Expansão do Diamond Mall vai receber aporte de R$68 Milhões

O Diamond Mall, localizado na região Centro-Sul da capital mineira, passará por nova expansão em breve. Sob aportes de R$ 68 milhões, a rede Multiplan, que detém 50,1% de participação no empreendimento, vai construir um novo andar com 49 lojas e ampliar a Área Bruta Locável (ABL) em 4,4 mil metros quadrados. Após a expansão, o Diamond Mall terá ao todo 25.867 metros quadrados de ABL e 218 operações.

De acordo com a superintendente do centro de compras, Lívia Paolucci, as obras terão início no segundo semestre e a inauguração está prevista para o final de 2021. Para isso, os trabalhos transformarão o atual estacionamento G3 no novo piso de lojas. Já as vagas de estacionamento, que hoje somam 1.289, serão praticamente mantidas, a partir de adequações a serem realizadas em outros pavimentos do mall.

“Já trabalhamos com um nível quase zero de vacância e a expansão vai nos permitir ampliar ainda mais as oportunidades no shopping, abrigando marcas que já tinham interesse em ter alguma operação no Diamond Mall e até mesmo em Minas Gerais. Os novos espaços vão incluir desde lojas satélites, internacionais, grandes marcas nacionais até restaurantes”, revelou.\

De acordo com comunicado da Multiplan à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a expansão trará novas tendências em linha com a visão da companhia para demandas futuras dos clientes do shopping.

A companhia informou ainda que a expansão incluirá um novo piso, adotando uma arquitetura contemporânea que valoriza o formato de diamante do shopping, com destaque para a modernização da claraboia, aumentando a eficiência energética do empreendimento ao incorporar vidros de alto desempenho. “Todo o layout foi pensado de acordo com o aproveitamento dos espaços e remetendo a um ambiente aberto, oferecendo alta luminosidade e conforto”, disse no documento.

Esta será a segunda expansão do mall, inaugurado em 1996. A primeira ocorreu em 2015. Em termos de desempenho, em 2019, o Diamond Mall registrou vendas totais nas lojas satélites de R$ 37.283 por metro quadrado, o segundo maior do portfólio. No final de 2019, a taxa de ocupação era de 99,2%.

Aquisição – Além disso, em janeiro deste ano, a Multiplan anunciou a conclusão da aquisição de 50,1% de participação no Diamond Mall do Clube Atlético Mineiro (CAM), que ainda detém os outros 49,9%. Na época, a administradora informou também a prorrogação do contrato de arrendamento até novembro de 2030.

“A Multiplan está em um movimento de não apenas investir em novas operações no País, mas também de apostar em shoppings já presentes em seu portfólio, principalmente os mais rentáveis, entre eles, o Diamond Mall”, concluiu.

Os diferenciais que contribuem para o desempenho do empreendimento, conforme Lívia Paolucci, estão não apenas na localização privilegiada, no bairro Lourdes, com um dos metros quadrados mais elevados da cidade, mas também no mix de lojas e produtos oferecidos.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/economia/expansao-do-diamond-mall-vai-receber-aporte-de-r-68-milhoes/ )

Maioria dos Brasileiros faz empréstimo pela internet para pagar contas atrasadas

Pesquisa encomendada pela fintech de crédito online Noverde mostra que o principal motivo das pessoas que buscam por empréstimos pela internet, apontado por 54,5% dos entrevistados, é quitar contas básicas em atraso.

O segundo motivo é sair do cheque especial, afirmado por 13,9%, enquanto 10,7% alegaram razões como pagar uma reforma ou conserto que saiu mais caro que o previsto, ter capital de giro para o negócio ou despesas de saúde.

O crédito digital já é hábito para 51,7% dos entrevistados que relatam terem feito dois empréstimos pela internet nos últimos 12 meses.

A pesquisa qualitativa feita pela Hibou, destaca que o principal motivo do primeiro e segundo empréstimos é o mesmo: pagar dívidas atrasadas. Entretanto, o índice dos que buscam essa ajuda para ficar em dia com as contas cai pela metade na segunda vez que o crédito é solicitado indo para 22,7%.

”Esse indicador é um sinal que todo um trabalho de educação financeira, crédito inteligente e consciente junto aos nossos clientes está dando resultado”, afirma Eduardo Teixeira, CEO da Noverde.

A pesquisa também mostra sinais de uma melhora na educação financeira do brasileiro. O processo de tomada de decisão de crédito mudou, na edição de 2018 do levantamento, 42% dos entrevistados afirmaram que sempre faziam comparações entre as diversas opções no mercado na hora de decidir onde buscar um empréstimo. Esse número saltou para 68% em 2019.

Boas experiências de crédito online fazem com que as pessoas se tornem clientes fiéis. Enquanto em 2018 eram 51% os que concordavam com esse pensamento, em 2019 o número saltou para 81%.

Ser cliente recorrente em fintech traz uma série de benefícios como é o caso dos usuários da Noverde.

“A nossa tecnologia hoje é capaz de identificar usuários com bom comportamento de pagamento ao longo dos empréstimos ativos e, através destes dados, elaborar novas e melhores propostas de crédito para estes clientes. É uma maneira justa de recompensar esse ótimo comportamento financeiro, traduzindo a visão da empresa para funcionalidades do produto”, afirma a diretora de crédito da startup, Heloísa Carvalho.

Pesquisas constantes com clientes tem sido uma das metodologias utilizadas pela fintech para entender problemas relacionados à educação financeira, os quais o produto se propõe a resolver.

No quesito planejamento financeiro, 90% dos entrevistados que fizeram mais de um empréstimo em 2019 com a Noverde disseram que havia um plano bem definido de como pagar cada parcela. Em 2018 esse índice era de 68%.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/livre/maioria-dos-brasileiros-faz-emprestimo-pela-internet-para-pagar-contas-atrasadas/ )

Crédito Imagem: Rawpixel

Nova Lei das Franquias: o que é preciso saber?

Sancionada em dezembro do ano passado, a Nova Lei de Franquias 13.966/2019 passa a valer oficialmente em todo o território nacional a partir de 25 de março de 2020, quando decorridos 90 dias da publicação no DOU (Diário Oficial da União).

Fato que deixa franqueadores e franqueados com pouco menos de dois meses para se adequar e entender o que muda na legislação para evitar possíveis questões judiciais no futuro.

Para a ABF (Associação Brasileira de Franchising), a nova lei representa um marco, que vem para dar mais segurança para as empresas e investidores em um dos setores que mais crescem na economia brasileira.

“Os balanços de 2019 apontaram um crescimento de 5,1% nas unidades em operação, isso em números representa cerca de 25 novas franquias de todas as vertentes e tamanhos sendo abertas em todos os 365 dias do ano no Brasil. Isso demonstra o vigor que o sistema de franchising tem no país”, afirma André Friedheim, presidente da ABF.

“Durante a elaboração do texto, não só a Associação (ABF) foi ouvida, mas também os franqueadores e franqueados. A unanimidade da opinião de todos os envolvidos foi um dos motivos que levou o Congresso Nacional a entender a importância da Lei e aprová-la tão rapidamente”, explica Marcelo Maia, diretor executivo da ABF.

Porém, diante de tanta informação, o que muda de fato na nova lei?

NOVAREJO, em parceria com a advogada e especialista em contratos empresarias Izabela Rücker Curi Bertoncello, separou os principais pontos que precisam ser observados, tanto pelo franqueador, quanto pelo franqueado, na hora de firmar novos contratos de franchising no Brasil. Confira:


1. Relação empregatícia e de consumo

Dois dos debates que mais geravam questões judiciais, pela falta de esclarecimento da lei antiga, estavam ligados à questão empregatícia entre franqueador e franqueado e às relações de consumo entre as duas partes, que poderiam ocasionar a aplicação do Código de Defesa do Consumidor, gerando uma lista de consequências jurídicas, como invalidade de cláusulas e privilégios compensatórios em favor do franqueado.

Um dos benefícios da nova Lei de Franquias é que ela acaba, definitivamente, com a discussão, estabelecendo o fim de qualquer vínculo empregatício ou de consumo nas relações de franchising, através do artigo 1º:

Esta Lei disciplina o sistema de franquia empresarial, pelo qual um franqueador autoriza por meio de contrato um franqueado a usar marcas e outros objetos de propriedade intelectual… sem caracterizar relação de consumo ou vínculo empregatício em relação ao franqueado ou a seus empregados, ainda que durante o período de treinamento.


2. Empresas estatais e entidades sem fins lucrativos

Ainda no artigo 1º, a lei traz uma novidade: a permissão para utilização do método de franquias por empresas estatais ou entidades sem fins lucrativos, independentemente do segmento de atividades.

Nesse caso, especificamente, a lei diz que não será necessária a entrega da Circular de Oferta de Franquia (COF) para os franqueados, com antecedência de 10 dias do contrato ou pré contrato ou pagamento de taxas, como é obrigatório para empresas privadas. Isso porque, quando se trata de licitação ou pré-qualificação promovida por órgão ou entidade pública a COF deve divulgada logo no início do processo de seleção.

O Banco do BrasilBNDESCaixa Econômica Federal, Petrobrás, empresas de saneamento e energia são exemplos de entidades que poderão se beneficiar dessa novidade e fraquear seus produtos e serviços.


3. Língua portuguesa

A nova Lei de Franchising garante uma melhor compreensão dos termos de negócios pelos fraqueados, exigindo que tanto a COF, quanto os contratos de franquia internacionais sejam escritos em língua portuguesa, de maneira clara e objetiva, além de evidenciar que os custos de tradução serão arcados pelo franqueador:

Art. 2º Para a implantação da franquia, o franqueador deverá fornecer ao interessado Circular de Oferta de Franquia, escrita em língua portuguesa, de forma objetiva e acessível.

Art. 7º, parágrafo segundo – os contratos de franquia internacional serão escritos originalmente em língua portuguesa ou terão tradução certificada para a língua portuguesa custeada pelo franqueador, e os contratantes poderão optar, no contrato, pelo foro de um de seus países de domicílio.


4. Franquias internacionais

A lei passa a permitir expressamente a celebração de contratos internacionais de franquia, o que não ocorria antes. Pelo contrário, a legislação anterior previa, no art. 8º, que o que nela disposto aplicava-se aos sistemas de franquia instalados e operados em território nacional.

Segundo Izabela Rücker, essa alteração vai facilitar a vinda de marcas e know-how internacional para o país — em todo e qualquer ramo de atividade, sem limites — inclusive de energia, tecnologia, saneamento, serviços bancários (esses com os limites da regulação específica) e etc.


5. Foro internacional

Outra novidade que permeia as relações internacionais na nova Lei de Franquias é a possibilidade de escolha de um foro internacional para a decisão das questões jurídicas, desde que as duas partes (franqueador e franqueado) constituam e mantenham um representante legal ou procurador devidamente qualificado e domiciliado no país do foro definido, com poderes para representá-los administrativa e judicialmente, inclusive para receber citações.

Nesse caso, a advogada pondera que, ao menos que o franqueado negocie uma boa vantagem no contrato, é recomendável que ele mantenha o foro no Brasil, já que a nova regra pode trazer custos adicionais para o franqueado que terá que arcar com os custos de um representante em outro país.


6. Sublocação

artigo 3º diz que nos casos em que o franqueador subloque ao franqueado o ponto comercial onde se acha instalada a franquia, qualquer um dos dois (franqueado ou franqueador) terá legitimidade para propor medidas judiciais cabíveis para a renovação do contrato de locação do imóvel.

Trata-se de uma proteção a mais para o franqueado que for sublocatário. Da mesma forma, a nova Lei de Franquia prevê expressamente que está vedada a exclusão do franqueado ou do franqueador do contrato de locação (celebrado com o proprietário) e de sublocação, por ocasião da sua renovação ou prorrogação.

A essa exclusão só será permitida na hipótese de alguma das partes deixar de cumprir suas obrigações perante as demais partes, seja quanto à franquia ou à locação, como por exemplo, no caso de alguma inadimplência. Assim, se o franqueador não quitar o aluguel perante o proprietário, e este exigir a posse do imóvel de volta, o franqueado deverá ou quitar a locação, ele mesmo (e reaver-se perante o franqueador) ou devolver a posse do imóvel.


7. A circular de oferta de franquia – COF

Um dos principais pontos sobre a nova lei é a chamada Circular de Oferta de Franquia, que esclarece e complementa situações que costumavam gerar conflitos, se tornando o documento chave da contratação.

Ela deve ser emitida pelo franqueador e estabelecer mais de 38 informações, listadas na lei, as quais se desdobram em várias outras, complexas e detalhadas.

A lei estabelece claramente que, se o franqueado perceber, em algum momento, antes, durante ou após a contratação, que alguma informação da COF estava equivocada, poderá  acusar “anulabilidade ou nulidade, conforme o caso, e exigir a devolução de todas e quaisquer quantias já pagas ao franqueador, ou a terceiros por este indicados, a título de filiação ou de royalties, corrigidas monetariamente.”

 

(fonte: https://www.consumidormoderno.com.br/2020/01/28/nova-lei-das-franquias-muda/ )

Ilustração Greg Flynn

Redes de franquias voltam a crescer dentro de shoppings centers

A presença das redes de franquias nos shoppings, em especial aquelas que atuam nos segmentos de alimentação, beleza, estética e educação, voltou a crescer em 2019. Foi o que revelou o estudo realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), que constatou uma maior participação das redes nos malls como endereço dos pontos de vendas, passando de 21,5% em 2018 para 24,9% este ano.

Entre os motivos para esse crescimento é que os shoppings fizeram um reajuste do mix de lojas, visando atrair mais consumidores e aumentar o fluxo de visitantes. Em contrapartida, ofereceu às redes descontos pontuais e uma maior flexibilização nas negociações dos aluguéis, além da diminuição no custo total de ocupação (CTO), que envolve as principais despesas como aluguel, condomínio, fundos de marketing e promoção.

Por outro lado, as redes adotaram estratégias e modelos de negócios mais práticos e acessíveis, que proporcionaram uma redução nas despesas e um ganho de eficiência operacional. De acordo com o estudo da ABF, os formatos de franquias no modelo quiosque tiveram um crescimento de 6,5% em 2018 e em 2019 chegou a 8,6%.

No segmento de alimentação, a Slice Cream, primeira rede de gelato fatiado e que oferece um cardápio de produtos instagramáveis, como bebidas artesanais com a impressão de fotos dos clientes, entrou este ano para o franchising com seu modelo de quiosque e deve encerrar o ano com 10 unidades negociadas.

A Casa de Bolos, pioneira no segmento de bolos caseiros, é outra rede que adaptou um modelo de quiosque, o ‘Bolo Caseiro no Pote’, utilizando toda sua tradição e um conceito bem definido, o grab and go, uma proposta em que o consumidor ‘pega e vai’, ou seja, compra um potinho do bolo e pode comer enquanto passeia pelo shopping.

A Boali, rede alimentação saudável, que tem 18 unidades dentro de shoppings centers espalhados pelo País, está implantando novos canais de autoatendimento, que funcionam como um complemento extra para o franqueado que opera quiosques ou lojas dentro do mall.

Já, a Chocolateria Brasileira, franquia de chocolates finos, vem aumentando sua presença nos shoppings com um modelo de quiosque com cafeteria, onde é possível degustar bebidas quentes e geladas, além de sobremesas criadas pelo chocolatier Christian Neugebauer.

A estratégia dos shoppings em incorporar redes que prestam serviços de beleza, estética e educação, surtiu um bom resultado no ano de 2019. O setor de franquias responde por 2,6% do PIB brasileiro, isso contando com os modelos de negócios em quiosque e em formato de lojas físicas. Por exemplo, na área da estética, a Doctor Feet é a maior rede de serviços de cuidados para os pés e venda de produtos médicos e ortopédicos presente em shoppings centers. Pioneira no segmento, a franquia está há 21 anos no mercado e conta com mais de 80 lojas físicas, em 14 estados brasileiros.

No setor de educação, a Park Idiomas, rede de franquia de escolas de inglês e espanhol, trouxe recentemente para dentro dos shoppings uma nova operação: o Lounge Park. Em formato de quiosque, com paredes de vidro situadas no meio do corredor, o modelo está alinhado com a premissa da rede que é o de oferecer um ambiente de descompressão capaz de facilitar o ensino de outra língua e promover um aprendizado mais natural e eficaz, garantindo a fluência do segundo idioma com apenas 140 horas de estudo.

Atualmente, com 80 unidades, a rede oferece outros formatos que também podem ser montados dentro do mall.

(fonte: https://www.mercadoeconsumo.com.br/2019/12/12/redes-de-franquias-voltam-a-crescer-dentro-de-shoppings-centers/ )

5 motivos para abrir franquias em cidades pequenas

Nos últimos anos, a estratégia de interiorização das redes de franchising vem ganhado força no setor. Isso ocorreu devido ao grande potencial demonstrado por cidades pequenas, ideal para empreendedores que desejam ingressar em um mercado não tão disputado quanto o das metrópoles, por exemplo.

Com o desenvolvimento dessas cidades menores, o franchising acabou se reinventando e se consolidou nessas regiões, onde é possível alcançar um crescimento acima da média nacional.

“A cada ano, com o cenário econômico positivo, investir em novas cidades se torna uma estratégia muito favorável para o setor. Constatamos isso com o aumento das franquias no interior, uma tendência que deu muito certo e acreditamos que veio para ficar”, afirma Luzia Costa, fundadora da Sóbrancelhas, rede especializada em embelezamento do olhar que tem mais de 200 unidades espalhadas pelo Brasil, Argentina e Bolívia.

Para entender melhor porque investir no mercado de franquias em cidades interioranas, com até 100 mil habitantes, a empresária lista cinco pontos-chave para ter sucesso na empreitada:

BAIXO INVESTIMENTO

Uma das vantagens de investir em uma franquia em cidade do interior é que muitas redes oferecem modelos de negócios mais compactos, adaptados ao perfil da região – o que garante um investimento mais baixo se comparado com unidades instaladas em capitais. Outra possibilidade é o baixo custo de locação e manutenção das unidades.

ESTUDO DE MERCADO SIMPLIFICADO

Outro benefício de abrir uma unidade em regiões menores é que o empreendedor terá um contato mais próximo com os consumidores locais, o que facilita a aproximação e a fidelização da cartela de clientes.

FÁCIL GESTÃO

Os modelos mais enxutos em cidades interioranas tendem a ser simples por se adequar a região. Além disso, a concorrência é menor. “Assim, pode ser mais fácil atrair e mapear clientes”, afirma a empresária.

CUSTO OPERACIONAL MENOR

Na maioria dos casos, as franquias que possuem operações em cidades pequenas têm um custo operacional mais baixo comparado às capitais, pois as taxas são mais acessíveis e os custos fixos como aluguel, salários e até insumos são mais baratos.

MENOS CONCORRÊNCIA

Um dos benefícios de uma franquia no interior é a concorrência menor em um mercado que não é tão disputado, tendo assim mais espaço para se desenvolver e fidelizar os consumidores locais, conclui Luzia.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/5-motivos-para-abrir-franquias-em-cidades-pequenas )

Carnaval 2020 promete movimentar R$ 8 bi, diz CNC

As atividades turísticas relacionadas ao carnaval deverão alcançar o maior o volume de receitas desde 2015, informou nesta segunda-feira (03/02) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que estima que o faturamento na data deverá ser de cerca de R$ 8 bilhões – aumento real de 1% ante 2019.

Segundo a confederação, a recuperação gradual da atividade econômica, combinada à inflação baixa, sugere um cenário positivo, com retomada moderada dos serviços turísticos.

“Nos meses que antecedem o carnaval, a taxa de câmbio teve uma desvalorização de 10% ante o mesmo período de 2019, estimulando, portanto, gastos com turismo no território nacional, em 2020”, disse em nota Fabio Bentes, economista da CNC e responsável pela pesquisa. Ele destacou que esses fatores devem favorecer um maior fluxo interno de turistas neste ano.

Os segmentos especializados em alimentação fora do domicílio, como bares e restaurantes, devem movimentar R$ 4,8 bilhões, as empresas de transporte de passageiros rodoviário, aéreo e de locação de veículos rodoviários, R$ 1,3 bilhão, e os serviços de hospedagem em hotéis e pousadas, R$ 861,3 milhões. Eles responderão por mais de 88% de toda a receita gerada com o carnaval.

“Alimentação se destaca, nesse caso, pois é setor que mais gera movimento, de fato, durante os dias de carnaval, enquanto os serviços de transporte e hospedagem registram maior atividade nos meses que antecedem a data”, explicou Bentes.

Rio de Janeiro, com faturamento previsto de R$ 2,32 bilhões, São Paulo, R$ 1,95 bilhão, e Bahia com R$ 1,13 bilhão, tendem a concentrar mais da metade da movimentação financeira durante o período. Em termos relativos, a maior taxa de crescimento real de receitas deverá ocorrer em São Paulo, alta de 5,4%, e Pernambuco, 3,2%.

CONTRATAÇÃO

Para atender ao aumento sazonal de demanda, a CNC estima a contratação de 25,4 mil trabalhadores temporários em janeiro e fevereiro, o que corresponde a 2,8% a mais do que no carnaval de 2019, com contratação de 24,7 mil temporários. Com aproximadamente 18,2 mil vagas oferecidas, o segmento de serviços de alimentação deverá proporcionar cerca de 71% das oportunidades de emprego.

Se confirmada a previsão, a oferta de empregos por parte das atividades que compõem a pesquisa alcançaria, em 2020, o maior contingente de temporários desde 2014, de 55,6 mil postos de trabalho. Naquele ano, a proximidade entre o carnaval, que ocorreu em março, e a Copa do Mundo, em junho, estimulou a contratação de um contingente elevado de trabalhadores temporários.

De acordo com a CNC, as dez profissões mais demandadas nos serviços turísticos devem responder por 63% das vagas oferecidas, com destaque para as profissões tradicionalmente ligadas aos segmentos de alimentação fora do domicílio, transportes e hospedagem.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/carnaval-2020-promete-movimentar-r-8-bi-diz-cnc )