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O que o pagamento da Taxa Convenção Coletiva torna possível para o lojista?

Sabemos que ser empresário no Brasil é acordar todos os dias pra matar um leão. Todo investimento que fazemos deve ser bem pensado, para contribuir com o fortalecimento do setor e do nosso próprio negócio.

O Sindilojas trabalha os interesses coletivos do setor, para que você possa desenvolver seu negócio com tranquilidade e segurança. É por isso que é transparente no investimento das ações em prol dos lojistas de BH e da região metropolitana, justamente, para que você saiba onde sua contribuição está sendo investida e as conquistas que estão sendo realizadas. Essas foram alguma das conquistas na Convenção Coletiva 2019 que o Sindilojas BH realizou junto com você:

Ações coletivas na defesa dos interesses do comércio

Ação Jurídica coletiva para o fim da cobrança do DIFAL

Ação exibição de documentos SHOPPING CENTERS

Desenvolvimento do Projeto Vagas Temporárias

Realização de eventos de capacitação dos empresários

Desenvolvimento Câmaras Setoriais – comércio de Rua e por seguimento

Assessorias jurídicas e parlamentares dos comerciantes

Ação para cobrança com diferenciação de preços

Um bom negócio é feito com união. É por isso que precisamos atuar com sinergia. A sua participação e contribuição garantem a representatividade do setor e a continuidade de conquistas como essas.  O pagamento da taxa anual da Convenção Coletiva é obrigatório, mas o mais importante é o que ela representa:  o combustível necessário para a garantia da defesa de todas as atividades realizadas para desenvolvimento do comércio de Belo Horizonte e região.

FAÇA SEU PAGAMENTO ATÉ: 11/04
VAMOS JUNTOS DAR CONTINUIDADE A ESSAS CONQUISTAS.

ACESSE: www.sindilojasbh.com.br

O varejo de olho no futuro

A popularização dos smartphones, o alcance das redes sociais e outras tantas mudanças alteraram a maneira como as pessoas vivem, pensam e – é claro – fazem compras. Com base na velocidade das evoluções pelas quais o mundo passa, o comércio varejista talvez seja um dos segmentos com maior potencial de transformação nas próximas décadas, o que torna o desafio de se preparar para o futuro ainda mais complexo e exige que as empresas revejam suas estratégias.
É fundamental conhecer as tendências do setor e entender o impacto que elas terão, já que mudanças no perfil dos consumidores provocaram efeitos drásticos no varejo e bens de consumo ao longo dos últimos 15 anos. As vendas da Amazon, por exemplo, passaram de US$ 2,8 bilhões para US$ 89 bilhões entre 2000 e 2015, enquanto uma outrora gigante do setor americano, a Kmart, viu suas receitas despencarem até dois terços no mesmo período. Olhando para a frente, as transformações se darão, sobretudo, em três categorias: perfil do consumidor, padrões de consumo e avanços tecnológicos. Alguns desses temas já estão na agenda dos executivos; outros, ainda não.
A maneira como todas essas tendências vão evoluir até o fim da próxima década ainda não é consenso, mas já é possível ter uma visão clara em nível global sobre algumas delas. É muito provável, por exemplo, que os gastos de consumidores da classe média quase triplicarão em todo o mundo graças ao crescimento dos mercados emergentes; que a maioria da população consumidora será urbana; e que mais de 75% da população mundial possuirá um telefone celular. Além disso, empresas terão de compreender melhor o comportamento da sua base de clientes, avaliar como isso impacta seus negócios e identificar oportunidades que se abrem pela frente, como novos modelos de precificação. Tal compreensão do comportamento dos clientes, e consequente captura das oportunidades, só será possível através da alavancagem da digitalização e análise avançada de dados.
Desse modo é possível aos varejistas impulsionar o relacionamento com seus clientes, utilizando informações disponíveis nas bases de cartões de fidelização para criar, por exemplo, promoções específicas para cada cliente, ao ser identificado entrando na loja. A digitalização reforça o papel multicanal das lojas, permitindo que um cliente que não encontre o que buscava na loja receba o produto 48 horas depois, através da compra pela internet. Diante dos avanços tecnológicos, as lojas físicas adquirem papel importante ao funcionarem como local em que os clientes podem se educar sobre os produtos, possibilitando, por exemplo, que funcionalidades e informações sejam exibidas para os clientes em terminais dentro das lojas, por meio da leitura do código de barras.
Empresas que estiverem atentas a essas tendências largarão na frente na conquista do mercado. E, para garantir preparação a esses cenários futuros, empresários do setor devem se questionar sobre alguns pontos, como: o que torna sua empresa distinta? Como envolver os consumidores em um diálogo contínuo? Estamos prestando atenção suficiente às mídias sociais e mudanças de comportamento dos clientes? Como podemos envolver os consumidores na inovação da marca? Que novos pontos de contato com consumidores podemos oferecer? As respostas para essas questões ajudarão as empresas a se preparar para as próximas décadas. E é preciso formulá-las logo. Afinal, as transformações só tendem a acelerar.
(fonte: Varejista.com.br)

Em meio à crise consumidores estão dispostos a gastar mais de R$ 1.000 na Black Friday, segundo pesquisa do Zoom

Pesquisa realizada pelo Zoom (www.zoom.com.br), site e app comparador de preços e produtos, com 15 mil pessoas, aponta que, mesmo com o cenário econômico instável, a maioria das pessoas (52%) pretende gastar mais de R$ 1.000 na Black Friday 2017. Em comparação ao levantamento do ano passado, esse número cresceu dois pontos percentuais. Além disso, o evento ainda é considerado uma boa oportunidade para os consumidores economizarem nos presentes de natal: 67% dos entrevistados pretendem aproveitar a Black Friday para antecipar as compras.

Além disso, mais uma vez, o resultado aponta para os smartphones como os líderes de vendas da Black Friday 2017. O levantamento identificou que 56% gostariam de comprar smartphones no evento, 10% a mais que no ano passado. Entre os smartphones, o Moto G5, da Motorola, é o modelo mais visado, com 27% das intenções de compra, seguido de perto pelo Samsung Galaxy J7 Prime, que possui 26%.

No que se refere ao comportamento do consumidor no momento das compras, 83% acredita que os descontos na Black Friday são melhores em lojas online do que nas lojas físicas. No entanto, apesar de 62% das intenções de compra estarem direcionadas ao e-commerce, uma parcela significativa (37%) dos entrevistados também considera as lojas físicas como uma boa opção.

“Com o passar dos anos, o evento no Brasil tem amadurecido e conquistado, cada vez mais, a confiança dos consumidores. Segundo a nossa pesquisa, 81% dos entrevistados acreditam que o produto adquirido na Black Friday vai ser entregue dentro do prazo estabelecido. Além disso, a maioria (56%) encontrou descontos significativos na Black Friday do ano passado, o que mostra que a data já está mais consolidada também entre os varejistas. Apesar do momento de crise ainda ser uma realidade no País, o evento pode ser a oportunidade para os brasileiros comprarem os produtos que precisam com melhores preços”, analisa Thiago Flores, diretor executivo do Zoom.

(fonte: Exame)

Mais consumidores irão às compras

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL-MG) mediu, na outra ponta do mercado, a intenção de consumo dos mineiros para outubro. O estudo mostrou que, no mês, 33,3% dos consumidores do Estado pretendem ir às compras, um aumento de 6,4 pontos percentuais em relação a setembro.

“Isso é o efeito do Dia das Crianças, somado aos ganhos no ambiente macroeconômico, como geração de emprego, inflação em queda e redução das taxas de juros. Mas o que mais importa neste caso são os indicadores de inflação e emprego, porque se o consumidor está empregado, ele tem confiança para atender aos seus desejos”, avalia o analista de Inteligência de Mercado da FCDL-MG, Vinícius Carlos da Silva.

Influenciados pela data, roupas (19,2%) e brinquedos (17,8%) aparecem como os principais produtos na lista de intenção de consumo do mineiro em outubro. Para o Dia das Crianças, a entidade projeta um tíquete médio entre R$ 150 e R$ 200.

O restante dos consumidores do Estado (66,7%) mantém os investimentos como a prioridade para o mês. Nesse grupo, a poupança lidera a preferência e é a opção de aplicação de 65,1% dos mineiros. Em seguida aparecem fundos de investimento (20,6%), capitalização (6,3%), tesouro direto (4,8%), ações (1,6%) e previdência (1,6%).

(fonte: Diário do Comércio)

Multiplan confirma aquisição de 50,1% do shopping Diamond Mall, do Atlético

O grupo Multiplan confirmou nesta quarta-feira que foi aprovado pelo conselho deliberativo do Atlético a proposta de venda da participação de 50,1% do clube no shopping center Diamond Mall, em Belo Horizonte, para a companhia por R$ 250 milhões.

O Diamond Mall, inaugurado em 1996, foi desenvolvido e administrado desde a sua abertura pela Multiplan, em terreno arrendado do clube pelo período de 30 anos, até novembro de 2026. O custo do arrendamento representa 15% da receita bruta das locações dos espaços do shopping center, e 10% da receita bruta de cessão de direitos.
A negociação contempla a extensão do contrato de arrendamento por mais quatro anos, até novembro de 2030, simultaneamente com a aquisição de 50,1% da propriedade.
O custo do arrendamento será reduzido da participação adquirida de 50,1% ao final do quarto ano após a formalização do contrato. O valor a ser pago pela Multiplan será de R$ 250 milhões, parcelados ao longo de três anos e indexados pela variação da taxa CDI.
Conforme informado pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, a concretização do negócio está sujeito à aprovação da construção da Arena MRV, estádio do Atlético, pelo poder público nas tramitações que ocorrerá ao longo dos próximos seis meses. A obra precisará ser validada pela Câmara de Vereadores de Belo Horizonte, pois exige alterações no zoneamento local. Em seguida, passará por licenciamento na prefeitura. O Broadcast apurou também que o contrato entre o Atlético e a Multiplan não prevê multa por rescisão do contrato caso o projeto acabe barrado.
Em comunicado divulgado nesta quarta, a Multiplan mencionou que o Diamond Mall apresentou, historicamente, um dos maiores desempenhos em vendas do portfólio. No período de 12 meses encerrado em junho de 2017, o shopping center registrou vendas totais de R$ 28,8 mil por metro quadrado, a segunda maior venda nesse quesito do portfólio no período. No final de junho de 2017, a taxa de ocupação era de 98,7%, 100 pontos-base acima da média do portfólio.
(fonte: Superesportes)