4º trimestre de 2019, que foi de R$ 54,966 bilhões para R$ 53,976 bilhões. Considerando o desempenho do ano todo, porém, o impacto da pandemia foi maior, com o faturamento geral do setor recuando quase três anos.

Conduzido por André Friedheim, presidente da entidade, o evento online contou com a participação de Marcelo Cherto, presidente do Grupo Cherto, e Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

As políticas de isolamento social, principalmente o fechamento dos shoppings, e a queda dos índices de confiança do consumidor e do empresariado ao longo do ano se refletiram fortemente no setor. A mudança de hábitos do consumidor, principalmente nas áreas de entretenimento e turismo, e a queda do setor de serviços – segundo o IBGE, houve uma redução de 7,8% no ano passado – foram outros fatores importantes.

O maior impacto foi observado no segundo trimestre de 2020, seguido de uma recuperação gradual. De outro lado, a digitalização de processos e serviços, as políticas de auxílio emergencial e o aquecimento da construção civil foram movimentos importantes para dinamizar o setor, mas não suficientes para uma mitigação maior dos impactos.

“O ano de 2020 foi de fato um dos mais desafiadores para todos os setores da economia brasileira, e com o setor de franquias não foi diferente. Analisando o comportamento do setor ao longo do ano, com os estudos trimestrais e, adicionalmente, as consultas mensais feitas pela ABF, graças à participação de seus associados, vejo que o resultado poderia ter sido pior, mas as virtudes do franchising amenizaram a queda. Nós temos a força do trabalho em rede, uma alta capacidade de negociar com fornecedores e promover ganhos em escala, por exemplo, porém, é com muito esforço que o ecossistema do franchising está atuando para amenizar as perdas e os impactos nos negócios”, afirma André Friedheim, presidente da ABF.

Aberturas e fechamentos

Quanto ao movimento de abertura e fechamento de unidades, o levantamento indicou que o índice de unidades abertas em 2020 foi de 6,6% frente 9,2% no ano anterior. As fechadas chegaram a 9,2% ante 4,9% neste mesmo período, resultando num saldo de -2,6%. Este percentual resultou num total de 156.768 operações em 2020 contra 160.958 no ano anterior. Já os repasses tiveram uma pequena alta, avançando de 2,3% em 2019 para 2,5% no ano subsequente.

“De fato, alguns empreendedores não conseguiram atravessar um período tão longo de adversidade, mas notamos um imenso esforço das redes para manter suas operações, negociando ou suspendendo taxas e ajudando os franqueados a buscarem alternativas de redução de custos e faturamento. Em outros casos, o negócio foi repassado a um empresário mais capitalizado, uma opção muito importante para a perpetuação de negócios e empregos. Um acesso a crédito mais facilitado e a melhoria geral do ambiente de negócios nos ajudaria a manter ainda mais unidades e, portanto, a geração de empregos, renda e impostos”, afirma André Friedheim.

Média de unidades sobe

Uma das tendências do setor de franquias brasileiro é o aumento do número médio de unidades por marca, o que demonstra maior maturidade das redes. De acordo com o estudo da ABF, a exemplo do que ocorreu em 2019, essa média teve uma alta de 6,5%, saltando de 55,2 para 58,8 operações em média por marca no período pesquisado.

Esse dado corrobora com outra tendência: o crescimento da participação de multifranqueados, sejam multiunidades (donos de franquias de uma mesma marca), sejam multimarcas (proprietários de operações de diferentes redes).

Em relação ao número de redes, o balanço de 2020 indica que houve uma redução de 8,6%, cujo total passou de 2.918 para 2.668 marcas no período analisado.

“Embora algumas redes de menor porte tenham cessado suas atividades, essa diminuição se deve mais a marcas pequenas que deixaram de franquear ou empresas que planejavam se lançar no setor, mas postergaram seus planos. É importante ressaltar também que tivemos alguns movimentos de fusões e aquisições e que novas marcas continuam a chegar, mostrando a atratividade do mercado nacional”, explica o presidente da ABF.

(fonte: Mercado e Consumo)

Prefeitura de BH modifica data de recolhimento do ISSQN

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) modificou, nessa segunda-feira (05/07), a regra geral relativa à data de recolhimento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). Com a publicação do Decreto nº 17.649/2021, o prazo, antes fixado até o quinto dia do mês subsequente ao da apuração, foi alterado para o oitavo dia do mês subsequente ao da apuração.

A mudança é válida para os fatos geradores ocorridos a partir de 1º de julho de 2021. A medida modificou o Regulamento do ISSQN, estabelecido em setembro de 2019. Na época, o regulamento condensou dez decretos distintos, além de uma portaria e cinco instruções de serviço em um só documento. Com isso, a iniciativa simplificou o sistema tributário municipal, reduzindo as obrigações acessórias.

O ISSQN é um imposto municipal, previsto no artigo 156 da Constituição Federal e regulado pela Lei Complementar nº 116 no âmbito nacional e pelas Leis Complementares de cada município. Assim, cabe somente ao Executivo Municipal institui-lo, bem como delimitar suas regras.

Caixa oferece R$ 6,3 bilhões em novas operações de crédito do Pronampe

A partir deste sábado  (2), micro e pequenas empresas têm à disposição R$ 6,3 bilhões em crédito pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O dinheiro será emprestado pela Caixa Econômica Federal, que teve a ampliação do orçamento para a linha de crédito autorizada pelo Fundo Garantidor de Operações (FGO).

O FGO é o fundo que cobre eventuais inadimplências nos contratos do Pronampe e reduz o risco das operações para os bancos, permitindo que as instituições financeiras ampliem os empréstimos.

Banco que lidera a concessão de créditos no Pronampe, a Caixa emprestou, desde o ano passado, R$ 15,6 bilhões. Inicialmente criado no ano passado para socorrer negócios de pequeno porte afetados pela pandemia, o programa tornou-se permanente neste ano, com o objetivo de consolidar as empresas de menor porte como agentes de sustentação, de transformação e de desenvolvimento da economia nacional.

Receita bruta

Só podem contrair empréstimos no Pronampe microempresas com receita bruta de até R$ 360 mil ou pequenas empresas com receita bruta de até R$ 4,8 milhões em 2020. As operações têm 48 meses (quatro anos), com 11 meses de carência (pausa para o pagamento da primeira prestação) e financiamento em 37 parcelas.

Os juros equivalem à taxa Selic (juros básicos da economia) mais 6% ao ano. Atualmente, a Selic está em 3,5% ao ano. Cada empresa poderá pegar até R$ 150 mil em crédito, somadas as operações já contratadas.

Os recursos podem ser usados para investimentos e capital de giro isolado ou associado ao investimento. Dessa forma, além de realizarem reformas e adquirirem máquinas e equipamentos, as micro e pequenas empresas podem usar os recursos do Pronampe para despesas operacionais, como pagamento de salário e compra de matérias-primas e de mercadorias.

 

Empresas terão mais prazo para depositar FGTS atrasado e não serão consideradas inadimplentes

Conselho Curador do FGTS estabeleceu novas regras de pagamento para os empregadores que aderiram à Medida Provisória nº 1.046/2021, que possibilitou a postergação de recolhimento do Fundo de Garantia dos funcionários. Segundo a resolução, publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (30), as empresas terão mais tempo para depositar o fundo atrasado e não serão consideradas inadimplentes.

A regra vale para os empregadores que aderiram à Medida Provisória nº 1.046/2021, que definiu que os parcelamentos de débito do FGTS em curso que tenham parcelas vincendas nos meses de abril, maio, junho e julho de 2021 não impedirão a emissão de certificado de regularidade para com o FGTS.

O agente Operador e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional encaminharam proposta de adequação da norma do Conselho para que as parcelas com vencimento entre os meses de abril e julho de 2021 eventualmente inadimplidas não impliquem na rescisão automática do parcelamento.

No caso de não quitação das parcelas, fica autorizada a reprogramação de vencimentos do fluxo de pagamentos remanescentes, de modo a acomodar sequencialmente as parcelas que permaneceram em aberto a partir do mês de agosto de 2021.

As parcelas não pagas integralmente que tiverem vencido ou vencerem, originalmente, nos meses de abril, maio, junho e julho de 2021, somente poderão ser consideradas inadimplidas, para fins de rescisão do parcelamento, a partir dos meses de agosto, setembro, outubro e novembro de 2021, respectivamente.

“Na resolução, o Conselho Curador entende que a pandemia ainda prossegue, uma vez que as empresas ainda não tiveram recuperação total, e observou a necessidade de adequação dos prazos para recolhimento do FGTS. Ela mantém a possibilidade de parcelamento e estende os prazos para o empregador”, explica a advogada Janaína Ramon, do escritório Crivelli Advogados Associados.

A nova regra altera temporariamente também a Resolução nº 940/2019 que trata das regras de parcelamento e estabelecia a permanência de três parcelas não quitadas integralmente, consecutivas ou não, como condição para a rescisão automática do parcelamento e a perda do Certificado de Regularidade para com o FGTS.

Janaína lembra que a MP estabelece que os juros e as atualizações monetárias do período sejam acrescidos das parcelas recolhidas posteriormente para evitar prejuízos ao trabalhador.

Ela observa, no entanto, que, se o funcionário precisar sacar o fundo integralmente no período para compra da casa própria, por exemplo, ele não terá o valor dessas cotas disponível.

“Em casos de liberação de saque do Fundo de Garantia, neste período, o trabalhador não vai ter o valor integral porque estas parcelas vão ficar pendentes. Mas se houver rescisão do contrato, todas as parcelas terão que ser recolhidas”, ressalta Janaína.

(fonte: Valor Economico)

Em meio ao desemprego e à queda de renda, número de microempreendedores aumentou 19% em um ano

Fazer da crise a oportunidade. Esta máxima foi levada à risca por Amanda Ribeiro, 39, que decidiu abrir uma loja de doces e salgados com produção caseira no auge da pandemia. Em apenas um ano de negócio, ela comemora já ter duplicado os rendimentos em comparação à época em que trabalhava de carteira assinada em uma agência de turismo. Amanda foi demitida após mais de 20 anos de trabalho na mesma empresa. O dinheiro que recebeu da rescisão virou capital para criar o Delícias D’Amanda na cozinha de casa.

“Foi muito no início da pandemia, ninguém estava contratando, a área de turismo foi muito afetada e como ninguém sabia o que iria acontecer e com a economia só piorando pensei que seria a hora de colocar em ação outras habilidades. Hoje, nem penso mais em voltar para o mercado formal se tiver alguma oportunidade”, conta a nova a empresária, que já planeja contratar funcionários e alugar uma cozinha para aumentar a produção. “Já teve fins de semana com 60 pedidos, e eu faço tudo sozinha e entrego. É muito trabalho, mas é compensador, porque é meu”, avalia.

Assim como Amanda, em meio ao desemprego e à queda de renda, o número de pessoas abrindo o próprio negócio cresceu no país. Em Minas, desde o início da pandemia, em março de 2020, o número de Microempreendedores Individuais (MEI) aumentou 19%. O Estado, segundo dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Minas), registrou a criação de 204.748 MEIs em um ano, ficando atrás apenas de São Paulo (517.993) e do Rio de Janeiro (218.461).

Em Belo Horizonte, foram abertos 36.037 MEIs, com o número de registros saltando de 198.636 de março de 2020 para 234.673 de março de 2021 – um crescimento de 18,1%.

Esse aumento, segundo Luander Falcão, analista da Unidade de Inteligência Empresarial do Sebrae, não aconteceu exatamente por vocação, mas principalmente por necessidade. Impulsionados pela crise gerada pela pandemia, os brasileiros estão buscando na atividade empreendedora uma alternativa de renda.

De acordo com o Ministério da Economia, o número de empresas abertas no ano passado foi o maior nos últimos 20 anos e os microempreendedores individuais cresceram em 2,6 milhões.

Fernanda Magalhães, 24, decidiu empreender no início da pandemia e, hoje, é proprietária da Utrimque, loja de personalização de blusas, canecas, almofadas e cerâmicas. “Com a distância imposta pela pandemia e as restrições, as pessoas têm focado em um conforto e um carinho mesmo que a distância para as pessoas queridas. Antes, as pessoas nem mandavam presentes no aniversário, só iam na comemoração do bar, mas agora elas querem mandar uma lembrança”, afirma.

“A tendência é continuar crescendo. O desemprego está levando as pessoas a se tornarem empreendedoras. Não por vocação genuína, mas pela necessidade de sobrevivência e como forma de realizar um sonho antigo”, afirma o especialista, que pontua que o número de novas empresas abertas no Estado é o maior desde 2017.

Setor erótico

Na pandemia, a renda da professora particular Clara Vaz, 26, despencou. Sem alunos, ela se juntou com mais duas amigas e decidiu abrir uma loja no Instagram dedicada a produtos eróticos.

“Nós tínhamos um grupo que sempre juntamos para comprar as coisas e pagar mais barato o frete. Em uma dessas compras chegou tanta coisa que eu brinquei que iria vender. Com o ensino remoto e até mesmo pela pandemia, minha renda diminuiu muito. Eu estava quebrada. Eu falei brincando, mas foi uma solução”, conta.

O diferencial da loja, segundo ela, que por enquanto é só pelo Instagram, é vender produtos acessíveis e saindo do senso comum. “Nada de coisa vermelha e pimenta, queremos abordar o assunto desmistificando e focando nas experiências”, explica.

Minas lidera queda

Se a crise pode impulsionar, ela também é a responsável por muitos fechamentos. De acordo com a pesquisa Sobrevivência das Empresas 2020, Minas Gerais é o Estado com a maior taxa de mortalidade (30%) de pequenos negócios com até cinco anos de atividade no país. O estudo mostra que, em nível nacional, os microempreendedores individuais (MEI) são os que mais encerraram os negócios no período (29%).

(fonte: O Tempo )

Empresas brasileirs gastam até 1.501 horas para pagar impostos

O Banco Mundial (BM) revela que o tempo gasto por empresas com obrigações tributárias no Brasil varia de 1.483 a 1.501 horas por ano.

O intervalo de tempo, que considera o preparo, a declaração e o pagamento, é maior do que em qualquer outro país do mundo. “Leis complexas, requisitos fiscais complicados, incidência de vários tributos sobre o mesmo fato gerador e altas cargas tributárias constituem os principais obstáculos”, observa o BM.

A conclusão é do relatório Doing Business Subnacional Brasil 2021, estudo patrocinado pela CNC e divulgado nesta terça-feira (15). É a primeira vez que o Doing Business Subnacional Brasil 2021 avalia o ambiente de negócios nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, com base na metodologia do Doing Business. Como uma das apoiadoras do projeto, a CNC acredita que o estudo é fundamental para que um país avance na agenda de melhoria de negócios.

(Fonte: CNC)