Franquias em Minas conseguem sobreviver à crise e aumentar número de unidades

Poucos foram os setores econômicos que não sofreram os impactos da pandemia de Covid-19 em Minas. A ponto de levantamento da Confederação Nacional do Comércio indicar o fechamento de mais de 16 mil lojas no Estado no segundo trimestre. Fenômeno que não se verifica em um segmento específico: o das franquias. Se houve uma queda expressiva no faturamento de quem representa uma marca de alcance nacional (36% na comparação com o segundo semestre de 2019), o número de unidades em funcionamento aumentou 9% em relação ao mesmo período do ano passado. Com um crescimento expressivo de setores que ganharam espaço justamente por conta do momento excepcional.

Caso das empresas dos ramos de comunicação, informática e eletrônicos. Que viram sua procura aumentada justamente diante da necessidade dos mais variados negócios de reforçar sua presença no universo digital. Como constata Henrique Carvalho, franqueado da carioca Hostnet, hoje com presença em 30 cidades do país. Com um ano e meio de funcionamento, ele se vê diante de uma demanda inédita.

“Principalmente as empresas pequenas se viram obrigadas a apostar na internet. Muitas delas não tinham essa presença online e entenderam que é hora de investir nela. A procura pelos nossos serviços cresceu bastante”, avalia o empresário, que contou com uma ajuda importante da empresa que representa. “De cara eles procuraram desenvolver produtos novos, até mais baratos, para esse público que precisou agora, como soluções de e-commerce”. E a própria configuração de seu negócio ajudou a superar a incerteza inicial para manter a atividade em alta. “Como todo o suporte pode ser feito de forma remota, posso trabalhar em casa, sem precisar ter despesas fixas, como as de um escritório ou loja. Tive um pouco de receio no começo da pandemia, mas hoje não tenho do que reclamar”, diz.

Situação semelhante é a de segmentos como os de limpeza e conservação – a reboque da preocupação com a higienização de espaços – e serviços e outros negócios – o que engloba empresas de soluções financeiras; seguros, logística e armazenamento e escritórios compartilhados, entre outros. Redução no número de unidades foi verificada apenas em entretenimento e lazer (23,2%), de forma esperada, e serviços automotivos (2,1%).

Expansão
Mesmo quem trabalha com atividades limitadas duante a pandemia viu o interesse pela franquia mantido, assim como as expectativas de expansão. Caso da Royal Face, rede de clínicas de estética que está em 18 estados. Em Minas, a unidade inicial (Uberlândia) vai ganhar em breve a companhia de outras, inclusive em BH. “O dinheiro hoje não rende nas aplicações de renda fixa, e muita gente demonstra interesse em empreender. Existe a vantagem de não começar do zero e minimizar os riscos de um novo negócio”, diz Thiago Torres, gerente-administrativo da empresa. No período com as lojas fechadas foi possível encontrar alternativas para manter as atividades. “Fizemos pacotes e promoções para que a cliente use os serviços quando quiser. E adotamos as avaliações remotas, em que um especialista, de forma online, analisa os procedimentos ideais para a realidade da pessoa”.

Ação rápida e coletiva deu

mais força a cada negócio

O modelo de negócio das franquias e a ação rápida das empresas para amparar seus parceiros ajudam a explicar o crescimento do número de unidades e a resiliência do setor em tempos complicados. É o que diz a diretora regional da Associação Brasileira de Franchising (ABF) em Minas, Danyelle van Straten. Para ela, a atuação coletiva garante maior força em todas as etapas do negócio.

“O franchising tem na própria essência a questão colaborativa. O pequeno empresário faz parte de uma rede que tem poder de negociação com os fornecedores, o que garante sobrevida num momento como o que a gente passou. A postura das marcas foi muito proativa, de arregaçar as mangas e buscar soluções para manter seus franqueados ativos. Houve exemplos de isenção de royalties, prorrogação de pagamentos, inclusão em plataformas digitais. E a associação atuou diretamente para que os recursos do Pronampe chegassem na ponta. O crédito público existe, mas nem sempre ao alcance de quem precisava. Também trabalhou junto à Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) para renegociar os contratos de locação”, explica.

Longe de traçar um cenário perfeito para o setor, a empresária destaca que a queda no faturamento levou a ABF a rever as metas para o ano. “Nós sofremos impactos, como todos.  Estamos vivendo tudo isso, mas numa proporção menor, e com maior resiliência. Esperamos fechar 2020 com 70% do total faturado em 2019. E recuperar em 2021 os números registrados no ano passado”.

Suporte

Franqueado há 12 anos da Cacau Show no bairro Padre Eustáquio, Márcio Cassini confirma o empenho da empresa para auxiliar seus associados. “Os títulos a pagar tiveram a validade prorrogada; eles fizeram o mesmo com os demais fornecedores, e ofereceram ferramentas para vendermos os produtos de forma virtual. Posso dizer que tivemos todo o apoio nesse momento complicado”.

(fonte: https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/franquias-em-minas-conseguem-sobreviver-%C3%A0-crise-e-aumentar-n%C3%BAmero-de-unidades-1.801678 )

Funcionamento do comércio lojista no feriado de 7 de setembro

O SINDILOJAS BH informa que o comércio lojista poderá convocar seus empregados para trabalhar no feriado de 7 de setembro de 2020, segunda-feira (Dia da Independência), na cidade de Belo Horizonte, conforme previsto em Convenção Coletiva de Trabalho.

O trabalho será possível mediante celebração de Termo Específico em conjunto com o SINDILOJAS/BH e o SEC/BH, disponível nos sites www.sindilojasbh.com.br, e www.secbhrm.org.br.

O trabalho nesse feriado somente será permitido para as empresas que celebrarem o Termo Específico, e estiverem com sua Taxa de Convenção devidamente quitada perante o SINDILOJAS/BH nos últimos 02 (dois) anos.

Em razão das restrições decorrentes da pandemia do novo Coronavírus, a Prefeitura de Belo Horizonte autorizou o funcionamento do comércio lojista nos seguintes horários, conforme Decreto 17.416, de 20 de agosto de 2020:

Comércio varejista de artigos de óptica e artigos médicos e ortopédicos: sem restrição de horário;

Comércio lojista de rua: Segunda a sexta-feira, entre 11h e 19h

Comércio lojista em funcionamento no interior de galerias de lojas e centros de comércio: Segunda a sexta-feira, entre 11h e 19h

Comércio lojista em funcionamento no interior de shopping centers: Segunda a sexta-feira, entre 12h e 20h

Comércio lojista no formato drive-in: Diariamente, entre 14h e 23h59min

Para o comércio de rua, a jornada de trabalho será de, no máximo, 08 (oito) horas, com no mínimo 01 (uma) hora de intervalo para descanso e alimentação.

Para o comércio localizado em Shopping Center, a jornada de trabalho será de no máximo 6 horas, com um intervalo de 15 minutos para descanso.

Os estabelecimentos comerciais, como forma de compensação dos dias de feriados trabalhados, deverão conceder para cada empregado que trabalhar nestes dias, 01 (uma) folga, a serem concedidas no prazo de até 60 (sessenta) dias após o respectivo mês do feriado trabalhado. A folga não poderá ser concedida em dia feriado, nem coincidir com dias destinados ao repouso semanal remunerado.

A multa por trabalho em feriado sem observância das condições previstas na Convenção Coletiva e no Termo Específico pode chegar a R$ 4.025,33, sendo dobrada em caso de reincidência e a oposição à fiscalização, aplicada pelos órgãos competentes em caso de fiscalização, além de multa de R$289,00 por empregado do estabelecimento, sem prejuízos de medidas judiciais cabíveis.

Caeté, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão Das Neves, Rio Acima, Sabará e Vespasiano

Em razão da pandemia do novo Coronavírus, o SINDILOJAS/BH esclarece que as empresas deverão consultar a Prefeitura da cidade, para verificar se existe alguma restrição de funcionamento do comércio lojista, inclusive no feriado do dia 7 de setembro.

Caso não existam restrições da Prefeitura da cidade para o funcionamento do comércio, o SINDILOJAS BH informa que o comércio lojista poderá convocar seus empregados para trabalhar no feriado de 7 de setembro de 2020, segunda-feira (Dia da Independência), nas cidades de Cidades de Caeté, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão Das Neves, Rio Acima, Sabará e Vespasiano, conforme previsto em Convenção Coletiva de Trabalho.

O trabalho será possível mediante celebração de Termo Específico em conjunto com o SINDILOJAS/BH e o SEC/BH, disponível nos sites www.sindilojasbh.com.br, e www.secbhrm.org.br.

O trabalho nesse feriado somente será permitido para as empresas que celebrarem o Termo Específico, e estiverem com sua Taxa de Convenção devidamente quitada perante o SINDILOJAS/BH nos últimos 02 (dois) anos.

Nas cidades de Caeté, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão Das Neves, Rio Acima, Sabará e Vespasiano, a jornada de trabalho do comércio de rua será de, no máximo, 08 (oito) horas, com no mínimo 01 (uma) hora de intervalo.

 

Bares e restaurantes poderão abrir à noite em BH com venda de bebidas alcoólicas

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) e entidades que representam bares e restaurantes da capital fecharam um acordo, na noite desta quarta-feira (26), em audiência no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que prevê a reabertura do setor para receber clientes aos fins de semana e sexta-feira à noite, com a venda de bebidas alcoólicas.

Até então, os estabelecimentos viviam um impasse diante de um decreto da prefeitura que permitia a abertura apenas de segunda a sexta-feira, de 11h às 15h, sem bebida, e uma decisão judicial que liberava o funcionamento em tempo integral. A flexibilização começa em 4 de setembro.

Veja as regras:

– Nos dias 4 (sexta) e 11 (sexta), abrirão das 17h às 22h, com permissão de venda de bebidas alcoólicas;

– Já nos dias 5 (sábado), 6 (domingo), 12 (sábado) e 13 (domingo) vão poder abrir das 11h às 22h, também com venda de bebidas alcoólicas;

– De segunda a sexta, será permitida abertura de 11h às 15h, ou seja, só para almoço, e sem venda de bebidas alcoólicas.

O acordo firmado na Justiça prevê ainda que, caso haja piora nos índices estabelecidos pelos órgãos de saúde, pode haver regressão na flexibilização.

Hoje, os estabelecimentos podem funcionar recebendo clientes apenas de 11h às 15h, de segunda a sexta-feira, sem vender bebida alcoólica – a venda por delivery ou retirada no local continua liberada, sem restrições de dia ou de horário.

A PBH vai conceder uma entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (27) para tratar do assunto e passar mais informações sobre como funcionará essa retomada.

Resultado satisfatório

A retomada das atividades nas noites de sexta-feira e aos finais de semana, dias de maior faturamento, foi vista como um alívio pelas entidades que representam os bares e restaurantes.

“Fiquei muito satisfeito. Não foi uma decisão trivial, mas a Justiça teve um papel importante nessa mediação. Foi uma boa reunião”, afirmou o presidente da Associação de Bares e Restaurantes de Belo Horizonte (Abrasel), Paulo Solmucci. “O setor sai arrasado dessa quarentena, mas agora é seguir em frente e apoiar os que precisam de ajuda nesse momento”, ressaltou.

O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindibares), Paulo César Pedrosa, também comemorou a decisão. Ele lembrou que, com o acordo, mais de 70% dos estabelecimentos devem voltar a funcionar na capital mineira. “Foi uma vitória da categoria, porque vamos abrir nos melhores dias e podendo vender bebida alcóolica. Acho que avançamos muito e foi uma reunião cordial e proveitosa. A abertura noturna complementa muito o faturamento total. E todos os protocolos sanitários serão rigorosamente seguidos pelos estabelecimentos”, prometeu o dirigente.

Além do uso de máscaras pelos funcionários e disponibilização do álcool em gel, as regras para o funcionamento dos bares e restaurantes prevêem ainda a limitação de quatro pessoas por mesa para evitar a transmissão do coronavírus. “Temos que ser rigorosos, já que isso é bom para o empresário, o cliente e quem trabalha. Queremos manter todos seguros”, acrescentou Pedrosa.

Para o presidente do Sindicato dos Lojistas de Belo Horizonte (Sindilojas-BH), Nadim Donato, o acordo foi muito positivo. “Foi uma conversa muito boa, cada parte colocando seus argumentos e, agora, esse acordo coloca fim a essa confusão de Justiça. Para que os estabelecimentos consigam cumprir as regras de distanciamento, a prefeitura vai liberar a ocupação das calçadas, com mesas. Uma grande vitória para esse setor, que ficou cinco meses e meio fechado”, afirma Donato.

Ruas serão fechadas

Outra medida ressaltada pelo presidente do Sindibares considerada positiva é o fechamento de algumas ruas em Belo Horizonte para serem usadas pelos estabelecimentos. Conforme a entidade, a prefeitura prometeu liberar entre 50 e 70 vias em todas as regiões da capital mineira. O objetivo é garantir o respeito ao distanciamento entre as mesas e aproveitar as áreas abertas, que ajudam a evitar a contaminação pelo vírus.

“Na semana que vem, o planejamento com todas essas ruas que serão fechadas será repassado pela prefeitura. Inicialmente, penso que serão fechados quarteirões com maior concentração de estabelecimentos, que vão chegar a um acordo entre si para o uso das calçadas. Quanto menos cliente dentro dos estabelecimentos, menor é o risco”, finalizou.

(fonte: https://www.otempo.com.br/cidades/bares-e-restaurantes-poderao-abrir-a-noite-em-bh-com-venda-de-bebidas-alcoolicas-1.2377336 )

Pandemia faz vendas online crescerem 100% no Brasil em junho; entenda

Puxada pela pandemia da COVID-19, o uso do e-commerce continua em alta. Segundo dados do índice MCC-ENET – desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), em parceria com o Movimento Compre & Confie – as vendas do setor mais que dobraram em junho de 2020. Em comparação ao mesmo período do ano passado, a alta foi de 110,52%.

Outros dados chamaram a atenção no documento: 18,2% de consumidores realizaram ao menos uma compra online entre o trimestre de abril a junho, o que representa alta de 5,9%em relação ao trimestre anterior (12,3%); além disso, foi registrado um novo recorde no índice de participação do e-commerce no varejo restrito no mês de maio: 12,6%.

“Com a chegada de uma pandemia no Brasil, podemos afirmar que estamos vivendo uma mudança de era no comércio eletrônico brasileiro, com a antecipação de patamares de vendas que certamente só seriam registrados a daqui a cinco anos”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e diretor-executivo do Compre & Confie. “O mercado realmente passou por uma grande transformação, com vendas de categorias de produtos de consumo diário e entrada de novos consumidores no varejo digital”.

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de abril a junho de 2020, 18,2% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 5,9% em relação ao trimestre anterior (12,3%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 houve crescimento de 8,1%.

Queda nas vendas no mês a mês

Se as vendas no e-commerce apresentaram aumento quando comparadas ao mesmo período do ano passado, o mesmo não aconteceu no mês a mês, quando foi registrada uma queda de 13,11% em relação a maio de 2020. No entanto, segundo Dias, trata-se de um movimento esperado: “Esta queda em junho é natural do setor de vendas online, pois o mês de maio será sempre fortemente impulsionado pelas vendas do Dia das Mães. Na avaliação do acumulado do ano, por sua vez, a variação continua positiva: 59,88%”.

Ao traçar a comparação do crescimento por região, em junho de 2020, em relação ao mesmo mês do ano anterior, o cenário ficou da seguinte forma: Nordeste (159,49%); Norte (118,65%); Sudeste (112,68%); Sul (79,52%); e Centro-Oeste (68,12%). Já no acumulado do ano, a configuração ficou da seguinte forma: Nordeste (86,62%); Norte (67,81%); Sudeste (57,59%); Centro-Oeste (56,60%); e Sul (47,74%).

Home office e informática lideram entre as categorias

Como já esperado em tempos de distanciamento social, a composição de compras realizadas online tiveram segmentos referentes ao home office na liderança. Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação responderam por 39,3% das vendas; móveis e eletrodomésticos ficaram na segunda colocação, com 23,6%. Já tecidos, vestuário e calçados aparecem em terceiro, com 13,4%. Na sequência, outros artigos de usos pessoal e doméstico (10,2%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,5%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2%). Esse indicador também segue a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE.

Faturamento e participação no varejo

Assim como as vendas online de junho frente a maio tiveram queda, o faturamento do setor, nessa mesma base comparativa, também variou negativamente: -6,91%. Já o acumulado do ano segue positivo: 59,71%. Na métrica regional, junho de 2020 ante o mesmo mês do ano passado ficou da seguinte forma: Nordeste (165,44%); Norte (132,04%); Sudeste (107,35%); Centro-Oeste (75,72%); e Sul (71,93%). No acumulado do ano, seguindo a mesma configuração, os dados foram: Nordeste (95,24%); Norte (67,90%); Sudeste (55,65%); Centro-Oeste (47,75%); e Sul (43,87%).

Com novo recorde, no mês de maio, o e-commerce representou 12,6% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação desta modalidade junto ao varejo corresponde a 7,1%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 8 de julho.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no país a partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Compre & Confie.

(fonte: https://canaltech.com.br/e-commerce/vendas-via-e-commerce-dobram-em-junho-no-brasil-169241/ )

 

 

Varejo em MG perde 16,1 mil empresas

A crise provocada pelo novo coronavírus fez com que o varejo de Minas Gerais perdesse 16,1 mil empresas com vínculos empregatícios entre abril e junho deste ano. O déficit é o maior para o período no Estado desde 2005 e representa queda de 11% do número de estabelecimentos comerciais verificados antes da pandemia. O número também supera perdas anuais de exercícios anteriores.

Os dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC) e colocam Minas Gerais como uma das unidades da Federação mais impactadas pelo Covid-19 sob o aspecto econômico. À frente do Estado, apenas São Paulo, cuja extinção de empresas do varejo chegou a 40,4 mil.

Em todo o País, a perda foi 135,2 mil lojas ou o equivalente a 10% do número de estabelecimentos existentes no início deste ano. “Em um trimestre apuramos saldo negativo mais intenso do que em todo o de 2016, quando 105,3 mil pontos de vendas havia sido extintos. No caso dos estados, o movimento é semelhante e todos apresentaram recorde histórico, inclusive Minas Gerais”, pontuou o economista da CNC, Fábio Bentes.

O levantamento revelou que no Rio de Janeiro o número de empresas extintas foi de 11,4 mil; no Rio Grande do Sul, de 9,7 mil; e no Paraná de 9,5 mil. Em termos relativos, as maiores quedas foram observadas nos estados das regiões Norte e Nordeste: Rio Grande do Norte (-14,3%); Alagoas (-13,2%); Roraima (-12,0%); e Rondônia (-11,8%).

O resultado de Minas apenas não foi pior, porque os efeitos do novo coronavírus chegaram mais tardiamente no Estado e, consequentemente, as medidas de distanciamento social e limitação do funcionamento das atividades econômicas também.

Para Bentes, a combinação da própria crise econômica provocada pena pandemia, houve a interrupção do funcionamento de diversas atividades consideradas não essenciais e uma economia ainda não tão pujante herdada dos anos anteriores colaboraram para o fechamento definitivo de muitas empresas. O economista classificou o movimento como “seleção natural”.

“No início de 2020 tínhamos uma recuperação lenta da economia. E num cenário como este, muitas empresas do comércio dependem do fluxo de caixa do mês anterior para manter o giro e o funcionamento no período seguinte. Diante tantos obstáculos como os impostos nos últimos meses, elas acabam sendo mais impactadas”, avaliou.

E-commerce – O lado positivo, conforme o espe cialista, está na pujança observada no e-commerce nacional. Diante das limitações e das mudanças no comportamento do consumidor, muitos negócios acabaram migrando de vez para o ambiente virtual. No entanto, o aumento das vendas on-line ainda não é suficiente para suprir as perdas observadas no varejo físico.

Conforme a CNC, os índices de comercialização no varejo on-line cresceram 43% no segundo trimestre deste exercício. A participação do e-commerce nas vendas totais do comércio que antes da pandemia era em torno de 5%, hoje deve estar próxima de 10%.

Em relação a recuperação, a expectativa é que o pior já tenha passado e setor deverá experimentar um terceiro trimestre com resultados melhores do que os observados no anterior.

De toda maneira, o economista ressaltou que a tendência para os próximos meses, caso não haja nenhuma reversão da curva epidemiológica no País, é a economia se recuperar. Porém, números de estabelecimentos nos patamares observados no período pré-pandemia, somente em 2022.

“Poderemos vislumbrar alguma recuperação em alguns segmentos no ano que vem. Mas isso vai variar de Estado para Estado também. Acredito que encerraremos este ano com 90 mil estabelecimentos comerciais perdidos no Brasil”, estimou.

CONFIANÇA DO SETOR TEM MELHORA

Rio – O Índice de Confiança do Comércio, da Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 10,5 pontos de julho para agosto deste ano. Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, que chegou a 96,6 pontos, em uma escala de zero a 200, e recuperou 92% da confiança perdida durante a pandemia de Covid-19.

A confiança subiu nos seis principais segmentos do comércio pesquisados pela FGV. Houve altas tanto no Índice da Situação Atual, que mostra a avaliação do empresário do setor no momento presente e que subiu 13,6 pontos (para 102 pontos), quanto no Índice de Expectativas, que mostra a confiança no futuro e que cresceu 6,8 pontos (para 91,3 pontos).

“A confiança do comércio mantém a tendência de recuperação, com expressiva alta em agosto. Apesar dos resultados positivos, a velocidade da recuperação não tem sido homogênea entre os segmentos. Os consumidores estão se mostrando cautelosos e a incerteza se mantém elevada, dificultando a elaboração de cenários mais claros da tendência da confiança nos próximos meses“, diz o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/economia/varejo-em-mg-perde-161-mil-empresas/ )

Governo prorroga por dois meses programa de redução de jornada e salário e suspensão de contrato

O governo federal prorrogou por mais dois meses o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que permite que as empresas suspendam contratos de trabalho temporariamente e reduzam a jornada de trabalho e de salário de funcionários.

O decreto, que determinou a extensão do prazo, foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes e  publicado no “Diário Oficial da União” desta segunda-feira (24).

A medida provisória, que foi sancionada e transformada em lei, previa, inicialmente, a suspensão dos contratos de trabalho por até dois meses e a redução da jornada e de salários em até 70% por até três meses.

Em 14 de julho, o presidente e o ministro já haviam editado um primeiro decreto que prorrogava as ações do programa por parte das empresas para até 120 dias. Assim, a redução passou a valer por quatro meses, em vez de três, e a suspensão de contratos, que valia por dois meses, foi ampliada, também para quatro meses.

Agora, com o acréscimo dos 60 dias, ambas as medidas passam a ter um prazo máximo de 180 dias.

Em seu Twitter, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a medida vai preservar cerca de 10 milhões de empregos em meio à crise. Segundo ele, alguns setores “ainda estão com dificuldades”.

“O Brasil voltou a gerar empregos, mas alguns setores ainda estão com dificuldades em retomar 100% de suas atividades. Por isso assinei o Decreto 10.470/2020 prorrogando o Benefício Emergencial por mais 2 meses. Serão cerca de 10 milhões de empregos preservados”, publicou o presidente na rede social.

O programa faz parte das propostas para tentar evitar demissões em meio à crise causada pela pandemia do novo coronavírus.

Como contrapartida ao corte de salário ou suspensão do contrato, o trabalhador recebe uma ajuda de custo paga pelo governo, o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm). O valor do BEm é baseado no seguro-desemprego ao qual o funcionário teria direito se fosse demitido.

Todas as empresas podem participar, bem como empregadores de domésticos com carteira assinada. Segundo o governo, 24,5 milhões de trabalhadores já foram incluídos no programa de alguma forma.

(fonte: https://www.infomoney.com.br/carreira/governo-prorroga-por-dois-meses-programa-de-reducao-de-jornada-e-salario-e-suspensao-de-contrato/ )

Shopping centers da Capital investem em adaptações para “novo normal”

Os shopping centers da capital mineira ficaram cerca de 130 dias fechados em função das restrições de funcionamento decretadas pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) em combate ao Covid-19. Mas, desde o último dia 6 de agosto, puderam voltar a funcionar ao menos três dias da semana com os protocolos de segurança e movimento bem abaixo do tradicional.

Com o avanço da flexibilização das atividades econômicas da cidade anunciadas pelo prefeito Alexandre Kalil (PHS) na última quinta-feira (20),  os estabelecimentos poderão abrir de segunda a sexta-feira, de 12 horas às 20 horas.

As principais redes da cidade investiram fortemente no chamado “novo normal” e na adoção de protocolos de higiene e segurança, visando não apenas a saúde das pessoas que trabalham ou transitam pelos corredores, mas também dos próprios negócios, em vistas de não fecharem outra vez.

O Shopping Del Rey, localizado na região Noroeste da cidade, por exemplo, realizou uma série de adequações físicas e práticas, com a adoção de um protocolo especial de higienização e prevenção ao Covid-19, baseado em experiências internacionais e orientações de profissionais da saúde do Hospital Sírio Libanês.

Segundo o superintendente do mall, Miguel Magnavita, foram realizadas alterações de infraestrutura como sinalizações no piso, nos banheiros e no estacionamento para orientar o fluxo e o distanciamento social dos consumidores. Além disso, foi retirado o acionamento do sistema de retirada dos tickets na cancela; instalados acrílicos nos espaços de atendimento ao cliente; totens com dispensers de álcool gel em diversos pontos e pias com água e sabão na praça de alimentação.

“Também investimos em treinamento e soluções tecnológicas que nos ajudam no monitoramento de acesso e temperatura das pessoas. E incorporamos uma prática de higienização ainda mais criteriosa”, citou.

Sobre as primeiras semanas de funcionamento, após cerca de 130 dias fechados, Magnavita contou que a percepção foi positiva e até surpreendente. Neste sentido, ele informou que as operações autorizadas a funcionar já abriram suas portas, incluindo todas as âncoras, e o fluxo de pessoas se manteve fluido, em um bom número dentro da capacidade permitida, sem a necessidade de grandes retenções nas entradas.

“O que sentimos nos corredores é que as pessoas estão sendo efetivas na vinda ao shopping, realizando compras e respeitando as medidas de proteção individual”, ressaltou.

Cuidado redobrado – O Estação BH, em Venda Nova, também adotou um série de mudanças e medidas, para atender as autoridades sanitárias e protocolos da PBH. De acordo com o superintendente do mall, Rodrigo Vellozo, a caminhada no novo momento tem sido com cuidado redobrado e empatia. Segundo ele, diante das restrições impostas pela pandemia, o shopping vem incrementando sistematicamente o elo entre lojistas e consumidores.

“Além das já consolidadas ações do Cardápio e Vitrine virtuais, que transformaram a experiência do cliente com sua loja ou restaurante preferido através da compra on-line, nós contamos ainda, com uma ferramenta facilitadora, o Delivery Center”, contou.

Em relação ao funcionamento nas últimas semanas, Vellozo disse que já no primeiro dia de reabertura do comércio, o Estação BH contou com mais de 90% de suas lojas e operações em funcionamento. O número, dentro do esperado se considerado o pouco tempo que os comerciantes tiveram para se organizar nesse reinício das atividades do varejo na cidade, naturalmente cresceu.

“Sentimos que está havendo uma retomada gradual e consciente por parte do shopping, dos lojistas e do frequentador, sempre atentos aos protocolos e priorizando a segurança de todos”, completou. Além disso, ele se disse surpreendido positivamente pelas vendas, no entanto, não revelou números.

O Boulevard Shopping, localizado na região Leste da cidade, disse, por meio de nota, que adotou um rigoroso protocolo de segurança. E que o empreendimento está funcionando com sistema de contagem de pessoas, aferição de temperatura e utilização de câmera de temperatura corporal, rotina ainda mais intensa de higienização.

Sobre o movimento, afirmou que segue dentro do esperado e algumas operações ainda permanecem fechadas, para atender às restrições do decreto municipal. “O shopping não registrou impacto relevante em rescisões contratuais em função da pandemia”, garantiu no documento.

A administração do mall disse ainda que o empreendimento vem implementando uma série de medidas de suporte ao varejo, contribuindo com a geração de fluxo de caixa, preservação de empregos e boa capacidade de operação. Durante o período em que as atividades permaneceram suspensas, houve isenção na cobrança do aluguel e do fundo de promoção, além de descontos progressivos nas taxas condominiais.

SHOPPING CIDADE: APORTE DE R$ 100 MIL

O Shopping Cidade, no hipercentro de Belo Horizonte, é conhecido pelo alto fluxo de passantes por conta de sua localização, recebeu investimento de R$ 100 mil em medidas para voltar a receber os consumidores.

“Para voltar a receber os clientes neste momento de pandemia, o mall passou por uma completa preparação ao longo dos últimos meses, pensando no bem-estar e principalmente na saúde de todos, seguindo os protocolos de segurança e boas práticas elaborados pela Abrasce (Associação Brasileira de Shoppings Centers) e validados pelo Hospital Mater Dei, além de obedecerem a todas as normas sanitárias da Prefeitura de Belo Horizonte”, informou o centro de compras, por meio de nota.

O empreendimento investiu em ações, como a contratação de um médico infectologista para orientar as melhores práticas, treinamento de colaboradores, pulverização diária do mall, separação de vagas de estacionamento por cones, demarcação de piso do lado externo, completa sinalização de procedimentos para prevenção ao Covid-19 nos corredores, elevadores e estacionamento, dispensers de álcool em gel, placas de acrílico para estações de trabalho, entre outras medidas.

Só de câmeras termográficas de última geração, para aferição da temperatura dos clientes em todas as entradas do shopping, foram gastos R$ 32 mil.

Além disso, o Shopping Cidade desenvolveu o “Crachá Sorriso” para os colaboradores que, agora paramentados com todos os EPIs necessários (face shield, máscaras, luvas e coletes), ficaram com o rosto tapado. “Vimos essa iniciativa de um hospital americano e achamos uma ótima saída para trazer o sorriso que ficava estampado no rosto da nossa equipe de volta”, comemora a gerente de Marketing, Carolina Vaz.

Apesar de ainda não liberadas para uso, as praças de alimentação do mall também já estão preparadas para receber os clientes de volta. Além da retirada de parte das cadeiras, algumas mesas ganharam adesivos de interdição e todas as lixeiras foram adaptadas com pedais para evitar o uso das mãos em sua abertura.

(Fonte: https://diariodocomercio.com.br/negocios/malls-se-adaptam-para-retomar-as-atividades/ )

Kalil anuncia que comércio de Belo Horizonte voltará a funcionar de segunda a sexta-feira; entenda flexibilização

Nós vamos abrir o comércio de segunda a sexta-feira, com o mesmo horário e o mesmo protocolo. Shoppings de segunda a sexta-feira. Restaurantes não fazem parte da nossa segunda fase de flexibilização. Abriremos para almoço de 11h às 15h os restaurantes de Belo Horizonte, sem a venda de bebidas alcoólicas. As praças públicas serão abertas, inclusive a Lagoa da Pampulha. Os parques, por motivos de organização, estarão abrindo gradativamente. Salão de beleza estendemos o horário de terça a sábado.

Essa abertura gradual depende de todos vocês. Já sacrificamos demais, fizemos esforço demais, sofremos demais e se estamos fazendo isso é porque temos a responsabilidade de que ninguém morreu nessa cidade por falta de atendimento, e atendimento de qualidade.

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, informou nesta quinta-feira (20), na sede da Prefeitura, que a capital irá avançar na reabertura do comércio, com as lojas funcionando de segunda a sexta-feira, com os mesmos horários e protocolos de funcionamento. Até então, o comércio estava funcionando apenas de quarta a sábado.

De acordo com o prefeito, “está na hora dos lojistas, dos comerciantes tomarem conta do seu negócio, porque nós não temos a menor dúvida de que se os números piorarem iremos fechar totalmente a cidade”.

Os restaurantes funcionarão apenas para almoço entre 11h e 15h, sem as vendas de bebidas alcoólicas e as praças de alimentação de shoppings também poderão voltar a funcionar. Salões de beleza terão o horário estendido de terça a sábado.

As praças públicas serão abertas imediatamente, inclusiva a Lagoa da Pampulha. Os parques, no entanto, vão abrir gradativamente, por “motivos de organização’, segundo o prefeito.

(fonte: https://www.itatiaia.com.br/noticia/kalil-anuncia-que-comercio-de-belo-horizonte-voltara-a-funcionar-de-segunda-a-sexta-feira-entenda-flexibilizacao )

 

Governo prorroga por 3 meses prazo de programa de crédito para pequenos negócios

O governo federal prorrogou por três meses o prazo para que as instituições financeiras formalizem operações de crédito no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), criado por lei em maio para atender o setor durante a pandemia do novo coronavírus.

A prorrogação está formalizada em portaria assinada pelo secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa. O período inicial para formalização de operações de crédito do Pronampe se encerraria nesta quarta-feira, 19.

A portaria destaca que a decisão leva em conta a autorização concedida pelo Congresso Nacional, por meio da aprovação do Projeto de Lei de Conversão nº 28 de 2020, em fase de sanção, para que a União efetive aporte adicional de R$ 12 bilhões no Fundo de Garantia de Operações (FGO) destinados a concessão de garantias no âmbito do Pronampe.

Como o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) já mostrou, o Pronampe é até o momento o único programa de crédito do governo que foi bem-sucedido na crise. Os R$ 18,7 bilhões disponibilizados em um primeiro momento do programa se esgotaram rapidamente, sendo efetivamente emprestados a pequenas empresas em dificuldades.

Nas demais linhas lançadas durante a pandemia do novo coronavírus, os porcentuais não superam os 30% e os montantes envolvidos são bem menores.

Para incentivar os empréstimos por parte dos bancos, o Tesouro fez um aporte inicial de R$ 15,9 bilhões em recursos no FGO. Com isso, o fundo passou a ter capacidade para garantir até R$ 18,7 bilhões em crédito via Pronampe.

Agora, com a prorrogação e o novo repasse de R$ 12 bilhões, o governo estima que o recurso tenha potencial para alavancar até R$ 14 bilhões em crédito.

(fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2020/08/19/internas_economia,1177475/governo-prorroga-por-3-meses-prazo-de-programa-de-credito-para-pequeno.shtml )

Comércio de Belo Horizonte reabre nesta quarta-feira após quatro dias fechado; confira os horários

Após quatro dias fechados, shoppings, galerias e lojas de rua de Belo Horionte reabrem as portas nesta quarta-feira (19). Por causa da pandemia do novo coronavírus, o comércio dos serviços não essenciais da metrópole só tem permissão para funcionar entre quarta e sexta-feira. A liberação para os salões de beleza vai de quinta-feira a sábado.

Conforme decreto da prefeitura, as lojas de rua podem reabrir das 11h às 19h. Os shopping estão liberados de 12h às 20h. Praças de alimentação funcionarão somente por delivery ou retirada, sem consumo no local.

Já os serviços de cabeleireiros, manicures e pedicures têm permissão das 11h às 20h. E no sábado (15), entre 9h e 17h. Por causa da flexibilização das atividades econômicas, os ônibus e o metrô também vão se ajustar e oferecer mais viagens para atender a população.

Indefinição

Sindicatos que representam os setores reivindicaram nessa terça-feira (10) que as lojas tenham autorização para ficarem abertas por quatro dias por semana. O prefeito Alexandre Kalil (PSD), no entanto, ainda não bateu o martelo sobre os novos rumos do comércio em BH.

O Comitê de Combate à Covid-19 deve se reunir hoje para analisar os índices da doença após o avanço para a fase 1 da flexibilização. O anúncio deve ocorrer na sexta-feira (21).

Até o momento, conforme a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA), a capital tem 839 em decorrência da Covid-19 e 29.273 infectados.

Confira os horários de funcionamento nesta semana:

  • Shopping centers (atividades autorizadas na fase 1): quarta a sexta-feira, entre 12h e 20h. Praças de alimentação funcionarão somente por delivery ou retirada, sem consumo no local.
  • Drive-in: sexta-feira a domingo, entre 14h e 23h
  • Comércio varejista não contemplado na fase de controle: quarta a sexta-feira, entre 11h e 19h
  • Comércio atacadista da cadeia de atividades do comércio varejista (incluindo vestuário), exceto comércio atacadista de recicláveis: quarta a sexta-feira, entre 11h e 19h
  • Cabeleireiros, manicures e pedicures: quinta a sexta-feira, entre 11h e 20h. Sábado, entre 9h e 17h
  • Galerias de lojas e centros de comércio: quinta a sexta-feira, entre 11h e 19h.

Estabelecimentos essenciais que já estavam abertos:

5h às 21h:
– Padaria

5h às 17h
– Comércio atacadista da cadeia de atividades do comércio varejista da fase de controle

7h às 21h:
– Comércio varejista de laticínios e frios
– Açougue e Peixaria
– Hortifrutigranjeiros
– Minimercados, mercearias e armazéns
– Supermercados e hipermercados
– Tintas, solventes e materiais para pintura
– Material elétrico e hidráulico, vidros e ferragem
– Madeireira
– Material de construção em geral

Sem restrição de horário:
– Artigos farmacêuticos
– Comércio varejista de artigos de óptica
– Artigos médicos e ortopédicos
– Combustíveis para veículos automotores
– Comércio varejista de gás liquefeito de petróleo (GLP)
– Agências bancárias: instituições de crédito, seguro, capitalização, comércio e administração de valores imobiliários
– Casas lotéricas
– Agências dos Correios e telégrafo
– Comércio de medicamentos para animais
– Atividades industriais
– Restaurantes (delivery ou retirada na porta)
– Banca de jornais e revistas

(fonte: https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/com%C3%A9rcio-de-belo-horizonte-reabre-nesta-quarta-feira-ap%C3%B3s-quatro-dias-fechado-confira-os-hor%C3%A1rios-1.800209 )