Minas Gerais é o segundo Estado em adesão ao plano de redução da jornada

No primeiro mês de adesão em 2021 ao programa do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e Renda (BEM), que permite o corte de jornada e salário dos trabalhadores, entre 25% e 70%, ou até mesmo a suspensão temporária dos contratos dos funcionários, dados do Ministério da Economia mostram que quase 1,9 milhão de acordos foram feitos no país, entre empresas e trabalhadores, sendo 205.122 deles em Minas Gerais. O Estado é o segundo com o maior número de acordos, ficando atrás apenas de São Paulo (504.205).

As pequenas e médias empresas, que faturam até R$ 4,8 milhões por ano, representam 75,9% dos acordos registrados em Minas e mais de 71,4% das 39.061 negociações feitas em Belo Horizonte. Na comparação por atividade econômica, os setores de serviços e comércio – um dos mais afetados pela pandemia – lideram as negociações no Estado, com 106.349 (51,84%) e 50.594 (24,66%), respectivamente. Já na capital, o setor de serviços conta com 27.439 (70,24%) acordos, e o comércio, 8.331 (21,32%).

Para o professor de economia do Ibmec Paulo Casaca, esses números refletem um cenário onde as empresas estão tendo dificuldade de funcionar durante a pandemia. “Ter milhares de empresas em Belo Horizonte procurando um programa desse tipo demonstra que a preocupação da situação com a pandemia e o impacto dela nas empresas são grandes”, avalia.

Para ele, era esperado que pequenas empresas do setor de serviços e o comércio representassem a maioria das adesões ao BEM. “É o setor mais afetado pelas medidas de restrição e circulação na pandemia. São as empresas mais vulneráveis a essas medidas, que foram obrigadas a fechar para o atendimento ao público. E já era esperado que fossem as mais afetadas e que mais procurariam o BEM e o Pronampe, por não terem acesso ao crédito igual a grandes empresas”, disse.

Redução - Table

Lançado no fim de abril, o programa trabalhista emergencial segue os mesmos moldes da versão de 2020 e permite reduzir proporcionalmente a jornada de trabalho e o salário dos empregados por até 120 dias, cabendo ao governo fazer a complementação do salário do trabalhador. O benefício pago pelo governo equivale ao valor do seguro-desemprego que o empregado teria direito se fosse demitido. A expectativa do Ministério da Economia é atender 4,8 milhões de acordos ao custo de R$ 10 bilhões.

Leandro Rodrigues Nonato, 44, é diretor comercial e sócio da Copiadora Celta, uma empresa familiar que funciona há 75 anos no centro de Belo Horizonte. Após fazer a suspensão temporária dos contratos de trabalho dos nove funcionários no ano passado, em 2021 ele aderiu novamente ao BEM. “Estou indo para minha terceira adesão ao programa. Desta vez, fiz acordo com quatro funcionários, sendo dois com suspensão temporária e os outros dois com redução de jornada e salário em 50% e 70%”, conta Nonato.

O empresário precisou demitir um funcionário no início de maio e ficou com uma equipe de oito pessoas na loja. Ele relata que quase desistiu de uma nova adesão ao BEM. “Estava descrente de que o programa iria sair neste ano e já estava quase desistindo. Fui obrigado a embarcar pela terceira vez em empréstimos bancários para arcar com questões trabalhistas, pagamento de fornecedores e impostos. Se não fosse esse recurso do BEM, eu não estaria mais aberto. A salvação do comércio no Brasil foi esse benefício que o governo federal nos concedeu”, afirma.

Empresário teve que demitir

A demora do Ministério da Economia em relançar o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e Renda (BEM) neste ano, após adoção de restrições ao comércio ao longo de 2021, foi motivo de críticas de especialistas e obrigou alguns empresários a demitir funcionários. Esse foi o caso de Adelcio de Castro Coelho, 54, dono do restaurante Boi Vindo, no bairro Sagrada Família, na região Leste da capital.

Dos 23 empregados que ele tinha no final de 2020, 15 foram demitidos neste ano. “Em 2020, enquanto o BEM durou, eu usei o programa em todas as modalidades. Em dezembro, ele acabou e esses últimos quatro meses foram determinantes para eu confirmar muitas demissões, porque não tinha de onde tirar dinheiro para continuar com os funcionários em casa”, conta.

(fonte: O Tempo)

 

Empresas têm até agosto para negociar ICMS atrasado em MG

O Governo de Minas divulgou no Diário Oficial do Estado, nesta quarta-feira (26), as regras para o Refis (Programa de Regularização Tributária) do Recomeça Minas, projeto criado pela Assembleia Legislativa para estimular a recuperação econômica no Estado.

Na prática, o Refis vai conceder descontos às empresas para pagamento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) atrasado que tenha sido registrado até dezembro de 2020.

A dívida poderá ser parcelada em até 84 vezes, com desconto que varia de 50% a 90% dos juros, multas e outros acréscimos legais (veja na tabela abaixo). A parcela mínima deve ser de R$ 500.

 

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Recomeça Minas

O programa Recomeça Minas foi sancionado pelo governador Romeu Zema (Novo) no último dia 21 de maio. Ele foi criado pela ALMG com o objetivo de estimular a retomada econômica no estado. Ele é dividido em três eixos.

No primeiro deles, que trata da regularização tributária, a ALMG calcula que a arrecação deve chegar a R$ 2 bilhões em 2021 e mais 5 bilhões nos próximos três anos.\

O dinheiro será usado para financiar os outros dois braços do projeto: um programa de desconto em tarifas e incentivos fiscais aos setores mais afetados pela pandemia e o pagamento de uma parcela de R$ 600 como auxílio emergencial às famílias que vivem com até R$ 89 por mês. O repasse deve ser feito no mês de agosto, quando chega ao fim o auxílio emergencial do Governo federal.

(fonte: Record )

Funcionamento do comércio lojista no feriado de 3 de junho – Corpus Christi, em Belo Horizonte

O SINDILOJAS BH informa que o comércio lojista poderá convocar seus empregados para trabalhar no feriado de 3 de junho de 2021 – Corpus Christi, na cidade de Belo Horizonte.

O trabalho neste feriado somente será permitido para as empresas do comércio que estiverem em dia com a Taxa de Convenção Coletiva dos dois últimos anos, devida ao SINDILOJAS BH, e de posse do Certificado de Regularidade (Cláusula 45ª da CCT).

O Certificado de Regularidade deve ser obtido junto ao SINDILOJAS BH através dos telefones 32725987, ou e-mail qualidade@sindilojasbh.com.br

Em razão da pandemia do COVID-19, os horários de funcionamento do comércio lojista em Belo Horizonte são os seguintes neste feriado de 3 de junho, nos termos do Decreto Municipal 17.604, de 6 de maio de 2021:

Comércio de rua: entre 9h e 20h
Atividades autorizadas em funcionamento no interior de galerias de lojas e centros de Comércio: entre 9h e 20h
Atividades autorizadas em funcionamento no interior de shopping centers: entre 10h e 21h

Uma em cada três empresas teve afastamento por Covid

Uma em cada três empresas brasileiras cita a existência de trabalhadores em licença por Covid-19 entre os problemas enfrentados durante a pandemia.

O número é parte da sondagem especial realizada pelo FGV-Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) em abril.

Os dados mostram que setores que enfrentaram menos restrições de funcionamento neste ano são aqueles com maiores índices de empresas que citam a questão da contaminação de funcionários.

No geral, 34% das empresas reportaram afastamento de funcionários aos pesquisadores. No levantamento anterior, realizado em outubro do ano passado, eram 22%.

Na indústria, o percentual passou de 24% para 42% nesses seis meses. O segmento de vestuário se destaca nos dois levantamentos com os maiores percentuais, ambos próximos de 75%.

Na construção, passou de 25% para 39%, chegando a 47% nas edificações residenciais.

No comércio, que enfrentou mais restrições, o número continua em torno de 25%. Hiper e supermercados, que são serviços essenciais e não fecharam, apresentam percentual acima da média do setor (31%).

Nos serviços, as empresas que citam afastamentos passaram de 18% para 32%, resultado puxado por segmentos como serviços administrativos, transporte rodoviário e armazenagem e correio, todos em torno de 40%.

O levantamento do Ibre também mostrou aumento de problemas psicológicos de funcionários decorrentes do isolamento social, de 6% para 7,8% das empresas. Houve crescimento em todos os setores, exceto no comércio.

Foram consultadas 4.046 empresas de 1º a 28 de abril em todo o país, por telefone e formulário eletrônico.

Gregori Pizzanelli Leccese, sócio de uma malharia retilínea de pequeno porte na capital paulista, afirma que muitas companhias do segmento têxtil reduziram o número de funcionários desde 2020 e trabalham com o mínimo necessário para atender a demanda.

A empresa fornece peças de vestuário para marcas tradicionais e sofre, indiretamente, com a redução nos pedidos e o fechamento do comércio por causa da pandemia.

A malharia já teve o afastamento de uma colaboradora que testou positivo para Covid-19 e de outros trabalhadores com suspeita, mas que tiveram resultado negativo. Também convive com casos de prestadores de serviços ou fornecedores que enfrentam o mesmo problema, afetando a cadeia de fornecimento e a manutenção de maquinário.

(fonte: O Tempo)

BC muda regras de contratação de cartão de crédito

Banco Central (BC) anunciou mudanças na norma para contratação de cartões de crédito (contas de pagamento pós-pagas) e de contas de pagamento pré-pagas no Brasil. As mudanças buscam alinhar a norma destes dois produtos às regras que tratam de contas correntes (contas de depósitos). A nova norma passará a valer em março de 2022.

Por meio da Resolução BCB nº 96, o BC eliminou, a “lista taxativa de informações cadastrais mínimas dos clientes para a abertura de contas de pagamento pré e pós-pagas”. Segundo a autarquia, a definição das informações que serão pedidas ficará a critério de cada instituição, dependendo do perfil do cliente. O BC também incluiu nas regras “novos procedimentos com vista a facilitar pedidos de encerramento dessas contas”.

Fatura do cartão

A resolução do BC revisou ainda os itens que devem compor a fatura das contas de cartão de crédito. Houve a inclusão da “necessidade de constar saldo total consolidado das obrigações futuras contratadas, como parcelamentos de compras, de operações de crédito e de tarifas”.

Além disso, a nova norma “define disposições mínimas que devem constar do contrato; e torna obrigatório o encaminhamento ou disponibilização ao titular, por meio físico ou eletrônico, do cartão de crédito e dos respectivos demonstrativos e faturas, de acordo com a forma e o canal escolhidos pelo titular entre as opções disponibilizadas pela instituição”.

(fonte: Mercado e Consumo)

Empresas oferecem desconto no Pix para receber à vista

O Pix, modalidade de pagamento instantâneo do Banco Central, além de ter caído no gosto do brasileiro – são mais de 230 milhões de chaves cadastradas –, está sendo usado por pequenos empresários de Belo Horizonte para oferecer desconto ao cliente na hora de pagar suas compras.

David Alves, 38, dono da Central Cestas, que vende cestas de chocolate e de café da manhã, é um exemplo. Com 12 anos de mercado – quatro em loja física e oito online –, ele adotou, desde novembro, quando o Pix surgiu, desconto de 10% para pagamento com Pix.

“Os clientes procuram comodidade e praticidade. E o Pix ajuda, pois reduz a quantidade de dados que a pessoa precisa inserir na hora de pagar e a chance de erros”, conta.

A iniciativa, além de agradar à clientela, ajudou Alves a economizar em taxas de manutenção das contas que ele mantinha em cinco bancos. “A gente tinha conta em cinco bancos para facilitar o pagamento online e a vida do cliente. Eu pagava cerca de R$ 500 de taxas, mas, com do Pix, cancelei quatro contas, eliminei um custo e abri uma conta digital, que não tem tarifa, só pra receber os valores do Pix”, explica.

Ele ainda não conseguiu mensurar o aumento das vendas feitas com Pix, mas diz que ao menos 10% dos clientes que compravam no cartão de crédito migraram para o Pix. “Antes, quando o cliente ia comprar e tinha que fazer transferência bancária, ele optava pelo pagamento no crédito”, afirma.

Fechado

Com o fechamento do comércio não essencial na pandemia, a empresária Rafaela Alcantara, 40, criou uma versão virtual da loja Sotilé, no ramo de pijamas e moda íntima há 13 anos, em Belo Horizonte. E, desde o surgimento do Pix, oferece 8% de desconto para o cliente que optar por essa modalidade. A iniciativa ajudou a incrementar as vendas.

“É impressionante, principalmente com o comércio fechado. Em todas as vendas pelo WhatsApp e pelas redes sociais, as pessoas pagam pelo Pix. Houve uma migração, principalmente, dos clientes que pagavam antes no débito, e eu não conseguia dar desconto por causa da taxa da maquininha. Agora eles preferem o Pix na hora de pagar”, conta.

Para a empresária, o pagamento instantâneo é uma comodidade que veio para ficar. “Vender pelo Pix é como receber à vista, porém é mais seguro porque não precisa movimentar dinheiro em espécie na loja nem correr risco ao sair para ir ao banco. O recurso cai na conta na mesma hora, independentemente de ser sábado ou domingo, e tenho segurança para despachar o produto porque o cliente já pagou”, diz.

Taxa

O analista do Sebrae Minas Igor Robert Martins acredita que o Pix pode ser uma estratégia para alavancar as vendas, em especial dos pequenos negócios.

“Ele é muito prático, fácil, e o recurso cai na conta em menos de dez segundos. Na pandemia, as pessoas estão preferindo compras online, e, como o Pix tem um custo menor para o recebedor, a empresa pode oferecer descontos para estimular os pagamentos à vista”, diz.

Outra vantagem do Pix é o fato de ele diminuir a necessidade de capital de giro e da antecipação de recebíveis. “Quando a empresa vende a prazo, financia o cliente e só vai receber daqui a até 40 dias. Às vezes, uma empresa vende R$ 10 mil a prazo e acaba antecipando o recebível para honrar algum compromisso financeiro, uma prática muito comum, mas que envolve custos”, explica.

Martins salienta, porém, a necessidade de o empresário entender a precificação das mercadorias. “É importante saber se o desconto cabe no preço desse item, sem impactar a margem de lucro. Outra dica é avaliar as condições oferecidas pelas instituições financeiras, porque o Pix é gratuito para pessoa física, mas tem um custo para a jurídica”, conclui.

 

(Fonte: O Tempo)

 

Sete em cada dez empreendedores fizeram vendas online na pandemia

Sete em cada dez micro, pequenas ou médias empresas (73,4%) do país estão fazendo vendas online durante a pandemia do novo Coronavírus. Isso é o que revelou uma pesquisa feita pela Serasa Experian com 508 empreendedores, realizada no mês de fevereiro.

Desse total, 83,1% pretendem manter a realização dos negócios pela internet mesmo quando a pandemia acabar.

Dentre os canais mais utilizados para as vendas estão as redes sociais, principalmente o WhatsApp (72%).

Na pesquisa, os entrevistados revelaram ainda que a venda online ajudou a atingir públicos diferentes 51% das respostas mencionaram isso, criou mais exposição para o seu negócio (44,8%) e permitiu atingir novas regiões (34,5%).

A pesquisa também mostrou que 24,8% dos empreendedores têm buscado empréstimos e financiamentos para manter seus negócios. Dentre as empresas que mais requisitaram empréstimos ou financiamentos estão as do setor de comércio (38,1%).

(fonte: Hoje em Dia)

Dia das Mães 2021: Vendas presenciais crescem 66% no varejo

A receita movimentada pelas compras presenciais no Dia das Mães cresceu 66% neste ano, na comparação com a mesma data do ano passado. Segundo transações realizadas pela Rede, empresa de meios de pagamentos do Itaú Unibanco, o faturamento das vendas online também seguiu em alta, registrando aumento de 32%.

Considerando todas as transações realizadas via Rede, incluindo o comércio presencial e online, o último Dia das Mães registrou um acréscimo de 57% ao faturamento dos varejistas, se comparado a 2020. Além dos itens de vestuário, que geraram incremento de 200% nas vendas, outros setores que se destacaram pelo bom desempenho relacionado à data foram Beleza (+155%) e Restaurantes (+130%) – neste último, os dados não incluem transações via aplicativos de delivery.

Para Rodrigo Carneiro, diretor da Rede, apesar da dificuldade imposta pelo contexto atual, há muitos varejistas criativos e resilientes que têm alcançado bons resultados nas vendas.

Outra pesquisa relacionada à data comprova que o resultado deste ano foi bem mais positivo do que o de 2020. O levantamento da Dito, empresa de CRM para o mercado de varejo omnichannel, mostra que, ao todo, foram 3.739.688 compras realizadas, mais que o dobro do que da marca de 1,5 milhão alcançada no mesmo período de 2020. Essa movimentação gerou R$ 2,5 bilhões em receita, contra R$ 668 milhões do ano passado.

A empresa realizou um levantamento das compras efetuadas entre os dias 8 de abril e 8 de maio de 2021 com 140 marcas dos segmentos de vestuário, calçados, acessórios, joias, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, alimentos, beleza, flores e presentes.

(fonte: Mercado e  Consumo )

Reunião para aceleração do projeto lei 97/2021 que trata sobre Moratória

Aconteceu agora na Câmara Municipal de Belo Horizonte reunião com 16 entidades do comércio, incluindo o Sindilojas BH & Região, para entrega do pedido oficial de apoio ao Projeto de lei 97/2021 que trata sobre Moratória. A entrega foi feita ao Presidente da Câmara dos vereadores Nely Aquino, e a Mesa diretora da casa.

O Projeto de lei que trata sobre a Moratória estabelece novas medidas de incentivo à regularização tributária e à recuperação da atividade econômica do Município, em razão das consequências da epidemia da COVID-19 E DO PROJETO DE LEI “REFIZ”, que autoriza o poder executivo a conceder, por meio de programa especifico e temporário, descontos para pagamento, à vista ou parcelado, de créditos em favor do município, e dá outras providencias.

Atendendo tais solicitações, o segmento do comércio da Capital estará com instrumentos que viabilizarão sua capacidade de recuperar suas atividades financeiras e em honrar seus compromissos, acarretando em aumento do quadro de vagas de empregos e tornando rápida a retomada do desenvolvimento econômico e social de Belo Horizonte.

Confira o ofício:

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Número de mercados que entram em plataforma do iFood cresce 134% em 1 ano

O número de lojas que passaram a vender no SiteMercado, plataforma de mercados do iFood, cresceu 134% entre abril de 2020 e abril deste ano. Da mesma forma, o número de usuários cresceu 52% no mesmo período, enquanto o GMV, que é o volume total de vendas no mês, somando todas as lojas, aumentou 56%.

O SiteMercado já havia registrado um aumento expressivo desses índices no primeiro trimestre deste ano, todos impulsionados pelo mês de março em decorrência de restrições em vários municípios brasileiros. No levantamento do primeiro trimestre, houve aumento de 247% no número de novos usuários; 91% nos números de pedidos e 82% no volume de vendas.

“Os varejistas estão atualizados com as mudanças que estão ocorrendo no mundo e perceberam que precisam entrar no digital para continuarem entregando um serviço de qualidade, ou até mesmo de qualidade superior, além de continuar competitivo. Este era um processo que já estava ocorrendo, mas a pandemia acelerou esta curva”, afirma o líder de Growth do SiteMercado, Victor Gamberini.

O movimento não está restrito, claro, ao setor de supermercados. Dados do índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) em parceria com o Neotrust/Movimento Compre & Confie mostram que o e-commerce brasileiro cresceu 73,88% em 2020.

Mudança no perfil do comprador

A líder de Produtos do SiteMercado, Patricia Graciely, diz que as empresas foram “forçadas” a promover transformações nos seus negócios, adaptando o modelo que trabalhavam para manter suas portas abertas, saindo do padrão tradicional para o digital. “As empresas que já vinham se preparando com o uso da tecnologia no seu dia a dia saíram na frente”, destaca.

Além da mudança no atendimento dos supermercados, o perfil do comprador também passou por transformações. Muitas pessoas tiveram de trabalhar de casa e, tanto pela segurança quanto pela comodidade, começaram a fazer as compras de supermercados por meio de plataformas como o SiteMercado, que hoje oferece os serviços tanto por aplicativo quanto por site.

Essa mudança de comportamento fez com que o a plataforma de mercados do iFood aumentasse o número de novos parceiros e que o time de funcionários crescesse, indo na contramão de muitos setores da economia.

(fonte: Mercado e Consumo )