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Confiança dos empresários do comércio aumenta em julho

Entre os indicadores usados no cálculo do indicador de confiança, o Índice da Situação Atual e o Índice de Expectativas subiram na mesma velocidade.
No caso da avaliação sobre o presente, que atingiu o maior nível desde agosto de 2015, a maior contribuição partiu do item que mede o grau de satisfação com o volume de demanda atual. “Apesar de ainda estar muito próximo ao nível mínimo histórico, e refletir uma demanda ainda enfraquecida, o índice avançou 6,3 pontos nos últimos três meses.”

Já o índice de expectativas atingiu o maior desde janeiro de 2015. A alta de julho foi determinada pelo indicador que mede o grau de otimismo com as vendas nos três meses seguintes. “Somente nos últimos três meses, o IE-COM avançou 10 pontos, sinalizando uma diminuição relativamente rápida do pessimismo no setor.”

“Em 2016, tem havido no comércio um aumento discreto da satisfação com a situação presente dos negócios e uma melhora expressiva das expectativas. Para que a retomada da confiança se consolide, faltam sinais mais consistentes de recuperação da demanda. Neste sentido, a Sondagem de julho traz uma boa notícia: há um primeiro sinal de otimismo nos segmentos revendedores de bens duráveis, algo que vai ao encontro da melhora observada no ímpeto de compras de duráveis pelos consumidores também neste mês”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente Adjunto para Ciclos Econômicos da FGV/IBRE, por meio de nota.

(G1)

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