Como vender mais na Black Friday

Em um mercado tão acirrado, saber como vender mais na Black Friday é uma tática essencial para quem quer ver o seu negócio crescer. Para isso, é preciso atuar com eficiência, contar com a tecnologia e ter um time engajado. Afinal, a concorrência também está planejando melhorar seus resultados nesse período. Logo, é preciso se preparar e utilizar boas ferramentas e parceiros para, assim, realmente fazer a diferença.

Ano após ano, a Black Friday vem batendo recordes de vendas. Isso porque os consumidores veem a data como uma ótima oportunidade para adquirir produtos a preços mais atrativos. De acordo com a Ebit|Nielsen, para 2019, a expectativa é de 15% de crescimento. 

Diante desse quadro, é preciso encontrar diferenciais para conseguir se destacar, não é mesmo? Quer descobrir como fazer isso e aprender a vender mais na Black Friday por meio de dicas imbatíveis? Então, fique com a gente até o fim do artigo!

Como vender mais na Black Friday: conheça a importância do evento

O consumidor da atualidade passa um grande tempo navegando na Internet em busca das melhores ofertas. No entanto, só realmente presta realmente atenção quando elas o encantam.

Nesse cenário, saber como vender mais na Black Friday é uma carta na manga. Afinal, essa época é aguardada por muitos consumidores que desejam comprar com melhor custo-benefício. Para isso, é preciso se reinventar, pois o comportamento de compras mudou e o cliente atual é muito mais exigente.

Adotar estratégias diferenciadas para deter a atenção do consumidor é fundamental. Quer entender melhor o assunto e saber como vender mais na Black Friday? É só continuar lendo!

Como vender mais na Black Friday: 5 dicas imperdíveis

Para saber como vender mais na Black Friday, basta conferir as dicas imperdíveis que selecionamos especialmente para você!

1. Intensifique as promoções

Não deixe para anunciar as promoções em um prazo muito próximo do grande dia, pois a maioria das pessoas não dispõe de dinheiro ou crédito à mão com tanta facilidade. Como elas se preparam com antecedência, oferte em tempo prévio suficiente para preparar o consumidor para a despesa.

Quanto melhores forem suas ofertas, maiores as chances de vendas com atração dos consumidores para sua marca e fortalecimento do negócio. Ao intensificar as promoções e oferecer preços competitivos, você cria mais oportunidades de negócio.

2. Ofereça um bom atendimento sempre

Pense também na capacidade de atendimento, estoque de produtos e experiência de compra. Afinal, o objetivo é receber um volume maior de interessados em fazer negócio.

Logo, é imprescindível garantir que o cliente consiga ser atendido da melhor forma, que encontre o produto desejado e que tenha uma experiência de compra agradável do início ao fim.

3. Crie landing pages

As landing pages têm o objetivo único de conversão. Por isso, devem oferecer uma boa experiência ao consumidor no primeiro contato com a sua marca. Com essa estratégia, é possível trabalhar antecipadamente as tendências das buscas para a Black Friday.

O comportamento do consumidor em seu site permitirá que você compreenda melhor os seus interesses. Também possibilitará que você descubra se os leads coletados oferecem elementos que possam vincular o consumidor aos produtos. Com esses dados em mãos, é possível proporcionar a ele a vantagem de ser o primeiro para comprar qualquer produto.

4. Dispare e-mails marketing

O e-mail marketing ainda é uma estratégia importante dentro do negócio, pois funciona como um lembrete personalizado para o público. O disparo de pequenos textos com chamadas para visitação ou promoções oferecidas em seu site poderá despertar a atenção do consumidor para o seu negócio.

Como já dissemos, no período que antecede a Black Friday, o consumidor já espera receber muitas ofertas e ficará até agradecido por isso. Logo, aproveite o seu banco de dados e o histórico de compras dos seus clientes para criar mensagens personalizadas e sugerir mercadorias de acordo com suas preferências.

5. Reforce a divulgação

Além de contar com o e-mail marketing como forma de comunicação, há outras maneiras de atrair visitantes para o seu site. Nesse momento, ter um plano de divulgação é crucial. Logo, é fundamental analisar qual o público que deseja atrair, já que mirar na audiência errada por gerar um resultado desastroso. Seja criterioso na escolha das mídias para não impactar negativamente na sua ação.

Além de investir em e-mail marketing e em landing pages, não se esqueça de patrocinar posts em suas redes sociais.

Quer mesmo incrementar suas vendas? Então, leia também: “3 dicas para aumentar o faturamento com vendas online”. 

Como vender mais na Black Friday: dicas extras

Seguem mais duas dicas extras para você saber como vender mais na Black Friday:

1. Otimize o frete

Mesmo que você não tenha um volume de vendas enorme financeiramente, considere o quantitativo por itens, a taxa de conversão e a fidelização à sua marca. Um consumidor satisfeito se torna fiel e passa a divulgar uma marca em todos os grupos ao contar sua experiência positiva.

Oferecer frete gratuito e absorver o seu custo pode ser uma excelente alternativa de negócio durante a Black Friday. Afinal, muitos consumidores veem vantagem em comprar um produto a um preço atrativo sem ter que desembolsar mais um valor para a entrega.

A Black Friday tem como característica a prática agressiva de preços baixos. Logo, tenha em mente que esse pode ser um diferencial de decisão para um consumidor motivado pelo impulso.

2. Facilite o pagamento 

Facilitar o pagamento é outra dica importante para quem quer saber como vender mais na Black Afinal, muito lojistas dificultam os meios de e pagamentos. Essa medida pode criar barreiras entre a procura, a escolha e a decisão do consumidor que, ao perceber tanta dificuldade, desiste da compra.

Lembre-se de que, nesse dia, todos os seus concorrentes estarão pensando o mesmo que você: potencialização, conversão e efetivação da venda. Sendo assim, só sairá na frente quem oferecer a melhor experiência a quem está disposto a comprar.

O novo consumidor não tem a paciência de esperar. Por isso, é importante não criar burocracia virtual e permitir que suas compras sejam definidas em um clique.

A experiência sistematizada determinará a permanência do consumidor dentro do site. Não permita que ele vá embora depois de colocar vários itens no carrinho só porque o sistema de pagamento direciona para várias outras páginas. Isso irá gerar insegurança na informação dos dados pessoais e insatisfação com um processo demorado.

Assim, é fundamental ter uma ferramenta que tenha checkout transparente que permita que a transação seja finalizada no seu site, sem redirecionamentos.

Como você pode perceber, não é preciso fazer muito alarde para alcançar um consumidor disposto a comprar. Para se destacar da concorrência, ser verdadeiro e oferecer descontos reais e praticidade no sistema de compra e pagamento são táticas infalíveis.

O que você achou das dicas de como vender na Black Friday? Gostou do conteúdo? Se sim, que tal compartilhá-lo em suas redes sociais?

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(fonte: https://iugu.com/blog/como-vender-mais-na-black-friday/ )


Shopping Centers de BH estão otimistas com Natal e Black Friday

Mesmo com a lenta retomada da economia e o comportamento ainda cauteloso dos consumidores, os shopping centers de Belo Horizonte estão otimistas com o desempenho neste fim de ano.

Em novembro, os principais malls da capital mineira dão início às promoções e campanhas para o Natal e aproveitam a Black Friday, tradicional evento de descontos do e-commerce norte-americano, que vem se consolidando no Brasil, para alavancar ainda mais as vendas desta que é considerada a principal data para o varejo.

De maneira geral, os centros comerciais esperam aumento nas vendas natalinas sobre o ano passado, com altas que chegam até a 10%. A expectativa é de que o fluxo também seja maior, em virtude principalmente, das atrações e promoções preparadas pelos empreendimentos. Há espetáculos musicais, decorações temáticas, árvore de Natal gigante, brindes e sorteios de viagens e veículos zero quilômetro.

Grande otimismo é observado no Minas Shopping, na região Nordeste de Belo Horizonte, no qual as perspectivas dão conta de que este seja o melhor Natal dos últimos cinco anos. A informação é do gerente-geral do mall, Fábio Freitas.

Segundo ele, é aguardado um incremento nas vendas da ordem de 9% sobre o ano anterior. A justificativa para tamanho otimismo está não apenas na recuperação da economia – mesmo que lenta -, mas também nas iniciativas realizadas pelo centro de compras.

“Trazemos para Belo Horizonte um evento inédito fora do Rio Grande do Sul, que é o Natal Luz de Gramado, com espetáculos musicais gratuitos e especiais. Além disso, vamos sortear um carro zero quilômetro Mercedes GLA 200 Style. A cada R$ 400 em compras, o cliente receberá um cupom para concorrer ao prêmio”, explicou.

Conforme Freitas, as ações já têm atraído um público diferenciado para o shopping, que espera um aumento no fluxo nas próximas semanas de cerca de 5% sobre o ano passado. Já a Black Friday, que ocorrerá no próximo dia 29 e se estenderá pelo fim de semana, promete atrair um volume ainda maior de pessoas para o centro de compras no último fim de semana deste mês.

No Pátio Savassi, na região Centro-Sul da Capital, de acordo com o gerente de marketing Marcelo Portela, é esperado um aumento de 10% nas vendas natalinas sobre o ano passado. Para isso, o mall investiu 25% mais na decoração deste ano, com a temática flores.

“Acreditamos que, nesta época, a decoração é um elemento gerador de fluxo, pois ajuda a incrementar a magia da data. Além disso, enquanto as crianças se divertem, os pais que comprarem acima de R$ 550 ganham um decanter e concorrem a um Mini Cooper Cabrio e a uma viagem para rota dos vinhos com acompanhante”, explicou.

Já para o Black Friday, o Pátio está investindo o dobro do que aportou em 2018, pois acredita que a data está cada vez mais forte no Brasil. Segundo o gerente, cerca de 80% dos lojistas irá oferecer descontos entre 30% e 70%.

No Shopping Cidade, na região central, as perspectivas dão conta de que o apelo natalino influenciará as vendas de novembro e dezembro. “Se chegarmos a 12% de aumento nas vendas nos próximos dois meses será muito positivo e indicará que a economia realmente começou a aquecer e o consumidor está mais confiante. Em outubro, já percebemos uma melhora, e atingimos 11% de alta nas vendas, o melhor resultado para o ano”, comentou a gerente de marketing do Shopping Cidade, Carolina Vaz.

Conforme ela, deverá colaborar para o resultado uma série de ações, como a decoração com o tema Pet´s Christmas, diversas atrações gratuitas para as crianças, o lançamento do marketplace do mall e os próprios descontos da Black Friday. “Vamos realizar um conjunto de ações para poder alavancar as vendas e finalizar o ano com resultados positivos para o shopping e lojistas, oferecendo o máximo de benefícios para o cliente final”, garantiu.

Experiências exclusivas – O Shopping Estação BH, em Venda Nova, aposta na promoção de experiências exclusivas de compra para alavancar os resultados do período natalino. Segundo o gerente de marketing, Rumenigue Marchioro, os lojistas estão animados.

“Desde outubro, já temos lojistas apostando no clima natalino para antecipar os lucros. Isso se traduz na expectativa do setor para o período. Também acreditamos no cenário favorável devido à inflação controlada, baixa na taxa de juros, a regularização do pagamento dos funcionários públicos e liberação do FGTS. Todos esses fatores influenciam muito nas vendas de fim de ano”, explicou.

Além disso, o mall está realizando diversas ações especiais de Black Friday e promoções de Natal, que juntam o virtual com o real para alavancar os resultados. Para a Black Friday, o Estação BH fará uma promoção inédita com a campanha Papa Moedas: quem estiver passeando pelo shopping poderá ter acesso aos descontos exclusivos ao scanear os códigos de desconto espalhados pelos corredores.

Da mesma maneira, o Shopping Del Rey, na região Noroeste, vai unir as duas datas para incrementar as vendas neste e no próximo mês. De acordo com a gerente de marketing, Marina Moura, além dos descontos exclusivos para quem estiver passando pelo shopping no fim de semana da Black Friday, que poderão chegar a 95% do preço original, algumas lojas terão horário de funcionamento especial, a partir da 00h de sexta-feira.

“Para o Natal, especificamente, teremos algumas ações especiais, como doação de brinquedos, a presença da Mamãe Noel e o sorteio de um carro”, ressaltou.

Árvore de mais de 40m está entre atrações

No BH Shopping, na região Centro-Sul, o tema da decoração será Natal Nevado. Serão cerca de mil metros quadrados de luzes, cores e neve. Do lado de fora do shopping, os consumidores poderão apreciar a maior árvore de Natal da cidade, com mais de 40 metros de altura, iluminados por cerca de 300 mil luzes.

“São quarenta anos de história e quarenta Natais realizados pelo BH Shopping. E em 2019 não poderia ser diferente. Como parte das comemorações do aniversário foram realizados diversos investimentos em um processo de revitalização com troca de mobiliários, escada rolante e reforma da praça de alimentação. Isso mostra o quanto os administradores estão confiantes na recuperação da economia e, claro, nas vendas do Natal”, contou o gerente de marketing, Renato Tavares.

Para presentear os clientes, o shopping investiu em uma campanha que, com R$ 500 em compras, ganha-se um panetone Kopenhagen e um cupom para concorrer a dois Volvo XC40. Na Black Friday, os descontos poderão chegar a 70%.

Por fim, o Diamond Mall, também na região Centro-Sul, está igualmente otimista. Segundo a gerente de marketing, Flávia Louzada, o shopping oferecerá nesta época mais conveniência, novas operações, apresentações natalinas, decoração inédita e exclusiva e promoção com brindes e sorteio.

“Com R$ 550 em compras, o cliente ganha uma caixinha de som bluetooth personalizada e recebe um cupom para concorrer a um Volkswagen Tiguan e um show internacional à escolha”, disse.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/economia/2019/11/09/shopping-centers-de-bh-estao-otimistas-com-natal-e-black-friday )

Delivery em shoppings: a carta na manga das redes de alimentação

Considerada uma das maiores redes de pizzarias do Brasil, a Patroni, que começou suas atividades nos anos 1980, enxergou no delivery um de seus trunfos para a conquista de uma boa fatia no mercado. Com o passar dos anos, porém, a empresa deixou de oferecer o serviço.

Mas agora, devido ao crescimento da demanda pela entrega de pizza em domicílio, retomou o delivery, e a medida já gerou incremento médio de 20% no faturamento de suas 190 lojas – a maioria em praças de alimentação de shopping.

“O crescimento do delivery hoje representa a mudança no perfil de comportamento social especialmente nos grandes centros, e tende a se manter nesta dinâmica por alguns anos”, afirma Rafael Augusto, diretor de Marketing da rede.

Nesta esteira, segundo Augusto, as vendas online são a solução para aumento do faturamento da Patroni, “preenchendo o gap de resultado que se deu com a queda de fluxo noturno nos últimos anos”, completa.

Esse movimento é mais um reflexo que acontece nesses locais, que deixaram de ser meros centros de compras para se transformarem num centro de conveniências para atender à nova jornada no consumidor, que procura hiperconveniência, ao integrar o varejo on e offline, aliado aos aplicativos de entrega – especialmente de comida.

Um exemplo recente disso, anunciado em abril último, foi o investimento de mais de R$ 12 milhões que a Multiplan desembolsou para comprar 18,79% da Delivery Center, empresa de entregas que criou um trabalho de integração de marketplaces – várias lojas num mesmo ambiente online – que permite usar shoppings como centros de distribuição.

A empresa seguiu os passos da concorrente BR Malls, que já era sócia da startup Delivery Center desde maio de 2018. Apenas em seu Shopping Tijuca, na capital fluminenses, o serviço gerou aumento de 17% nas vendas totais. Mas só a entrega de comida foi a responsável por aumentar esse número em 13%.

Interessante para o lojista – em especial, os pequenos – sistemas como o do Delivery Center, que consistem em um contêiner no estacionamento dos shoppings, com motoboys pagos pela companhia, processando os pedidos feitos às lojas dos shoppings -, também entregam pedidos feitos por plataformas como Rappi, iFood e Uber Eats.

A startup Rappi, por sua vez, fechou nesse ano uma parceria com o grupo Sonae Sierra Brasil para a criação de bases em seis de seus shoppings. O projeto-piloto conta com a adesão de marcas internacionais que possuem estabelecimentos nos shoppings do grupo, como McDonald’s e Starbucks.

UNIÃO QUE FAZ A FORÇA

Dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) apontam que o sistema de entrega de comida movimenta cerca de R$ 10 bilhões anualmente no país.

Contrariando previsões que apontavam para o esvaziamento das atividades das empresas baseadas em praças de alimentação de shoppings em razão do boom dos apps, o que acontece é exatamente o oposto, conforme disse Augusto, da Patroni. Ou seja, mais e mais empresas baseadas nesses centros comerciais vêm investindo em sistemas de delivery próprio ou terceirizado para suprir a demanda dos consumidores.

“O avanço do comércio online não é ameaça, mas oportunidade para o shopping assumir novas funções”, afirma Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

No caso da Patroni, como parte da estratégia de retomada do serviço, a rede firmou parceria com o iFood. “O iFood é o principal elo entre nós e os clientes para buscar a venda adicional em nossas operações”, afirma Rafael Augusto.

E com outra vantagem, segundo Augusto. “Trabalharmos com a pizza artesanal – item principal de vendas em delivery. O serviço é, portanto, a estratégia que nos descola da média de vendas do mercado.”

Revolucionar o universo da alimentação com praticidade é propósito do iFood, segundo Leandro Mendes, executivo de clientes-chave do aplicativo. “Contamos com parceiros exclusivos que nos ajudam a fazer esse sonho se tornar realidade”, afirma. “Com sua abrangência nacional, a rede Patroni nos permite estar, juntos, em todo o território nacional, proporcionando a melhor experiência de delivery para os clientes.” Mercado é o que não falta.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/delivery-em-shoppings-a-carta-na-manga-das-redes-de-alimentacao )

Funcionamento do comércio lojista no feriado de 15 de novembro de 2019

O SINDILOJAS BH informa que o comércio lojista poderá convocar seus empregados para trabalhar no feriado de 15 de novembro de 2019 (Proclamação da República), nas cidades de Belo Horizonte, Caeté, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão Das Neves, Rio Acima, Sabará e Vespasiano, mediante celebração de Termo Específico em conjunto com o SINDILOJAS/BH e o SEC/BH, disponível nos sites www.sindilojasbh.com.br, e www.secbhrm.org.br.

O trabalho somente será permitido para as empresas do comércio que celebrarem o Termo Específico e estiverem com sua Taxa de Convenção 2019 e Contribuição Assistencial, devidamente quitadas perante o SINDILOJAS/BH nos últimos 02 (dois) anos.

No comércio de rua, a jornada de trabalho será de, no máximo, 08 (oito) horas, com no mínimo 01 (uma) hora de intervalo para descanso e alimentação.

Horários em shopping center: Shopping Cidade, Shopping Norte e Anchieta Garden Shopping: de 10h às 16h horas

Demais shoppings centers: de 14h às 20h horas

Os estabelecimentos comerciais, como forma de compensação dos dias de feriados trabalhados, deverão conceder para cada empregado que trabalhar nestes dias, 01 (uma) folga, a serem concedidas no prazo de até 60 (sessenta) dias após o respectivo mês do feriado trabalhado. A folga não poderá ser concedida em dia feriado, nem coincidir com dias destinados ao repouso semanal remunerado.

A multa por trabalho em feriado sem observância das condições previstas na Convenção Coletiva e no Termo Específico pode chegar a R$ 4.025,33, sendo dobrada em caso de reincidência e a oposição à fiscalização, aplicada pelos órgãos competentes em caso de fiscalização, além de multa de R$289,00 por empregado do estabelecimento, sem prejuízos de medidas judiciais cabíveis.

BF: intenção de compra deve se igualar no on e no offline

No dia 29 de novembro, quinta sexta-feira de mês, acontece a Black Friday, data comercial criada nos Estados Unidos e adotada pelos brasileiros, que no ano passado chegou a movimentar na economia norte-americana mais de US$ 75 bilhões.

No Brasil, passou a ser conhecida como uma promotora de vendas digitais. Porém, mais recentemente, essas transações passaram a incorporar também os espaços das lojas físicas, que agora se integram às vendas do e-commerce.

Em 2018, a intenção de compras na Black Friday, em percentual de consumidores, foi de 44,5% em lojas físicas e 55,5% pela internet. Para este ano, a estimativa de intenção de compra na data é de 49,5% em lojas físicas e 50,5% pela internet, praticamente se igualando pela primeira vez.

Com um ticket médio de R$ 650,00 este ano, a Black Friday deverá movimentar R$ 3,5 bilhões com as vendas do e-commerce e de lojas físicas. No ano passado, o ticket médio ficou em R$ 595,00, e o e-commerce movimentou R$ 2,35 bilhões, e as lojas físicas R$ 750 milhões, perfazendo os R$ 3,1 bilhões esperados na Black Friday em 2018.

De uma forma geral, as vendas desta data, em especial, destacam-se pelos elevados descontos oferecidos pelas empresas participantes, que chegam a variar de 30% a 80% – o que obriga os consumidores a pesquisarem preços. Aproveitando a oportunidade, muitos consumidores antecipam suas compras de Natal.

NA REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS

Um levantamento preparado pela Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC) mostra que a movimentação em Campinas e Região deve chegar aos R$ 450 milhões, cerca de 30% a mais que em 2018, com 57% das vendas online, ou cerca de R$ 256 milhões, e R$ 194 milhões, ou 43%, nas lojas físicas. Campinas responde por 45% da movimentação da RMC, o equivalente a R$ 207 milhões.

Para a presidente da ACIC, Adriana Flosi, a data representa mais uma excelente oportunidade de vendas para o comércio, que deve apostar em campanhas temáticas e promoções.

“Os produtos mais procurados acompanharão os registrados no ano passado: smartphones, celulares, TVs, eletroeletrônicos, vestuário e calçados, passagens aéreas, e também livros e brinquedos”, afirma.

Entre os destaques nas reclamações dos consumidores deverão permanecer: “propaganda enganosa” e “maquiagem de preços”, que ainda lideram os principais motivos das queixas.

NO BRASIL

A intenção de compras dos internautas brasileiros para a data neste ano aumentou 58% com relação ao ano passado, segundo pesquisa da Google, publicada no último dia 8 de outubro.

Pelo menos 69% dos consumidores já definiram o que vão comprar e só estão esperando a melhor oferta. O gasto médio dos brasileiros deve ser de R$ 1.330. A pesquisa entrevistou em julho 1,5 mil consumidores on-line de todas as regiões do País.

E-COMMERCE NACIONAL

Pesquisa feita pelo Google mostrou que o comércio eletrônico no Brasil deve dobrar sua participação no faturamento do varejo até 2021, crescendo em média 12,4% ao ano. Isso aponta que as vendas deverão dobrar em cinco anos, chegando a R$ 85 bilhões. Conforme informações levantadas de vários segmentos do setor “e-bit”, moda é o primeiro segmento em volume de pedidos.

Em 2018, o comércio eletrônico faturou R$ 53,2 bi no país – uma alta de 12,0% em comparação com 2017. Foram 123 milhões em pedidos, cerca de 10% em relação ao ano anterior. O ticket médio de compras foi de R$ 434,00, 1% acima do ticket médio de 2017.

Tanto em pedidos como em movimentação financeira, o e-commerce se expande à taxa média de 18,5% ao ano.

Para 2019, a expectativa no e-commerce nacional é de uma expansão de 15% no faturamento, podendo chegar a R$ 61,2 bilhões, com os números de pedidos próximos dos 137 milhões, e o ticket médio, R$ 447,00, um acréscimo de 3% sobre 2017.

A participação da RMC e de Campinas no e-commerce é de 18,5% da movimentação financeira nacional, bem como da movimentação dos pedidos.

Assim, em 2018, o e-commerce na RMC movimentou R$ 9,8 bi, e de Campinas cerca de R$ 5,1 bi, uma expansão de 12% sobre os R$ 8,8 bi de 2017.

Para 2019, a expectativa é de um aumento de 15% sobre o faturamento de 2018 na RMC, podendo chegar aos R$ 11,3 bi, o que comprova a expansão do e-commerce na Região.

(Fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/acontece-no-estado/bf-intencao-de-compra-deve-se-igualar-no-on-e-no-offline )

Franquias mantém ritmo e crescem 6,1% no 3º tri

O mercado de franquias brasileiro registrou um crescimento nominal de 6,1% no terceiro trimestre deste ano, ante igual período de 2018. O faturamento passou de R$ 44,479 bilhões, para R$ 47,203 bilhões. Nos últimos 12 meses, a variação positiva foi de 6,8% (R$ 170,988 bi para R$ 182,657 bi).

É o que mostra a Pesquisa Trimestral de Desempenho do Franchising divulgada nesta segunda-feira (28/10) pela Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Com uma taxa de crescimento semelhante à registrada no trimestre passado (5,9%) e no mesmo período de 2018 (6,3%), o 3º trimestre mostra que o franchising mantém sua trajetória de crescimento gradual, mesmo num cenário de inflação baixa e demanda oscilante por parte do consumidor.

“Depois de um segundo trimestre com algumas incertezas, o terceiro trouxe sinais mais positivos – especialmente no varejo e no andamento das reformas. Isso melhorou o índice de confiança empresarial e do consumidor, alavancando os negócios”, afirma André Friedheim, presidente da ABF. “Além disso, o setor manteve sua agenda de ajustes para busca de eficiência e, principalmente, para se adaptar à digitalização da economia e aos novos hábitos do consumidor.”

Outro fator importante é que, após a definição do quadro eleitoral no ano passado, houve um reaquecimento da expansão em unidades no franchising brasileiro. “No terceiro trimestre, notamos que, além de se manter esse movimento de expansão, as lojas abertas em maior volume nos trimestres anteriores estão impactando positivamente o desempenho do setor. Em muitos casos, inclusive, essas lojas já apresentam conceitos mais modernos, que primam pela eficiência e experiência mais amigável para o consumidor”, destaca.
O índice de abertura de lojas no terceiro trimestre foi de 4,3%, contra o fechamento de 1,4% das unidades – o que resultou num saldo de 2,9% no período. Com isso, o total de unidades de franquia em operação no País chegou a 160.553.

“De fato, quando comparamos os terceiros trimestre de 2018 e 2019, verificamos uma aceleração expressiva. Neste sentido, é importante lembrar que este período do ano passado precedeu, justamente, as eleições. Já em 2019, temos um quadro definido e perspectivas de medidas liberalizantes na economia – o que favorece muito a tomada de decisão de investimento”, afirma.

Algumas redes relataram a ABF também que as promoções associadas a Semana do Brasil, mesmo que em fase inicial, impulsionaram vendas em um período sem muita tradição.

A pesquisa da ABF apontou que houve uma alta de 4% no número de postos de trabalho no período, que passou de 1,286 milhão para 1,343 de pessoas diretamente empregadas no setor.

“O setor de franquias apresentou um ritmo de geração de empregos superior à média nacional, alavancado pela abertura de novas unidades e também pela preparação para eventos sazonais como Dia das Crianças, a Black Friday e até mesmo o Natal”, disse o presidente da ABF.

SEGMENTOS

Todos os 11 segmentos listados pela ABF tiveram desempenho positivo no terceiro trimestre frente ao mesmo período do ano passado. A pesquisa indicou que o segmento com maior crescimento em receita no período foi Casa e Construção, com alta de 9,1%.

As redes atribuem este desempenho a estratégias como o aumento da gama de produtos e serviços, à maior integração entre a indústria e as lojas e investimentos em capacitação.

Moda foi o segundo de maior crescimento, com 8,6%, impulsionado, principalmente, pelo aumento das vendas online e redesign de produtos por parte de marcas tradicionais.

O terceiro melhor desempenho foi registrado em Comunicação, Informática e Eletrônicos, com 8,3%. O segmento cresceu alavancado principalmente pela melhora do quadro econômico, abertura de novas unidades e ampliação no sortimento de empresas de gestão de meio de pagamentos.

Hotelaria e Turismo ficou em 4º lugar (7,2%), graças, além da melhora do quadro macroeconômico, investimentos no segmento hoteleiro e o início da operação de companhias aéreas low cost no Brasil.

PROJEÇÕES PARA O FECHAMENTO DO ANO

Com este desempenho, a ABF projeta que o crescimento do setor em 2019 deve ser de cerca de 7% em faturamento, e de 5% em unidades franqueadas e empregos gerados. Já o volume de redes em operação no País deve ter um leve crescimento de cerca de 1%.

A Pesquisa Trimestral de Desempenho do Franchising da ABF referente aos meses de julho a setembro envolveu uma base amostral com redes respondentes que representam cerca de 35% das unidades, e 45% do faturamento total do setor.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/franquias-mantem-ritmo-e-crescem-6-1-no-3o-tri )

77% dos consumidores online ainda são ‘light users’

A maior parte dos consumidores online ainda utiliza as plataformas digitais para necessidades pontuais. No primeiro semestre desse ano, os light users (que fizeram até duas compras online no período) somaram 77% da base de consumidores do Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce. Os 23% restantes, considerados heavy users, fizeram pelo menos três compras no período, com uma média geral de nove pedidos no semestre.

“Em ambos os grupos, as mulheres são responsáveis pela maior quantidade de pedidos realizados. Por outro lado, apesar de comprarem menos, os homens investem em itens de maior valor agregado, que geram tíquete médio maior em relação ao público feminino”, afirma André Dias, diretor executivo do Compre&Confie.

Em números, as mulheres foram responsáveis por 55% do total de pedidos dentro do grupo de light users e gastam em média R$ 810,00 por compra. Enquanto isso, os homens gastaram R$ 1.033,00 por pedido nesse período.

No nicho dos heavy users, a participação feminina é ainda maior: ao todo, elas foram responsáveis por 60% do total de pedidos realizados e o gasto total no período foi de R$ 3.801. A participação masculina foi responsável pelos 40% restantes e o valor total gasto nas compras foi de R$ 5.029 na primeira metade deste ano.

“Existe bastante espaço para o e-commerce se expandir. A gente acredita que os consumidores devem ganhar cada vez mais confiança nos próximos anos e, com o aumento da oferta de produtos de bens não duráveis, a frequência de compra deve aumentar cada vez mais”, finaliza Dias.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/77-dos-consumidores-online-ainda-sao-light-users )

Como calcular o frete para aumentar as vendas do e-commerce

Para muitos consumidores, o valor do frete é um ponto de grande relevância na hora de efetivar o pagamento. Afinal, o custo-benefício deve valer a pena em relação ao preço dos produtos adquiridos, pois, caso contrário, o consumidor buscará melhores opções que favoreçam seu orçamento.

Antes de implementar qualquer política de cobrança de frete, você deve decidir quais serão as opções disponibilizadas dentro do site de sua loja. É preciso ter em mente que aprender a calcular o frete vai além da correlação de pesos e medidas. Deve haver um valor agregado que aumente a taxa de conversão e fortaleça os vínculos do consumidor com a sua marca.

Para calcular o frete, normalmente levam-se em consideração as variáveis mais comuns: dimensões, impostos referentes ao trajeto, distância, prazos para entrega. Se o envio se dá por transportadoras, cada tabela vai aferir um preço levando em conta as chamadas generalidades ou variáveis.

Quando uma transportadora envia aos clientes de lojas online a tabela de frete, ela já realizou todos os cálculos de gastos correspondentes com as diversas generalidades, assim como a margem de lucro sobre a tarifa de cada localidade. Se você não levar essas variáveis em conta, ao invés de lucro, amargará prejuízo em suas vendas.

Agora, se o serviço de entrega da sua loja for realizado pelos Correios, o site disponibiliza uma calculadora própria para análise de encomendas com destinos nacionais e internacionais. Há um ícone de preços e prazos em que os campos devem ser preenchidos com a data da postagem e o CEP de origem e de destino. Por último, a escolha do tipo de serviço – via PAC ou SEDEX.

Ao analisar os impostos atribuídos pelo correio é necessário se atentar que as taxas de impostos correspondentes às mercadorias, como ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadores) e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), são diferentes das relacionadas aos serviços prestados de transporte intermunicipal e interestadual. É importante destacar que estes serviços também incidem sobre o valor cobrado no frete e que é fundamental manter a plataforma de pagamento atualizada quanto aos CEPs e localidades.

Nesse sentido, outra solução é adotar um bom sistema de automação financeira. A partir do uso da tecnologia, você consegue fazer um estudo minucioso de valores, localidades e dimensões conforme as necessidades e particularidades de cada cliente, de maneira mais rápida e assertiva.

Para cada uma das generalidades previstas, a parametrização deve encontrar soluções práticas de cálculo e disponibilizá-las ao consumidor assim que o CEP for informado. A agilidade conta muito e é importante conhecer todos os recursos e facilidades antes de contratar um serviço.

Com a alta competitividade e similaridade dos produtos, se atente aos pontos levantados, pois é preciso elaborar um cálculo de frete justo, baseado em detalhes que não podem ser esquecidos. Fazendo isso, você melhora o seu negócio, aumenta a sua vantagem competitiva e amplia suas vendas.

(Fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/como-calcular-o-frete-para-aumentar-as-vendas-do-e-commerce )

Condições para o trabalho no feriado de 2 de novembro de 2019

O SINDILOJAS BH informa que o comércio lojista poderá convocar seus empregados para trabalhar no feriado de 2 de novembro de 2019 (Finados), nas cidades de Belo Horizonte, Caeté, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão Das Neves, Rio Acima, Sabará e Vespasiano, mediante celebração de Termo Específico em conjunto com o SINDILOJAS/BH e o SEC/BH, disponível nos sites www.sindilojasbh.com.br, e www.secbhrm.org.br.

O trabalho somente será permitido para as empresas do comércio que celebrarem o Termo Específico e estiverem com sua Taxa de Convenção 2019 e Contribuição Assistencial, devidamente quitadas perante o SINDILOJAS/BH nos últimos 02 (dois) anos.

Nesse feriado, a jornada de trabalho no comércio lojista será de, no máximo, 08 (oito) horas, com no mínimo 01 (uma) hora de intervalo para descanso e alimentação. O horário de funcionamento do comércio lojista será de 10:00 às 22:00 horas.

Os estabelecimentos comerciais, como forma de compensação dos dias de feriados trabalhados, deverão conceder para cada empregado que trabalhar nestes dias, 01 (uma) folga, a serem concedidas no prazo de até 60 (sessenta) dias após o respectivo mês do feriado trabalhado. A folga não poderá ser concedida em dia feriado, nem coincidir com dias destinados ao repouso semanal remunerado.

A multa por trabalho em feriado sem observância das condições previstas na Convenção Coletiva e no Termo Específico pode chegar a R$ 4.025,33, sendo dobrada em caso de reincidência e a oposição à fiscalização, aplicada pelos órgãos competentes em caso de fiscalização, além de multa de R$289,00 por empregado do estabelecimento, sem prejuízos de medidas judiciais cabíveis.

Shoppings devem contratar mais de 100 mil temporários

Com a chegada das festas de final de ano, o movimento aumenta nas contratações de trabalhadores temporários para o varejo e setor de serviços. Segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (ALSHOP) a expectativa de vendas para o Natal deste ano é grande, pois a data promete aquecer as contratações temporárias em shoppings e ser mais lucrativa do que o mesmo período de 2018.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes de Lojistas (CNDL), as contratações devem somar 103 mil vagas até o fim do ano.

Já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relatou que a taxa de desemprego no país caiu para 11,8% no trimestre encerrado em julho, mas ainda atinge cerca de 12,6 milhões de pessoas.

A busca por trabalhos intermitentes aumenta ano a ano e em uma comparação com o mesmo período do ano passado, serão quase 44 mil postos a mais de trabalho. Com isso, podemos identificar um avanço na economia do segmento de comércio e serviço.

“Caso seja confirmada a previsão, teremos para o período natalino de 2019 o maior volume de contratação desde 2014. Esse crescimento é justificado pela injeção de R$ 30 bilhões proveniente dos saques do FGTS, onde parte desse montante será utilizado para quitar dívidas e uma outra parte está destinado às compras, além da diminuição do número de famílias endividadas em relação ao ano anterior.”, explica Luís Augusto Ildefonso, diretor institucional da ALSHOP.

De acordo com os associados da ALSHOP, os segmentos que terão um aumento nas contratações serão: supermercados, restaurantes, vestuário feminino e masculino, calçados, perfumaria e cosméticos, sendo que aproximadamente 25% desses trabalhadores temporários poderão ser efetivados. E para os novos contratos o salário médio de contratação para esses períodos gira em torno de R$ 1.600, que comparado com o ano passado, não houve mudança.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/shoppings-devem-contratar-mais-de-100-mil-temporarios )