Consumo de artigos para casa e decoração recua em BH

Realizado pelo terceiro ano consecutivo, o mapeamento produzido pela Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes, Utilidades Domésticas, Festas e Flores (ABCasa) e pelo instituto Iemi Inteligência de Mercado, revela que Belo Horizonte caiu uma posição no ranking brasileiro do varejo do segmento, ocupando, em 2019, a quarta colocação. Na pesquisa de 2018, a cidade estava em terceiro lugar.

Com esta queda, a participação de Belo Horizonte no total consumido no País no segmento foi de 1,9% em 2019 contra 2,73% em 2018. Uma queda de cerca de 30%.

Com a queda, a cidade fica atrás de São Paulo (1ª), Rio de Janeiro (2ª) e agora Brasília (3ª). Por outro lado, fica à frente de outras capitais, como Porto Alegre (5ª), Salvador (6ª), Curitiba (7ª) e Goiânia (8ª).

Dados nacionais – No segmento de casa e decoração do Brasil, as vendas do varejo cresceram 1,63% em 2019 no comparativo com o ano interior. Em valores, o setor movimentou um total de R$ 63,9 bilhões no último ano, ante os R$ 62,9 bilhões em 2018.

Novamente incorporado à pesquisa, o setor têxtil (cama, mesa e banho) acrescentou R$ 19,9 bilhões ao valor obtido por todas as áreas abrangidas pela ABCasa. O total somado (R$ 83,8 bilhões) ficou R$ 2,5 bilhões acima do saldo de 2018. A inclusão contribuiu para o crescimento atingido em praticamente todos os indicadores analisados. Vale ressaltar que, somente no quesito “produção local”, a participação do setor têxtil foi de R$ 12,9 bilhões.

As importações atingiram a cifra de US$ 1,4 bilhão, mesmo patamar alcançado em 2018. Já as exportações tiveram crescimento de 0,39%, passando de US$ 990,1 milhões para US$ 993,9 milhões. Com a inclusão do setor de cama, mesa e banho, houve um acréscimo de US$ 200 milhões em importações e US$ 41,9 milhões em exportações.

Os indicadores de produção, empresas atacadistas, pontos de vendas e mão-de-obra registraram queda em relação ao ano de 2018. O segmento de casa e decoração registrou uma leve queda de 0,39% em produção de artigos, passando de R$ 25,7 bilhões (2018) para R$ 25,6 bilhões (2019). Ao todo, 19,5 mil unidades produtoras foram responsáveis pelos resultados. No entanto, houve uma redução de 2,5% no número dessas fábricas no ano passado.

O número de empresas atacadistas do setor, que realizam o escoamento dos produtos até o consumidor final, teve queda de 1,4%. No segmento de cama, mesa e banho também houve diminuição: -1,39% no número de atacadistas.

Em relação ao número de pontos de venda (PDVs) no varejo total, o setor de casa e decoração sofreu uma redução de 3,24%. A mesma tendência também se confirmou em cama, mesa e banho (queda de 3,23%).

A pesquisa aponta ainda que houve estabilidade no número de pessoas que formam a mão de obra total empregada no varejo (2,2 milhões de funcionários), sendo que, no varejo especializado, houve uma redução de 655,1 mil para 622,4 mil postos de trabalho – 32,7 mil a menos, uma queda de aproximadamente 5% entre 2018 e 2019 -, enquanto que o varejo não especializado teve uma estabilidade, com os cerca de 1,6 milhão de postos de trabalho mantidos entre um ano e outro.

“Apesar do crescimento menor em relação ao obtido em 2018, o levantamento indica que o setor tem melhorado seus níveis de produtividade e eficiência com a adoção de melhorias no processo produtivo e de novas tecnologias, além do aumento do valor agregado dos produtos relacionados ao segmento de casa e decoração”, destaca o presidente da ABCasa, Eduardo Turqueto.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/negocios/consumo-de-artigos-para-casa-e-decoracao-recua-em-bh/ )

 

 

 

 

 

Vendas desabam nos shoppings de Belo Horizonte

Apesar de os shoppings de Belo Horizonte, pouco a pouco, estarem retomando as atividades após ficarem fechados por conta das medidas de isolamento social adotadas para combater a Covid-19, o cenário ainda não está bom em relação às vendas. Quem afirma é o superintendente da Associação dos Lojistas de Shopping Centers de Minas Gerais (Aloshopping), Alexandre França. A queda nas comercializações, diz ele, gira em torno de 50% a 70% e só pioram a cada dia.

O motivo para isso são diversos, segundo França. Um deles tem a ver com o próprio comportamento do consumidor, que pouco tem comprado determinados produtos, como roupas e calçados, por exemplo. “O comportamento dos consumidores mudou muito. Não está tendo festas, casamentos, entre outros eventos, então, eles não têm investido em vestuário”, justifica.

As comercializações, embora menos volumosas, têm sido mais presentes na área de artigos para o lar, como os de cama, mesa e banho. Mas, mesmo assim, nada como era antes, até porque, explica França, praticamente acabaram as vendas por impulso, algo que era muito intenso nos shoppings.

Antes, explica, as pessoas iam aos cinemas (que permanecem fechados) e ficavam mais nas praças de alimentação. O tempo de permanência nos centros de compras no pré-pandemia era de, em média, 69 minutos. A circulação mais demorada alavancava o consumo. Atualmente, o tempo de permanência é de cerca de 23 minutos. “As pessoas compram algo e já vão embora”, diz França.

Com todo esse cenário, conta o superintendente do Aloshopping, cerca de 15% dos lojistas de shoppings da capital mineira já fecharam as portas definitivamente. Os outros têm conseguido negociações com os administradores em relação ao aluguel e ao condomínio. No entanto, agora, as situações têm sido analisadas caso a caso e mês a mês, o que também tem sido um desafio.

“O que estamos pleiteando é algo mais definido por um período, como até o fim do ano. Como o lojista pode planejar qualquer coisa sem saber o boleto que terá de pagar?”, indaga. De acordo com ele, se as contas apertarem mais, serão ainda mais lojas fechadas.\

Aumento de preços – No entanto, esses não são os únicos desafios enfrentados pelos lojistas. França diz que há, atualmente, dificuldades de comprar determinados produtos. “Muitos lojistas não estão conseguindo comprar o que eles querem. Está faltando matéria-prima”, afirma.

Segundo o superintendente do Aloshopping, pelo fato de muitas indústrias terem paralisado as atividades por um tempo por conta da pandemia, há itens escassos no mercado, o que afeta os preços.

Com isso, a previsão é de que, mesmo sem muita demanda, haja aumento dos valores dos produtos também nas lojas, pois os lojistas poderão ter de repassar a alta para os consumidores, por já estarem em uma situação complicada. “Nós estamos prevendo um aumento grande no preço de mercadorias”, ressalta França.

Mais uma vez, o setor de vestuário, também nesse sentido, tem sido um dos mais afetados, assim como o de colchões, por falta de matéria-prima, além do aumento do valor do algodão.
Perspectivas – Nem mesmo o Natal, data tão importante para o comércio, tem conseguido alcançar expectativas positivas do segmento. Segundo França, as vendas de fim de ano nos shoppings deverão ser 30% menores em relação ao ano passado. A queda nas comercializações deve permanecer em 50% até o mês de novembro, em comparação ao período antes da pandemia.

Já em relação às perspectivas de abertura dos shoppings em um horário mais amplo, França diz que espera-se que os shoppings voltem a funcionar de 10h às 22h ainda em outubro.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/economia/vendas-desabam-nos-shoppings-de-belo-horizonte/ )

Live a Retomada do Comércio nessa segunda

Nadim Donato, Presidente do Sindilojas BH & Região será entrevistado na Live do Tempo – apresentada pelos jornalistas Helenice Laguardia e Karlon Aredes. Abordará os principais impactos do COVID-19 no Comércio e todas medidas de retomada.

Data: 21 de setembro, segunda-feira
Horário: 15h

Assista nos canais abaixo:

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twitter.com/otempo
rádio Super 91,7 FM
supernoticiafm.com.br

Edição impressa do jornal O Tempo no dia 22 de Setembro.

live

Pesquisa impactos do COVID-19 no Comércio

Prezados Lojistas,

O Objetivo desta pesquisa é identificar os principais impactos econômicos do Coronavirus, no Comércio.

Sua participação é importante, para que possamos monitorar e buscar soluções para as empresas na retomada das atividades no comércio.

Contamos com a colaboração de todos. (para responder a pesquisa basta um minutinho!)

👉 Para acessar clique nesse link

Famílias estão mais dispostas a fazer compras na Capital, diz Fecomércio Leia mais: Famílias estão mais dispostas a fazer compras na Capital, diz Fecomércio

A reabertura gradual do comércio na capital mineira tem influenciado as pessoas a realizarem mais compras e a gastarem mais. Essa realidade é o que mostra a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) de Belo Horizonte relativo ao mês de agosto. Foi verificado um aumento de 2,2 pontos percentuais (p.p.) em comparação a julho (59,3 pontos), alcançando os 61,5 pontos.

Os dados foram elaborados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG), com informações da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Ainda de acordo com o levantamento, a elevação da ICF foi motivada pela melhora de vários indicadores. Emprego atual, por exemplo, aumentou de 83,6 pontos em julho para 85,8 pontos em agosto. Já a perspectiva profissional passou de 66,2 pontos para 69,2 pontos, renda atual de 68,7 pontos para 70,8 pontos, nível de consumo de 41,1 pontos para 43,3 pontos, perspectiva de consumo de 69,2 pontos para 72,6 pontos e consumo de bens duráveis de 22,6 pontos para 25,5 pontos.

Insatisfação – Contudo, apesar do avanço verificado na ICF, a analista de pesquisa da Fecomércio MG, Letícia Marrara, chama a atenção para o fato de que os números permanecem abaixo dos 100 pontos, que é o que separa a insatisfação do otimismo do consumidor.

“A intenção de consumo aumentou, mas mesmo assim o índice continua no nível de insatisfação”, salienta ela.

O que tem acontecido, conta Letícia Marrara, é que havia uma demanda reprimida por causa das medidas de isolamento social, adotadas como forma de combater o contágio da Covid-19. Com a reabertura gradual do comércio, as pessoas têm retornado às ruas para fazerem compras.

No entanto, quem está voltando a consumir de forma mais volumosa tem tido dificuldades de obter crédito. Segundo a pesquisa divulgada pela Fecomércio MG, o acesso ao crédito está mais difícil para 56,2% das pessoas que responderam ao estudo, principalmente para compras a prazo. Esse subindicador, aliás, apresentou uma retração de 0,8 pontos em agosto, chegando aos 62,9 pontos.

Perspectivas – O avanço nos números acena para um cenário mais estável. No entanto, a analista de pesquisa da Fecomércio MG salienta que não se pode afirmar nada com certeza ainda. “Pelo avanço da pesquisa, parece que está dando uma estabilizada”, pontua ela.

Letícia conta que acredita-se que esse índice permaneça estável, com um leve aumento devido ao retorno gradual das pessoas às ruas. “No entanto, podem ocorrer situações inesperadas. Um novo fechamento, por exemplo, pode causar impactos negativos”, frisa ela.

Para elaborar o estudo de agosto, foram entrevistadas mil famílias de Belo Horizonte, nos últimos dez dias do mês de julho. A margem de erro da pesquisa é de 3,5%. O nível de confiança é de 95%.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/economia/intencao-de-consumo-das-familias-apresenta-melhora-na-capital-mineira/ )

Novas datas para pagamento de IPTU, taxa de fiscalização de localização e funcionamento, taxa de fiscalização sanitária, taxa de fiscalização de engenhos de publicidade, e taxa de expediente, para empresas que tiveram alvarás suspensos em razão da pandemia do coronavírus em belo horizonte

Taxas de Fiscalização de Localização e Funcionamento, de Fiscalização Sanitária, e de Fiscalização de Engenhos de Publicidade

As datas de vencimento da Taxa de Fiscalização de Localização e Funcionamento, Taxa de Fiscalização Sanitária, e Taxa de Fiscalização de Engenhos de Publicidade, do exercício 2020, ficam diferidas para 10 de dezembro.

As taxas poderão ser pagas em até cinco parcelas mensais e consecutivas, vencendo a primeira na data diferida do tributo e as demais no mesmo dia dos meses subsequentes.

Findo o exercício de 2020, serão inscritas imediatamente em dívida ativa, as taxas para as quais não exista registro de pagamento.

IPTU

As parcelas do Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU – do exercício de 2020, com vencimento no dia 15 dos meses de abril a dezembro, ficam diferidas para pagamento em seis parcelas mensais e consecutivas, com vencimento a partir de 15 de novembro de 2020 até 15 de abril de 2021.

O pagamento das parcelas diferidas deverá ocorrer até 15 de abril de 2021, sem prejuízo dos acréscimos legais devidos pelo eventual pagamento da parcela após o vencimento.

Findo o exercício de 2020, será inscrito imediatamente em dívida ativa, sem prejuízo dos respectivos acréscimos legais, o valor do IPTU do exercício de 2020 para o qual não exista registro de pagamento.

O valor correspondente às parcelas vencidas no dia 15 dos meses de fevereiro e março de 2020 poderá ser recolhido com os respectivos acréscimos legais até o dia 15 de abril de 2021, no caso do contribuinte que efetue o recolhimento das parcelas diferidas

Taxa de Expediente

A Taxa de Expediente prevista no subitem 1 do Grupo de Atividades II do item VII da Tabela I da Lei nº 5.641, de 22 de dezembro de 1989, relacionada ao licenciamento de atividades econômicas, terá sua data de vencimento diferida para 10 de dezembro de 2020.

A taxa de Expediente poderá ser paga a requerimento do contribuinte em até cinco parcelas mensais e consecutivas, vencendo a primeira na data diferida do tributo e as demais no mesmo dia dos meses subsequentes.

Findo o exercício de 2020, será inscrito em dívida ativa, sem prejuízo dos respectivos acréscimos legais, a taxa a que se refere o caput para a qual não exista registro de pagamento.

Fundamento legal: Decreto nº 17.425, de 1º de setembro de 2.020, da Prefeitura de Belo Horizonte

 

Links:

Decreto Nº 17.425, de 1º de setembro de 2020 – IPTU e Taxa Fiscalização BH

Vencimento IPTU  – Taxa Fiscalização  – Engenho de Publicidade BH

 

 

MEI é a única modalidade de empresa que está crescendo

Do início da pandemia até agora, a vida da jornalista Bárbara Camilo, 31, deu uma reviravolta. Após ser demitida de um cargo de chefia, no qual atuou por oito anos, ela passou a ser microeempreendedora individual (MEI). De repente, colocou literalmente a mão na massa e virou especialista em donuts. Essa necessidade de gerar renda após perder o emprego está por trás do crescimento de 8,8% dos MEIs no primeiro semestre. Uma pesquisa do Sebrae revela que, de todos os pequenos negócios em Minas Gerais, apenas essa modalidade conseguiu crescer em relação ao ano passado.

Minas tem o terceiro maior saldo do Brasil

Minas Gerais é o Estado com o terceiro maior crescimento no saldo de microempreendedores individuais (MEIs) no primeiro semestre de 2020. Entre aberturas e fechamentos desse tipo de negócio, os mineiros estão atrás apenas do Rio de Janeiro e do Paraná. “Minas concentra grandes empregadores. Na medida em que a crise acelera, aumentando as demissões, mais gente vai buscar trabalho por conta própria, o que impulsiona a abertura d</CW><CW-18>os MEIs”, explica o gerente de inteligência empresarial do Sebrae, Felipe Brandão.

Neste ano, a nutricionista Jeane Rocha, de Teófilo Otoni, no Norte de Minas, abriu uma pequena fábrica de polpas de fruta e ajudou a engrossar as estatísticas do MEI no Estado. Apesar de a decisão não ter relação direta com a pandemia, o negócio tem recebido influências. “Eu já tinha esse plano. Com o isolamento, as pessoas começaram a pedir muito mais produtos por delivery, e as vendas cresceram”, conta Jeane, que buscou apoio do Sebrae para criar o rótulo da Lili Polpas.
Do primeiro semestre de 2019 para cá, o saldo entre as empresas que abriram e fecharam caiu 42,6% para as microempresas, categoria que fatura até R$ 360 mil por ano e pode empregar no máximo 20 funcionários. Para as empresas de pequeno porte (EPP), que faturam entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões por ano e podem empregar até cem pessoas, a queda no saldo foi de 12,1%. O MEI tem faturamento anual de no máximo R$ 81 mil e só pode empregar uma pessoa.

No caso da Bárbara, a motivação para abrir o MEI veio do desemprego. Entretanto, o gerente de inteligência empresarial do Sebrae Felipe Brandão ressalta que o crescimento da modalidade também pode ser explicado pelo reenquadramento dos negócios impactados pela pandemia.

“Com a redução da circulação de pessoas e a queda nas vendas, vários empresários fecharam os negócios e passaram a atuar como empresas de menor porte. Outros encerraram a atividade e começaram em outro ramo. Por exemplo, uma loja de roupa que fechou e o dono abriu um MEI para vender apenas pelas plataformas digitais”, explica Brandão.
O especialista ressalta que, sempre que há uma crise econômica, o desemprego aumenta, e a busca pelo trabalho por conta própria cresce. “O MEI acaba surgindo como uma política pública de formalização desse trabalho”, justifica Brandão.

É nessa segunda explicação que a Bárbara se enquadra. “Em março, eu fui demitida. Um casal de amigos começou a fazer donuts, em casa mesmo, e eu resolvi investir. Testamos vários sabores, depois eu também aprendi a fazer a massa. Os pedidos cresceram tanto e tão rápido que agora eu tive até que dar uma parada de dez dias, para alugar um local para a produção”, conta a microempreendedora, que já considera até aumentar o porte da recém-criada empresa Zé Donut.

(fonte: https://www.otempo.com.br/economia/mei-e-a-unica-modalidade-de-empresa-que-esta-crescendo-1.2384526 )

Lojas e shoppings podem abrir aos sábados

CHEGOU A HORA DE ABRIRMOS AS PORTAS AOS SÁBADOS

A PARTIR DE AMANHÃ DIA 12 DE SETEMBRO

O Sindilojas-BH conseguiu mais uma conquista junto à Prefeitura de BH, para que você lojista, possa abrir o seu negócio aos Sábados!

Confira os horários

Loja de Rua:
Segunda a sexta: 11:00 às 19:00
Sábado: 09:00 às 17:00

Lojas de shopping:
Segunda a sexta: 12:00 às 20:00
Sábado: 12:00 às 20:00

Essa conquista é o resultado de muito trabalho e luta!

Nunca desistimos e continuaremos rumo aos próximos passos, para aquecermos a economia de Belo Horizonte.

Vamos juntos!

SINDILOJAS-BH

Kalil deve anunciar novidades na flexibilização nesta sexta; indicadores estão em queda

O prefeito Alexandre Kalil deverá anunciar, nesta sexta-feira (11), novidades em relação à flexibilização do comércio em Belo Horizonte. A administração municipal convocou a imprensa para uma coletiva às 14h, na sede da prefeitura, mas não adiantou qual será o assunto abordado.

A expectativa dos comerciantes é a ampliação de funcionamento para os sábados, dia considerado forte para as vendas, especialmente nos shoppings.

Após um momento crítico entre o fim de julho e o início de agosto, quando Belo Horizonte registrou grande número de casos confirmados de Covid-19, internações e mortes pela doença, a cidade tem atualmente uma tendência de normalização nos números referentes à epidemia.

Embora a taxa de ocupação de leitos de UTI para pacientes com Covid se mantenha no nível de alerta – 52,2%, segundo boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (10) –, os outros dois indicadores de monitoramento da epidemia estão caindo gradualmente.

Entre os leitos de enfermaria reservados a pacientes com novo coronavírus, 45% estão ocupados. Já o número médio de transmissão por infectado caiu de 0,96 para 0,95 – isso quer dizer que 100 infectados transmitem o vírus, em média, para 95 pessoas na cidade. Confira:

indicadores 10/9

Número de casos

Belo Horizonte registrou 36.848 casos confirmados da doença desde março, sendo que 2.572 deles se referem a pacientes ainda em acompanhamento (internação ou isolamento domiciliar). A cidade também contabiliza 1.096 mortes, 17 a mais do que no dia anterior. Entre os moradores da capital que perderam a vida por causa da Covid, 19,1% tinham idade inferior a 60 anos.

Flexibilização

Em agosto, com a queda nos indicadores de monitoramento da Covid, a flexibilização foi bastante ampliada em Belo Horizonte. Grades foram retiradas das principais praças no dia 21 e alguns parques foram reabertos no dia 29 (para quem agendasse previamente). Clínicas de estética e academias puderam retomar atividades no dia 31, enquanto os bares puderam voltar no dia 4 de setembro.

Mas Kalil já deixou claro em diversos momentos que o processo de flexibilização depende do nível dos indicadores de monitoramento e que a população precisa fazer a sua parte, cumprindo as regras de prevenção à Covid: distanciamento social, uso de máscaras e higienização das mãos.

(fonte: https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/kalil-deve-anunciar-novidades-na-flexibiliza%C3%A7%C3%A3o-nesta-sexta-indicadores-est%C3%A3o-em-queda-1.803273 )

Minas registra 27% mais aberturas que fechamentos de empresas durante pandemia

Mesmo diante de uma forte recessão econômica, o número de empresas em atividade em Minas Gerais subiu entre março e agosto deste ano. É o que mostram os dados da Junta Comercial de Minas Gerais (Jucemg): enquanto 20.563 CNPJs deixaram de existir no período, outros 26.230 foram abertos.

Os dados deixam claro como a pandemia afetou a abertura de novas empresas em Minas. Enquanto os meses de janeiro, fevereiro e março vinham numa tendência de, em média, 4.000 novos CNPJs mensais no estado, em abril foram apenas 2.826. Os números foram subindo gradativamente até que em julho e agosto foram 5.553 novos negócios em cada mês.
Os Empresários Individuais (EI) e as Sociedades Limitadas (LTDA) foram as que representaram o maior número tanto de abertura quanto de fechamentos. Juntas, representam 84% dos novos negócios e 90% dos extintos.
Houve uma tendência de aumento no número de empresas extintas entre abril e julho, que começou a desacelerar em agosto. Com programas de retomada da economia em aceleração na maior parte do estado, a tendência é que esses números sigam em queda.
“A economia está muito muito dinâmica. Esses números são resultados de vários fatores, de pessoas se reinventando. O povo brasileiro é empreendedor e muito otimista”, comenta Bruno Falci, presidente da Jucemg.
O presidente da Junta relembra, ainda, que os impactos foram diferentes para cada setor. “É difícil dizer sobre os números porque alguns setores, como agronegócio, construção civil e tecnologia seguem bem, mesmo com os impactos da crise. Bares, restaurantes e serviços, por outro lado, não têm o que comemorar”, salienta.
Para Falci, os números podem ser motivo para boas expectativas. “Por mais que os impactos tenham sido diferentes para cada setor, a economia é como um efeito dominó: um puxa o outro. Se está bom pra um, acaba afetando o outro e assim vai”, conclui.