Compras por meio de aplicativos crescem 72% durante semana da Black Friday

Os aplicativos de compras são cada vez mais as estrelas da Black Friday no Brasil. Segundo levantamento inédito da AppsFlyer, plataforma de análise de dados e engajamento de aplicativos, a Black Friday 2020 teve aumento de 72% nas vendas realizadas por meio de apps em comparação ao ano anterior.

Comparada a uma semana normal, as vendas na maior semana do ano para os varejistas foram 650% maiores e a receita por instalação obtida teve um aumento de 330%. As pessoas também aumentaram seus gastos, gastando 5% a mais em média que em 2019.

Dentre os países avaliados no estudo da AppsFlyer, o Brasil foi de longe o país com maior número de instalações de aplicativos no mês de novembro.

Os 70 principais apps de e-commerce receberam 45 milhões de instalações, chegando a 50% mais instalações em comparação aos Estados Unidos, que ficaram em segundo lugar, com 30 milhões de instalações.

A pandemia do coronavírus influenciou o crescimento elevado de aplicativos em todo o mundo. Em junho, por exemplo, o Brasil apresentou a maior taxa de crescimento mundial, com aumento de 55% no número de instalações em comparação aos dois primeiros meses de 2020.

De acordo com Daniel Simões, diretor da AppsFlyer no Brasil, houve um crescimento não só em aplicativos de comércio eletrônico, mas na indústria como um todo. Em maio, apps de entrega aumentaram suas instalações em 700% e os de saúde física cresceram 300%.

“Os brasileiros incorporaram o hábito de usar o meio para pedidos e compras, transformando a Black Friday 2020 a maior de todos os tempos para os aplicativos”, diz Simões.

“A expectativa já era grande, uma vez que entre os meses de maio e outubro de 2020, o volume de compras mensal em apps de e-commerce já alcançaram os números de novembro de 2019, mês da Black Friday”, completa ele.

(fonte: https://exame.com/tecnologia/compras-por-meio-de-aplicativos-crescem-72-durante-semana-da-black-friday)

Funcionamento do comércio aos domingos

A Prefeitura de Belo Horizonte publicou hoje, 26/11, o Decreto 17.475, que autoriza o funcionamento do comércio lojista nos domingos, dias 29 de novembro, 13 e 20 de dezembro de 2020,

O comércio lojista em belo Horizonte está autorizado a funcionar nos dias 29 de novembro, 13 e 20 de dezembro de 2020, no mesmo horário do sábado, previsto no no Anexo II do Decreto nº 17.361, de 2020:

– Comércio varejista: entre 9h e 18h
– Atividades autorizadas em funcionamento no interior de galerias de lojas e centros de comércio: entre 9h e 18h
– Atividades autorizadas em funcionamento no interior de shopping centers: entre 12h e 21h, alternativamente poderá ser adotado o funcionamento em horário de galerias de lojas e centros de comércio mediante comunicação no e-mail sufis@pbh.gov.br

SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMÉRCIO DE BELO HORIZONTE E REGIÃO – SINDILOJAS BH

Confira o decreto: Clique aqui

72% dos consumidores aumentaram uso de ferramentas de fidelização

Ferramentas de alavancas promocionais, que proporcionam fidelização do consumidor, vêm apresentando uma grande expansão, um movimento que foi impulsionado no pós-Covid. De acordo com o estudo “Alavancas Promocionais – na visão das empresas e dos consumidores”, a adoção de ferramentas promocionais foi acelerada pela pandemia: 72% dos consumidores afirmam ter aumentado o uso desse tipo de artifício em suas compras online e lojas físicas.

O estudo foi desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a Toluna, fornecedora líder de insights do consumidor sob demanda, e fez uma radiografia das principais alavancas promocionais que são utilizadas por consumidores e empresas do setor, mostrando que ganharam espaço na fidelização desses consumidores.

Segundo a pesquisa, as principais iniciativas promocionais utilizadas pelo consumidor são Descontos/Promoções (63%), Programa de Pontos – Acúmulo (52%) e Cashback (48%).

Por outro lado, as empresas varejistas ainda precisam lidar com esses efeitos do coronavírus, e que alteraram o perfil desse consumidor, apenas 17% oferecem Programa de Pontos – Acúmulo, e nenhuma empresa (0%) oferece Cashback. Para Descontos/ Promoções as empresas são dominantes, 94% delas oferecem.

“O Covid-19 acelerou a transformação digital do varejo e a adoção de novos hábitos pelos consumidores, é importante as empresas entenderem os consumidores e se conectarem com novo hábitos”, afirma Eduardo Terra, Presidente da SBVC.

Ferramentas para clientes fiéis

Para as lojas físicas, 71% das empresas afirmam crescimento de sua base de consumidores fiéis em mais de 5% com Programas de Pontos da loja. Equiparados a loja online, Frete Grátis ganhou 43% de sua base de consumidores fiéis em mais de 5%.

O estudo mostra que a ferramenta Cashback (21%) em compras online é a mais utilizada pelos consumidores, e somente 7% das empresas oferecem esse tipo de serviço. Uma boa oportunidade para empresas do setor captarem novos clientes e fidelizá-los.

O estudo ainda verificou que 80% dos consumidores concordam com a afirmação: “As ferramentas citadas fazem com que eu compre novamente com essa loja/marca”, ou seja, a compra recorrente com a loja/marca é maior quando há o uso de iniciativas promocionais. E 75% concordam com a afirmação: “A combinação de mais ferramentas resultaria no aumento de minhas compras online”.

(fonte: https://newtrade.com.br/varejo/72-dos-consumidores-aumentaram-uso-de-ferramentas-de-fidelizacao/ )

Novos prazos para pagamento do IPTU e taxas de fiscalização

A Prefeitura de Belo Horizonte prorrogou o vencimento do IPTU e das Taxas de Fiscalização devidos pelas empresas que tiveram os Alvarás de Localização e Funcionamento suspensos, em razão do estado de calamidade pública causado pelo novo coronavírus.

IPTU

As parcelas do IPTU e das taxas com ele cobradas do exercício de 2020, com vencimento no dia 15 dos meses de abril a dezembro, ficam diferidas para pagamento em seis parcelas mensais e consecutivas, com vencimento a partir de 30 de julho até 30 de dezembro de 2021. Os débitos correspondentes às parcelas não diferidas, vencidas no dia 15 dos meses de fevereiro e março de 2020, poderão ser recolhidos com os respectivos acréscimos legais até 30 de dezembro de 2020.

TAXAS DE FISCALIZAÇÃO DE LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO, DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA, E DE FISCALIZAÇÃO DE ENGENHOS DE PUBLICIDADE

Para o exercício de 2020, as datas de vencimento das Taxas de Fiscalização de Localização e Funcionamento, de Fiscalização Sanitária, e de Fiscalização de Engenhos de Publicidade ficam diferidas para 30 de julho de 2021. As taxas poderão ser pagas em até cinco parcelas mensais e consecutivas, vencendo a primeira na data diferida do tributo e as demais no mesmo dia dos meses subsequentes.

DECRETO Nº 17.471, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2020.

Decreto 17471  – IPTU –  Taxa Fiscalização BH

IPTU TAXAS PRAZOS BELO HORIZONTE 2020

 

 

 

Estes 10 gatilhos mentais fazem consumidores gastarem muito mais na Black Friday

Ver que uma promoção está nas últimas unidades; receber um curso gratuito feito por uma empresa; e se ver concordando com um post corporativo ou com um depoimento de cliente. Todas essas ações são resultado de táticas de marketing usadas para ativar os chamados gatilhos mentais – estímulos inconscientes que o cérebro recebe e influenciam uma decisão consciente apenas na ponta do iceberg.

Eles devem ser comuns ao longo deste mês, marcado pela Black Friday 2020. A temporada de descontos é a segunda data mais importante para o comércio brasileiro, perdendo apenas para o Natal. Ela começou mais cedo em algumas varejistas e será marcada pelo avanço das compras digitais. Com a disputa entre as marcas, surgem também as estratégias de marketing para ganhar a atenção dos consumidores.

Exemplos de gatilhos mentais foram elencados por Caroline Munucci, consultora de marketing do Sebrae-SP, durante o “Seu Negócio Pronto pra Black Friday”. O evento, promovido na semana passada pela Cielo e pelo Sebrae-SP, deu dicas práticas sobre como se organizar e potencializar vendas na temporada de descontos.

“Todos nós caímos em gatilhos mentais, é algo automático. Eles são usados pelas empresas para conduzir o cliente a uma ação de maneira suave”, explica Caroline. Estudar e aplicar gatilhos pode ajudar os negócios a potencializar suas vendas. Já para os consumidores, conhecer os gatilhos mentais é uma forma de praticar uma decisão de compra mais consciente.

A especialista elencou dez gatilhos mentais que fazem consumidores gastarem muito mais, especialmente em uma temporada de descontos como a Black Friday. Veja quais são eles:

1 — Gatilho de segurança

O gatilho de segurança tem sido especialmente usado pelas empresas na pandemia, diz Caroline. Em sua comunicação, as companhias reforçam a eficácia do produto ou serviço. Também destacam a segurança ao comprar daquele determinado negócio, ressaltando seus anos de experiência e a formação dos donos, por exemplo. Assim, empurram a decisão de compra.

Colocar depoimentos, fotos e vídeos de outros clientes também pode reforçar o gatilho de segurança. Pense naquelas fotos de “antes e depois” após um tratamento dentário ou um programa de emagrecimento, por exemplo (veremos mais no gatilho de prova social).

Nessa toada de segurança, a especialista em marketing recomenda que as empresas mostrem como estão adaptadas às normas de distanciamento social – com fotos de como os produtos são higienizados e de funcionários usando máscaras, por exemplo.

2 — Gatilho de coerência e razão

Esse gatilho busca incentivar a compra a partir de argumentos racionais. As companhias fazem uso de dados do produto ou serviço, de pesquisas ou de entrevistas com especialistas.

O objetivo é que o consumidor faça a compra com base na razão. Algumas empresas oferecem testes gratuitos, reforçando a possibilidade de comprovar os fatos apresentados.

3 — Gatilho de escassez

Esse é um dos gatilhos mentais mais conhecidos dos consumidores. Seu exemplo mais comum é o anúncio falando que algum produto está com o estoque quase acabando.

“O ser humano acaba dando valor quando vê que está perdendo sua possibilidade de escolha. Quanto mais raro, mais valioso”, diz Caroline.

É um gatilho mental muito efetivo, mas muitas empresas o usam. Por isso, negócios precisam fugir de exageros e evidenciar apenas uma escassez real.

“O consumidor não quer ser enganado. Perceber que a marca está forçando na comunicação apenas queima a oportunidade desse gatilho mental.”

4 — Gatilho de compromisso

Esse gatilho mental é mais usado no meio de uma negociação. A ideia é fazer o consumidor concordar com o vendedor sobre algum assunto correlacionado e, assim, ser condicionado a cumprir um acordo futuro. “Concordar com uma compra é uma decisão grande. Então, fazemos perguntas mais suaves: se o produto tem uma cor chamativa e atende o que o consumidor está procurando, por exemplo”, diz Caroline. Assim, é como se o consumidor fosse encaminhado para concordar com a decisão de compra em etapas.

5 — Gatilho de reciprocidade

De maneira similar ao gatilho anterior, empresas que ajudam seus clientes e mostram que estão envolvidas em suas causas acabam vendendo mais. É por isso que muitas investem em conteúdos que não falam apenas do seu produto ou serviço, como um restaurante que cria um blog de receitas.

“O cliente busca o melhor custo-benefício para si próprio. Quando vê a preocupação da empresa com isso, aumenta sua confiança e se sente em débito de alguma forma. Mesmo que não compre naquele momento, pode recomendar o negócio a outras pessoas”, afirma Caroline.

6 — Gatilho de afinidade

É mais fácil que as pessoas sintam empatia por quem se parece com elas. A empresa deve fazer um esforço para conhecer seu perfil de cliente e, a partir daí, criar um discurso que reflita os problemas por que ele passa. Entram técnicas de linguagem e de storytelling.

“Quando o negócio consegue se parecer com a pessoa, fica mais fácil para ela sentir uma sintonia e baixar sua guarda”, diz Caroline. Porém, é preciso que a empresa realmente conheça o consumidor: muitas vezes, a linguagem é percebida como forçada pelos usuários.

7 — Gatilho de curiosidade

Principalmente durante a Black Friday, despertar a curiosidade do consumidor é essencial. Fazer postagens com pílulas do que está por vir estimula e mente do futuro consumidor. Anunciar uma futura grande promoção, por exemplo, já o faz se imaginar comprando o produto e entrando em contato com a companhia.

O gatilho de curiosidade não vale apenas para lançamentos de produtos ou liquidações. A mesma lógica vale quando o negócio posta uma foto de uma nova loja que está sendo reformada.

8 — Gatilho de escolha

O gatilho da escolha consiste em direcionar o consumidor para a escolha desejada pela empresa. Para isso, o negócio pode apresentar uma opção que parece evidentemente pior.

Pense em um celular que tem o dobro do armazenamento e custa apenas R$ 100 a mais do que outro, por exemplo. Ou em uma porção de batatas-fritas bem maior por apenas R$ 1 mais cara.

Deixar esses produtos próximos leva o consumidor a optar pelo produto que teria aparentemente o melhor custo-benefício – e que gera uma melhor margem para a companhia. Ao colocar os dois produtos juntos, com preços parecidos, a chance de o cliente questionar se o produto de valor maior está caro diminui.

9 — Gatilho de autoridade

Colocar o negócio como uma referência no seu setor de atuação ou contratar pessoas que sejam autoridades para divulgar a marca são mais algumas formas de impulsionar a decisão de compra.

Para criar uma empresa que seja autoridade, postagens de premiações e participações em eventos podem reforçar a autoridade. Já para se tornar parceira de autoridades, é comum se associar a microinfluenciadores. A confiança na personalidade pode então ser transferida para o negócio, ainda que de forma inconsciente.

10 — Gatilho de prova social

“Movimento atrai movimento. Fotos de filas, anunciar o número de seguidores, contar quantas pessoas já compraram um produto: tudo isso serve para ativar o gatilho de prova social”, explica Caroline.

A estratégia cai como uma luva principalmente nas vendas online, porque a prova social também funciona para ativar o gatilho de segurança. Ver a avaliação de outros usuários pode ser essencial para decidir comprar um produto ou serviço. “Quanto mais consumidores falarem bem de você, maior a propensão de outras pessoas acharem o negócio bom também.”

(Fonte: https://newtrade.com.br/varejo/estes-10-gatilhos-mentais-fazem-consumidores-gastarem-muito-mais-na-black-friday/ )

Varejo deve faturar recorde de R$ 3,74 bi na Black Friday de 2020, diz CNC

O comércio varejista deve movimentar um recorde de R$ 3,74 bilhões em vendas na campanha de promoções da Black Friday deste ano, calcula a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Se confirmado, o faturamento será 6% maior que o dessa temporada de liquidações de 2019, quando somou R$ 3,67 bilhões. Descontada a inflação do período, as vendas terão crescimento real de 1,8% em relação a igual período do ano passado.

“Será a primeira data do varejo a registrar crescimento este ano, pelo menos até agora. Desde a Páscoa até o Dia das Crianças, todas as datas comemorativas registraram queda nas vendas”, lembrou o economista Fabio Bentes, responsável pelo cálculo da CNC.

O volume vendido pelo comércio eletrônico terá um salto de 61,4% na campanha de promoções da Black Friday deste ano, enquanto as lojas físicas venderão 1,1% a mais. No entanto, as vendas online motivadas pela data devem ficar em torno de R$ 400 milhões, enquanto os R$ 3,34 bilhões restantes serão arrecadados em lojas físicas.

“O peso da loja física ainda é muito maior que o do e-commerce. As vendas online cresceram muito nos últimos meses, mas a gente estima que a participação do comércio eletrônico no varejo esteja em torno de 8%”, justificou Bentes.

O levantamento considera que a nova onda de contaminação e internações pela covid-19 no País não se traduza em fechamento de estabelecimentos comerciais até a Black Friday. Se as medidas de restrição à disseminação do novo coronavírus forem novamente impostas nas próximas semanas, a projeção da CNC para uma elevação de 2,2% nas vendas do Natal deste ano em relação ao de 2019 pode ser ameaçada.

“As medidas restritivas que estão sendo consideradas neste momento ainda não foram implementadas, e a Black Friday já é na semana que vem. Então acho que isso não atrapalhará tanto o varejo físico neste momento, porque elas ainda serão anunciadas. Se tiver piora na situação da pandemia, aí sim o Natal pode ser afetado por essas novas restrições”, previu Fabio Bentes.

A Black Friday foi incorporada ao calendário do varejo nacional em 2010, mas já é a quinta data mais relevante para o setor, atrás do Natal, Dia das Mães, Dia das Crianças e Dia dos Pais, aponta a CNC.

Em 2020, o segmento de eletroeletrônicos e utilidades domésticas deve movimentar R$ 1,022 bilhão, seguido pelos ramos de hipermercados e supermercados (R$ 916,9 milhões), móveis e eletrodomésticos (R$ 853,4 milhões), vestuário, calçados e acessórios (R$ 328,7 milhões) e perfumaria e cosméticos (R$ 247 milhões).

Produtos com probabilidade de descontos efetivos

A CNC fez um estudo de preços para identificar os produtos com maior probabilidade de descontos efetivos e outros que poderiam cair no fenômeno informalmente conhecido como “Black Fraude”.

Segundo uma coleta diária de preços de mais de dois mil itens agrupados em 48 linhas de produtos ao longo dos últimos 40 dias encerrados em 15 de novembro, os produtos com mais chances de terem descontos atrativos são os consoles de videogame, que ficaram 19% mais baratos no período. Em seguida aparecem notebooks, 17% mais baratos no período anterior às promoções; games para PC (14% mais baratos); calça masculina (13% mais baratos); aspirador de pó e água (-11%), Smart TV Box (-10%); e tênis (-8%).

Na direção oposta, ficaram mais caros nas semanas que antecedem a Black Friday – e por isso menos propensos a descontos efetivos – os óculos de sol (10%), joystick (15%), camisas de clubes de futebol (17%), colchão (21%) e bicicleta (22%).

“A loja que vende uma bicicleta vai ter que dar um desconto de pelo menos 30% para chamar atenção. O desconto, para ser efetivo, teria que ser ao menos de 23%. E a gente pesquisa os cinco modelos de bicicletas mais vendidos em cinco lojas diferentes. A chance de todas darem o desconto é pequena. E a loja pode dar o desconto em apenas uma das bicicletas, nos outros modelos não. Por isso que a chance de um desconto efetivo de fato é maior num videogame, laptop, aspirador de pó”, explicou Bentes.

(fonte: https://www.infomoney.com.br/consumo/varejo-deve-faturar-recorde-de-r-374-bi-na-black-friday-de-2020-diz-cnc/ )

Puxado por Black Friday, varejo deve crescer até 3%; veja 7 dicas para faturar mais

Um dos momentos mais importantes para o varejo, a Black Friday deverá ser o motor do setor em novembro. A Federação do Comércio do Estado de São Paulo (FecomercioSP) prevê um aumento de até 3% nas vendas do comércio varejista em relação ao mesmo período do ano passado.

O movimento deve ser puxado, principalmente, por supermercados e materiais de construção. Para a data específica, a expectativa é que a demanda por eletroeletrônicos também tenha um desempenho melhor do que o do ano passado.

A Black Friday, que acontecerá no dia 27 de novembro, também servirá como um termômetro para as compras de Natal – que, segundo a Federação, também devem registrar crescimento em 2020. Caso as previsões se confirmem, o varejo terminará o ano com uma queda de 3%, um cenário melhor do que o previsto no início da pandemia de Covid-19.

Mas, se por um lado a Black Friday tem potencial de marcar o início da retomada econômica após um ano adverso, por outro, a abertura gradativa dos estabelecimentos não será suficiente para recuperar as perdas do setor em 2020. O grau de incertezas em relação à economia ainda é grande, principalmente em relação às variáveis de emprego e renda.

Como potencializar o faturamento 

A FecomercioSP dá algumas sugestões de práticas que os varejistas podem adotar nesta Black Friday. Confira:

  1. Planos de fidelização de clientes e descontos em produtos, que costumam ser as principais ações do varejo para a data, agora devem ser postos em prática, considerando um cenário de aumento do desemprego e redução paralela na renda – e, mesmo, na confiança dos consumidores.
  2. Os empresários até podem reduzir despesas para oferecer preços mais baixos na Black Friday, mas devem tomar cuidado para não comprometer as margens de lucro. Ou seja: para ter um bom resultado ao fim do mês, eles devem ir às contas: mensurar custos, checar o estoque antecipadamente e planejar a gestão de fornecedores para, só então, estipular os descontos que podem oferecer. Caso contrário, corre-se o risco de vender a preços muito baixos para atrair a demanda da Black Friday e contabilizar prejuízos depois que a data passar.
  3. Para o varejo físico, uma saída pode ser negociar preços com a cadeia de suprimentos já em outubro, especialmente dos produtos que ficaram encalhados ao longo do ano. Já para o e-commerce, a dica é que os varejistas se mantenham atentos ao fluxo do estoque, garantindo que os consumidores recebam os produtos dentro do prazo.
  4. A gestão de estoques, aliás, deve dar a tônica dos bons resultados do setor nesta Black Friday. Conceder descontos aos produtos que estão parados ou com baixo giro, hoje, é a principal estratégia para lucrar na data.
  5. A análise dos custos também deve ser feita para levar em conta outra prática comum nessa época do ano: o frete grátis. Em um período no qual muitos varejistas tiveram dificuldades no fluxo de caixa, assumir esse custo para vender mais pode significar, no fim, perdas substanciais.
  6. É importante ainda, principalmente para o varejo físico, que os protocolos sanitários em meio à pandemia continuem sendo praticados, como limitação no fluxo de pessoas, medição de temperatura e disponibilização de álcool em gel. No caso do e-commerce, medidas como atendimento agendado e serviço de entrega em esquema drive-thru também devem permanecer durante a Black Friday.
  7. Para as pequenas empresas do setor, enfim, esta Black Friday pode oferecer mais oportunidades do que desafios: com mais gente em casa, a tendência é a demanda também se direcionar para comércios locais. No entanto, eles só terão boas vendas se adotarem estratégias de proximidade com os (novos) clientes: promoções, brindes e mesmo a forma de se comunicar nas redes sociais, desde já, podem fazer toda a diferença.

(fonte: https://mercadoeconsumo.com.br/2020/10/26/puxado-por-black-friday-varejo-deve-crescer-ate-3-veja-7-dicas-para-faturar-mais/ )

Reflexos da suspensão do contrato de trabalho e da redução de salário no décimo terceiro salário

O SINDILOJAS BH apresenta a seguir, um resumo das principias dúvidas a respeito das consequências da suspensão do contrato de trabalho e redução de salário no Décimo Terceiro Salário.

Ressalvamos que a Lei 14.020/20 é omissa quanto a esses reflexos, o que torna o assunto bastante polêmico. Assim, não podemos afastar a possibilidade de entendimentos diferentes a respeito do tema.

Clique na imagem e confira:

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Pix, novo sistema de pagamento, entra no ar

Após 12 dias de operação restrita, na qual apenas alguns clientes selecionados pelas instituições financeiras puderam testar o sistema, entra no ar hoje (16), para todo mundo, o Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central (BC).

A ideia é que ele torne as transações financeiras mais simples e rápidas – as pessoas terão apenas de cadastrar uma “chave” (senha individual) no banco no qual têm recursos depositados e usar o próprio telefone celular para efetuar pagamentos ou transferências.

Para o BC, a entrada do novo sistema de pagamentos tem potencial de provocar uma mudança significativa no país. Entre outros pontos, a instituição acredita que o Pix vai baixar o custo e aumentar a segurança das transações; elevar a competitividade e a eficiência do mercado; incentivar a digitalização dos pagamentos no varejo; e promover a inclusão financeira da população.

Também tem o potencial de reduzir o dinheiro em espécie em circulação, o que já traria uma boa economia. “O papel-moeda é caro para autoridade monetária e para sistema financeiro. Transportar papel-moeda em um país continental é caríssimo, estimamos um gasto de cerca de R$ 10 bilhões por ano com empresas de transporte de valores, sem contabilizar outros custos de segurança pública”, disse, na semana passada, o diretor de organização do sistema financeiro e resolução do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello.

Como funciona

O Pix é um sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central. É um meio de pagamento, assim como são os boletos, a TED, o DOC, as transferências entre contas e os cartões de pagamento (de débito ou de crédito). A diferença é que o novo sistema permite que a operação seja feita em qualquer horário e com mais rapidez.

A expectativa do Banco Central é de que as operações sejam liquidadas em até 10 segundos. Isso significa que, quando um cliente pagar um restaurante durante a madrugada com o Pix, o dinheiro cairá quase instantaneamente na conta do estabelecimento. O Pix não é um aplicativo, mas um meio de pagamento que será oferecido pelos prestadores de serviço de pagamento, como bancos e fintechs, em seus diversos canais de acesso, principalmente o celular.

(fonte: https://www.otempo.com.br/economia/pix-novo-sistema-de-pagamento-entra-no-ar-1.2413353 )

Vendas de Natal devem cair 35%, avalia pesquisa

Com 24 anos de experiência no comércio, Roberto Santos tem percebido no balcão de suas lojas a mudança no comportamento do consumidor neste 2020. “As pessoas estão pensando duas vezes antes de comprar”, diz. Essa cautela que atinge o bolso do brasileiro deve se esticar até o Natal e resultar em queda de 35% das vendas. É o que revela pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Com lojas instaladas nos bairros Pompeia e Santa Efigênia, na região Leste da capital, o comerciante já prevê o faturamento menor, se comparado ao ano passado. “A alta do dólar provocou aumento no valor da matéria-prima, e os custos subiram. Parte disso acaba sendo repassado ao consumidor final”, diz o empresário, à frente da Quase Tudo Presentes e Variedades. Ele calcula cerca de 30% a menos nas vendas para o período natalino.

O levantamento da CNDL, feito em parceria com a Offer Wise Pesquisas, estima que 54% dos consumidores das cidades brasileiras devam comprar presentes no próximo Natal. Em 2019 esse índice foi de 77%. O valor em vendas deve despencar dos R$ 60 bilhões (2019) para R$ 38,8 bilhões (2020).

A alta de preços citada por Santos já é percebida por 65% dos participantes do mapeamento, que afirmam que os presentes estão mais caros. Pesquisar preços será a tática utilizada por 84% dos clientes consultados, seja em sites, aplicativos e redes sociais. Além da elevação de preços, a falta de produtos também vem atrapalhando o planejamento do lojista. “Para quem trabalha com importados o sofrimento é maior. Não estou encontrando 25% das minhas encomendas, como caixinhas de som, cabos e acessórios para celular”, informa Santos.

Os comerciantes contextualizam a queda nas vendas com o momento de pandemia, e compreendem o clima de insegurança financeira que afeta o consumidor. “A alta do desemprego e o fim do auxílio emergencial nos próximos meses contribuem para esse cenário. Ainda assim, a data continua sendo a principal época de compras dos brasileiros e trará uma importante movimentação para o setor, que conta com as vendas do Natal para a retomada econômica”, afirmou José César da Costa, presidente do CNDL.

Clientes preferem comprar na internet

Como esperado, as compras online se difundiram ainda mais entre a freguesia, de forma que o local mais citado para efetuar as compras no próximo 25 de dezembro foi a internet e lojas online, com 47% das respostas. O comerciante que demonstrar facilidade com o uso das mídias sociais estará alguns passos à frente, e esse domínio é o que tem deixado Alcione Portela com as finanças em dia. Em sua loja Mimos e Cheiros, no Barreiro, a previsão é ter faturamento igual ao registrado no Natal de 2019. “Minhas vendas não caíram por causa do Instagram e delivery”, avalia. Como por ali as vendas de Dia das Mães, dos namorados e dos Pais bateram recorde – mesmo quando a loja estava de portas fechadas -, Alcione aposta que o mesmo deve acontecer no feriado do Papai Noel. “Meu volume maior de vendas ainda está sendo por entregas. As pessoas continuam se preservando. E eu mando uma sacolinha de presente cheirosinha”, diz.

(fonte: https://www.otempo.com.br/cidades/vendas-de-natal-devem-cair-35-avalia-pesquisa-1.2410949 )