Vendas para o Dia das Crianças podem crescer até 4%

O Dia das Crianças deve ter um crescimento de até 4% nas vendas, segundo pesquisa realizada pela FCDLESP (Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo).

Cerca de 37,5% dos lojistas acreditam em um aumento significativo, quando comparado a outras épocas do ano, como Dia dos Namorados com 2% e Dia das Mães com 3%, segundo outras pesquisas da entidade.

Para os lojistas, a data ocupa o segundo lugar no ranking entre as datas mais importantes do segundo semestre para o varejo e o ticket médio pode variar entre R$ 50 a R$ 100.

“No ano passado, o Dia das Crianças teve um crescimento de 3% e o ticket médio seguiu o mesmo valor esperado para 2019. Produtos como bonecas, carrinhos e jogos de tabuleiro devem ser os brinquedos que mais terão destaque em vendas, por serem tradicionais e terem um valor que cabe no bolso do consumidor. Porém, há chances dos pais optarem por esperar a Black Friday ou Natal para presentear seus filhos com algo mais significativo, devido às promoções e descontos”, explica o presidente da FCDLESP, Maurício Stainoff.

A pesquisa foi realizada com a participação das principais CDLs do Estado de São Paulo, que enviaram dados locais, como expectativa do crescimento nas vendas, ticket médio, formas de pagamento, produtos de maior venda, estratégias de marketing utilizadas e a classificação da importância da data para o segundo semestre.

REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

Para a região do ABC Paulista, o crescimento pode ser de 4%, porém o tíquete médio pode variar entre R$ 50 e R$ 100.

“Os brinquedos tradicionais podem ser os favoritos dos clientes, por conta dos preços e pelo favoritismo das crianças abaixo de 10 anos”, comenta o vice-presidente, Roberto Foguel.

Comparado a outras Regiões Metropolitanas de São Paulo, Taboão da Serra presume um aumento ameno nas vendas, com expectativa de 2%. A CDL local comenta que o ticket médio pode ser entre R$ 50,00 e R$ 100,00, mas que as promoções, bem como kits de brinquedos, podem auxiliar na escolha rápida dos clientes.

A CDL de Mogi das Cruzes, que espera um crescimento de 4% e cita que a experiência de compra pode influenciar na decisão de consumo, já que os lojistas podem aproveitar dessa data para entrar de cabeça quando se trata das características do Dia das Crianças.

“Carrinho de pipoca, máquina de algodão doce, vitrine de balas e pirulitos podem ser ótimas estratégias para chamar atenção do público, e trazê-los para dentro da loja, por exemplo”, comenta o presidente, Valterli Martinez.

INTERIOR

A CDL de Jaboticabal, próxima a região de Ribeirão Preto, espera que o consumidor gaste entre R$ 50,00 e R$ 100,00, gerando um crescimento nas vendas médio de 4%. “Os lojistas podem apostar em estratégias que têm relação com a data, bem como a distribuição de doces, como algodão doce, pipoca e demais ações que atraem a atenção dos clientes, viabilizando o aumento das compras”, explica o presidente, Júlio César.

Na região de Araçatuba, o crescimento pode ser de 5%, com ticket médio entre R$ 50,00 e R$ 100,00.

“Acreditamos que serão três setores que mais terão destaque de vendas como, vestuário, brinquedos e eletrônicos, pois o gosto do consumidor na região é muito variado”, comenta o presidente, Gener Silva.

Já a CDL de Franca espera um crescimento médio de 4%, com ticket médio entre R$ 100,00 e R$ 200,00, com preferência de pagamento por meio de cartão. “Não somente os filhos serão beneficiados, mas também netos, sobrinhos e primos, pois os consumidores sempre estão de olho naquela lembrancinha para os pequenos”, comenta o presidente, Maurício Pereira.

LITORAL

Nas regiões norte e sul do litoral de São Paulo, as expectativas não são muito atraentes. As CDLs de Bertioga e Guarujá preveem um aumento de 2% nas vendas. O ticket médio pode variar entre R$ 100,00 e R$ 200,00, com parcelamento que pode chegar entre três e cinco vezes.

Para o presidente da CDL da Praia Grande, Antônio Luiz, o aumento pode ser de até 5% por ser considerada a segunda data favorita para a compra de presentes. Eletrônicos, como celulares, tablets e notebook, podem estar no foco de atenção dos consumidores.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/vendas-para-o-dia-das-criancas-podem-crescer-ate-4 )

10 dicas para diminuir perdas em supermercados

As vendas dos supermercados brasileiros cresceram 2,85% de janeiro a julho deste ano – o que reforça as expectativas do setor de encerrar 2019 com alta de 3%, conforme projetado pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS).

Por outro lado, o varejo supermercadista contabilizou perdas de R$ 6,7 bilhões em 2018 – o que corresponde a 1,89% do faturamento bruto do setor, de acordo com a 19ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro de Supermercados, realizada pelo Departamento de Economia e Pesquisa da ABRAS.

Dentre as principais causas de perdas citadas pelas 236 redes participantes, que somam 3.532 lojas no país, estão quebra operacional (40%), furto externo (20%,) erro de inventário (13%) e furto interno (7%).

O aumento das vendas e do fluxo de pessoas exige que os varejistas redobrem a atenção. “O maior movimento pode significar possíveis furtos e demais perdas que trazem impacto à rentabilidade da loja”, afirma Gilberto Quintanilha Júnior, gerente de prevenção de perdas da Sensormatic Solutions, fornecedora global de tecnologia para o varejo.

Por meio de boas práticas e de soluções tecnológicas, o ideal é adequar as ações preventivas em cada ponto de venda. “Também é importante levar em consideração a experiência de compra do consumidor, que poderá gerar um impacto positivo no faturamento e na margem, além da redução das perdas”, destaca.

João Sanzovo Neto, presidente da ABRAS – que tem um comitê para cuidar desse assunto no setor -, lembra que as perdas e o desperdício estão entre os maiores desafios do varejo supermercadista. “Por isso é muito importante entender que a prevenção não é gasto, e sim, investimento”, alerta.

A seguir, confira as dez dicas da Sensormatic para ajudar os supermercadistas a evitarem furtos internos e externos e quebras operacionais, não só para alavancar as vendas, mas também para melhorar a rentabilidade das lojas:

1. O NEGÓCIO É MONITORAR

Com um fluxo maior de pessoas, os problemas com violação de produtos tendem a aumentar. “Invista em sistemas de CFTV (circuito fechado de TVs), em ações inibidoras por meio de anúncios no sistema de som da loja e promova ações promocionais de degustação sempre que possível”, sugere Quintanilha.

2. FIQUE ATENTO AOS PADRÕES

Nunca coloque produtos delicados, como chocolates, em locais que não sejam refrigerados e onde correm o maior risco de dano por manuseio. “O derretimento dos chocolates, por exemplo, acarreta em perda do potencial de venda dos produtos”, alerta.

3. RECOLHER É FUNDAMENTAL

Reforce a atuação do time no recolhimento de itens abandonados pela loja. Além de evitar lacunas nas gôndolas, isso poderá garantir a venda do item e evitar a quebra/perdas por dano.

4. CUIDADO NA ABORDAGEM

Fique atento a movimentações suspeitas – especialmente de clientes com pertences que possam ajudar a ocultar os produtos, como mochilas, sacolas e bolsas. Mas, caso necessite abordar alguém, seja cordial. “Isso mostra ao suspeito que ele está sendo monitorado, podendo converter uma tentativa de furto em uma possível venda”, orienta o gerente da Sensormatic.

5. CHECOU?

É possivel evitar o aumento de quebras e rupturas checando todos os produtos no ato do recebimento. “Caso existam itens com avarias, atente-se para as opções de devolução ao fornecedor, quando prevista em acordo comercial”, diz.

6. EVITE EXCESSOS

Preste atenção aos excessos desnecessários na compra e exposição de produtos. “O mau armazenamento também pode gerar perdas. Além de colocar em risco a qualidade dos produtos, quando não são vendidos eles acabam perdendo valor”, afirma Quintanilha.

7. PROTEÇÃO É TUDO

É aconselhável o uso de etiquetas de proteção em produtos de maior valor, como itens importados, diz o executivo.

8. NÃO DEIXE NADA PARA TRÁS

Devido à variedade e à quantidade de produtos, é preciso ter atenção redobrada ao realizar o inventário, para que, ao registrá-los, nenhum produto seja preterido, avisa.

9. PISANDO EM OVOS

Ao transportar os itens, mesmo que entre áreas da loja, é necessária muita atenção. “Produto danificado é produto não vendido. Evite impactos na margem”, alerta o gerente.

10. A IMPORTÂNCIA DO HISTÓRICO

Com base no histórico, avalie a quantidade de vendas e perdas do ano anterior para identificar os itens que serão foco de atuação da equipe em determinadas épocas, explica Quintanilha.

“Realizar uma análise sobre as vendas e o número de perdas é importante para tentar reduzir, ao máximo, o uso de promoções, e atuar na melhor exposição e ações comerciais possíveis”, finaliza.

(fonte: Dcomércio – https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/10-dicas-para-diminuir-perdas-em-supermercados )

Trabalhador usa FGTS para quitar dívida, mas comércio está otimista

Menos de uma semana depois do início da liberação dos recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), as entidades representativas do comércio estão otimistas com a injeção de dinheiro no consumo. Mesmo sabendo que prioridade é a quitação de dívidas atrasadas, o setor espera, no médio prazo, o aumento das vendas no varejo.

A Caixa Econômica Federal iniciou na semana passada o pagamento do valor de até R$ 500. A expectativa é de que os trabalhadores mineiros utilizem o recurso para pagar dívidas, o que pode gerar impacto positivo para o comércio no estado a médio prazo.

“Muitos julgam que o valor é pequeno, quase insignificante, mas uma pesquisa do SPC Brasil mostra que 40% dos endividados no país tem dívidas de até R$ 500. Assim, o valor sacado do FGTS, será suficiente para quitar dívidas”, afirma o economista-chefe da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), Guilherme Almeida.

Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontam que 31% das famílias endividadas em Minas Gerais estão inadimplentes, ou seja, não conseguem pagar suas dívidas no prazo estipulado. A média nacional é 23,6%.

Almeida explica que a quitação de dívidas tem reflexo no varejo. “Se há um aumento da inadimplência, grande contingente de consumidores perde o acesso ao crédito e, assim, impedidos de comprar. Portanto, o dinheiro sacado no FGTS é positivo na medida em que limpa o nome do devedor e permite que ele volte a comprar”, ressalta o economista-chefe da Fecomércio-MG.

Apesar de também considerar benéfica a liberação do FGTS para o comércio, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Marcelo de Souza e Silva, ressalta que essa é uma medida de curto prazo para tentar aquecer a economia. Para ele, reformas estruturais, como as da Previdência e a Tributária, tem impacto no médio e longo prazo e, por isso, são necessárias para fomentar o crescimento da atividade econômica no país.

Ele destaca a importância de os consumidores utilizarem o recurso com cautela. “O fundo de garantia é uma poupança que o trabalhador possui e que tradicionalmente é utilizado quando ele se aposenta ou perde o emprego. Com a liberação antecipada deste recurso é importante que ele faça um uso consciente destes valores para não ficar em dificuldades mais tarde”, afirma o presidente da CDL-BH.

(fonte: https://interessedeminas.uai.com.br/2019/09/18/trabalhador-usa-fgts-para-quitar-divida-mas-comercio-esta-otimista)

 

Quase 80% das famílias de BH estão endividadas

Quase 80% das famílias residentes em Belo Horizonte têm alguma dívida. Os dados são da Fecomércio-MG, que divulgou nesta segunda-feira a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) referente a agosto. O índice de 79,1% para o mês representa um aumento de 12,1 ponto percentual em relação ao mesmo mês de 2018, que registrou 67%. Em relação a julho, a pesquisa revela que o endividamento cresceu 0,9 ponto percentual entre as famílias da capital mineira.

O cartão de crédito representa o maior objeto de dívidas: 87,4% dos entrevistados afirmaram estar comprometidos com essa modalidade. Um crescimento de quase 7 pontos em relação a agosto de 2018, quando 80,6% das famílias haviam contraído dívida no cartão de crédito.

De acordo com Guilherme Almeida, economista-chefe da Fecomércio-MG, o motivo para o índice de endividamento elevado com o cartão de crédito é a alta acessibilidade dessa modalidade e a falta de responsabilidade no uso. “O problema é que muitas famílias encaram o cartão como complemento da renda”, explica. Por isso, Almeida recomenda que as famílias se planejem para usar o cartão, levando em conta que esse tipo de pagamento compromete a renda futura.

Depois do cartão, o maior percentual de dívida é com o financiamento de veículos (14,1%). Almeida atribui esse número ao aumento nas vendas do setor. De acordo com o economista, a queda relativa da taxa de juros estimulou as famílias a investir na compra de carros e motos. Por outro lado, o boom dos aplicativos de transporte e entrega também estimulou muitos a comprar e alugar veículos, o que contribui para a taxa de endividamento.

Depois, as maiores dívidas são com carnês (11,5%)financiamento de imóveis (10,7%) e cheque especial (9%). Além disso, 24,9% dos entrevistados afirmaram que destinam mais da metade do orçamento mensal para pagar dívidas como prestações de veículo, cartão de crédito e empréstimos, entre outras.

Outro fator analisado na pesquisa é a inadimplência das famílias. De acordo com a pesquisa, em agosto 31,8% dos consumidores da capital deixaram de honrar algum compromisso financeiro. Considerando apenas as famílias com renda mensal menor que 10 salários-mínimos34% estão com débitos em atraso. Dentro da contagem dos endividados, esse número é de 40,1%.

Questionadas se conseguirão se organizar para pagar as dívidas, 44% das famílias responderam que não terão condições, enquanto 39,4% afirmaram que conseguirão pagar apenas parte da dívida. A maioria dos inadimplentes (58,7%) atrasou o pagamento em pelo menos três meses. De acordo com Almeida, a partir desse tempo, a dívida começa a se tornar impagável. Com isso, a alternativa é renegociar, ainda mais considerando o elevado desemprego no país.

De acordo com a análise da Fecomércio-MG, o alto percentual de endividamento indica a manutenção do nível do consumo. Porém, os números estão relacionados “à elevação da inadimplência, a dificuldade do acesso ao crédito, ao comprometimento da renda familiar e ao próprio consumo”, argumenta Almeida.

A Peic é calculada com base em dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A pesquisa entrevistou mil famílias residentes em Belo Horizonte nos 10 últimos dias de julho. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais e o índice de confiança é de 95%.

(fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2019/09/16/internas_economia,1085583/quase-80-das-familias-de-bh-estao-endividadas.shtml )

 

Como transformar seu negócio em um comércio sustentável

Falar em sustentabilidade normalmente nos faz pensar em ações que buscam preservar a natureza, produzir menos poluição e gerar menos desperdício – ações que podem ser reproduzidas por qualquer ser humano. Mas, quando tentamos associar o assunto ao mundo empresarial, a coisa muda de figura. Poucas empresas se mostram preocupadas com o assunto.

Nas palavras de Jesus Rodriguez, head latam de responsabilidade social da Subway, o descarte de materiais como o plástico é um problema global e as grandes empresas precisam buscar soluções para ele. “Em países como o Brasil, em que a infraestrutura para fazer a reciclagem destes materiais está sobrecarregada, é ainda mais preocupante”.

Em apenas três meses da campanha, ao compararmos com maio de 2019, reduzimos o uso de canudos de plástico em mais de 20% e o de tampas de plástico em 14%. Isso representa uma média mensal de quase um milhão de canudos e quase 250 mil tampas que não estão mais em circulação na América Latina. Alinhando esses canudos e tampas lado a lado, seria possível cobrir uma área de aproximadamente 325 quilômetros quadrados a cada mês.

PRODUTORES LOCAIS

Na opinião de Rodriguez, trabalhar de forma mais sustentável também passa por eliminar os intermediários e priorizar agricultores locais, ajudando a melhorar o rendimento e qualidade dos produtos.

Ele explica que quando o fornecedor passa a ter um comprador regular e de confiança, os estabelecimentos elevam os padrões de qualidade da marca e têm rastreabilidade aprimorada de suas matérias-primas e, por consequência, produtos mais frescos na loja.

“Como o agricultor está ganhando mais dinheiro, melhora a sua qualidade de vida, a da sua família e a economia das comunidades vizinhas – benefícios enormes para todos os envolvidos”, diz.

MENOS PLÁSTICOS

Neste ano, a Campanha Não Salvem os Canudos se comprometeu em reduzir em 50% o uso de canudos e tampas plásticas de uso único até o fim de 2020 em todos os restaurantes da América Latina.

Na Costa Rica, por exemplo, Rodriguez diz que a meta foi alcançada entre 2017 a 2018. No último levantamento, feito no meio de 2019, este número subiu para 70%.

“Esta é uma grande prova de que poderemos fazer o mesmo no resto do mundo”.

De acordo com o executivo, é possível chegar a esse resultado de duas maneiras: a primeira é sensibilizar através da comunicação nos pontos de venda e mídia digitais e sociais. A segunda é retirando tampas e canudos do alcance dos consumidores e tornando-os disponível apenas mediante solicitação.

ESTENDA ISSO PARA O DIA A DIA DO CONSUMIDOR

Outra sugestão de Rodriguez é fazer da campanha um convite para que os clientes reduzam o plástico em suas próprias vidas e se tornem parte da solução, como, por exemplo, não usar materiais plásticos na próxima visita ao estabelecimento.

“Também convidamos os consumidores a se envolverem na limpeza de praias e outros esforços de conservação em suas comunidades locais”.

SEJA REALISTA

O engajamento das empresas com práticas mais sustentáveis é muito valioso e importante para as marcas. No entanto, Rodriguez esclarece que é preciso ser honesto sobre o que de fato pode ser feito.

No caso da Subway, por exemplo, ele diz que será muito difícil eliminar 100% do plástico de toda a operação. Além disso, o plástico que a empresa se compromete a reduzir é aquele que não interfere na qualidade e na segurança dos produtos – em alguns processos ainda é inviável eliminá-lo por completo sem colocar em risco a segurança alimentar dos nossos consumidores.

TRANSMITA O POSICIONAMENTO DA MARCA

Seja para franqueados ou funcionários, o engajamento com a questão ambiental tem que ser geral. Rodriguez diz que a resistência de alguns reflete a falta de entendimento do impacto desse comportamento no negócio.

“A chave para transmitir essa mensagem é mostrar o impacto real que isto traz para os negócios e que esta é uma relação de ganha-ganha. E isso tem que ficar claro para a equipe, o gerente da loja , o artista de sanduíche e o franqueado”, diz.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/sustentabilidade/como-transformar-seu-negocio-em-um-comercio-sustentavel )

Sebrae orienta empresários com cinco dicas para contratar funcionários

Uma pesquisa realizada no ano passado pelo Sebrae, envolvendo mais de 5,8 mil empreendedores, indicou que 52% deles tinham dificuldade em contratar mão de obra qualificada. Outro estudo, realizado em março de 2019, mostrou que o percentual de empresários que pretendiam abrir vagas em seus negócios ultrapassava a 32%, o que realmente aconteceu em junho, quando foram criados mais de 57 mil novos postos de trabalho. Mas para contratar um trabalhador, são necessários alguns cuidados e o estabelecimento de critérios.

De acordo com a analista do Sebrae Carolina Moraes, umas das principais regras sobre o assunto é não contratar quem não se pode demitir. Além disso, a especialista recomenda conhecer mais profundamente o futuro funcionário. Hoje, além de saber mais sobre os cinco tipos de contratação (carteira assinada, estágio, menor aprendiz, temporária e terceirização), o empreendedor deve levar em conta algumas recomendações sobre o assunto. Confira as dicas reunidas pelo Sebrae
1 – Selecione profissionais confiáveis e competentes
O ideal é que todos os colaboradores do empreendimento, mesmo sendo ela uma microempresa, sejam profissionais confiáveis e competentes. Muitas vezes a falta de transparência entre os envolvidos e a falta de critério na seleção poder gerar problemas futuros.
2 – Observe os valores éticos do candidato
No momento de contratar uma profissional, é importante avaliar a integridade dela, seus valores éticos. Caso contrário, nem perca tempo. O candidato ao emprego pode ter um excelente currículo, mas se não tiver integridade pode ser um tiro no pé.
3 – Valorize o interesse no aprendizado
Em seguida, é necessário que a pessoa tenha motivação e brilho no olho. É fundamental que o candidato a uma vaga tenha vontade e, também, facilidade para aprender. Segundo Pesquisa do Sebrae, realizada em março desde ano, mais de 80% dos empresários preferem capacitar seu futuro funcionário.
4 – Experiência prévia é desejável, mas não obrigatória
É desejável que a pessoa tenha experiência prévia, mas não considere isso um pré-requisito obrigatório, pois, se a pessoa for íntegra, e tiver vontade de aprender, tudo se resolve. É sempre bom que o empresário tenha em mente o perfil do profissional que deseja selecionar e que deve estar de acordo com os valores do seu negócio.
5 – Não contrate alguém que você não pode demitir
Outra dica que é bastante delicada, considerando a grande quantidade de empresas familiares existente no Brasil, é: não contrate quem você não pode demitir. Ninguém pensa dar emprego a alguém pensando que vai mandá-lo embora em algum momento. Porém, se o empresário contrata sua sogra, por exemplo, um grande amigo de infância, um familiar e, por algum motivo, essa pessoa não mostrar os resultados desejados, como você terá coragem de demitir essa pessoa depois? Por isso, se possível, não entre nessa cilada.

 

Dia das crianças: o que deve movimentar o comércio eletrônico

As expectativas em torno das vendas para o Dia das Crianças são positivas no universo on-line. Com base nos dados coletados pela Social Miner, plataforma de automação para aumentar conversões, que entrevistou cerca de mil consumidores de todas as regiões do Brasil, sendo que 47,6% estão localizadas no Sudeste, a data não deve passar em branco.

Em 2018, o evento promoveu crescimento de 5% em relação ao ano anterior, representando uma receita de R$1,82 bilhões para as lojas virtuais, de acordo com dados da Ebit|Nielsen.

VAI TER PRESENTE?

Ao que parece, a criançada já pode comemorar. Isso porque 58,1% dos consumidores afirmaram que pretendem ir às compras, enquanto outros 14,2% ainda estão indecisos. Ou seja, apenas 27,7% não pretendem ir atrás de presentes.

Outros 27,7% de consumidores dizem não ter intenção de comprar na data. Desse total, quando questionados sobre possíveis promoções – 76,3% realmente não pretendem mudar de ideia. Entretanto, preços competitivos e promoções relevantes, ainda podem fazer a cabeça de 28,6% dos entrevistados que poderiam cair em tentação e acabar comprando um mimo.

As ofertas, inclusive, são quase unanimidade entre os consumidores. Quando questionados sobre o que faria com que escolhessem uma loja em relação à outra, aqueles que estão realizando pesquisas para a data ou que estão, pelo menos, na dúvida apontaram o “preço” e as “promoções” como os fatores mais relevantes na decisão de compra.

A busca por boas ofertas já começou para 42,1% dos consumidores. O restante (57,9%) ainda não pensa na data. Dos consumidores que ainda não estão pesquisando por ofertas, 25,2% afirmaram que devem começar em breve e 43,9% devem ir atrás dos presentes com pelo menos 15 dias de antecedência.

MAS NÃO É SÓ ISSO…

Outros itens relacionados a experiência do consumidor também pesam nessa decisão. Em alguns casos, a batalha de preços pode perder espaço para itens, como a “facilidade no pagamento” e “atendimento” . Essas vantagens competitivas foram destacadas como relevantes por 34,5% e 26,5% dos entrevistados da pesquisa, respectivamente.

ONDE DISPONIBILIZAR OFERTAS

Sites de busca como Google e Bing são os meios favoritos na busca por ofertas (56,5%). Portanto, é importante focar nas palavras-chave que estão em alta nesse período e otimizar conteúdos para alinhar posicionamento da marca nos resultados de pesquisa.

Para quem tem um público fiel é bem provável que ele vá buscar por ofertas diretamente no seu e-commerce (41,4%) ou nas redes sociais (34,8%). Esses espaços são uma vitrine da sua marca, portanto seja acessível e atraente.

CATEGORIAS

Os brinquedos são — como já era de se esperar — a categoria favorita do público para o Dia das Crianças. A categoria de Multivarejo, que inclui “brinquedos”, aumentou suas vendas em 1,1% durante o evento.

No entanto, parece que os baixinhos também devem ganhar roupas, calçados e acessórios, jogos e artigos eletrônicos, além de itens de bebês e livros — boa notícia para o setor de Livraria, que no ano passado sofreu uma queda de 3,19% nas vendas no período.

 

Aprenda com o Google a lucrar com a Black Friday

Ainda dá tempo: com a injeção de recursos na economia, como a liberação do FGTS (Fundo de Garantia de Tempo de Serviço) e do PIS/Pasep, os varejistas já podem intensificar os preparativos para atrair essa fatia do mercado e faturar durante a Black Friday, que será realizada no próximo dia 29 de novembro. No ano passado, a data movimentou R$ 2,6 bilhões no e-commerce brasileiro, segundo levantamento da Ebit|Nielsen.

As grandes empresas se antecipam e se organizam durante o ano todo para a data mas, e como ficam as pequenas e médias empresas? Pesquisa divulgada no recente Google Retail Summit mostra que, com planejamento, as PMEs podem se sobressair aos olhos dos consumidores e lucrar nessa época do ano.

“O brasileiro quer evoluir em várias frentes, e os movimentos de sazonalidade do segundo semestre devem funcionar como gatilho para compras e projetos saírem do papel. Por isso, as marcas precisam estar preparadas para atender a essa demanda”, afirma Fernanda Bromfman, gerente do Google Customer Solutions do Google Brasil.

PREÇO É TUDO. OU NÃO

De acordo com a pesquisa, em 2018 a percepção de “preços iguais” e preço alto definiu os escolhidos. Cerca de 68% dos entrevistados afirmaram ter deixado de comprar algum produto porque os preços estavam muito altos. Mas o preço não é tudo: Mais da metade dos fatores de escolha estão ligados à confiança e ao nível de serviço.

Para quem costuma adquirir produtos em grandes datas do varejo, o aspecto mais importante na hora de definir o local de compra é o “melhor preço” (30,2%), seguido por “loja conhecida” (15,9%) e “frete grátis” (15,6%).

“O preço é importante para ser competitivo em datas como Black Friday, mas só isso não basta. Em 2018, as pessoas consideraram aspectos ligados à confiança e nível de serviço como primordiais – o que mostra que ter uma marca forte e oferecer boa experiência de compra é determinante”, complementa Bromfman. Cerca de 40% afirmaram considerar comprar novamente em lojas em que já compraram em edições anteriores.

Quanto à entrega de produto, “frete grátis” é o item mais importante para o consumidor (44,7%). “Frete rápido” (18,7%), “retirar na loja física no mesmo dia” (15,2%) e “receber em casa via aplicativos de entrega” (5,9%) demonstram a urgência das pessoas em receber os produtos.

O QUE LEVAM OS CONSUMIDORES ÀS COMPRAS?

Na pesquisa, o Google tentou investigar os principais pilares que levam os consumidores às compras. E chegou a quatro fatores que ajudam na decisão:

Preço: apesar de sua importância estar diminuindo, ainda é fator essencial;

Marca reconhecida: o ideal é aproveitar setembro e outubro para construir essa mensagem e sua consideração junto ao consumidor

Experiência: esse atributo fica cada vez mais importante para o consumidor. Frete grátis e agilidade são fatores decisivos na hora de escolher a forma de entrega

Benefícios: item que vai além do preço e descontos. O consumidor é impaciente. Os apps de entrega surgiram como opção para que ele consiga o produto mais rápido. Cashback, condições de pagamento, retirada em loja… São extras que fazem toda a diferença, diz o Google.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/aprenda-com-o-google-a-lucrar-com-a-black-friday )

Cartões de crédito devem movimentar R$ 1,8 tri em 2019

A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) elevou a sua projeção de crescimento para este ano, que passou de alta de 15% a 17% para 17,5% a 19,5% ante 2018.

A mudança, que já havia sido antecipada pela entidade, indica um movimento de R$ 1,84 trilhão pelo setor neste ano, considerando todas as compras com cartões de crédito, débito e pré-pagos.

A revisão nas expectativas, conforme a Abecs, reflete um melhor desempenho do segmento neste ano, que se refletiu nos resultados apresentados no primeiro semestre.

No período, os cartões movimentaram R$ 850 bilhões, com crescimento de 18% em relação aos seis primeiros meses de 2018. Apenas no segundo trimestre, a alta foi de 19%.

(fonte: Dcomércio – https://dcomercio.com.br/categoria/financas/cartoes-de-credito-devem-movimentar-r-1-8-tri-em-2019 )

No 1º semestre, compras com cartões totalizam R$ 850 bi

O setor de cartões movimentou R$ 850 bilhões na primeira metade do ano, volume 18% maior que igual período de 2018, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Os cartões de crédito responderam por R$ 534,4 bilhões, um aumento de 18,8%, e de débito, R$ R$ 308 bilhões, aumento de 16%. No segundo trimestre, o segmento cresceu a um ritmo ainda mais veloz. De abril a junho, a expansão foi de 19% ante um ano, totalizando cerca de R$ 430 bilhões.

Do volume total, os cartões de crédito somaram R$ 274,5 bilhões, alta de 19,7%, e os de débito totalizaram R$ 155,2 bilhões, elevação de 16,8% em um ano.

“Apesar do cenário econômico desafiador, o setor de meios de pagamentos eletrônicos apresentou o maior crescimento trimestral em sete anos”, disse Pedro Coutinho, presidente da Abecs, nesta quarta-feira (28).

Segundo ele, a expansão do mercado tem como pano de fundo maior inclusão financeira, digitalização dos pagamentos e a maior competição no setor. “Não é só a guerra de maquininhas. A indústria inteira tem trabalhado em inovação, o que tem ajudado a reduzir os custos do setor. E o Brasil ainda tem 45 milhões de desbancarizados”, lembrou.

A quantidade de compras com cartões de crédito, débito e pré-pagos no primeiro semestre passou da marca de 10,3 bilhões. Segundo Coutinho, o montante corresponde a 40 mil transações por minuto. Nesse contexto, o presidente da Abecs espera que o setor ultrapasse a projeção de movimentar R$ 1,8 trilhão em 2019 – o equivalente a 25% do PIB.

“Seguramente, a representatividade do setor será maior no PIB nesse ritmo de crescimento. Vamos ultrapassar”, afirmou.

Contribuem, conforme o presidente da Abecs, eventos importantes no segundo semestre que devem garantir pujança ao mercado de cartões. Como por exemplo, a Semana Brasil, criada pelo governo para incentivar o consumo; a liberação dos pagamentos de PIS e Pasep e FGTS; o Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal.

“A perspectiva para os próximos cinco meses é de maior crescimento indústria”, afirmou.

(Fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/no-1o-semestre-compras-com-cartoes-totalizam-r-850-bi )