Comércio Lojista – Feriado de 2 de novembro (finados)

O SINDILOJAS BH informa que o comércio lojista poderá convocar seus empregados para trabalhar no feriado de 2 de novembro de 2020 (segunda-feira), na cidade de Belo Horizonte, conforme previsto em Convenção Coletiva de Trabalho.

O trabalho será possível mediante celebração de Termo Específico em conjunto com o SINDILOJAS/BH e o SEC/BH, disponível nos sites www.sindilojasbh.com.br, e www.secbhrm.org.br.

O trabalho nesse feriado somente será permitido para as empresas que celebrarem o Termo Específico, e estiverem com sua Taxa de Convenção devidamente quitada perante o SINDILOJAS/BH nos últimos 02 (dois) anos.

A Prefeitura de Belo Horizonte autorizou o funcionamento do comércio lojista na segunda-feira nos seguintes horários, conforme Decreto 17.454, de 15 de outubro de 2020 .

Feriado de 2 de novembro de 2020 – Segunda-feira

Comércio lojista

entre 10h e 19h

Atividades autorizadas em funcionamento no interior de galerias de lojas e centros de comércio

entre 10h e 19h

Atividades autorizadas em funcionamento no interior de shopping centers

entre 12h e 21h, alternativamente poderá ser adotado o funcionamento em horário de galerias de lojas e centros de comércio mediante comunicação no e-mail sufis@pbh.gov.br

Para o comércio de rua, a jornada de trabalho será de, no máximo, 08 (oito) horas, com no mínimo 01 (uma) hora de intervalo para descanso e alimentação.

Para o comércio localizado em Shopping Center, a jornada de trabalho será de no máximo 6 horas, com um intervalo de 15 minutos para descanso.

Os estabelecimentos comerciais, deverão conceder para cada empregado que trabalhar neste feriado, 01 (uma) folga, a ser concedida no prazo de até 60 (sessenta) dias após o respectivo mês do feriado trabalhado. A folga não poderá ser concedida em dia feriado, nem coincidir com dias destinados ao repouso semanal remunerado.

A multa por trabalho em feriado sem observância das condições previstas na Convenção Coletiva e no Termo Específico pode chegar a R$ 4.025,33, sendo dobrada em caso de reincidência e a oposição à fiscalização, aplicada pelos órgãos competentes em caso de fiscalização, além de multa de R$289,00 por empregado do estabelecimento, sem prejuízos de medidas judiciais cabíveis.

Prefeitura de Belo Horizonte autoriza o uso de provadores

O SINDILOJAS BH informa que o Secretário Municipal de Saúde de Belo Horizonte autorizou o uso de provadores no comércio de vestuário, a partir de 28/10/2020.

De acordo com a Portaria SMSA/SUS-BH Nº 0432/2020, as empresas devem observar os seguintes protocolos de funcionamento para uso de provadores:

5. Provadores

5.1. Realizar o controle de acesso aos provadores, com o objetivo de evitar aglomeração e respeitar o distanciamento de no mínimo 2m (dois metros) entre as pessoas.

5.2. Permitir somente uma pessoa por vez em cada provador, sem acompanhante.

5.3. Estabelecimentos com mais de um provador devem promover o uso alternado entre eles.

5.4. É obrigatório higienizar as mãos com álcool 70% imediatamente antes e após a experimentação.

5.5. Manter dispenser de álcool 70% dentro do provador.

5.6. É obrigatório a utilização de máscara durante a experimentação.

5.7. Caso o cliente vá comprar alguma peça experimentada, deve levar a peça que ele experimentou e não uma recém retirada do estoque, excetuando-se situações de avarias na peça.

5.8. Manter as peças experimentadas e não vendidas em área ventilada, penduradas em cabide e afastadas umas das outras por um período mínimo de 72 horas.

5.9. É recomendado a substituição das cortinas por portas ou por outro material que possa ser higienizado com frequência.

5.10. Colocar cartazes nos provadores orientando acerca da necessidade de permanência do uso da máscara, higienização das mãos, distanciamento entre as pessoas e sobre a entrada de apenas um cliente por provador. Os outros protocolos de funcionamento estão previstos na Portaria SMSA/SUS-BH Nº 312/2020. SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMÉRCIO DE BELO HORIZONTE E REGIÃO

Black Friday: intenção de compras está menor neste ano, diz pesquisa

Seis a cada dez consumidores estão aguardando a Black Friday para adquirir um produto. A expectativa do comércio é de que a data impulsione as vendas, mas a redução da renda das famílias, provocada pela pandemia do coronavírus, deve causar reflexos no setor: neste ano, 54% dos brasileiros dizem que vão comprar algo no dia 27 de novembro, o que significa uma queda de oito pontos percentuais em relação a 2019, de acordo com uma pesquisa encomendada pelo Google e realizada pela Provokers.

Com a pandemia e as recomendações de distanciamento social, o meio online ganhou ainda mais força, e 40% dos consumidores pretendem comprar apenas pela internet, um aumento de 7% em relação ao ano passado. Enquanto isso, 26% das pessoas pretendem fazer transações apenas em lojas físicas. Quando se considera apenas o comércio eletrônico, as projeções são otimistas: a Ebit Nielsen prevê que as vendas do e-commerce no Brasil durante a Black Friday vão superar em 27% as realizadas no ano passado.

Segundo a pesquisa do Google, independentemente do canal de compra, 82% dos brasileiros vão pesquisar online antes de comprar. Desse total, 41% já iniciaram as buscas, e 62% vão começar a pesquisar agora, faltando um mês para a data. Os celulares concentram a maior intenção de compras, citados por 38% dos consumidores, seguidos dos eletrodomésticos (30%), itens de informática (28%), roupas femininas (28%) e TV (26%).

Em Belo Horizonte, ainda não há dados fechados sobre sobre as vendas na Black Friday, mas o vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Fernando Cardoso, acredita que elas podem chegar a um patamar próximo do ano passado. “A evolução das vendas vem melhorando ao longo dos meses, e Black Friday, com as promoções, vai ser uma forma de os empresários manterem essa evolução do faturamento e gerarem caixa para suas empresas, o que neste momento é importantíssimo”, afirma. “Com empresas fechadas (por alguns meses, por causa da pandemia), eles têm muitos produtos para liquidarem, e a variedade pode ser um atrativo para o consumidor comprar mais”, diz.

Na avaliação do economista-chefe da Fecomércio MG, Guilherme Almeida, certamente a Black Friday terá um desempenho positivo em comparação com outras datas do ano, mas, em relação ao mesmo período de 2019, alguns indicadores podem influenciar no resultado.

“A inflação começou a apontar no cenário, principalmente para o consumidor de baixa renda, o crédito segue com condicionantes para deterioração, porque o endividamento e a inadimplência estão elevados, e o desemprego ainda segue alto”, pontua. “A recuperação do varejo nos últimos meses segue muito amparada por conta do auxílio emergencial, e o governo já sinalizou que vai até dezembro. Depois, como as famílias vão arcar com seus compromissos financeiros? Com essa dúvida, a tendência é que elas se tornem mais cautelosas e economizem nas compras”, pontua.

De acordo com a pesquisa do Google, o preço ainda é o primeiro fator determinante para as compras, mas outros critérios têm ganhado relevância, como parcelamento e valor do frete.

Para o economista Guilherme Almeida, os lojistas devem apostar em promoções diferenciadas e sérias para atrair o consumidor, mas, para isso, é necessário um bom planejamento. “De nada adianta oferecer desconto agressivo em determinado item, se ele não consegue ter um fluxo de caixa para suportar operações a curto prazo. A ideia é que ele mapeie estoques e veja itens com maior possibilidade de redução da margem de lucro”, conclui

Pesquisa de preços já deve começar

Para aproveitar bem os descontos da Black Friday e não cair em cilada, é importante monitorar desde já os preços e as condições de pagamento dos produtos desejados. Na data do ano passado, os consumidores bombardearam o site Reclame Aqui com reclamações referentes, principalmente, a propaganda enganosa, problemas na finalização das compras e divergência de valores. Além disso, para 81,5% dos entrevistados ouvidos pelo site no dia, os descontos ficaram abaixo do esperado (46,3%) ou simplesmente não existiram (35,2%).

“A principal fraude cometida nessa época é a maquiagem de preços, o lojista aumenta o preço do produto algumas semanas antes da Black Friday e, na data, volta a baixar o preço como se fosse uma promoção. A pesquisa de preços é a melhor ferramenta para o consumidor utilizar nessas semanas que antecedem a data. No dia específico da Black Friday, ele vai conseguir saber se aquela promoção realmente é verdadeira ou não”, afirma Juliana Moya, relações institucionais da Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor. A Proteste tem uma ferramenta de monitoramento de preços, que também pode ser realizado em sites como Buscapé, Zoom e Google Shopping.

Os cuidados devem permanecer também no dia da Black Friday, de forma a evitar sites falsos e fraudes. “Se o preço estiver muito abaixo do mercado, às vezes são produtos falsificados ou uma fraude. Nesta época aumentam as fraudes e o número de hackers que fazem páginas falsas para captar informações de pagamento dos consumidores, é bom ter atenção”, alerta Juliana.

O site Reclame Aqui manteve o monitoramento de queixas relacionadas a Black Friday por dois meses e, nesse período, foram registradas 121.359 reclamações no site, um aumento de 24,7% em comparação com a edição de 2018. Os principais problemas relatados foram atraso na entrega (49,62%), propaganda enganosa (7,31%) e estorno do valor pago (5,44%).

Juliana lembra que é obrigação da empresa cumprir o prazo de entrega informado. “Caso haja atraso, o consumidor pode pedir desconto equivalente ao abatimento do preço daquele produto ou cancelar a encomenda e obter a devolução do valor que ele pagou”, explica.

Dicas para não cair em cilada na Black Friday

Use as próximas semanas para pesquisar a evolução do preço do produto em diferentes lojas. Guarde as informações por meio de print screen e, no dia 27 de novembro, verifique se os valores estão, de fato, mais vantajosos.

Recorra a sites de comparação de preços que fornecem o histórico do valor nos últimos meses.

Fique atento às ofertas ao longo do mês: os melhores preços podem aparecer antes da sexta-feira da Black Friday.

Verifique se o site é seguro: ao acessar o endereço eletrônico, veja se aparece um cadeado no canto esquerdo da barra de busca.

Suspeite de ofertas muito tentadoras e tenha cuidado com sites falsos, eles são praticamente idênticos aos originais. Em caso de dúvida, contacte a empresa.

Fique atento à reputação da loja. Verifique avaliações de consumidores em sites como Reclame Aqui e Consumidor.gov.br.

Guarde todos os dados da compra, como o endereço do site, os produtos adquiridos, o valor pago, a data de entrega e o número de protocolo.

Dê preferência a sites que possuem um sistema de pagamento, como PagSeguro ou PayPal, porque, dessa forma, existe outro intermediário na compra. Evite lojas que só aceitam boleto.

Certifique-se de que a empresa existe, verificando se o site possui endereço físico, canal de relacionamento com o consumidor e informações para que o fornecedor possa ser localizado.

Tenha cuidado com promoções enviadas por e-mail. Ataques de phishing, em que usuários são convencidos a revelar informações pessoais podem ser feitos por meio de e-mails falsos semelhantes aos originais

(fonte: https://www.otempo.com.br/economia/black-friday-intencao-de-compras-esta-menor-neste-ano-diz-pesquisa-1.2404259 )

Vagas Temporarias

Candidatos terão processo seletivo online e gratuito

Os interessados em conquistar uma vaga temporária neste final de ano poderão realizar todo o processo seletivo online, por meio de uma iniciativa desenvolvida pelo Sindilojas-BH em parceria com a Taqe, plataforma de recrutamento e seleção. Os candidatos podem inscrever seus currículos e perfis profissionais na rede e selecionar os cargos que desejam, enquanto as empresas podem acessar o banco de dados dos inscritos.

Na plataforma, os candidatos ainda terão aulas rápidas sobre atendimento ao cliente, comunicação e organização e produtividade. “A ideia é que esse funcionário temporário tenha mais qualificação para poder, de repente, tornar-se um funcionário efetivo”, afirma o presidente do Sindilojas-BH, Nadim Donato.

Empresas e candidatos interessados podem se cadastrar gratuitamente no site www.taqe.com.br/vagas-bh. O processo de avaliação dos currículos e as contratações começam a partir do dia 1º de novembro.

Retomada otimista: com melhora das perspectivas, consumidores já planejam ir às compras

“A pandemia tinha parado tudo. Agora, nos últimos dois meses, as coisas já estão melhorando, o que faz com que as pessoas tenham mais confiança. Eu, por exemplo, já estou de olho em uma televisão de 43 polegadas, que vou dar de presente para minha mãe neste final do ano”, conta Cláudia Márcia Prudêncio, gerente administrativa de uma autoelétrica em Belo Horizonte, que já começou as pesquisas para a aquisição do produto.

O otimismo dela reflete o que constatou levantamento da Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio): pelo segundo mês consecutivo a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) cresceu na capital mineira, passando de 61,5 pontos em agosto para 65,5 pontos no mês passado. Entre os fatores que contribuíram para as melhoras das perspectivas estão a retomada da atividade empresarial, a prorrogação do auxílio emergencial e a proximidade das datas comemorativas de fim de ano.

Apesar de ter sido o melhor resultado neste terceiro trimestre, o indicador, que ficou abaixo dos 100 pontos – fronteira que sinaliza o otimismo do consumidor – ainda permanece em um nível insatisfatório. No entanto, todos os parâmetros apresentaram expansão, como o emprego (de 85,8 em agosto para 88,6), perspectiva profissional (74,9), renda (76,7), acesso a crédito (68,1), nível de consumo (45,3), expectativa de consumo (76,6) e consumo de bens duráveis (28,5).

Dados da própria Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH) apontam também que o consumidor está mais otimista em relação à retomada da economia. Levantamento divulgado pela entidade mostra que as vendas do setor avançaram 4,04% em agosto em relação ao mês imediatamente anterior, segundo o Termômetro de Vendas.

“A retomada das atividades comerciais de todo o comércio varejista e atacadista possibilitou a melhora do desempenho. Atrelado a isso, temos também a geração de empregos, que obteve saldo positivo do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados)”, destaca o presidente em exercício da CDL/BH, José Angelo de Melo. Ao todo, foram criados 4.325 empregos formais, mais que o dobro que o registrado em julho (2.060).

A estatística e analista da pesquisa da Fecomércio, Letícia Marrara, avalia também que diante desse cenário de flexibilização que estamos vivendo, as famílias estão mais confiantes. No entanto, segundo ela, agora, mais do que nunca, é preciso cautela e planejamento.

“Neste cenário de retomada gradual, é preciso ter planejamento e cautela para ir às compras para não cair em uma inadimplência indesejada. Se o consumidor gastar um pouquinho mais de tempo para isso, com certeza vai ter mais sucesso no consumo”, enfatiza.

Para que o consumidor não vá com muita sede ao pote, ela sugere que, mensalmente, pague todas as despesas fixas mensais, economize 30% da renda, e o restante utilize para possíveis gastos eventuais. “Esse é o ideal, mas muitas pessoas acabam gastando mais no cartão, com juros nas alturas, ficando endividadas”, explica.

(fonte: https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/retomada-otimista-com-melhora-das-perspectivas-consumidores-j%C3%A1-planejam-ir-%C3%A0s-compras-1.808864 )

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14 dicas de especialistas para se destacar na Black Friday

Há poucos anos vigorando em terras tupiniquins, a Black Friday já é uma das datas que mais movimentam o comércio brasileiro e fazem os varejistas faturar. Só no ano passado, a data foi responsável por 1,16 bilhão de reais em faturamento, o que representou um aumento de mais de 50% em relação ao ano anterior. Para o empreendedor, a Black Friday ainda aumenta o faturamento em até dez vezes!

Apesar disso, ainda existem empreendedores que não estão totalmente preparados para a data. O Alcyr Neto, dono do Empório do Lazer, era um deles. O Neto nunca tinha feito nada específico para a Black Friday, não havia muito planejamento. Mesmo assim as vendas dele subiam até três vezes. Mas neste ano o Neto quer mais.

Para explicar para o Neto e para você como ter sucesso em um dos dias mais importantes do varejo, reunimos o Adriano Augusto Campos, consultor do Sebrae-SP; Adriano Meirinho, diretor de marketing e comunicação da Oppa; Mario Fernandes, cofundador da Mobly; e Pedro Guasti, vp do Buscapé e diretor-geral da e-bit. Olha só as dicas que eles deram:

1. Planeje-se já!

O passo mais importante para ter sucesso em qualquer promoção é se planejar com antecedência. Quando seus e-mails promocionais serão disparados? Quanto tempo antes da data você precisa ligar para negociar com fornecedores e parceiros? Qual é a data-limite para garantir entregas? Seu quadro de funcionários precisa de um reforço?
Tudo isso tem de ser detalhado na ponta do lápis – ou, melhor ainda, na planilha do Impulso! E, para facilitar ainda mais sua vida, confira aqui um modelo preenchido do nosso Calendário de Promoções com sugestões de datas para as ações de Black Friday.

2. Estude os resultados anteriores

Um bom caminho para começar é analisar seu histórico de ações e vendas durante as outras Black Fridays. Assim você pode ter uma perspectiva do que esperar, do que deu certo e como melhorar sua estratégia. Em tempos de crise, vale acompanhar, também, o comportamento do consumidor para avaliar se seus clientes continuam comprando ou não.

3. Defina seus objetivos

Talvez não pareça, mas você pode alcançar várias metas com um impulso durante a Black Friday. Além de vender mais, pode aproveitar para trazer novos clientes para a sua base, aumentar o tráfego no site, se engajar mais em suas redes sociais, desencalhar alguns produtos que não estão tendo muita saída, e por aí vai.

Saiba muito bem o que você quer da Black Friday, pois assim poderá criar uma estratégia eficiente e avaliar bem os resultados. “Para cada estratégia existe uma ação. Se você quer brigar para ficar conhecido, vai ter de diminuir sua margem. Se quer lucrar, sua margem tem de ser maior”, explica Meirinho.

4. Negocie com seu fornecedor

“Tudo começa com a conversa com os fornecedores e a definição de qual será o nosso portfólio”, diz Fernandes. E, nesse momento, é importante negociar bem. Existem várias técnicas para negociar com o fornecedor e você deve usá-las em seu favor nesse momento, afinal, sua demanda será grande.

Se caprichar no preço, vende mais e repõe o estoque com mais frequência. Mas não deixe para a última hora, não se esqueça que o fornecedor atende vários clientes, como você!

5. Avalie sua estrutura

Muita coisa pode dar errado na Black Friday: sua loja sair do ar, você não ter produtos suficientes em estoque, não conseguir gerar as notas fiscais rápido o suficiente ou não dar conta de atender loja física e online.

Para garantir que nada disso aconteça, é imprescindível ter certeza de que a estrutura da qual você dispõe (loja online, equipe, operação e logística) esteja perfeitamente em ordem e seja o suficiente para atender à demanda.

“Você precisa garantir que tudo esteja funcionando, do sistema de pedidos à entrega. A Black Friday é o dia em que nada pode dar errado”, reforça Adriano Campos.

“O planejamento da Black Friday começa com antecedência e envolve todos os setores da empresa. É preciso traçar o plano em conjunto e garantir que tudo vai funcionar”, diz Fernandes.

6. Comprometa-se

Guasti indica aos lojistas que se cadastrem em selos e outras iniciativas que reúnem as empresas sob o compromisso de respeitar o cliente durante a Black Friday.

A Câmara E-net, por exemplo, tem o selo Black Friday Legal, que conta com uma política de boas práticas para serem exercidas. Esta é uma maneira de deixar o consumidor mais seguro e aumentar suas vendas.

7. Transmita segurança

Infelizmente, ainda existem muitas empresas que aproveitam a Black Friday para tentar lesar o consumidor. Oferecer garantias vai ajudar a fazer com que o cliente confie mais em você.

Segundo Campos, dar algumas garantias, como atestar que o produto tem disponibilidade imediata, vai chegar na data e que suas ferramentas de pagamento são seguras, vai fazer toda a diferença.

8. Acione a base de cadastros

Não adianta ficar esperando as vendas caírem do céu. Você, empreendedor, também tem de entrar em contato com os clientes para que eles saibam que você tem algo a oferecer. Afinal, durante a Black Friday, seu consumidor vai receber promoções de dezenas de lojas, e ele precisa se lembrar da sua também.

Use redes sociais, newsletters e qualquer outra informação de contato que você tenha para deixá-los cientes de que sua marca também participa da Black Friday.

9. Prepare o terreno

Um dos segredos para a Black Friday vender tanto é que o evento gera muita expectativa. Quando planejar seus contatos com os clientes, tenha certeza de que também os está deixando ansiosos pelo que você tem a oferecer.

“Vá liberando informações sobre a Black Friday aos poucos, em um clima de suspense mesmo. Isso gera interesse no consumidor”, explica Adriano Campos.

10. Pense em outros benefícios

A Black Friday é, tradicionalmente, um dia de descontos agressivos, mas, se você não conseguir alcançar preços muito baixos, há outras alternativas. Oferecer frete grátis ou montar kits são excelentes estratégias que diminuem o preço final do pedido sem prejudicar sua margem.

11. Mude o layout da loja

“Quando você entra em uma loja que oferece produtos para o Natal, mas não está decorada, você deve achar estranho”, reflete Adriano Campos.
Ele reforça, ainda, que as informações da Black Friday devem ficar bem explícitas para que o cliente tenha certeza de que está participando da promoção. O ideal é mudar o layout da loja, mas, se não for possível, um banner chamativo e um destaque nos produtos já podem produzir bastante resultado, o importante é manter a sinalização clara.

12. Planeje ações para retargeting e recuperação de carrinhos

Naquela empolgação de descontos, pode ser que alguns dos seus clientes acabem chegando muito perto de comprar… E não comprem.
É importante planejar algumas estratégias de retargeting e recuperação de carrinho para tentar converter essas vendas. Se você julgar que vai estar muito ocupado durante o fim de semana para fazer isso, pode até guardar a oportunidade para tentar converter esses clientes no Natal.

O consultor do Sebrae explica: “Se o consumidor entrou na loja, visitou os produtos e até chegou a pôr no carrinho, ele se interessou e está mais propenso a comprar com você”, não perca a oportunidade de transformar esse interesse em venda!

13. Estenda a Black Friday

Se a sexta-feira passou e você não vendeu tudo o que esperava, não precisa guardar para o ano que vem. Que tal fazer um saldão com o que sobrou? Use o marketing para mostrar ao cliente que aquelas são as últimas peças a preços promocionais e crie uma ideia de “última chance”.

14. Aproveite para criar relacionamentos

A Black Friday é uma excelente oportunidade para criar uma boa imagem da sua loja. Com o maior volume de novos clientes, você tem a oportunidade de aumentar sua base de contatos e estabelecer relações duradouras que, inclusive, podem fidelizar o consumidor.

E já que uma Black Friday perfeita depende de muita divulgação, fique de olho no Impulso Digital, porque o tema da vez é mídia paga. Você vai descobrir como e quando investir para ter os melhores resultados, não perca!

(fonte: http://ecommerce.uol.com.br/impulso-digital/temas/midia-paga/14-dicas-de-especialistas-para-se-destacar-na-black-friday.html )

Lojas físicas são preferidas por 64% dos brasileiros

Estudo realizado pela Lett, plataforma de trade marketing digital, e Opinion Box, plataforma mineira de pesquisas, aponta que 64% das pessoas preferem comprar em lojas físicas, contra 36% em lojas online, quando as condições de preços e benefícios são as mesmas. Porém, quando perguntados sobre a experiência de compra no e-commerce, 79,7% consideram a boa ou ótima.

Apesar do número de pessoas que preferem comprar online ser bem inferior àquelas que optam pelo varejo físico, 28,5% dos entrevistados sempre pesquisam os preços online mesmo quando estão em uma loja física e 35,2%, sempre que realizam compras em varejos físicos, buscam por informações do produto na internet. O estudo avalia que esses dados indicam que o consumidor está cada vez mais omnichannel e busca várias opções antes de realizar uma compra.

Fonte: Lett e Opinion Box

Para 76,8% das pessoas, a fonte de informação sobre produtos mais usada é o Google; para 50% dos consumidores, são os sites de comparação de preços; para 24,5%, as redes sociais; para 20,8%, os e-commerces preferidos; e 18% preferem conversar com o vendedor da loja física quando procuram por informações.

Já, quando os consumidores buscam por um produto na internet, 40,2% optam por uma loja que já compraram antes, 29% escolhem a com menor preço, 20,2% optam pelas mais conhecidas e 10,5%, pelas que têm a entrega mais rápida. Apesar das pessoas serem fiéis às lojas que já compraram antes, 75,6% das pessoas que não encontram um produto em seus sites preferidos, procuram em outros sites.

O levantamento também indica quais são os fatores que mais influenciam na decisão de compra no e-commerce de modo geral, o que mostra que para 78% dos consumidores, preço e promoção são os principais, sendo que, em seguida, aparecem frete e prazo de entrega, com 65,6%; avaliações e comentários, com 52,5%; informações do produto, com 42,3%; fator de marca, com 40,4%; e recomendações em sites especializados, com 21,2%. Ao serem questionados, os participantes do estudo puderam escolher até três opções, por isso a soma dos resultados é maior que 100%.

Quando observamos os fatores mais relevantes para o consumidor dentro das páginas de produto, as avaliações online de outros consumidores são as informações mais importantes na hora da compra, pois são os fatores que mais impactam nas decisões de compra das pessoas. Logo em seguida, aparecem descrições, comentários, imagens, categorização e busca. O levantamento mostra que 84% das pessoas já desistiram de uma compra após lerem comentários sobre o produto.

A pesquisa, que serviu como base para classificar os atributos do E-commerce Quality Index (EQI) 2019 – indicador que avalia a qualidade do e-commerce do ponto de vista do consumidor final criado pela Lett – também indica de que forma os consumidores avaliam os produtos no comércio eletrônico. De acordo com o estudo, quando a experiência de compra online é boa, 79,9% dos compradores retornam ao site para avaliar o produto positivamente. Já, 65,4% dos clientes deixam avaliações negativas quando contam com experiências ruins na jornada da compra. Apesar desses dados, segundo o EQI, 95% dos produtos do e-commerce brasileiro não são avaliados. Entretanto, dentre os avaliados, mais de 70% têm uma nota entre 4,5 e 5 (equivalente a nota máxima).

RELAFuturo do e-commerce passa pelas nuvens, literalmente

Além das avaliações, as imagens e informações na página de produto também são muito importantes para as conversões de compra. O estudo revela que 43% dos consumidores já compraram um produto pela internet que chegou diferente das imagens do site e 87,9% não compram caso o produto não tenha, no mínimo, uma foto. Ademais, 56,9% dos consumidores abandonam um site que demora para carregar, sendo que a cada um minuto a mais, são 7% a menos de conversões.

Os entrevistados também opinaram sobre a qualidade do e-commerce brasileiro com base em suas experiências de compra, e os dados alcançados mostram que 54,2% dos consumidores alegaram que o frete é um dos principais problemas do comércio eletrônico, seguido por baixa segurança de compra (9,4%) e preços altos (8,1%).

De acordo com 38,8% das pessoas que responderam à pesquisa, os e-commerces não tiveram nenhuma melhora ou piora nos últimos 12 meses, visto que 36,7% avaliam que os sites melhoraram e 13,6% que melhoraram muito no mesmo período. Entretanto, 6,6% disseram que pioraram e 4,3%, que pioraram muito. Apesar dessa informação, os consumidores se mostram otimistas em relação ao comércio eletrônico brasileiro no próximo ano, pois 46,8% afirmaram que os sites irão melhorar, sendo que 4,4% acreditam que vão piorar e 2,4%, que vão piorar muito.

A pesquisa online foi realizada de 27 de fevereiro a 8 de março, com 2.178 brasileiros acima de 16 anos de todo país, de diversas classes sociais e que já realizaram pelo menos uma compra pela internet.

(fonte: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2019/08/22/lojas-fisicas-sao-preferidas-por-64-dos-brasileiros.html )

Como se preparar para a Black Friday? Confira 3 dicas

Já começou a se preparar para a Black Friday? Esse costume de reduzir preços começou nos Estados Unidos e tradicionalmente acontece na sexta após o dia de Ação de Graças. As ofertas aconteciam nas lojas físicas e, com o tempo e expansão do mercado virtual, foram para a internet. No Brasil a data já gerou polêmicas, como descontos fraudulentos, e até que foi criado o Selo Black Friday Legal, para evitar este tipo de situação. Quer aproveitar a data para ampliar as suas vendas? Confira 3 dicas para se planejar para a Black Friday.

Selecione os produtos e planeje a divulgação

A primeira medida a ser tomada quando quer se preparar para a Black Friday é definir quais produtos serão colocados à venda com descontos. Para definir isso, analise em seu portfólio os produtos que tem maior margem para desconto, os que estão parados no estoque e aqueles que são chamados de “iscas” – são baratos, tem grande adesão e são portas de entrada para a negociação de outros com venda mais complexa.

Feita a seleção dos produtos que serão vendidos, planeje como se dará a divulgação da Black Friday em sua empresa. Essa é uma etapa importante para se preparar para a Black Friday porque seus consumidores precisam saber que você realizará descontos em seus produtos e serviços. Separe imagens das ofertas e as comunique com antecedência. Foque bastante na limitação de estoque disponível e a urgência em fechar o negócio. Utilize as características do período a seu favor e invista nisso no processo de convencimento para a compra.

Invista em mídia paga

Se você não trabalha com pixel de remarketing no seu site, aproveite para se preparar para a Black Friday e invista nessa estratégia. É possível instalar o pixel e criar listas de remarketing para determinados serviços e produtos e segmentar os públicos de acordo com seus interesses. No dia da Black Friday você conseguirá exibir para o público a oferta que mais lhe interessa e garantir que mais pessoas convertam.

Você pode também criar uma Landing Page específica para a Black Friday. Assim você consegue capturar o email dessas pessoas que estão interessadas nas ofertas da sua empresa. A partir dessa estratégia, é possível alcançar o seu público antes da concorrência, gerar conteúdos que pretendem gerar interesse e acelerar o ciclo de venda, com a divulgação de quais serão as ofertas e limite dos estoques.

Prepare sua equipe de vendas

Para se preparar para a Black Friday, é importante também integrar o seu time de vendas acerca da assertividade desta data. Converse com seus vendedores e os instrua a reativar o relacionamento com leads, através da prospecção ativa ou email marketing, por exemplo.  Alinhe também quais serão as ofertas permitidas, em caso de negociações complexas, para evitar desalinhamentos e prejuízo no fim do dia.

Além disso, revisar o seu E-commerce é essencial. Melhore a descrição dos produtos e serviços, imagens disponíveis, formas de pagamento e outras características importantes no processo de venda. Estar com a loja virtual atualizada garante que os compradores não sintam-se perdidos e garante aumento no número de conversões.

(fonte: https://www.edialog.com.br/e-commerce-2/como-se-preparar-para-black-friday-confira-3-dicas/ )

Efeito pandemia acelera abertura de empresas por microempreendedores

A abertura de novas empresas, em especial os chamados MEIs, de microempreendedores individuais, deu um salto maior durante a pandemia do coronavírus. Pessoas que perderam o emprego ou tiveram salários reduzidos viram na criação de um negócio próprio a alternativa para obter renda extra. Com a redução ou o fim do pagamento da ajuda emergencial do governo, é possível que esse movimento siga em crescimento.

Dados do Mapa de Empresas, do Ministério da Economia, mostram que no segundo quadrimestre houve um saldo de 782,6 mil novas empresas, resultado da abertura de 1,114 milhão de CNPJs e de baixas de 331,5 mil. O número de aberturas, a maioria MEI, é o maior para o período desde 2010 e 2% superior ao do ano passado. Já o encerramento de atividades é o menor em quatro anos e também 17% abaixo do verificado no mesmo período de 2019.

Entre os novos microempreendedores, está Bárbara Camilo, de 31 anos, demitida em março após oito anos numa empresa de Belo Horizonte (MG). Junto com um casal de amigos que também ficou desempregado, ela abriu um MEI e, em junho, criou a Zé Donut. Eles começaram a produzir rosquinhas na própria casa, mas a clientela cresceu rapidamente e Bárbara decidiu alugar uma loja com mais equipamentos e espaço.

O casal preferiu não ir adiante e ela convidou o marido, que ficou desempregado um mês depois dela, e uma prima para se juntarem ao negócio. “Inauguramos a loja há 15 dias e já pensamos em ampliar, abrir espaço com mesas para que o cliente possa comer os donuts aqui e tomar um café”, diz ela.

O economista do Ibre/FGV Rodolpho Tobler afirma que o aumento de novas pequenas empresas já vinha ocorrendo nos últimos anos, mas teve impulso na pandemia. “As pessoas precisaram se reinventar, seja porque perderam o emprego ou precisam de renda extra.” Segundo ele, houve um processo de desburocratização para a abertura de empresas e, no caso do MEI, há benefícios para atrair a formalização de pequenos negócios, como cobertura previdenciária do INSS (aposentadoria por idade, auxílio-doença e salário-maternidade), ao custo de 5% do valor do salário mínimo.

Além disso, há incentivos estaduais. São Paulo, por exemplo, deu isenção de taxa de abertura de MEI por dois meses (até o próximo dia 25) e empresas de planos de saúde dão descontos para essa categoria.

“Com o auxílio emergencial caindo pela metade e a sinalização do governo de que pode acabar, as pessoas ficam cada vez mais com o orçamento apertado e começam a buscar novas fontes, e há uma proteção social com o MEI, mesmo que menor em relação a um trabalho com carteira assinada”, diz Tobler, que também vê no movimento de alta a retomada da economia, mesmo que lentamente.

Marketplace

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, lembra também da parceria da entidade com o Magazine Luiza, que permite aos empreendedores oferecerem seus produtos no marketplace da rede. Segundo o Magalu, a iniciativa já atraiu cerca de 7 mil participantes, 60% deles MEIs, que venderam no último trimestre R$ 1,8 bilhão. O Sebrae também avalia parcerias semelhantes com as Lojas Americas e o Mercado Livre, além de ter projeto para um marketplace próprio.

Melles, porém, teme por uma alta significativa na extinção de empresas pela Receita Federal ainda este ano em razão de inadimplência. O Sebrae tenta negociar uma “moratória” das dívidas até o próximo ano.

O País fechou o segundo quadrimestre com 19,289 milhões de empresas ativas, sendo 90% de pequeno porte e MEIs. Em setembro, houve novo saldo positivo de 252,8 mil empresas.

O crescente número de microempreendedores também impulsiona outras empresas. A Compufour, de Concórdia (SC), oferece cursos e softwares de gestão e, em maio, criou o ClippMei, ferramenta específica para gerenciamento de MEI. O presidente da empresa, Wagner Müller, conta que atraiu 1,2 mil clientes até agora, além de registrar alta de 10% na clientela de micro e pequenas empresas.

‘Não volto mais a trabalhar em banco’

Bancária por 19 anos, Kellen Chagas teve o salário reduzido no início da pandemia com o corte das gratificações. O marido, o personal trainer Felipe Augusto, perdeu alunos e também viu o rendimento despencar. Para tentar garantir uma renda extra, decidiram vender risotos e tábuas de queijo, pratos que eles costumavam preparar e sempre eram elogiados por amigos.

“No começo, vendíamos de três a quatro pratos por dia, mas logo passamos para 12 a 15”, conta Kellen. O casal de Goiânia (GO), que prepara os alimentos em casa, abriu a empresa Adorê Comedoria. Há um mês, Kellen pediu demissão do banco para se dedicar ao negócio e foi convidada por um amigo para outro projeto, de transformar uma distribuidora de bebidas em gastrobar, local que serve bebidas, petiscos e tábua de frios.

“O bar foi inaugurado no dia 6 deste mês e tivemos, inclusive, de dar uma parada no Adorê, mas até o fim do ano vamos abrir um local físico para ele também”, informa Kellen, que diz já estar tendo retorno financeiro com os negócios.

“O bar tem bom movimento e até teremos um show ao vivo, tudo muito controlado”, afirma ela, que é formada em Economia e tem 39 anos. “Não volto mais para o banco.”

‘Meu sonho é ampliar e poder empregar mais’

A corrida pelo ambiente virtual provocada pela pandemia levou o estudante de 19 anos João César Nogari a despertar o desejo de ser microempreendedor na área de design e marketing digital. Com as aulas suspensas na faculdade e sem interesse em seguir o curso online, ele trancou a matrícula do curso de Administração, abriu uma MEI em agosto e passou a oferecer serviços como criação de sites, controle de rede social e identificação visual.

“Comecei fazendo para amigos, mas um foi falando para o outro e apareceram vários interessados”, conta Nogari, que hoje tem 20 clientes para os quais oferece serviços eventuais, e sete fixos. Com o trabalho, diz ele, ganha mais de um salário mínimo por mês e, como mora com a mãe em Curitiba (PR), não tem tantos gastos. “Dá para me manter, mas meu sonho é me profissionalizar, ampliar a empresa e poder dar emprego a outras pessoas.”

Aos 21 anos, Larissa Mello contratou a primeira funcionária em sua loja Fashion Seasons em Bom Princípio (RS). Ela abriu o MEI em março para vender roupas pela internet e em sua casa. No último dia 10 abriu a loja física. “Com CNPJ posso comprar de atacadistas”, diz ela, que mantém o emprego em uma empresa de jeans.

(fonte: https://www.otempo.com.br/economia/efeito-pandemia-acelera-abertura-de-empresas-por-microempreendedores-1.2400696 )