Funcionamento do comércio em Belo Horizonte

FUNCIONAMENTO DO COMÉRCIO EM BELO HORIZONTE

A Prefeitura de Belo Horizonte, atendendo solicitação do SINDILOJAS BH e de outras entidades representativas, manteve, por ora, o funcionamento do comércio nos horários já estabelecidos desde o dia 18/12, previstos no Decreto Municipal nº 17.503.

De acordo com a entrevista do o senhor Prefeito de Belo Horizonte nesta data, Alexandre Kalil, a Prefeitura vai acompanhar a evolução dos índices de contaminação pelo COVID-19 até a próxima semana.

Dependendo da evolução dos números de contaminação, a Prefeitura de Belo Horizonte poderá determinar novamente o fechamento do comercio na Capital.

Assim, para que mais esta vitória do SINDILOJAS BH seja efetiva, ressaltamos, novamente, a necessidade de toda população, lojistas e consumidores, de respeitarem os protocolos de segurança para evitar a propagação do COVID-19.

SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMÉRCIO DE BELO HORIZONTE E REGIÃO – 30/12/2020

4º Termo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho/ Calamidade Pública

O Sindilojas BH & Região em cautela quanto à possibilidade de eventual suspensão das atividades do comércio, em decorrência do aumento nos casos de infecção pela COVID-19, celebrou o 4º Termo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho/ Calamidade Pública com o Sindicatos dos Empregados no Comércio de Belo Horizonte e Região Metropolitana.

Confira um resumo do termo: Clique aqui

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Confira o video com o Presidente do Sindilojas BH & Região, Nadim Donato abaixo:

Pequenos negócios em Minas Gerais estão pessimistas com as vendas de Natal

Então, é Natal! Dizem os otimistas com presságios de Boas-Novas. Mas, para muitos micro e pequenos empreendedores, enfim, é Natal!, já que 2020 acumula meses de perdas e números negativos. Entre os negócios que geralmente são impactados nesta época do ano, como o comércio, 35% estão na expectativa que o faturamento e as vendas vão ser piores neste ano em relação a 2019.

Com as portas praticamente fechadas até setembro, o microempreendedor Eider de Jesus Batista até teve um “pequeno respiro” no Natal, mas que nem de longe vai salvar o ano. Proprietário da Loc Mania, que trabalha com aluguel de mesas, cadeiras e artigos para festas, ele teve queda de 97% nas vendas durante a pandemia.

“Comparando com o ano passado, em uma época dessas (de Natal) não teríamos nada mais disponível, e ainda temos muita coisa disponível. No início de dezembro, já teríamos tudo alugado em grande quantidade. Agora, as coisas saem muito picadinhas, e com isso, vamos ainda ter um gasto maior (na entrega)”, explica Batista.

O cenário de isolamento social provocado pela pandemia também refletiu nas contratações temporárias. Quase 80% dos donos de pequenos negócios afirmaram que não farão nenhuma admissão nesse fim de ano. Os dados são da pesquisa do Sebrae Minas feita em novembro e dezembro deste ano, com Micro e Pequenas Empresas (MPE) e Microempreendedores Individuais (MEI) do Estado.

“Isso mostra ainda uma insegurança por parte dos empresários, insegurança em novas restrições, em fechamentos. Recentemente, com aumento de novos casos de coronavírus, essas preocupações ficam ainda mais fortes”, explica Paola La Guardia, analista do Sebrae Minas.

Ainda conforme o levantamento, cerca de 30% dos entrevistados recebem o auxílio emergencial.  Dos que recebem o auxílio, a maioria (90%) são MEI. Caso o recurso concedido pelo governo não seja pago no próximo ano, 62% dos empresários mineiros afirmaram que terão que investir mais tempo em seus negócios, aumentando as chances de diminuir o isolamento social, já que 77% desses responderam que sairão de casa quando necessário.

Cerca de 1/3 dos MPE e MEIs espera melhorar as vendas no Natal

Para 31% dos entrevistados pelo Sebrae, a expectativa é melhores vendas neste ano em compração com 2019, no setor de comércio, sendo que 17% acreditam que será igual ao ano anterior. Outros 20% de MPE e MEIs não souberam responder se as vendas seriam melhores ou piores no último mês do ano.

“Isso indica que muitas empresas ainda têm expectativas boas quanto as vendas do Natal para recuperar parte das perdas ao longo do ano causadas pela pandemia”, reforça Paola La Guardia.

Ela ainda explica que a expectativa de vendas para o Natal varia conforme o setor. “O setor de comércio tem uma visão mais equilibrada. O setor de construção civil está mais otimista, quase 40% acredita na melhora nas vendas, e o de serviços está mais pessimista, com quase a metade dos estabelecimentos acreditando em uma piora no faturamento na data”, complementa.

Apostando nessa positividade das vendas de Natal, microeemprendedores da Feira Minas já colhem os frutos após pouco mais de dois meses de inauguração de uma nova unidade, na região da Pampulha, em Belo Horizonte. Com 110 lojas ocupadas, de um total de 135, quase 70% dos empresários do lugar sequer tinham uma loja física antes da pandemia.

“Pensando nisso, a gente oferece suporte para o comerciante, dando cursos sobre como otimizar as vendas no meio físico, tal como montagem de stands e vitrines”, explica Pedro Maia, sócio da Feira Minas Unidade Pampulha.

O mall tem recebido cerca de 1.000 pessoas diariamente. O acesso de visitantes é controlado na entrada, e empreendedores são orientados a usar máscaras o tempo todo, ter álcool em gel nas lojas e a higinizar constamente provadores. “Nós estamos vencendo essa crise”, finaliza Maia.

(fonte: https://www.otempo.com.br/economia/pequenos-negocios-em-minas-gerais-estao-pessimistas-com-as-vendas-de-natal-1.2427771?fbclid=IwAR05CBA-tNpdk6RhxrbPm2RKzpdYrpBQwMGHb1Ts8MtwtK-LVj-3wiBVZkM )

E-commerce deve crescer 30% neste Natal e faturar R$ 110 bi em 2021

As vendas do e-commerce no Brasil em 2021 devem crescer 26%, o que levaria o setor a um faturamento de R$ 110 bilhões. Uma pesquisa realizada pela EbitNielsen no quarto trimestre com consumidores que compraram online indicou que 95% dos respondentes pretendem continuar comprando online.

A consultoria também divulgou a expectativa para o Natal deste ano, com alta esperada de 30%, para R$ 3,38 bilhões em vendas. O período contabilizado é de 10 a 24 de dezembro.

O resultado de 2021, no entanto, será limitado pela retomada mais gradual da economia, expectativa de aumento da taxa básica de juros e inflação mais alta.

“O ano que vem é de incertezas sobre confinamento, vacinação, expansão do vírus, fim do auxílio emergencial e desemprego em níveis elevados. Isso impõe limites a toda economia e o e-commerce não ficará de fora”, afirmou a líder de EbitNielsen, Julia Avila.

De acordo com os números da EbitNielsen, o resultado de 2021 virá acompanhado de um incremento de 16% no número de pedidos, para 225 milhões, e uma expansão de 9% no valor médio das vendas, para R$ 490.

As categorias que mais se devem destacar nas vendas online, conforme a EbitNielsen, são: Alimentos e Bebidas; Arte e Antiguidade; Bebês e Cia; Casa e Decoração; Construção.

Em relação à expectativa do Natal, os números esperados indicam um ritmo ainda mais forte que o registrado na Black Friday, que cresceu entre 26 e 30 de novembro 26,4%, o melhor desempenho desde 2014.

“Teremos um Natal com vendas relevantes no e-commerce porque o agravamento da pandemia vai fazer com que as pessoas utilizem ainda mais o ambiente online”, explicou a líder de EbitNielsen.

(fonte: https://newtrade.com.br/varejo/e-commerce-deve-crescer-30-neste-natal-e-faturar-r-110-bi-em-2021/ )

Confira os horários do comércio lojista a partir de 19/12/2020

Comércio de rua: – Segunda a sábado entre 9h e 20h
Atividades autorizadas em funcionamento no interior de galerias de lojas e centros de comércio: Segunda a sábado entre 9h e 20h
Shopping Center: – Segunda a sábado entre 9h e 20h

* Funcionamento do domingo do dia 20 de Dezembro fica estabelecido de acordo com a tabela acima.

Sugestão de horários Sindilojas BH para funcionamento do comércio entre 24 e 31/12

Comércio de rua: Segunda a sábado entre 9h e 18h
Atividades autorizadas em funcionamento no interior de galerias de lojas e centros de comércio: Segunda a sábado entre 9h e 28h
Shopping Center: Segunda a sábado entre 10h e 18h

O SINDILOJAS BH ressalta a necessidade de todos os lojistas e consumidores observarem os protocolos de vigilância sanitária, como forma de prevenção à epidemia da COVID-19, previstos na Portaria 312, da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, e na Portaria Conjunta nº 20, do Secretário Especial de Previdência e Trabalho.

Pix é visto com receios entre os negócios de pequeno porte

O Pix, novo meio de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central (BC), já entrou em funcionamento, mas, mesmo assim, continua gerando dúvidas entre empresários, principalmente os donos de micro e pequenos negócios. Ainda que o smartphone seja um aparelho popular e a internet um ambiente dominado por boa parte da população, a convivência com as instituições financeiras ainda deixa muita gente receosa. Segundo dados de uma pesquisa do Instituto Locomotiva feita em 2019, existem cerca de 45 milhões de “desbancarizados” no Brasil.

O certo é que, como em outros tempos, cheques e cartões de crédito passaram de novidade a instrumentos indispensáveis na vida de empresas e consumidores, o Pix veio para nos fazer esquecer como era a vida sem ele e todos precisam dominar a tecnologia sob pena de ficar fora do mercado.

De acordo com o advogado especialista em privacidade de dados e tecnologia do BVA Advogados, Gustavo Fiuza Quedevez, as principais dúvidas são a respeito da segurança e isso explica a campanha publicitária forte feita pelos bancos quanto a esse assunto. Para ele, informação nunca é demais e pedir ajuda a um profissional para entender o sistema pode evitar muita dor de cabeça.

“É claro que vão acontecer fraudes, mas em um número bem mais baixo que com o cartão de crédito. Só de ser uma ferramenta com maior segurança, inclusive com menos compartilhamento de dados, esse risco é diluído. Sob a ótica comercial, quanto mais fluída a relação entre empresa e consumidor, tanto melhor. Vale a pena bater um papo com o advogado para entender o que está acontecendo, porque as pessoas não vão ler os termos de uso. O próprio site do Bacen tem uma área de informações muito boa. É preciso pesquisar porque o empresário vai ser o consultor do cliente também”, explica Quedevez.

A nova modalidade é uma revolução. Até agora, os pagamentos realizados por meio de TED, DOC e NF seguiam determinado horário e com um valor limitado, além de utilizar os dados da empresa ou da pessoa. Com o Pix, através do QR Code, o dinheiro vai ser transferido em qualquer dia, sem limite de horário ou de valor. E ainda, na transação tradicional, existe a cobrança que varia de valor de banco para banco, com o Pix, essa cobrança deixa de existir para a pessoa física e muitas instituições já anunciam a redução ou extinção de taxas também para as pessoas jurídicas.

“Os bancos perdem muito dinheiro com fraudes. Eles vão deixar de ganhar as taxas por DOC ou TED, mas vão deixar de perder com menos fraudes, e o saldo disso é positivo. O Pix também traz inclusão financeira. Tem uma parcela da população que começa a ter acesso ao sistema financeiro agora, por meio das fintechs. É uma parcela que consome e precisa ser atendida. Não tem como fugir da tecnologia, a legislação não vai conseguir acompanhar tão rápido”, pontua o advogado.

Segundo a especialista em finanças do IAG – Escola de Negócios da PUC-Rio, Graziela Fortunato, cautela nunca fez mal a ninguém e observar os acontecimentos e começar aos poucos é uma atitude prudente.

“O Pix é uma forma de pagamento muito mais simples e com menos custos. Como tudo novo, gera uma certa incerteza, dúvidas que serão resolvidas e você não vai nem lembrar que existiam outras formas de fazer transferência de valores. É claro que vamos passar por um período de ajustes e que toda cautela é válida. Aparentemente é mais insegura por não precisar de tantas informações, mas é justamente ao contrário. Podemos imaginar que a cédula vai desaparecer. Você vai comprar pipoca aproximando um celular do outro”, afirma Graziela Fortunato.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/negocios/ja-instituido-pix-ainda-gera-duvida-entre-mpes/ )

 

 

 

 

 

‘Novo normal’ até nas compras de fim de ano deixadas para a última hora

O normal pode até ser novo. Mas a mania de deixar para comprar presente na última hora continua igual. A menos de dez dias do Natal, o comércio de Belo Horizonte começa a registrar forte aumento na demanda. A pandemia não conseguiu mudar esse hábito, só que trouxe outros, como as compras híbridas, que começam nas plataformas online e terminam na loja. “O cliente faz o pedido via WhatsApp, a gente separa para ele aqui na loja, marca um horário e ele vem só para pagar e pegar. Assim, gente finaliza a operação com uma agilidade bem maior”, conta o gerente da Polo Wear, Daniel Alvim.

O sistema funciona como uma espécie de drive thru, que tem sido adotado por vários shoppings, como estratégia para garantir as vendas, sem deixar de lado a segurança sanitária. “Esse momento está exigindo novos hábitos e mais flexibilidade. Por isso, a gente oferece diferentes modalidades como compra online diretamente com a loja, o drive thru que o consumidor recebe o produto sem sair do carro e, quem preferir presencial, o shopping está aberto, seguindo todos os protocolos de segurança”, conta a gerente de marketing do Del Rey, Isabela Moreira.

A estratégia tem refletido em vendas. “Comparar com o Natal do ano passado não dá, por questões óbvias. Mas, no último fim de semana, a Polo teve um aumento de 10% a 12% em relação ao anterior. E para esse próximo, esperamos um crescimento do fluxo de 20% a 25%”, estima o gerente Daniel Alvim.

Segundo a Isabela, o movimento dos dias 12 e 13 de dezembro trouxe otimismo. “Nós vimos bastante consumidor andando pelo shopping com sacolas e os lojistas contentes com o resultado de vendas. A previsão para este fim de semana que antecede o Natal é de que esse movimento seja ainda melhor”, afirma a gerente de marketing do Del Rey.

No Minas Shopping, as sacolas também foram termômetro. “O último fim de semana foi muito bom. Mesmo com todos os protocolos de segurança, que restringem a capacidade de circulação, foi possível ver muita gente com sacolas, ou seja, as pessoas têm costume de passear, mas estão vindo realmente para comprar”, afirma a gerente de marketing Ana Paula Alkimin.

A empresária Cláudia Cravez Coelho comemora o aquecimento das vendas e ressalta a importância da tecnologia para agilizar as compras e garantir ainda mais a segurança aos clientes. “Eu tenho uma franquia da Kings Sneakers, que vende marcas conhecidas. Os consumidores olham o Instagram, mandam mensagens e já chegam mais focados no que querem”, conta. Ela também tem uma loja Havaianas, onde criou um catálogo ver os catálogos pelo celular. “Basta acessar o QR Code para olhar as fotos e escolher. Não precisa nem pegar no produtos. A compra fica mais rápida e segura”, conta Cláudia.

Vendas devem movimentar R$ 3,5 bilhões em Minas

O movimento da reta final acende a esperança de o comércio recuperar pelo menos parte das perdas acumuladas com os meses de fechamento impostos pela pandemia. O crescimento da demanda nesses últimos dias fez a Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisar para cima a projeção para o Natal deste ano. Até o início de dezembro, a estimativa de crescimento para as vendas do Natal era de 2,2%. Agora, o setor espera um aumento de 3,4% em todo o país. Se confirmado, será o maior aumento desde o Natal de 2017.

No Brasil, a expectativa é de que o Natal movimente R$ 38,1 bilhões. Em Minas Gerais, a previsão do setor é de R$ 3,48 bilhões. “A expectativa para o Estado é um crescimento de 2,8% nas vendas em relação ao Natal de 2019”, afirma o economista chefe da CNC, Fábio Bentes. Em 2019, as vendas de Natal cresceram 3,9% em Minas Gerais.

Bentes ressalta que o avanço será maior nas vendas online. Segundo a Receita Federal do Brasil, o volume de vendas no varejo virtual avançou 45% no período de março a setembro deste ano, ante o mesmo período do ano passado. A CNC estima que essa tendência deve se manter. “A circulação de pessoas nas ruas ainda está muito abaixo do normal. Por isso, as vendas via varejo eletrônico devem crescer mais de 60% neste ano”, afirma.

Apesar do crescimento, o comércio online ainda tem uma participação pequena em todas as vendas do Brasil. “Ainda vai demorar um tempo para chegar a 10%”, estima Bentes.

(fonte: https://www.otempo.com.br/economia/novo-normal-ate-nas-compras-de-fim-de-ano-deixadas-para-a-ultima-hora-1.2425351 )

Consumidor pretende comprar e gastar menos neste fim de ano, aponta pesquisa

As compras de Natal e Ano Novo de 2020 serão menores do que as do ano passado, de acordo com pesquisa da Boa Vista realizada com cerca de 400 consumidores de todo o Brasil. Segundo o estudo, 79% dos entrevistados afirmam que pretendem gastar menos neste ano do que em 2019, 14% vão gastar a mesma quantia e apenas 7% terão um fim de ano mais favorecido que o do ano passado. Em 2019, eram 67% os que pretendiam gastar menos, e 11% os que planejavam gastar mais do que no ano anterior.

Assim como o valor das compras, a quantidade de presentes deve diminuir neste fim de ano. Dos consumidores entrevistados pela Boa Vista, 79% vão presentear alguém nesse Natal. Mas 75% vão comprar menos presentes que ano passado, contra 63% em 2019. Outros 17% vão manter o número de presentes (eram 25% em 2019) e só 8% vão aumentar os presentes comprados (12% em 2019). Em média, os consumidores vão dar presentes a pelo menos duas pessoas, e o valor médio por presente será de R$ 58,65, uma queda de 2% em relação ao valor apontado em 2019.

Já o valor médio total das compras de fim de ano será, de acordo com a pesquisa da Boa Vista, de R$ 545,49, valor que, para 56% dos consumidores, corresponde a menos de 25% da renda familiar. Em 2019, o valor médio foi de R$ 564,96.

Confira, abaixo, alguns destaques da pesquisa:

Não vai dar presente por quê?

Entre quem não vai dar presente de Natal esse ano, 23% não o farão pois estão endividados (eram 26% em 2019). Já outros 20% apontaram o desemprego como explicação (25% em 2019), enquanto outros 20% não vão comprar presentes para priorizar pagamentos de outras despesas, como casa, escola ou médico, por exemplo (10% em 2019).

Ceia mais básica

A ceia de Natal também deve ser menos farta do que em 2019 para 46% dos consumidores. Para 42% será igual e apenas para 12% será mais farta em 2020 do que no ano anterior. Na pesquisa do ano anterior, eram apenas 27% os que teriam uma ceia menor. A crise trazida pela pandemia e o distanciamento social imposto por ela, fator que deve impossibilitar festas com muitas pessoas, podem ser a principal explicação para as ceias menores.

Meios de pagamento

De acordo com o estudo, 60% vão pagar as compras à vista e 40%, de forma parcelada, cenário semelhante ao de 2019, quando 63% indicaram pagamento à vista. O meio de pagamento mais utilizado será o cartão de débito, para 36% (ante 38% em 2019), seguido do dinheiro e do cartão de crédito, para 30% cada (ante 34% e 25% em 2019, respectivamente), 3% vão pagar com carnê ou boleto (mesmo número em 2019) e só 1% com cheque (0% em 2019).

Entre os 40% que vão parcelar as compras, 51% vão fazê-lo em quatro prestações ou mais (eram 39% em 2019), e o cartão de crédito será o meio de pagamento mais utilizado, para 92% dos consumidores (ante 94% em 2019).

Local de compra

A pesquisa aponta que 63% dos consumidores farão as compras em lojas físicas e 37%, pela internet. Em 2019, esses números foram de, respectivamente, 77% e 23%, indicando uma alta nas compras online esperada por conta da pandemia. Dos 37% que comprarão online, 89% se sentem seguros em fazer compras na web (ante 88% em 19), enquanto outros 11% têm algum tipo de insegurança (12% em 2019). Além disso, 73% consideram que há chance de fraudes durante as transações online, um aumento na comparação com o ano passado, quando estes eram 53%.

(fonte: https://mercadoeconsumo.com.br/2020/12/14/consumidor-pretende-comprar-e-gastar-menos-neste-fim-de-ano-aponta-pesquisa/)

Natal em Minas: 32,5% das empresas vão apostar em promoções, diz pesquisa

Segundo a Fecomércio de MG, o varejo quer aproveitar o Natal para melhorar as vendas, um estudo recente diz que 29,5% das empresas impactadas pela data festiva, estão otimistas. De todo o comércio, pelo menos 78,8% das empresas estimam impacto em suas vendas durante o Natal

O ticket médio esperado por 23,4% do comércio é de R$ 200, no cartão de crédito, considerando o parcelamento. Além disso, a expectativa é que na segunda quinzena de dezembro, principalmente às vésperas da data, seja movimentado 57,2% das vendas esperadas para o período.

Para alívio do consumidor que procura presentes, 32,5% das empresas irão adotar liquidações, promoções e vão investir em propaganda. Percebe-se claramente, que o Natal irá provocar um aumento nas vendas, aliado a preços melhores para atrair o consumidor.

A fábrica de panelas Multifon, aproveitando o aquecimento do comércio que geralmente vem com o Natal, realizou dias atrás um Outlet em Caxias do Sul. Isto demonstra que tanto a indústria quanto o comércio estão atentos ao aumento de consumo e a procura por panelas e outros itens de cozinha.

A indústria de utensílios domésticos seguiu forte, mesmo com a pandemia, segundo os Alumínios Sobral. Isto demonstra que será possível encontrar utensílios variados e de qualidade à disposição no mercado.

Além disso, como o comércio e varejo querem aproveitar o Natal para melhorar as vendas e subir o ticket médio, o consumidor irá encontrar preços e condições especiais. É bem provável que os lojistas, para aumentar o valor da venda por usuário, invistam em conjuntos e promoções com mais de um presente na mesma compra.

Materiais de fabricação, o sentido e papel que a panela ocupa 

Existem alguns materiais que já foram alvo de notícias fantasiosas como o alumínio e inox, onde o composto seria responsável até por causar Alzheimer. Vale lembrar que, realmente, o alumínio em excesso, pode causar problemas à saúde

Sobre o assunto, autoridades médicas conhecidas como o Dr. Drauzio Varella, em sua página na internet, garante que a panela de alumínio não torna os alimentos impróprios para o consumo. Já o Dr. Axe, médico naturalista internacional reconhecido, recomenda preferencialmente panelas feitas de ferro fundido, aço inoxidável, vidro, cobre e cerâmica.

Além disso, as panelas geralmente carregam parte da cultura e costumes de uma região ou país, tornando-se parte da tradição e do relacionamento das famílias brasileiras. Como deixa em evidência Carla Dias, no livro ‘Panela de barro preta: a tradição das Paneleiras de Goiabeiras, Vitória-ES’.

A autora discorre nas 138 páginas do seu livro, como a panela e a culinária são responsáveis por moldar a cultura de uma região e de trazer acolhimento. No livro, é possível encontrar a história de várias famílias que estão ligadas à culinária, e as tradicionais panelas de barro pretas de Goiabeiras

Portanto, percebe-se que para a cidade de Vitória – ES as panelas alcançaram uma significação capaz de traduzir os costumes e organização social do local.

Quais os cuidados na hora de escolher um jogo de panelas?

Tendo em vista o que foi falado até aqui, nota-se que é importante considerar duas coisas na hora de escolher um  jogo de panelas. Em primeiro, é necessário prestar atenção no material e na qualidade, depois o significado que a panela irá ocupar na família, para a pessoa presenteada.

Além disso, existem autoridades médicas nacionais e internacionais que atestam a segurança dos materiais utilizados na fabricação das panelas, presentes no mercado brasileiro. Vale lembrar, que um utensílio doméstico para ser vendido precisa passar em testes, e ser aprovado por órgãos regulatórios.

Já através do livro da autora Carla Dias, percebeu-se que o costume e a cultura devem ser considerados durante a escolha. Por exemplo, se quem irá receber o presente é adepto de pratos tradicionais, com panelas de ferro ou barro, esta será uma boa opção.

Por outro lado, se a personalidade do presenteado é mais prática, uma panela de inox é uma ótima opção, já que é durável e funciona. Já se o presenteado é mais alegre e gosta de cores vivas, existem lindas panelas esmaltadas

Afinal de contas, cada família tem a sua própria cultura, gostos e costumes, que os integrantes bem conhecem. Decidir considerando isto, pode levar a pessoa que comprará o presente a acertar ainda mais na sua escolha.

Outras opções de presentes para o Natal

Segundo a Fecomércio de MG, o Natal vai alterar em quase 90% as vendas de móveis, eletrodomésticos, artigos de uso pessoal e doméstico. É, portanto, uma tendência de mercado que as pessoas busquem produtos de cozinha. Vale a pena comentar, existem várias opções, além do jogo de panelas.

Outro presente interessante para o Natal é um jogo de jantar e faqueiros, que, de forma semelhante ao conjunto de panelas, podem ser uma boa ideia. Além disso, é possível optar por eletrodomésticos, como mixer, batedeira, liquidificador, processador de alimentos, torradeira e fritadeira elétrica.

Concluindo, quando o objetivo é comprar itens de cozinha, como jogo de panelas, de talheres ou conjunto de jantar, considera-se a qualidade do item e a personalidade de quem vai ganhar o presente. Vale lembrar que a segurança geralmente é garantida por um órgão regulatório, e o gosto, personalidade e cultura interna da família e região variam de acordo com o lugar.

Por fim, existem diversas alternativas no mercado e é possível escolher considerando os preços, quantidade de itens, durabilidade e gosto pessoal. Além do mais, fora os jogos de panela, ainda é possível encontrar outros itens de cozinha, que podem ser úteis para o presenteado.

(fonte: https://www.otempo.com.br/economia/natal-em-minas-32-5-das-empresas-vao-apostar-em-promocoes-diz-pesquisa-1.2423785 )

Sete das 8 atividades do varejo avançam em outubro ante setembro, diz IBGE

O comércio varejista manteve a tendência de crescimento disseminado em outubro. Sete das oito atividades varejistas registraram avanços nas vendas em relação a setembro, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na média global, o volume vendido cresceu 0,9% em outubro ante setembro.

Os avanços ocorreram em Tecidos, vestuário e calçados (6,6%), Livros, jornais, revistas e papelaria (6,6%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,7%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (2,3%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,9%), Combustíveis e lubrificantes (1,1%) e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,6%). Houve queda no setor de Móveis e eletrodomésticos (-1,1%).

No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, as vendas cresceram 2,1% em outubro ante setembro. O volume vendido pelo setor de Veículos, motos, partes e peças subiu 4,8% enquanto o de Material de construção aumentou 0,2%.

Comparação interanual

Segundo o IBGE, os setores de supermercados, móveis e eletrodomésticos e outros artigos de uso pessoal e doméstico puxaram o aumento de 8,3% nas vendas do varejo em outubro de 2020 ante outubro de 2019. Quatro das oito atividades pesquisadas registraram crescimento no período.

Os avanços ocorreram em Móveis e eletrodomésticos (alta de 21,9�ontribuição de 2,1 pontos porcentuais para a taxa global), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (alta de 18,4% e impacto de 2,4 pontos porcentuais), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (13,8% e impacto de 1,3 ponto porcentual) e Hipermercados e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (7,3% e impacto de 3,5 pontos porcentuais).

Houve perdas em Livros, jornais, revistas e papelaria (-33.1%), Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-10,9%), Combustíveis e lubrificantes (-5,4%) e Tecidos, vestuário e calçados (-2,6%).

No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, as vendas subiram 6,0% em outubro de 2020 ante outubro de 2019. A atividade de veículos e motos, partes e peças recuou 5,9%, mas Material de Construção cresceu 20,9%.

(Fonte: https://www.otempo.com.br/economia/sete-das-8-atividades-do-varejo-avancam-em-outubro-ante-setembro-diz-ibge-1.2423333 )