Proposta: Plano de retomada das atividades do comércio e emprego

Plano de Retomada das Atividades do Comércio e Emprego: Clique para acessar (ou na imagem)

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Utilize o WhatsApp Business para manter as vendas

O WhatsApp Business é uma ferramenta criada para auxiliar o processo de comunicação dos negócios. Em tempos de coronavírus, adotar essa ferramenta pode a ser solução para garantir as vendas da sua empresa. Afinal, o aplicativo permite continuar a atender os seus clientes, tudo a distância, para eles continuarem comprando, mas de casa.

Por isso separamos nove dicas de como o WhatsApp Business pode ajudar a manter o dinheiro entrando no caixa da sua empresa.

1. Envolva o cliente

Antes de começar a disparar mensagens vendendo seus produtos ou serviços, aproxime-se do cliente, envolva-o e explique o diferencial do seu contato. Lembre-se de que, para ele, o WhatsApp é um recurso pessoal, que ele utiliza para interagir com pessoas próximas.

Qualquer mensagem que ultrapasse essa linha pode soar como invasiva, incomodar e fazer com que ele bloqueie o contato da sua empresa.

2. Segmente a sua lista de contatos

Faça um cadastro dos novos clientes de sua empresa, solicite o número de WhastsApp e peça autorização para enviar comunicados sobre seus produtos ou serviços. Crie listas de contatos de forma segmentada para enviar informativos, promoções e ofertas.

3. Divulgue o número de WhatsApp da empresa

Destaque o número de WhatsApp da empresa nos materiais e em todos os ambientes em que sua marca for divulgada. Crie comunicados para redes sociais, espalhe essa informação para que os clientes tenham acesso ao número e entrem em contato por meio desse canal.

4. Atribua tags aos clientes

As tags ajudam a organizar os contatos por ordem de interesse, área de atuação, perfil, dúvidas e outras categorias que escolher. Esse recurso pode ajudar neste momento em que as atenções de vendas estarão concentradas na plataforma.

5. Aproveite os recursos das listas de transmissão

As listas de transmissão são como grupos de WhatsApp, com a diferença de que os clientes recebem as mensagens de forma individual. O conteúdo é enviado para todos os contatos selecionados de uma única vez. É possível criar listas de transmissão com até 256 contatos. Veja como é fácil criar a sua:

  • Vá até a tela de conversas do WhatsApp, clique em “nova transmissão” e escolha a opção “nova lista”.
  • Selecione os contatos que deseja adicionar à sua lista e toque no ícone “criar”.
  • Altere o nome da lista e adicione outras pessoas.

Importante: os contatos precisam estar na agenda do celular, e o seu número deve estar registrado no celular do cliente. Por isso, comunique seus contatos antes de enviar sua lista de transmissão.

6. Invista em um número exclusivo

Você pode utilizar o WhatsApp Web e o WhatsApp pessoal no mesmo aparelho e com o mesmo número. Porém, esse método não é o ideal. Ter um número exclusivo para os assuntos da sua empresa vai garantir a sua privacidade, tornará o atendimento profissional, mais organizado e seguro. Invista em um aparelho mais simples e um número de telefone exclusivo para atender os contatos da empresa.

7. Preste um bom atendimento

Além de um canal de vendas, certamente, os clientes vão utilizar o WhatsApp para solicitar atendimento, tirar dúvidas etc. Aproveite a praticidade e esteja preparado para lidar com esse tipo de atendimento.

8. Utilize um link direto para o seu WhatsApp

Coloque um link direcionando o cliente para o seu WhatsApp nas redes sociais, no seu site ou e-mail. Assim, você facilita o contato do cliente com a sua empresa. Para isso, siga o passo a passo abaixo:

9. Acompanhe as estatísticas das ações

Quer saber se as suas campanhas estão sendo vistas pelos clientes? No WhatsApp Business é possível verificar o relatório de mensagens, com estatísticas sobre o número de mensagens enviadas, entregues e lidas pelos clientes. Saiba como ver o seu relatório:

  • Clique no ícone de três pontos, no canto superior direito da tela, e vá em “Configurações”.
  • Selecione “Configurações da empresa”, e depois em “Estatísticas”.
  • Verifique quantas mensagens a conta enviou, quantas foram entregues, quantas foram lidas e quantas foram recebidas de contatos ou clientes.

(Fonte: https://m.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/utilize-o-whatsapp-business-para-manter-as-vendas,54b9f270d98e0710VgnVCM1000004c00210aRCRD )

MP dispensa exigências de empresas para facilitar acesso a crédito na pandemia

O governo federal editou a Medida Provisória 958/2020, que libera empresas e pessoas físicas de uma série de obrigações para que tenham acesso facilitado ao crédito bancário e sofram menos os impactos econômicos decorrentes da pandemia do novo coronavírus no país.

Na lista de facilidades, a MP dispensa os bancos públicos de exigirem dos clientes a apresentação de certidões de quitação de tributos federais, certificado de regularidade do FGTS e comprovante de regularidade eleitoral. A isenção não alcança tributos previdenciários.

A medida já havia sido anunciada pelo governo no início de abril “Estamos tentando elaborar uma medida provisória que isenta várias empresas que não estavam pagando imposto, inclusive de municípios e Estados, para poderem renovar dívida e pegar crédito”, disse o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, durante uma live no último dia 7 de abril.

O secretário acrescentou na ocasião haver problema para incluir no rol de vantagens da MP as dívidas previdenciárias, já que as contribuições para a seguridade social estão previstas na Constituição. “Em geral, temos problema via MP para mudar a regra constitucional”, explicou.

A suspensão das exigências vale até 30 de setembro deste ano, mas não se aplica às operações de crédito realizadas com lastro em recursos oriundos do FGTS.

“As instituições financeiras, inclusive as suas subsidiárias, ficam obrigadas a encaminhar à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil e à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, trimestralmente, na forma regulamentada em ato próprio dos referidos órgãos, a relação das contratações e renegociações de operações de crédito que envolvam recursos públicos realizadas diretamente ou por meio de agentes financeiros, com a indicação, no mínimo, dos beneficiários, dos valores e dos prazos envolvidos”, cita o texto publicado no Diário Oficial da União (DOU).

A MP suspende, também até 30 de setembro, a necessidade de registro em cartório de cédula rural no caso da existência de novos bens imóveis, incluindo averbação, e estabelece que o registro da Cédula de Crédito à Exportação será feito no mesmo livro, observados os requisitos aplicáveis à Cédula Industrial.

A nova medida provisória ainda revoga dois dispositivos de normas anteriores: a obrigação da apresentação de Certidão Negativa de Débito (CND) pelas pessoas jurídicas na contratação de operações de crédito junto a instituições financeiras que envolvam recursos captados por meio de caderneta de poupança, que estava prevista na Lei 8.870/1994; e o artigo do Código Civil que trata das situações nas quais ocorre a extinção do penhor.

(fonte: https://www.otempo.com.br/coronavirus/mp-dispensa-exigencias-de-empresas-para-facilitar-acesso-a-credito-na-pandemia-1.2329737 )

Como manter as vendas durante a crise do coronavírus

A pandemia provocada pelo novo coronavírus virou de pernas para o ar tanto a rotina da população quanto a economia de todo o país. E uma das pessoas que mais sofrem com isso é o dono de pequeno negócio, que precisou fechar as portas de seu estabelecimento físico e ficar em casa para diminuir a propagação da doença.

O problema é que o fechamento repentino das lojas físicas provoca queda do consumo e, consequentemente, redução no faturamento das empresas. Muitos empreendedores, agora, não sabem como vão fazer para manter o negócio funcionando, pagar fornecedores e funcionários, arcar com as dívidas e até mesmo colocar comida dentro de casa.

A verdade é que estamos vivendo tempos difíceis e todo mundo precisa se adaptar ao novo cotidiano. E você, dono de negócio, não está sozinho nessa. Por isso, criamos um conteúdo especial para que possa encontrar soluções e oportunidades a fim de lidar com os desafios deste momento.

Se o que te preocupa hoje é como manter as vendas durante a crise, está no lugar certo. Veja o que separamos para ajudar o seu negócio a manter o ritmo.

A palavra-chave é inovar

Você pode ser um microempreendedor individual ou até mesmo ter uma pequena empresa, não importa o tamanho do seu negócio, a inovação deve ser uma meta constante. E agora, em um momento de crise, é por meio dela que vai poder ver um novo horizonte.

Inovar não é necessariamente implementar uma nova tecnologia, mas criar uma nova maneira de lidar com um problema, oferecendo uma solução rápida e que atenda as necessidades.

E, neste caso, inovar significa chegar até os seus clientes, já que eles não podem mais ir a sua empresa. Como? Nós vamos mostrar três novas maneiras de fazer negócios que podem ser implementadas facilmente no seu empreendimento.

Instale o WhatsApp Business

É uma ferramenta criada para auxiliar o processo de comunicação dos negócios. Em tempos de coronavírus, adotá-la pode a ser solução para garantir as vendas da sua empresa. Afinal, o aplicativo permite continuar a atender os seus clientes, tudo a distância, para eles continuarem comprando, mas de casa.

Comunique-se com seu público

A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus expõe a necessidade de as marcas saberem se comunicar, sendo flexíveis e se adaptando às mudanças. Afinal, quando o cenário se altera e todos passamos a viver em uma nova realidade, é preciso agregar valor, agir de maneira empática e evitar o oportunismo.

E isso está relacionado a uma boa presença nas redes sociais, para ficar próximo dos seus consumidores em tempo de isolamento social. Com a quarentena, todo mundo está na internet atrás de produtos e serviços o tempo todo.

Muitas estratégias e tendências estão sendo utilizadas pelas empresas, e algumas delas têm apresentado como resultados concretos, como melhor desempenho nas vendas, maior número de visitantes e engajamento dos clientes.

Quer utilizar as redes sociais a favor de seu negócio? Conheça 10 dicas básicas de como agir nas redes sociais e atraia mais clientes.

É delivery que chama

O serviço de entrega em domicílio não serve só para restaurante. O mercado de delivery é diversificado e significa oportunidade para vários tipos de estabelecimento, desde restaurantes até pet shops, passando por lavanderias, farmácias, lojas de roupa, entre outras.

A oportunidade que essa nova forma de operar gera é ganhar espaço em um mercado que antes não existia para você e, com isso, conseguir compensar a falta de vendas na sua loja.

Confira então dicas de como usar essa solução a seu favor e manter as vendas.

Capacite-se

Uma saída para fazer dos limões da pandemia do Covid-19 uma limonada é usar o tempo livre em casa para se capacitar e adquirir novos conhecimentos e habilidades empreendedoras e de gestão.

Confira aqui uma lista de produtos e ferramentas digitais que nós criamos para auxiliar os donos de negócio do país todo, de casa, a gerir o empreendimento com mais eficiência.

(Fonte: Sebrae – https://m.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/utilize-o-whatsapp-business-para-manter-as-vendas,54b9f270d98e0710VgnVCM1000004c00210aRCRD)

Faturamento com dia das mães pode cair 95% na capital mineira

Melhor data comemorativa para o comércio no primeiro semestre, o Dia das Mães, em 2020, vai apresentar um desempenho negativo em relação aos anos anteriores.

Até o momento, com as lojas fechadas – para o controle da disseminação da pandemia do novo coronavírus – e as condições financeiras comprometidas, tanto de consumidores como dos empresários dos setores de comércio e serviços, a estimativa é de que ocorra uma queda de 95% no faturamento das empresas.

De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Lojista de Belo Horizonte (Sindilojas-BH), Nadim Donato, a abertura parcial das lojas com horários diferenciados e por segmento será essencial para reduzir os prejuízos esperados para a data comemorativa.

Ainda nesta semana, o Sindilojas-BH, junto com outras entidades representativas do comércio, entregará um pedido formal ao prefeito de Belo Horizonte solicitando a abertura parcial das lojas.

“Nós vamos levar uma proposta de reabertura parcial do comércio e com horários diferenciados para o prefeito Alexandre Kalil. Vamos tentar negociar. Nossa expectativa é que a abertura gradual do comércio seja permitida. Se isso não acontecer, teremos uma queda de 95% no faturamento do comércio voltado para a data. Caso a reabertura seja permitida, ainda sim, a tendência é de vendas menores”, explicou.

Ainda segundo Nadim, para tentar reduzir os prejuízos e atender a demanda gerada com o Dia das Mães, empresários estão vendendo produtos on-line, porém, a concorrência com as grandes redes tem limitado os resultados.

“O comércio eletrônico é um opção que vem sendo adotada, porém, os resultados melhores são obtidos com as grandes redes, que conseguem ter um custo menor. Para os pequenos e médios empresários, não resolve a situação”, explicou.

Ainda segundo Nadim, caso o comércio seja reaberto, de forma gradual e adotando as medidas de segurança para evitar a proliferação do coronavírus, os empresários irão investir em promoções para atrair os consumidores e conseguir efetuar as vendas.

“A reabertura será fundamental. A situação dos lojistas é crítica. Com os estabelecimentos comerciais fechados, não há faturamento e os custos com aluguel e mão de obra estão chegando. O Dia das Mães é a segunda melhor data para o comércio, atrás apenas do Natal. Por isso, a permissão para reabrir é tão importante para o setor do comércio e serviços, que gera cerca de 70% das vagas de emprego”, disse.

De acordo com o economista-chefe da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG), Guilherme Almeida, a tendência é de que as vendas voltadas para o Dia das Mães recuem em relação aos anos anteriores.

“A perspectiva para a data comemorativa é negativa. Estamos em um cenário de pandemia, que acaba provocando uma onda de incertezas no consumidor. Muitos perderam os empregos, tiveram a renda achatada e, por isso, estão priorizando a aquisição de bens de primeira necessidade”, explicou.

Ainda segundo Almeida, do lado do empresário do comércio e de serviços, a situação também é desfavorável. “Os empresários estão com as lojas fechadas, acumulando prejuízos e com capacidade de investimentos para a data comprometida porque têm que pagar os custos e não estão gerando faturamento”, disse.

Vendas on-line – Para atrair os consumidores e reduzir os prejuízos, os empresários que já têm estruturas de venda on-line tendem a realizar promoções. Porém, o volume de empresários utilizando a rede é pequeno. De acordo com pesquisas da Fecomércio-MG, somente 24% dos lojistas fazem vendas on-line.

“As vendas on-line podem ser uma alternativa para estimular os resultados da data comemorativa nos segmentos de calçados, vestuário e perfumaria, por exemplo. Mas ainda é pequena a participação dos empresários que têm lojas físicas no mercado virtual. É uma tendência que estes empresários precisam dar atenção e investir, pensando na comodidade do cliente e na estimativa de crescimento das vendas on-line nos próximos anos. Para os que atuam, é importante ser participativo, mostrando a marca, fazendo promoções e divulgando os produtos. É uma alternativa importante e que vai atender os consumidores”, explicou Almeida.

Para o setor de serviços, uma indicação é a venda de pacotes para serem usados no segundo semestre, o que pode ser adotado por salões de beleza, por exemplo.

A permissão para reabertura do comércio, desde que sejam tomadas medidas para preservar a saúde da população e evitar a disseminação do coronavírus, é vista como importante para os comerciantes.

“Seria importante encontrar uma alternativa para o empresário atuar, mas é necessário avaliar com cuidado, olhando o lado humano e da saúde e atender as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS)”.

No país 58% jea deixaram de pagar alguma dívida

Rio de Janeiro – Pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva mostra que, depois de um mês do isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus, 58% dos brasileiros deixaram de pagar alguma dívida – o que representa 91,040 milhões de pessoas.

Entre aqueles que têm alguma conta em atraso, a média encontrada foi de quatro contas sem pagar. A pesquisa foi feita nos dias 14 e 15 deste mês, com 1.131 pessoas de 16 anos ou mais de idade, de 72 cidades de todas as unidades da Federação.

Na avaliação do presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, o Covid-19 chegou na reta final de uma das mais longas crises econômicas da história do Brasil.

“Encontrou uma população sem poupança e cada vez menos amparada pelos aparatos de proteção social”.

Meirelles destaca que uma das consequências econômicas mais graves dessa pandemia é a total falta de condição, de importante parcela da população, de honrar as contas.
Segundo ele, há um predomínio de endividamento por classe social. “Quanto menor a renda, maior o endividamento relacionado às contas mais simples, relacionadas ao dia a dia”.

Contas de água, luz, aluguel tiveram atrasos para 28%, 33% e 35% dos entrevistados, respectivamente. “Nas classes A e B, o destaque maior fica para o cartão de crédito, cheque especial e mensalidades escolares”, informou Meirelles.

Entre as contas atrasadas, carnê e crediário em lojas lideram a lista, com 46% das respostas; seguidas de cheque especial e cartão de crédito (37% cada) e parcelas de empréstimo bancário (36%).

Com relação a outros boletos em atraso, que inclui mensalidades de academia, despesas com manutenção e serviços gerais (com 36% em atraso), Renato Meirelles analisa que, com o prolongamento da crise, esses gastos serão cortados e a participação desses itens no total de contas em atraso deverá se reduzir.

Endividamento – Renato Meirelles avalia que o volume de dívidas per capita (por indivíduo) – que no primeiro mês de isolamento registrou média de quatro contas por pessoa – deve crescer no próximo período.

“A pesquisa projeta um cenário bastante complicado para a adimplência, com um número crescente de pessoas que já admitem que, no próximo mês, não conseguirão honrar todos os seus compromissos”.

Contas de telefone e de internet, em especial, deverão aumentar o índice de inadimplência em maio, indicou o presidente do Instituto Locomotiva. Segundo ele, o isolamento social elevou o uso de dados para as crianças continuarem estudando e também para entretenimento e informação. “As famílias esperam que o governo e as empresas garantam o acesso a esse serviço que é considerado essencial para boa parte dos brasileiros”, observou.

Meirelles diz ainda que, tal como ocorreu no auge da recente crise econômica no País, deverá voltar a ocorrer o chamado “rodízio de contas”, em que o consumidor escolhe quais contas pode pagar e quais vai atrasar, de acordo com o valor dos juros e o prazo de negociação antes de o serviço ser cortado pelo fornecedor.

“Como a maioria dos brasileiros acredita que a crise será longa, a tendência é que os consumidores pensem bastante antes de gastar”, destacou Meirelles. (ABr)

(fonte: Diário do Comércio)

Intenção de Consumo das Famílias sente efeitos do coronavírus e piora em abril

Como previsto na última Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o índice da pesquisa caiu de 99,9 para 95,6 pontos em abril – o menor nível desde novembro de 2019. No mês passado, o último antes do início da crise provocada pelo coronavírus, o indicador chegou a estar apenas um décimo abaixo do nível de satisfação (acima de 100 pontos), em seu melhor resultado desde 2015. Após o ajuste sazonal, a série apresentou uma queda mensal de 2,5%, após dois meses consecutivos de alta. Em relação a abril de 2019, houve retração de 0,6%, a primeira redução nessa base comparativa desde fevereiro de 2017. Esta foi a primeira ICF realizada após o início da pandemia de covid-19 no Brasil. A coleta dos dados ocorreu entre 20 de março e 5 de abril.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, destaca que a pesquisa deste mês identificou a preocupação dos brasileiros com os impactos “desta crise sem precedentes”. “As famílias começaram a se revelar mais alertas em relação ao consumo, em 2020. Essa insatisfação na expectativa de consumir em abril está ancorada na incerteza das consequências que a situação atual pode provocar nos indicadores econômicos deste ano. O aumento recente da taxa de desemprego no País é um exemplo”, afirmou Tadros, chamando a atenção para o indicador referente ao acesso ao crédito, único da pesquisa que apresentou variação mensal positiva (+0,7%), chegando a 97 pontos. “As taxas de juros baixas, conjuntamente com um nível inflacionário controlado, impactaram a percepção de maior facilidade de acesso ao crédito.” O item teve crescimento de 8,2% na comparação anual.

Aquisição de bens duráveis: piora significativa 

Em relação às Condições de Consumo, o indicador Momento para Duráveis se destacou negativamente, apresentando a maior queda mensal dentre os índices pesquisados (-5,9%), após aumento registrado em março. Na comparação anual, entretanto, houve incremento de 2%. O indicador atingiu 70,6 pontos. “Houve uma queda acentuada na percepção do momento de compra de duráveis, como eletrodomésticos, eletrônicos, carros e imóveis. Esta é a mais baixa pontuação de um subíndice em abril e o menor patamar deste item desde novembro de 2019”, ressalta a economista da CNC responsável pelo estudo, Catarina Carneiro da Silva. A parcela de consumidores que acreditam ser um momento negativo para compras deste tipo de produto atingiu 60,7%, o maior percentual desde novembro de 2019 (61,3%).

Segundo Catarina, “as perspectivas também começaram a registrar cautela”. O subíndice referente à Perspectiva de Consumo, por exemplo, registrou queda mensal de 5,5%, após dois aumentos seguidos, chegando a 94 pontos – o menor nível desde setembro de 2019 (93,4 pontos) – e retornando a um patamar de insatisfação, abaixo de 100 pontos. No comparativo anual, a queda foi de 4,9%. A maioria das famílias acredita que vão consumir menos nos próximos três meses (39,5%). Este percentual, o maior desde outubro de 2019 (39,6%), está acima dos 35% registrados em março e dos 35,7% observados em abril do ano passado.

(fonte: http://www.cnc.org.br/editorias/economia/noticias/intencao-de-consumo-das-familias-sente-efeitos-do-coronavirus-e-piora )

Comércio de BH alinha proposta de reabertura escalonada; veja como funcionaria

Diferentes sindicatos do setor de varejo e serviços de Belo Horizonte e região metropolitana se reuniram nesta quinta-feira (16), com a participação de representantes da prefeitura da capital, com o intuito de discutir uma proposta para o retorno escalonado do comércio. O plano de retomada, que inclui horários de abertura e fechamento diferenciados para cada seguimento, serão reunidos em um documento e apresentado ao prefeito Alexandre Kalil na próxima semana. As medidas valeriam também para as demais cidades da região.

“Fizemos hoje reunião semanal com os seis sindicatos da capital, que abrange todo o varejo, alimentos, peças, mais a Abrasel, de bares, restaurantes e lanchonetes. Tivemos uma conversa muito boa em que detalhamos a necessidade de um projeto de retomada do comércio. O grupo está discutindo a retomada com empresários do setor de ônibus e com a BHTrans. É importante que façamos um escalonamento dessa retomada de horários de trabalho. É isso que estamos trabalhando”, explicou o presidente do Sindicato dos Lojistas de BH (Sindilojas), Nadim Donato.

O plano ainda está sendo elaborado, mas já há uma perspectiva. Os setores de distribuição de alimento, como o Ceasa, abriram mais cedo, seguidos de lanchonetes, supermercados, padarias e drogarias. Posteriormente, se abririam as casas de construção civil e autopeças, seguido de estabelecimentos relacionados à serviços de veículos, como borracharias. O varejo, de maneira geral, abriria mais tarde e, por último, shoppings centers, bares e restaurantes. Quem abrir mais cedo, fecha mais cedo. Quem abrir mais tarde, fecha mais tarde.

(fonte: O Tempo https://www.otempo.com.br/cidades/comercio-de-bh-alinha-proposta-de-reabertura-escalonada-veja-como-funcionaria-1.2325718 )

Delivery e e-commerce “salvaram” a Páscoa

Às vésperas da data mais importante do ano para o setor – a Páscoa -, profissionais e empresas especializadas em produtos de chocolate viram o mundo desabar diante da pandemia desencadeada pelo novo coronavírus. Em março, a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab) previa um crescimento de 5% a 10% nas vendas em relação a 2019.

Há menos de dois meses, as empresas estavam investindo em novos produtos, na inovação de embalagens e no uso de personagens atrativos e atuais. Em 2019, foram produzidas cerca de 10 mil toneladas de chocolates para o período de Páscoa, incluindo ovos, figuras de páscoa e outros itens.

Todo esse otimismo foi por água abaixo – definitivamente – com a projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgada semana passada. Considerada uma das datas mais rentáveis para o comércio no primeiro semestre, as vendas da Páscoa em 2020 devem registrar uma queda histórica de 31,6% em relação à Semana Santa de 2019, o que representaria uma perda de R$ 738 milhões. O balanço final ainda não foi divulgado pela CNC.

Criatividade – Empenho e criatividade, porém, fizeram parte da receita de muitos empreendedores para reverter, pelo menos, parte do prejuízo. Vendas on-line e delivery foram os canais principais de uma verdadeira revolução que muitos tiveram que enfrentar.

E as redes sociais o principal canal de comunicação com os clientes para garantir um doce domingo para quem está em isolamento social e para o caixa das empresas.

No bairro Mangabeiras, na região Centro-Sul, a confeitaria Fofíssimo Bolos viu o salão vazio. Atendendo apenas para entregas, o período da Páscoa se tornou uma incógnita. De acordo com a sócia da Fofíssimo, Juliana Nunes, a solução foi partir para as vendas on-line.

Para garantir a integridade dos delicados produtos, ela contratou um motoboy de confiança e não aderiu aos aplicativos de entrega por conta das taxas que podem chegar a 30% do valor de cada produto, segundo ela.

“Ano passado, não fizemos vendas on-line, então foi tudo muito novo para mim. Linkamos no nosso Instagram o número do WhatsApp e começamos a receber as encomendas por esse canal. Concentramos nossos esforços no bairro Mangabeiras e fechamos a loja de Lourdes porque não havia segurança nas ruas para trabalhar lá. Dessa forma não precisamos demitir nem contratar ninguém específico por causa das entregas na equipe direta. Tínhamos planejado a abertura de uma loja temporária em um shopping center da região, como fizemos em 2019, mas a ideia foi abortada”, explica Juliana Nunes.

A estratégia adotada foi se mostrar presente na vida dos clientes e que o chocolate não é apenas uma guloseima, mas uma forma de demonstrar carinho e presença em época de isolamento social. Todas essas dificuldades mostraram à empresária a necessidade de investir nos canais on-line.

Além disso, os próprios clientes foram indicando caminhos que poderiam ser utilizados para enfrentar a crise e, pelo menos, não ter uma regressão em relação aos resultados do ano passado.

“Vamos finalizar o site, que estava em construção, e vamos reforçar nosso trabalho na internet. Sabíamos do crescimento do e-commerce em todos os segmentos, mas agora decidimos que precisamos acelerar nesse sentido. E outras possibilidades foram surgindo. Muita gente fez a encomenda on-line e veio buscar em uma espécie de drive thru. Como temos um estacionamento grande, elas só ligavam e informavam a placa do carro. Chegando aqui, era só abrir o porta-malas, já que o comprovante de pagamento já havia sido enviado”, relembra a sócia da Fofíssimo Bolos.

Há dois anos com o ateliê de chocolates aberto formalmente e há 20 anos no segmento de chocolates, a microempreendedora individual Renata Bernardi, fundadora LaDola Doceria, também viu o rumo dos negócios mudarem com a chegada do Covid-19.

“A primeira semana foi um susto muito grande, inclusive com cancelamento de pedidos. Depois o jeito foi observar como os colegas estavam vivendo a crise e escolher uma forma de agir. Resolvemos que a nossa Páscoa seria agora. Quase toda minha venda foi para delivery e consegui repetir o resultado do ano passado, o que foi uma grande vitória. A expectativa era crescer 30%, mas conseguir empatar foi um grande resultado”, comemora Renata Bernardi.

Um dos grandes desafios enfrentados foi a questão das embalagens, a delicadeza dos ovos de Páscoa exigia algo especial e não havia tempo para o desenvolvimento. A saída foi a própria artesã fazer as entregas. Sem site, os canais de venda também foram o Instagram e o WhatsApp. E, surpreendentemente, foi possível, até, conquistar novos clientes.

“A estética tem uma grande importância para o chocolate artesanal e eu não tinha embalagens adequadas. Então eu mesma fiz as entregas, o que me levou a até rejeitar algumas encomendas por falta de tempo. Não deixei que o isolamento me separasse dos meus clientes e propus que eles não deixassem que isso acontecesse entre eles e seus amigos e parentes. Recebi até encomendas de outras cidades e estados para fazer entregas aqui em Belo Horizonte. Foi uma forma que as pessoas acharam para se fazer presentes. Poder participar disso foi muito gratificante”, completa a empresária.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/negocios/delivery-e-e-commerce-salvaram-a-pascoa/ )

Compras online crescem 18,5%; produtos de Páscoa têm alta de 322%

As vendas online cresceram 18,5% na semana 31 de março a 6 de abril, na comparação com a semana anterior. O que impulsionou a alta no geral foram produtos como eletrodomésticos e eletrônicos. No entanto, as vendas de Páscoa também chamaram a atenção.

Os pedidos da data comemorativa aumentaram 322% entre os dias 29 de março a 6 de abril de 2020, em relação ao período de 7 a 20 de abril de 2019.

Somente vendas de ovos de Páscoa via internet tiveram alta de 360% sobre o ano passado, os chocolates, em geral, apresentaram crescimento de 299%.

O tíquete médio de ovos foi 55% maior neste ano.

Os dados são da EbitNielsen e, segundo a análise, os itens de giro rápido como alimentos, bebidas, produtos de higiene pessoal e medicamentos (FMCG na sigla em inglês) estão mantendo boa performance. Isso se deve à adaptação do consumo em tempos de restrições impostas para o controle da covid-19 no Brasil.

“O e-commerce tornou-se um facilitador da situação imposta pela covid-19, a medida que os consumidores adaptam suas atividades diárias para dentro dos seus lares e, consequentemente, aumentam a demanda por serviços online”, diz o diretor de Atendimento ao Varejo e E-commerce da Nielsen Brasil, Roberto Butragueño.

O levantamento também destacou a expansão nas compras de itens da área de Educação à Distância nas primeiras semanas de isolamento social.

O volume de vendas de Apostilas de Cursos e Concursos cresceu 648%, seguido por Cursos e Educação (+414%) e os módulos de Musculação e Ginástica online (+ 262%). A comparação foi feita entre 17 a 23 de março ante 10 de março a 16 de março.

(fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2020/04/14/internas_economia,1138461/compras-online-crescem-18-5-produtos-de-pascoa-tem-alta-de-322.shtml )

Suspensão de contrato de trabalho e/ou Redução de Salário e Jornada – Medida Provisória 936

Orientações para as empresas que celebraram acordos individuais para suspensão de contrato de trabalho e/ou redução de salário e jornada:

As empresas devem:

– Enviar um comunicado para o Sindicato dos Empregados no Comércio de Belo Horizonte e Região – SEC, informando os nomes dos empregados que assinaram os acordos, CPF, período de suspensão dos contratos e/ou percentual de redução de salários.
– O comunicado deve ser enviado para o SEC no prazo de 10 dias corridos após a assinatura do acordo.
– O comunicado pode deve enviado para o e-mail do Sindicato dos Empregados no Comércio de Belo Horizonte e Região: secbhrm@secbhrm.org.br
– Não é necessário assinar nenhum documento junto ao Sindicato de Empregados. O acordo é celebrado apenas entre a empresa e o seu empregado.
– Não é necessário enviar cópias dos acordos individuais. Apenas comunicar o SEC BH com as informações acima.
– No site do SINDILOJAS BH constam modelos dessa comunicação e dos acordos individuais.
– As empresas devem comunicar o Ministério da Economia no prazo de 10 dias após a assinatura do acordo indivual.