O que o pagamento da Taxa Convenção Coletiva torna possível para o lojista?

Sabemos que ser empresário no Brasil é acordar todos os dias pra matar um leão. Todo investimento que fazemos deve ser bem pensado, para contribuir com o fortalecimento do setor e do nosso próprio negócio.

O Sindilojas trabalha os interesses coletivos do setor, para que você possa desenvolver seu negócio com tranquilidade e segurança. É por isso que é transparente no investimento das ações em prol dos lojistas de BH e da região metropolitana, justamente, para que você saiba onde sua contribuição está sendo investida e as conquistas que estão sendo realizadas. Essas foram alguma das conquistas na Convenção Coletiva 2019 que o Sindilojas BH realizou junto com você:

Ações coletivas na defesa dos interesses do comércio

Ação Jurídica coletiva para o fim da cobrança do DIFAL

Ação exibição de documentos SHOPPING CENTERS

Desenvolvimento do Projeto Vagas Temporárias

Realização de eventos de capacitação dos empresários

Desenvolvimento Câmaras Setoriais – comércio de Rua e por seguimento

Assessorias jurídicas e parlamentares dos comerciantes

Ação para cobrança com diferenciação de preços

Um bom negócio é feito com união. É por isso que precisamos atuar com sinergia. A sua participação e contribuição garantem a representatividade do setor e a continuidade de conquistas como essas.  O pagamento da taxa anual da Convenção Coletiva é obrigatório, mas o mais importante é o que ela representa:  o combustível necessário para a garantia da defesa de todas as atividades realizadas para desenvolvimento do comércio de Belo Horizonte e região.

FAÇA SEU PAGAMENTO ATÉ: 11/04
VAMOS JUNTOS DAR CONTINUIDADE A ESSAS CONQUISTAS.

ACESSE: www.sindilojasbh.com.br

Vendas reais dos supermercados avançam 2% no semestre

O setor de supermercados registrou queda real de 0,70% nas vendas em junho na comparação com maio e crescimento de 3,37% se comparado com o mesmo mês do ano passado, de acordo com o Índice Nacional de Vendas Abras, divulgado nesta terça-feira, 31/07 .

No primeiro semestre, houve expansão real foi de 2% em relação ao mesmo período de 2017.

Em valores nominais, as vendas cresceram 5,37% no primeiro semestre. Em junho, apresentaram alta de 0,55% em relação ao mês de maio e, quando comparadas a junho do ano anterior, aumento de 7,89%.

Para Marcio Milan, superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o resultado de junho (-0,70%) em relação a maio foi impactado pela paralisação dos caminhoneiros.

“Já esperávamos uma queda nas vendas em relação ao mês anterior. Algumas pessoas estocaram produtos no final de maio com a preocupação de que a paralisação se estendesse por mais tempo. O setor também sofreu com o desabastecimento de alguns itens, e isso também refletiu no resultado negativo de junho”, afirma, em nota.

Em relação ao acumulado do primeiro semestre, o superintendente destaca que, apesar de o setor ter registrado crescimento de 2% nas vendas, o novo cenário econômico do País levou a Abras a revisar a perspectiva de vendas para 2018.

“A nossa projeção inicial era de 3%. Mas, com a queda na previsão do PIB para o ano e a alta da inflação dos últimos 12 meses (4,39%) próxima da meta do governo, reflexo da paralisação dos caminhoneiros, aliadas à alta do dólar e à queda na produção industrial, estamos projetando 2,53% para o encerramento de 2018”, diz Milan, ressaltando que o resultado ainda é “bem positivo”, na comparação com o fechamento das vendas de 2017, que registrou 1,25%.

CESTA

Em junho, o preço da cesta de produtos Abrasmercado registrou alta de 2,70%, passando de R$ 445,25 para R$ 457,27. Os produtos com as maiores quedas nos preços em junho foram cebola, creme dental, farinha de mandioca, tomate. As maiores altas foram registradas em leite longa vida, batata, frango congelado e queijo muçarela.

No mês de junho, a região Norte foi a única que registrou queda nos preços da cesta Abrasmercado (-1,59%). A maior variação foi registrada na Região Sudeste (6,70%), impactada, principalmente, pela Grande São Paulo (8,75%) e Grande Belo Horizonte (7,65%).

Segundo o Índice de Confiança do Supermercadista, elaborado pela Abras em parceria com a GfK, o otimismo dos empresários do autosserviço voltou a cair. Em junho, a pesquisa registrou 46,9 pontos (numa escala de 0 a 100), quase o mesmo patamar de junho de 2017.

Dentre os motivos para o menor otimismo, citados pelos supermercadistas na pesquisa, estão: paralisação dos caminhoneiros, que refletiu na economia do País, projeções do PIB para o ano e dólar em alta.

(fonte: Diário do Comércio)

Consumidores preferem as lojas físicas

Mostrando o lado de quem está de olho nas promoções, a pesquisa Expectativa para a Black Friday – Opinião do Consumidor, elaborada pela Fecomércio-MG, apontou que 32,4% farão compras durante a promoção. A preferência também é pelo comércio tradicional: 27% preferem as lojas físicas, enquanto 18,8% optam pelo comércio eletrônico.

O estudo aponta que deve haver aumento de participação no comparativo com o ano passado, quando 21,3% dos consumidores foram às lojas físicas durante a promoção. Nas lojas virtuais, o índice foi de 12,2%. Os produtos mais desejados são eletrônicos, com 39,6% da preferência. Em seguida estão roupas, calçados e acessórios (15,4%); eletrodomésticos (14,1%); telefonia (10,1%); móveis, (8,7%), entre outros.

Conforme o estudo, 64% dos consumidores pretendem gastar valores superiores a R$ 500. Cerca de 50% dos consumidores irão aproveitar as ações da data para realizar compras para o Natal.

O levantamento mostra que a promoção é bastante popular, com 81,2% dos entrevistados respondendo que conhecem a ação. Mas a data ainda carrega uma imagem de fraude, com 54,1% dos entrevistados ligando a promoção à frase “Dia em que o comércio maquia preços para vender mais.” Isso ocorre porque, em edições anteriores, parte dos comerciantes aumentou os preços para, em seguida, oferecer descontos que não eram reais. Essa imagem vem sendo combatida, principalmente em ações on-line.

(fonte: Diário do Comércio)

Aos poucos, consumidores retomam planos

Os consumidores dizem que ainda não sentiram o alívio da inflação nas despesas básicas do mês. Mas, pouco a pouco, mais seguros no emprego, ensaiam a compra de um produto de maior valor por necessidade e até se arriscam em planejar a reforma da casa. Detalhe: tudo parcelado em muitas vezes no cartão porque, à vista, nenhuma loja oferece desconto.

O técnico em dedetização Nerivaldo Romero Lopes, de 56 anos, casado e pai de três filhos, foi ao shopping Aricanduva, na zona Leste de São Paulo, anteontem, para comprar uma TV básica de 32 polegadas. “Não planejava fazer essa compra agora, mas a minha TV queimou”, contou. Pelo aparelho, pagou R$ 1.050 que, com seguro, saiu por R$ 1.350 em dez vezes no cartão.

“Não estou sentido a queda dos preços dos alimentos e estou gastando mais com água, luz, telefone e gás”, reclamou.

Não fosse esse imprevisto, ele pretendia trocar de carro e viajar até Natal (RN) no fim do ano. Agora, Lopes, que tem renda familiar mensal de R$ 4,5 mil, vai concentrar os gastos na reforma da casa. Ele já comprou o material para a reforma da cozinha e do banheiro, também a prazo, e se prepara para contratar o pedreiro. “Podia viajar ou fazer a reforma. Achei melhor reformar a cozinha e o banheiro, que estão com vazamentos. No ano que vem a gente paga as dívidas e viaja”, disse.

O engenheiro Wagner Confessor, de 40 anos, estava ontem no mesmo shopping com a mulher para comprar um presente e pesquisar o preço de um aspirador de pó. “Vou ter que comprar um novo porque o meu está obsoleto”, disse. Ele deve gastar R$500, parcelados em, no máximo, cinco vezes para comprar o eletroportátil. “O reparo do aspirador velho fica mais caro do que comprar um novo.”

Confessor trabalha numa montadora. No ano passado, vendo os colegas serem demitidos, ficou com medo de perder o emprego. Por isso, chegou a reativar um site de reparos de funilaria de veículos. Antes de ser engenheiro, ele trabalhava na área de produção da fábrica, desamassando a funilaria, sem estragar a pintura. Ele notou que, agora, as coisas melhoraram na empresa, entraram muitos pedidos, e isso o deixou mais seguro para tirar do papel a esperada reforma da casa. Para comprar material de construção e pagar a mão de obra, vendeu o carro. Agora planeja comprar um carro usado no começo do ano que vem. “A movimentação econômica parece que melhorou, mas em questão de preços dos alimentos e outros produtos, não senti muito.”

Reação

Também a vendedora de joias folheadas a ouro, Alessandra Xavier, de 36 anos, casada e com uma filha, não sentiu alívio na inflação. Mas percebeu reação nos negócios. “Tudo está girando”, disse, fazendo referência às vendas de joias. Ela tem notado que seus clientes voltaram a comprar.

Ela mesma com a renda da venda de joias acaba de comprar um veículo, depois de ter ficado um tempo sem carro. Alessandra teve que vendê-lo porque precisou do dinheiro.

(fonte: Jornal Estado de São Paulo)

Inadimplência das empresas sobe 12% em junho, dizem SPC e CNDL

A inadimplência entre as empresas aumentou 12,3% em junho na comparação com o mesmo mês de 2015, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (25) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). No entanto, as instituições destacam que o indicador vem crescendo com menos força. Na comparação com maio, a inadimplência caiu 0,71%.

“Nos últimos meses, tanto o número de empresas devedoras quanto o de pendências ligadas a estas empresas seguem em crescimento moderado, já que ambos os indicadores vêm mostrando desaceleração desde março de 2016. Apesar disso, as taxas de crescimento da inadimplência de pessoas jurídicas continuam sendo expressivas, o que reflete as dificuldades econômicas enfrentadas no país”, afirmou em nota o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

“A economia brasileira deteriorou-se rapidamente, o que impactou a renda das famílias e o faturamento das empresas. A alta da inadimplência observada entre as empresas é um duro reflexo desse cenário, que limita o crédito e engessa o crescimento dos negócios”, disse a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Pagamentos atrasados
Segundo a pesquisa, o setor credor de serviços, que inclui os bancos e financeiras, lidera a participação no total de dívidas em atraso das empresas, concentrando mais da metade das dívidas. O segundo maior credor em todas as regiões analisadas é o setor de Comércio.

Os dados se referem a quatro regiões pesquisadas – Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Sul. A região Sudeste não foi considerada devido à Lei Estadual nº 15.659 que vigora no estado de São Paulo e dificulta a negativação de pessoas físicas e jurídicas no estado.

(G1)