Confira dicas do Sebrae para vender no Dia das Mães mesmo em época de coronavírus

As Datas Comemorativas são impulsionadoras de consumo e responsáveis por grande parte do faturamento do varejo, e nesse ano, a segunda data mais importante para o comércio, o Dia das Mães, está acontecendo no meio da pandemia da covid-19.

A maioria das empresas estão de portas fechadas devido ao isolamento social, mas isso não significa que elas não possam, e devam aproveitar para vender no Dia das Mães.

Para ajudar os empresários nesse momento tão difícil o Sindivarejista conversou com a consultora de negócios do Sebrae de Campinas, Taís Camargo, que destacou 6 dicas para as empresas continuarem vendendo nessa data mesmo diante da pandemia.

Para a presidente do SindiVarejista, Sanae Murayama Saito, agora é hora da inovação e a busca de outros canais para a venda. “O empresário deve buscar canais de vendas alternativas porque agora é fundamental. Pequenos comerciantes também podem se juntar para compartilhar mailings. Os vendedores podem atuar remotamente por meio de chats online, de WhatsApp. Por fim, ainda é possível disponibilizar vounchers com descontos atrativos para consumo posterior”, afirmou.

Confira abaixo as dicas do Sebrae e comece já:

Dica 1: Olhe para seus produtos e separe os que seus clientes sempre elogiam ou o que você tinha programado vender nessa data. Lembre-se que estamos falando de uma data especial e que esses produtos, independente do valor, devem ser especiais também. Agora é hora de vender o que já temos em estoque, então faça essa seleção, olhando para todo o seu estoque.

Dica 2: O que sua mãe merece? Essa frase mexe com qualquer filho! Nossas mães sempre merecem o melhor, por isso crie kits e pacotes com seus produtos, valorizando as mercadorias e aumentando o seu ticket médio. Faça kits e pacotes especiais para irmãos e incentive a compra em conjunto. Isso facilita as entregas e também aumenta o valor de suas vendas.

Dica 3: Agora que já selecionamos os produtos e criamos nossos kits é hora de conectar com seu consumidor. Toda mãe tem um tipo: cuidadosa, vaidosa, clássica, esportiva, moderna, olhe para seus produtos e veja qual se encaixa a cada tipo de mãe e crie mensagens, postagens que sejam direcionadas para cada público.

Por exemplo: para uma “Mãe Mega protetora” crie kits de cuidados (voucher de maquiagem, uma roupa, sapato que ela ama, mas que nunca tem tempo para ir comprar, pois sempre está preocupada com os outros. Para as mães antenadas: ampliar a capacidade de rede de acesso à internet, um smart whatch, equipamento eletrônicos e roupas que tragam tecnologia. “Para cada tipo de mãe é possível fazer um direcionamento de produtos e serviços, mas lembre-se, a sua comunicação não é para ela e sim para os filhos. Lembrando que alguns presentes são clássicos e agradam a todos os tipos de mães com as tradicionais flores”.

Dica 4: Entregas! Mesmo que você nunca tenha feito isso antes, agora é necessário! Você pode entregar direto na casa da mãe (delivery), fazer um Drive thru, onde o filho passe para pegar ou mesmo entregar na casa do filho, para que ele entregue para a mãe. Possibilidades que atendem uma grande necessidade desse momento. Há empresas terceirizadas que podem te ajudar nessa missão. Realizar uma programação e criar um roteiro contribui para economizar tempo e combustível

Dica 5: Você pode criar cartões virtuais e depois enviar para os seus clientes por WhatsApp ou postar nas redes sociais. Esse Dia das Mães vai ser diferente, com muitas chamadas de vídeo e presentes que chegam sem as pessoas, mas mesmo assim será um momento de muito amor e sua empresa deve fazer parte disso.

Dica 6: Comunique-se – Agora é a hora de enfatizar a divulgação e fazer com que seus clientes e potenciais saibam o que você tem a oferecer. Use seus contatos, amigos, listagem de clientes, as redes sociais para manter a divulgação presente. Demonstre os benefícios e as oportunidades para quem está comprando e para quem vai receber o presente. Lembre-se que muitas pessoas deixam para comprar os presentes de última hora, esteja pronto!

“Que esse Dia das Mães será diferente, não temos dúvidas, mas acreditamos que podemos estar presentes e nos fazer presente, passando por essa data ganhando novas experiências e colocando em prática mudanças que o ambiente nos vem impondo”, afirmou a consultora.

(fonte: http://sindivarejistacampinas.org.br/sindivarejista/confira-dicas-de-como-vender-no-dia-das-maes-mesmo-em-epoca-de-coronavirus/  )

Vendas devem recuar 59%,2 no brasil por conta da pandemia, estima CNC

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que a crise provocada pelo novo coronavírus vai acarretar uma queda histórica do volume de vendas no varejo, no Dia das Mães de 2020.

Em comparação com o ano passado, a entidade projeta um encolhimento de 59,2% no faturamento real do setor na data, considerada a segunda mais importante no calendário varejista brasileiro.

Segundo o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a projeção de queda para o Dia das Mães por causa da pandemia ficou acima das perdas estimadas para a Páscoa (-31,6%).

De acordo com a CNC, o ramo de vestuário e calçados é o que apresenta a maior expectativa de encolhimento durante o Dia das Mães, com queda de 74,6%.

Segundo o economista da CNC responsável pela pesquisa, Fabio Bentes, o comércio deverá registrar retração em todos os estados durante a data.

São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, unidades da Federação que respondem por mais da metade das vendas voltadas para o Dia das Mães, tendem a registrar perdas de 58,7%, 47,4% e 46,6%, respectivamente”, afirmou.

Em termos relativos, três estados do Nordeste deverão registrar as maiores perdas: Ceará (-74,2%), Pernambuco (-73,5%) e Bahia (-66,2%).

(Fonte: https://diariodocomercio.com.br/economia/vendas-devem-recuar-592-no-brasil-por-conta-da-pandemia-estima-cnc/ )

 

Reinvenção é palavra de ordem para driblar crise

A crise causada pelo novo coronavírus (Covid-19) tem afetado profundamente a rotina dos pequenos negócios. De acordo com pesquisa do Sebrae, 31% das empresas no Brasil (5,3 milhões) tiveram que mudar a sua forma de funcionar para sobreviver no mercado, apostando em serviços de delivery, rodízio de funcionários, horário de trabalho reduzido, home office, dentre outras medidas. Em meio à crise, bons exemplos de criatividade e superação começam então a surgir.

Em Belo Horizonte, a proprietária da D´Pães Artesanais, Denise Perdigão, diz que viu todo o seu faturamento cair quando a crise começou. Localizada no Estoril, a empresa, que produz pães artesanais com fermentação natural, tem como principal cliente as cafeterias, que fecharam logo na primeira semana. “Eu sempre vendi para as cafeterias e, de repente, todas tiveram que fechar. Mas não me desesperei, e fui atrás de alternativas”, relembra.

A empreendedora decidiu montar kits de pães e anunciou em grupos de amigos e nas redes sociais. “Resolvi apostar no diferencial do meu produto. Eu não vendo pães convencionais, os meus pães são saudáveis e nutritivos, sem conservantes, e com um sabor maravilhoso”, defende.

A cada semana, Denise Perdigão monta kits com diferentes tipos de pães (brioche, australiano, integral etc.), e realiza entregas semanais por delivery, nas sextas-feiras. “É uma forma de surpreender o meu cliente, sempre entrego kits diferentes, com pães e bolos variados. As pessoas ficam encantadas”, destaca.

Recentemente, a empreendedora fez uma parceria com uma empresa de cervejas artesanais, e passou a oferecer também a opção do kit de pães com cervejas. “Busco me reinventar sempre”, ressalta. Ela explica que, mesmo neste momento de crise, o seu faturamento praticamente dobrou. “Estou vendendo 40 a 50 kits por semana, inclusive uma hamburgueria passou a comprar os meus pães também. O momento fez com que muitas pessoas passassem a conhecer os meus produtos. Minha clientela aumentou muito”, revela.

Para ela, a principal lição é sempre pensar fora da caixa. “Temos que criar alternativas que sejam realmente diferenciadas, que encantem o cliente e atendam suas necessidades nesse momento. ”

O empreendedor Gustavo Rossignoli, proprietário da Empório Villa Rossi, também precisou se reinventar. A empresa, localizada no bairro Coração Eucarístico, em Belo Horizonte, está no mercado há 5 anos, atuando no ramo de panificações, lanchonete e coffee breaks para eventos corporativos. “Diante da crise, perdemos nossos principais clientes e o faturamento foi por água abaixo. Nunca havíamos utilizado o delivery, então tivemos que criar uma estratégia para continuar vendendo”, explica.

O primeiro desafio foi encontrar uma maneira de se aproximar dos clientes. “Para isso, decidimos entrar em grupos do bairro, no WhatsApp e nas redes sociais, e a partir daí fomos prospectando um a um, oferecendo os nossos serviços”, afirma Rossignoli.

Para fazer as entregas, o empreendedor criou um método de delivery de rotas. “Faço as entregas de manhã, à tarde e à noite. O meu diferencial é que não cobro frete e não tem um valor de pedido mínimo, desta forma o cliente pode fazer compras todos os dias, mesmo que sejam de baixos valores”, explica.

A estratégia fez com que a empresa conquistasse uma nova carteira de clientes e conseguisse manter o faturamento. “O modelo foi muito bem aceito e ampliamos a nossa clientela aqui no bairro. Além disso, alcançamos quase 100% do nosso faturamento normal do varejo, o que a gente precisava para manter os custos do negócio, sem ter que demitir ninguém. Com certeza iremos continuar com esse modelo, além do varejo tradicional, quando a crise passar”, destaca.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/negocios/reinvencao-e-palavra-de-ordem-para-driblar-crise/ )

Quais os desafios e oportunidades das empresas de varejo para o Pós-Covid 19

A pandemia que assola o globo terrestre desde janeiro de 2020 vem transformando a vida da humanidade em todos os sentidos. O isolamento das populações no mundo está mudando de forma drástica o comportamento geral e, principalmente, os hábitos de compra.

Aqui no Brasil, por determinação dos governos estaduais e municipais, o varejo brasileiro – com exceção dos que comercializam itens essenciais, como supermercados e drogarias – teve de fechar suas portas a partir de 23 de março deste 2020 para reduzir os riscos de contágio da Covid-19.

A partir daí, uma grande revolução empresarial começou. As empresas passaram a implementar diversas ações para conter esses impactos – e até mesmo sobreviver. De acordo com um estudo da JP Morgan Chase & CO Institute, 50% dos pequenos negócios têm no máximo até 27 dias de fôlego de caixa para se manter (hoje já alcançamos 40 dias de comércios fechados).

Para piorar, não há previsão de reabertura. Com isso, todo varejista foi obrigado a se movimentar: criando as salas de guerra com reuniões diárias em que o foco é o fluxo de caixa; valendo-se das medidas provisórias editadas pelo governo federal, mudando a forma de trabalho de seus colaboradores, alterando a rotina e, principalmente, inovando em sua forma de se relacionar com os clientes.

No entanto, os reais impactos só poderão ser mensurados ao fim da pandemia. Segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), em 2019 havia no Brasil cerca de 600 shoppings, com 105 mil lojas e 1,1 milhão de empregados.

Quantas dessas lojas não irão sobreviver? Quantas vão se transformar e voltar mais fortes? Mesmo com a flexibilização do isolamento ou a adoção do isolamento vertical, as rotinas não serão mais as mesmas. Se considerarmos que nem 5% da população foi infectada, mesmo que os números estejam subestimados, ainda há muito chão pela frente até que tenhamos uma vacina ou um tratamento comprovadamente eficaz. Até lá, a vida será diferente, novos hábitos de compra serão testados e muitos deles irão permanecer.

Dado todo esse cenário, as incertezas e desafios para o comércio varejista são muitos, assim como as oportunidades.

Analisando a cadeia de valor do varejo, podemos dizer que ela é composta por três principais processos: comprar, distribuir e vender. Me dou o direito de arriscar que, após essa pandemia, todos esses processos terão sofrido alteração e grandes oportunidades irão surgir.

É possível dizer que haverá uma aceleração da migração de venda física para a on-line?
Exemplos dessas transformações na cadeia de negócios mostram que o varejo precisa da indústria para comprar seus produtos de revenda, e hoje estamos vivendo um momento em que as indústrias estão buscando outros canais de vendas, como o próprio consumidor.

Paralelamente, muitos comércios varejistas estão experimentando novos fornecedores, novas marcas, dada a dificuldade de conseguir repor seus estoques.

Para distribuir seus produtos, as indústrias estão precisando e irão precisar se adaptar às restrições de voos e até mesmo da distribuição terrestre.

Do outro lado, o comércio varejista precisa, mais do que nunca, ir até o cliente consumidor, o que torna o processo de distribuição um dos que mais passarão por mudanças.

Como consumidores, já podemos perceber eventos desse tipo – desde lojas de roupas levando malas às residências para os clientes experimentarem até ao aumento significativo no tempo de entrega das compras on-line.

Prova dessa transformação é a aquisição da ASAPLog, uma startup curitibana que vem “transformando o cenário de entregas de pequenos varejistas de e-commerce com uma plataforma de fácil usabilidade, privilegiando o “crowdshipping” pela Via Varejo neste mês.

Já o processo vender é o que representa o maior desafio para o “novo varejo”. Alguns estudos previam que no final de 2020 50% das compras serão feitas on-line. Se considerarmos o momento atual, esse percentual deve estar bem acima. Com base nessa nova realidade, a necessidade de conhecer o seu cliente de forma customizada é cada vez mais latente, o que irá levar as empresas a buscar formas de transformar os dados de compra em informação para tomada de decisão e definição da cesta ideal para os clientes.

Diante disso, tecnologias como Big Data são essenciais. Porém, resultam em outro desafio, que é o sigilo dos dados dos clientes, haja vista a necessidade de as empresas se adaptarem à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Outra oportunidade a ser explorada é a realidade aumentada, tecnologia que integra elementos ou informações virtuais a visualizações do mundo real por meio de uma câmera, o que possibilita que o consumidor adquira os produtos sem sair de casa e de forma mais prática e objetiva.

Se o momento atual é de grandes incertezas, diga-se lá o futuro. Mas uma coisa é indiscutível: para sobreviver, o comércio varejista, talvez o setor mais impactado pela pandemia da Covid-19, precisa vencer esses desafios e explorar as oportunidades que irão surgir.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/negocios/papo-de-gestao-quais-os-desafios-e-oportunidades-das-empresas-de-varejo-para-o-pos-covid-19/ )

Utilize o WhatsApp Business para manter as vendas

O WhatsApp Business é uma ferramenta criada para auxiliar o processo de comunicação dos negócios. Em tempos de coronavírus, adotar essa ferramenta pode a ser solução para garantir as vendas da sua empresa. Afinal, o aplicativo permite continuar a atender os seus clientes, tudo a distância, para eles continuarem comprando, mas de casa.

Por isso separamos nove dicas de como o WhatsApp Business pode ajudar a manter o dinheiro entrando no caixa da sua empresa.

1. Envolva o cliente

Antes de começar a disparar mensagens vendendo seus produtos ou serviços, aproxime-se do cliente, envolva-o e explique o diferencial do seu contato. Lembre-se de que, para ele, o WhatsApp é um recurso pessoal, que ele utiliza para interagir com pessoas próximas.

Qualquer mensagem que ultrapasse essa linha pode soar como invasiva, incomodar e fazer com que ele bloqueie o contato da sua empresa.

2. Segmente a sua lista de contatos

Faça um cadastro dos novos clientes de sua empresa, solicite o número de WhastsApp e peça autorização para enviar comunicados sobre seus produtos ou serviços. Crie listas de contatos de forma segmentada para enviar informativos, promoções e ofertas.

3. Divulgue o número de WhatsApp da empresa

Destaque o número de WhatsApp da empresa nos materiais e em todos os ambientes em que sua marca for divulgada. Crie comunicados para redes sociais, espalhe essa informação para que os clientes tenham acesso ao número e entrem em contato por meio desse canal.

4. Atribua tags aos clientes

As tags ajudam a organizar os contatos por ordem de interesse, área de atuação, perfil, dúvidas e outras categorias que escolher. Esse recurso pode ajudar neste momento em que as atenções de vendas estarão concentradas na plataforma.

5. Aproveite os recursos das listas de transmissão

As listas de transmissão são como grupos de WhatsApp, com a diferença de que os clientes recebem as mensagens de forma individual. O conteúdo é enviado para todos os contatos selecionados de uma única vez. É possível criar listas de transmissão com até 256 contatos. Veja como é fácil criar a sua:

  • Vá até a tela de conversas do WhatsApp, clique em “nova transmissão” e escolha a opção “nova lista”.
  • Selecione os contatos que deseja adicionar à sua lista e toque no ícone “criar”.
  • Altere o nome da lista e adicione outras pessoas.

Importante: os contatos precisam estar na agenda do celular, e o seu número deve estar registrado no celular do cliente. Por isso, comunique seus contatos antes de enviar sua lista de transmissão.

6. Invista em um número exclusivo

Você pode utilizar o WhatsApp Web e o WhatsApp pessoal no mesmo aparelho e com o mesmo número. Porém, esse método não é o ideal. Ter um número exclusivo para os assuntos da sua empresa vai garantir a sua privacidade, tornará o atendimento profissional, mais organizado e seguro. Invista em um aparelho mais simples e um número de telefone exclusivo para atender os contatos da empresa.

7. Preste um bom atendimento

Além de um canal de vendas, certamente, os clientes vão utilizar o WhatsApp para solicitar atendimento, tirar dúvidas etc. Aproveite a praticidade e esteja preparado para lidar com esse tipo de atendimento.

8. Utilize um link direto para o seu WhatsApp

Coloque um link direcionando o cliente para o seu WhatsApp nas redes sociais, no seu site ou e-mail. Assim, você facilita o contato do cliente com a sua empresa. Para isso, siga o passo a passo abaixo:

9. Acompanhe as estatísticas das ações

Quer saber se as suas campanhas estão sendo vistas pelos clientes? No WhatsApp Business é possível verificar o relatório de mensagens, com estatísticas sobre o número de mensagens enviadas, entregues e lidas pelos clientes. Saiba como ver o seu relatório:

  • Clique no ícone de três pontos, no canto superior direito da tela, e vá em “Configurações”.
  • Selecione “Configurações da empresa”, e depois em “Estatísticas”.
  • Verifique quantas mensagens a conta enviou, quantas foram entregues, quantas foram lidas e quantas foram recebidas de contatos ou clientes.

(Fonte: https://m.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/utilize-o-whatsapp-business-para-manter-as-vendas,54b9f270d98e0710VgnVCM1000004c00210aRCRD )

MP dispensa exigências de empresas para facilitar acesso a crédito na pandemia

O governo federal editou a Medida Provisória 958/2020, que libera empresas e pessoas físicas de uma série de obrigações para que tenham acesso facilitado ao crédito bancário e sofram menos os impactos econômicos decorrentes da pandemia do novo coronavírus no país.

Na lista de facilidades, a MP dispensa os bancos públicos de exigirem dos clientes a apresentação de certidões de quitação de tributos federais, certificado de regularidade do FGTS e comprovante de regularidade eleitoral. A isenção não alcança tributos previdenciários.

A medida já havia sido anunciada pelo governo no início de abril “Estamos tentando elaborar uma medida provisória que isenta várias empresas que não estavam pagando imposto, inclusive de municípios e Estados, para poderem renovar dívida e pegar crédito”, disse o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, durante uma live no último dia 7 de abril.

O secretário acrescentou na ocasião haver problema para incluir no rol de vantagens da MP as dívidas previdenciárias, já que as contribuições para a seguridade social estão previstas na Constituição. “Em geral, temos problema via MP para mudar a regra constitucional”, explicou.

A suspensão das exigências vale até 30 de setembro deste ano, mas não se aplica às operações de crédito realizadas com lastro em recursos oriundos do FGTS.

“As instituições financeiras, inclusive as suas subsidiárias, ficam obrigadas a encaminhar à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil e à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, trimestralmente, na forma regulamentada em ato próprio dos referidos órgãos, a relação das contratações e renegociações de operações de crédito que envolvam recursos públicos realizadas diretamente ou por meio de agentes financeiros, com a indicação, no mínimo, dos beneficiários, dos valores e dos prazos envolvidos”, cita o texto publicado no Diário Oficial da União (DOU).

A MP suspende, também até 30 de setembro, a necessidade de registro em cartório de cédula rural no caso da existência de novos bens imóveis, incluindo averbação, e estabelece que o registro da Cédula de Crédito à Exportação será feito no mesmo livro, observados os requisitos aplicáveis à Cédula Industrial.

A nova medida provisória ainda revoga dois dispositivos de normas anteriores: a obrigação da apresentação de Certidão Negativa de Débito (CND) pelas pessoas jurídicas na contratação de operações de crédito junto a instituições financeiras que envolvam recursos captados por meio de caderneta de poupança, que estava prevista na Lei 8.870/1994; e o artigo do Código Civil que trata das situações nas quais ocorre a extinção do penhor.

(fonte: https://www.otempo.com.br/coronavirus/mp-dispensa-exigencias-de-empresas-para-facilitar-acesso-a-credito-na-pandemia-1.2329737 )

Como manter as vendas durante a crise do coronavírus

A pandemia provocada pelo novo coronavírus virou de pernas para o ar tanto a rotina da população quanto a economia de todo o país. E uma das pessoas que mais sofrem com isso é o dono de pequeno negócio, que precisou fechar as portas de seu estabelecimento físico e ficar em casa para diminuir a propagação da doença.

O problema é que o fechamento repentino das lojas físicas provoca queda do consumo e, consequentemente, redução no faturamento das empresas. Muitos empreendedores, agora, não sabem como vão fazer para manter o negócio funcionando, pagar fornecedores e funcionários, arcar com as dívidas e até mesmo colocar comida dentro de casa.

A verdade é que estamos vivendo tempos difíceis e todo mundo precisa se adaptar ao novo cotidiano. E você, dono de negócio, não está sozinho nessa. Por isso, criamos um conteúdo especial para que possa encontrar soluções e oportunidades a fim de lidar com os desafios deste momento.

Se o que te preocupa hoje é como manter as vendas durante a crise, está no lugar certo. Veja o que separamos para ajudar o seu negócio a manter o ritmo.

A palavra-chave é inovar

Você pode ser um microempreendedor individual ou até mesmo ter uma pequena empresa, não importa o tamanho do seu negócio, a inovação deve ser uma meta constante. E agora, em um momento de crise, é por meio dela que vai poder ver um novo horizonte.

Inovar não é necessariamente implementar uma nova tecnologia, mas criar uma nova maneira de lidar com um problema, oferecendo uma solução rápida e que atenda as necessidades.

E, neste caso, inovar significa chegar até os seus clientes, já que eles não podem mais ir a sua empresa. Como? Nós vamos mostrar três novas maneiras de fazer negócios que podem ser implementadas facilmente no seu empreendimento.

Instale o WhatsApp Business

É uma ferramenta criada para auxiliar o processo de comunicação dos negócios. Em tempos de coronavírus, adotá-la pode a ser solução para garantir as vendas da sua empresa. Afinal, o aplicativo permite continuar a atender os seus clientes, tudo a distância, para eles continuarem comprando, mas de casa.

Comunique-se com seu público

A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus expõe a necessidade de as marcas saberem se comunicar, sendo flexíveis e se adaptando às mudanças. Afinal, quando o cenário se altera e todos passamos a viver em uma nova realidade, é preciso agregar valor, agir de maneira empática e evitar o oportunismo.

E isso está relacionado a uma boa presença nas redes sociais, para ficar próximo dos seus consumidores em tempo de isolamento social. Com a quarentena, todo mundo está na internet atrás de produtos e serviços o tempo todo.

Muitas estratégias e tendências estão sendo utilizadas pelas empresas, e algumas delas têm apresentado como resultados concretos, como melhor desempenho nas vendas, maior número de visitantes e engajamento dos clientes.

Quer utilizar as redes sociais a favor de seu negócio? Conheça 10 dicas básicas de como agir nas redes sociais e atraia mais clientes.

É delivery que chama

O serviço de entrega em domicílio não serve só para restaurante. O mercado de delivery é diversificado e significa oportunidade para vários tipos de estabelecimento, desde restaurantes até pet shops, passando por lavanderias, farmácias, lojas de roupa, entre outras.

A oportunidade que essa nova forma de operar gera é ganhar espaço em um mercado que antes não existia para você e, com isso, conseguir compensar a falta de vendas na sua loja.

Confira então dicas de como usar essa solução a seu favor e manter as vendas.

Capacite-se

Uma saída para fazer dos limões da pandemia do Covid-19 uma limonada é usar o tempo livre em casa para se capacitar e adquirir novos conhecimentos e habilidades empreendedoras e de gestão.

Confira aqui uma lista de produtos e ferramentas digitais que nós criamos para auxiliar os donos de negócio do país todo, de casa, a gerir o empreendimento com mais eficiência.

(Fonte: Sebrae – https://m.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/utilize-o-whatsapp-business-para-manter-as-vendas,54b9f270d98e0710VgnVCM1000004c00210aRCRD)

Faturamento com dia das mães pode cair 95% na capital mineira

Melhor data comemorativa para o comércio no primeiro semestre, o Dia das Mães, em 2020, vai apresentar um desempenho negativo em relação aos anos anteriores.

Até o momento, com as lojas fechadas – para o controle da disseminação da pandemia do novo coronavírus – e as condições financeiras comprometidas, tanto de consumidores como dos empresários dos setores de comércio e serviços, a estimativa é de que ocorra uma queda de 95% no faturamento das empresas.

De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Lojista de Belo Horizonte (Sindilojas-BH), Nadim Donato, a abertura parcial das lojas com horários diferenciados e por segmento será essencial para reduzir os prejuízos esperados para a data comemorativa.

Ainda nesta semana, o Sindilojas-BH, junto com outras entidades representativas do comércio, entregará um pedido formal ao prefeito de Belo Horizonte solicitando a abertura parcial das lojas.

“Nós vamos levar uma proposta de reabertura parcial do comércio e com horários diferenciados para o prefeito Alexandre Kalil. Vamos tentar negociar. Nossa expectativa é que a abertura gradual do comércio seja permitida. Se isso não acontecer, teremos uma queda de 95% no faturamento do comércio voltado para a data. Caso a reabertura seja permitida, ainda sim, a tendência é de vendas menores”, explicou.

Ainda segundo Nadim, para tentar reduzir os prejuízos e atender a demanda gerada com o Dia das Mães, empresários estão vendendo produtos on-line, porém, a concorrência com as grandes redes tem limitado os resultados.

“O comércio eletrônico é um opção que vem sendo adotada, porém, os resultados melhores são obtidos com as grandes redes, que conseguem ter um custo menor. Para os pequenos e médios empresários, não resolve a situação”, explicou.

Ainda segundo Nadim, caso o comércio seja reaberto, de forma gradual e adotando as medidas de segurança para evitar a proliferação do coronavírus, os empresários irão investir em promoções para atrair os consumidores e conseguir efetuar as vendas.

“A reabertura será fundamental. A situação dos lojistas é crítica. Com os estabelecimentos comerciais fechados, não há faturamento e os custos com aluguel e mão de obra estão chegando. O Dia das Mães é a segunda melhor data para o comércio, atrás apenas do Natal. Por isso, a permissão para reabrir é tão importante para o setor do comércio e serviços, que gera cerca de 70% das vagas de emprego”, disse.

De acordo com o economista-chefe da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG), Guilherme Almeida, a tendência é de que as vendas voltadas para o Dia das Mães recuem em relação aos anos anteriores.

“A perspectiva para a data comemorativa é negativa. Estamos em um cenário de pandemia, que acaba provocando uma onda de incertezas no consumidor. Muitos perderam os empregos, tiveram a renda achatada e, por isso, estão priorizando a aquisição de bens de primeira necessidade”, explicou.

Ainda segundo Almeida, do lado do empresário do comércio e de serviços, a situação também é desfavorável. “Os empresários estão com as lojas fechadas, acumulando prejuízos e com capacidade de investimentos para a data comprometida porque têm que pagar os custos e não estão gerando faturamento”, disse.

Vendas on-line – Para atrair os consumidores e reduzir os prejuízos, os empresários que já têm estruturas de venda on-line tendem a realizar promoções. Porém, o volume de empresários utilizando a rede é pequeno. De acordo com pesquisas da Fecomércio-MG, somente 24% dos lojistas fazem vendas on-line.

“As vendas on-line podem ser uma alternativa para estimular os resultados da data comemorativa nos segmentos de calçados, vestuário e perfumaria, por exemplo. Mas ainda é pequena a participação dos empresários que têm lojas físicas no mercado virtual. É uma tendência que estes empresários precisam dar atenção e investir, pensando na comodidade do cliente e na estimativa de crescimento das vendas on-line nos próximos anos. Para os que atuam, é importante ser participativo, mostrando a marca, fazendo promoções e divulgando os produtos. É uma alternativa importante e que vai atender os consumidores”, explicou Almeida.

Para o setor de serviços, uma indicação é a venda de pacotes para serem usados no segundo semestre, o que pode ser adotado por salões de beleza, por exemplo.

A permissão para reabertura do comércio, desde que sejam tomadas medidas para preservar a saúde da população e evitar a disseminação do coronavírus, é vista como importante para os comerciantes.

“Seria importante encontrar uma alternativa para o empresário atuar, mas é necessário avaliar com cuidado, olhando o lado humano e da saúde e atender as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS)”.

No país 58% jea deixaram de pagar alguma dívida

Rio de Janeiro – Pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva mostra que, depois de um mês do isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus, 58% dos brasileiros deixaram de pagar alguma dívida – o que representa 91,040 milhões de pessoas.

Entre aqueles que têm alguma conta em atraso, a média encontrada foi de quatro contas sem pagar. A pesquisa foi feita nos dias 14 e 15 deste mês, com 1.131 pessoas de 16 anos ou mais de idade, de 72 cidades de todas as unidades da Federação.

Na avaliação do presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, o Covid-19 chegou na reta final de uma das mais longas crises econômicas da história do Brasil.

“Encontrou uma população sem poupança e cada vez menos amparada pelos aparatos de proteção social”.

Meirelles destaca que uma das consequências econômicas mais graves dessa pandemia é a total falta de condição, de importante parcela da população, de honrar as contas.
Segundo ele, há um predomínio de endividamento por classe social. “Quanto menor a renda, maior o endividamento relacionado às contas mais simples, relacionadas ao dia a dia”.

Contas de água, luz, aluguel tiveram atrasos para 28%, 33% e 35% dos entrevistados, respectivamente. “Nas classes A e B, o destaque maior fica para o cartão de crédito, cheque especial e mensalidades escolares”, informou Meirelles.

Entre as contas atrasadas, carnê e crediário em lojas lideram a lista, com 46% das respostas; seguidas de cheque especial e cartão de crédito (37% cada) e parcelas de empréstimo bancário (36%).

Com relação a outros boletos em atraso, que inclui mensalidades de academia, despesas com manutenção e serviços gerais (com 36% em atraso), Renato Meirelles analisa que, com o prolongamento da crise, esses gastos serão cortados e a participação desses itens no total de contas em atraso deverá se reduzir.

Endividamento – Renato Meirelles avalia que o volume de dívidas per capita (por indivíduo) – que no primeiro mês de isolamento registrou média de quatro contas por pessoa – deve crescer no próximo período.

“A pesquisa projeta um cenário bastante complicado para a adimplência, com um número crescente de pessoas que já admitem que, no próximo mês, não conseguirão honrar todos os seus compromissos”.

Contas de telefone e de internet, em especial, deverão aumentar o índice de inadimplência em maio, indicou o presidente do Instituto Locomotiva. Segundo ele, o isolamento social elevou o uso de dados para as crianças continuarem estudando e também para entretenimento e informação. “As famílias esperam que o governo e as empresas garantam o acesso a esse serviço que é considerado essencial para boa parte dos brasileiros”, observou.

Meirelles diz ainda que, tal como ocorreu no auge da recente crise econômica no País, deverá voltar a ocorrer o chamado “rodízio de contas”, em que o consumidor escolhe quais contas pode pagar e quais vai atrasar, de acordo com o valor dos juros e o prazo de negociação antes de o serviço ser cortado pelo fornecedor.

“Como a maioria dos brasileiros acredita que a crise será longa, a tendência é que os consumidores pensem bastante antes de gastar”, destacou Meirelles. (ABr)

(fonte: Diário do Comércio)

Intenção de Consumo das Famílias sente efeitos do coronavírus e piora em abril

Como previsto na última Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o índice da pesquisa caiu de 99,9 para 95,6 pontos em abril – o menor nível desde novembro de 2019. No mês passado, o último antes do início da crise provocada pelo coronavírus, o indicador chegou a estar apenas um décimo abaixo do nível de satisfação (acima de 100 pontos), em seu melhor resultado desde 2015. Após o ajuste sazonal, a série apresentou uma queda mensal de 2,5%, após dois meses consecutivos de alta. Em relação a abril de 2019, houve retração de 0,6%, a primeira redução nessa base comparativa desde fevereiro de 2017. Esta foi a primeira ICF realizada após o início da pandemia de covid-19 no Brasil. A coleta dos dados ocorreu entre 20 de março e 5 de abril.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, destaca que a pesquisa deste mês identificou a preocupação dos brasileiros com os impactos “desta crise sem precedentes”. “As famílias começaram a se revelar mais alertas em relação ao consumo, em 2020. Essa insatisfação na expectativa de consumir em abril está ancorada na incerteza das consequências que a situação atual pode provocar nos indicadores econômicos deste ano. O aumento recente da taxa de desemprego no País é um exemplo”, afirmou Tadros, chamando a atenção para o indicador referente ao acesso ao crédito, único da pesquisa que apresentou variação mensal positiva (+0,7%), chegando a 97 pontos. “As taxas de juros baixas, conjuntamente com um nível inflacionário controlado, impactaram a percepção de maior facilidade de acesso ao crédito.” O item teve crescimento de 8,2% na comparação anual.

Aquisição de bens duráveis: piora significativa 

Em relação às Condições de Consumo, o indicador Momento para Duráveis se destacou negativamente, apresentando a maior queda mensal dentre os índices pesquisados (-5,9%), após aumento registrado em março. Na comparação anual, entretanto, houve incremento de 2%. O indicador atingiu 70,6 pontos. “Houve uma queda acentuada na percepção do momento de compra de duráveis, como eletrodomésticos, eletrônicos, carros e imóveis. Esta é a mais baixa pontuação de um subíndice em abril e o menor patamar deste item desde novembro de 2019”, ressalta a economista da CNC responsável pelo estudo, Catarina Carneiro da Silva. A parcela de consumidores que acreditam ser um momento negativo para compras deste tipo de produto atingiu 60,7%, o maior percentual desde novembro de 2019 (61,3%).

Segundo Catarina, “as perspectivas também começaram a registrar cautela”. O subíndice referente à Perspectiva de Consumo, por exemplo, registrou queda mensal de 5,5%, após dois aumentos seguidos, chegando a 94 pontos – o menor nível desde setembro de 2019 (93,4 pontos) – e retornando a um patamar de insatisfação, abaixo de 100 pontos. No comparativo anual, a queda foi de 4,9%. A maioria das famílias acredita que vão consumir menos nos próximos três meses (39,5%). Este percentual, o maior desde outubro de 2019 (39,6%), está acima dos 35% registrados em março e dos 35,7% observados em abril do ano passado.

(fonte: http://www.cnc.org.br/editorias/economia/noticias/intencao-de-consumo-das-familias-sente-efeitos-do-coronavirus-e-piora )