67% dos brasileiros utilizam o smartphone para compras

O acesso a smartphones, redes wi-fi e pacotes de dados com preços acessíveis transformou a maneira como os brasileiros utilizam os dispositivos. Nos últimos anos, a visita as lojas físicas para pesquisar preços ou comprar determinado produto tem sido substituída pelo mobile. Com um celular a mão, o brasileiro modificou a forma como são feitas as compras pela internet, um caminho sem volta.

De acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, 86% dos consumidores conectados realizaram ao menos uma compra em lojas online no último ano. Desse total, 67% utilizaram o smartphone para concluir o negócio.

Diante deste cenário que só tende a aumentar nos próximos anos, com uma população ainda mais conectada, o empreendedor precisa investir na criação ou adaptação do e-commerce para o mobile.

Site responsivo

Ter um site responsivo é essencial para estar conectado a essa parcela dos consumidores que exigem um sistema mais acessível, com melhor conforto visual e um template adaptado para o smartphone.

“Ao acessar a loja por um celular, o consumidor não pode sentir necessidade de procurar um computador para navegar melhor ou, pior, desanimar e abandonar o site. Por isso, adotar um layout que se adapte ao dispositivo não é apenas questão estética. Essa estratégia também torna o site mais intuitivo e leve para ser carregado, o que faz a navegação ser mais rápida”, explica Renato Galletti, Gerente de Marketing e Inside Sales da Yapay.

Investir na construção de um site responsivo adaptado às necessidades dos consumidores vai auxiliar na navegação e melhorar a usabilidade. Outro ponto é não abusar dos pop-ups que podem afastar os usuários que se sentirem incomodados.

Também é importante utilizar apenas o necessário para divulgar promoções, fazendo testes antes de colocá-las no ar para saber se não está cobrindo a tela inteira e se aparece com um botão para ser fechado. Uma ideia que pode dar certo, seria substituir por notificações na parte superior criando mais familiaridade para o usuário.

Ao escolher um tema, é importante estruturar o negócio para o visitante navegar facilmente e encontrar todas as informações em pouco tempo. Dessa forma, são maiores as chances de conversão para o negócio.

Boa experiência online

Assim como cuidar de toda navegação para que o usuário tenha uma boa experiência enquanto pesquisa pelos produtos, é fundamental não descuidar da conclusão da compra. O ideal é que toda transação seja dentro do próprio site da empresa, sem direcionamento externo, pensando também em otimizar os recursos para pagamentos com cartão de crédito, com teclados inteligentes e seleção automática de bandeira.

“Não abuse de formulários extensos, é importante que seja breve, exigindo apenas informações necessárias para ajudar o consumidor a não perder tempo na conclusão do negócio. Pensar em todos esses pontos podem ajudar na hora de ver os resultados, criar uma versão mobile intuitiva, com boa visibilidade do conteúdo, fácil navegação, busca pelos produtos e praticidade ao efetuar o pagamento fazem a diferença para quem aposta em um canal que tem tudo para continuar crescendo”, finaliza Galletti.

(Fonte: https://www.mercadoeconsumo.com.br/2020/01/30/67-dos-brasileiros-utilizam-o-smartphone-para-compras/ )

Lei garante perdão de IPTU para imóveis afetados pela chuva em BH

Estragos de chuvas em imóveis são garantidos pelas seguradoras, mas as coberturas são acessórias. “O consumidor precisa verificar se o que ele está contratando contempla esses eventos”, ressalta o presidente da comissão de ramos elementares do Sindicato das Seguradoras (SindSeg MG/GO/MT/DF), Geraldo Pereira Filho.

Em Belo Horizonte, os proprietários de imóveis afetados pelas chuvas podem entrar com um pedido de abatimento no IPTU. A solicitação deve ser feita em até 180 dias após a ocorrência. Embora pouco conhecido, o direito é garantido pela Lei 9.041/2005, sancionada pelo então prefeito Fernando Pimentel (PT). O decreto que regulamenta a lei foi alterado em 2018 pelo prefeito Alexandre Kalil (PSD) – antes, o prazo para solicitação da remissão era de 30 dias.

O direito é garantido “em casos de danos materiais graves decorrentes de precipitações pluviométricas ou outros fatos naturais, ainda que não tenha sido decretada situação de anormalidade”. O perdão é concedido para o exercício no qual ocorreu o incidente, podendo estender-se ao ano seguinte.

(fonte: https://www.otempo.com.br/economia/lei-garante-perdao-de-iptu-para-imoveis-afetados-pela-chuva-em-bh-1.2288858 )

 

Movimento do varejo sobe 1,7% em 2019

O índice que mede o movimento do comércio varejista no Brasil fechou 2019 com expansão de 1,7%, a terceira consecutiva, conforme dados apurados pela Boa Vista. No entanto, as vendas encerraram dezembro com queda de 2,5% em relação a novembro (alta de 2,3%), mas subiram 0,8% em relação ao último mês de 2018.

A despeito da retração observada em dezembro no confronto com o mês anterior, a equipe econômica da Boa Vista ressalta em nota que as concessões de crédito com recurso livres ao consumidor vêm mantendo ritmo de crescimento.

Além disso, acrescenta que a inflação sob controle e a liberação dos recursos do FGTS no ano passado deram sustentação ao avanço do setor na comparação interanual nos últimos meses de 2019. Entretanto, a retomada lenta do emprego e o pouco crescimento da renda estão elevando o nível de endividamento do consumidor e do comprometimento dos rendimentos, resultando, consequentemente, em risco de aumento da inadimplência.

Porém, “ao menos a curto prazo, o cenário para o movimento do comércio continua sendo de recuperação gradual, que tende a se repetir ao longo de 2020″, estima a Boa Vista.

A queda de 2,5% do comércio varejista em dezembro ante novembro, conforme a instituição, foi puxada pela categoria de Móveis e Eletrodomésticos, que apresentou recuo de 4,7%, após alta de 5,2%, com ajuste sazonal. Nos dados sem ajuste sazonal, ao longo de 2019 o segmento cresceu em torno de 0,2%.

Outra categoria que registrou declínio foi o de Supermercados, Alimentos e Bebidas, de 1,8%, mas mostrou aumento de 2% no acumulado em 12 meses. Já o segmento de Combustíveis e Lubrificantes subiu 1,8% no último mês do ano passado, acumulando recuo de 0,2% em 2019.

Por fim, a taxa dessazonalizada da categoria de Tecidos, Vestuários e Calçados teve alta de 0,4% em dezembro ante novembro, com o dado acumulado em 2019 subindo 6,3%.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/movimento-do-varejo-sobe-1-7-em-2019 )

Cinco tendências para o varejo direto de NY

Todo o setor de varejo fica de olho na NRF: Retail’s Big Show, considerada o maior evento do setor do mundo, realizado anualmente em Nova York. Isso porque o evento é referência e apresenta as principais tendências do varejo. Para acompanhar as novidades e analisar como elas podem ser aplicadas no pequeno negócio, um grupo de 40 empresários do Estado de São Paulo participa da missão empresarial visitando a feira e fazendo uma série de visitas técnicas a empresas de sucesso do varejo americano.

De acordo com o gerente do Sebrae-SP Alexandra Robazza, que participa da missão em NY, a edição deste ano mostrou uma consolidação das tendências observadas em anos anteriores.

“Temos uma maturidade do mercado, com mais players, uma oferta maior de serviços e preços reduzindo”, destaca. Baseado na visita à feira e nas lojas em Nova York, Robazza apontou cinco tendências apresentadas na feira para o empreendedor ficar de olho:

1 – Customer centric: o varejo direciona as ações para entender e satisfazer as necessidades do cliente, de forma rápida e conveniente.

2 – Inteligência artificial: uso cada vez maior de algoritmos, a partir de dados coletados em todo processo de atendimento e relacionamento com o cliente.

3 – Uso de dados para melhoria da experiência do cliente: os dados são utilizados pelas lojas para municiar desde a gestão de curadoria até o que os vendedores vão dizer na hora da venda.

4 – Lojas assumindo um outro papel: em função da expansão do e-commerce, as lojas têm uma característica de conexão maior para oferecer um contato e uma experiência com a marca. Elas assumem, cada vez mais, um papel de showroom, onde, às vezes, é menos importante vender, e mais importante apresentar a marca e produtos para permitir que o cliente mergulhe no universo da marca.

5 – Personalização: entender aquilo que o consumidor quer para ele e que é diferente do que ele quer para os outros. Com o uso dos dados, as marcas conseguem oferecer situações personalizadas, que é diferente da customização, que está mais relacionada ao produto em si.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/cinco-tendencias-para-o-varejo-direto-de-ny )

Microfranquia cresce 53% e fica entre as 10 maiores da ABF

Com 3.806 lojas no país em 2019, O Boticário mais uma vez lidera o ranking do “Perfil das 50 Maiores Redes de Franquias no Brasil”, divulgado nesta quarta-feira (22/01) pela Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Elaborada com base no número de unidades, a edição 2020 do levantamento traz o McDonald’s reassumindo a vice-liderança, com 2.533 lojas, trocando de posição com a rede AM/PM, que fechou 2019 em 3º e 2.377. Na sequência, vem a Cacau Show, que com 2.322 unidades se manteve na 4ª posição, seguida pela Subway, com 1.864.

Mas, além de o volume de unidades das Top 50 ter aumentado 9%, e de 33 marcas terem ultrapassado mil lojas, uma das novidades da edição é a entrada de uma microfranquia (com investimento até R$ 90 mil) entre as dez maiores do ranking da ABF: a Acqio Franchising, primeira a franquear o modelo de maquininhas de cartão.

Ao pular da 15ª posição em 2018, para a 6ª em 2019, quando viu o número de unidades subir de 1.114 para 1.703 (uma alta de 53%), a entrada da Acqio no Top 10 não é reflexo só do menor investimento inicial (R$ 6,9 mil), mas da mudança de comportamento de consumo de clientes e lojistas, que procuram cada vez mais segurança e praticidade.

“Parece supresa uma microfranquia aparecer entre as maiores, mas cada vez mais veremos novas redes, em especial de serviços, que começam a apresentar esse crescimento rápido”, diz André Friedheim, presidente da ABF.

Nesse modelo de adquirência (da credenciadora – no caso, a Acqio – que conecta o negócio do contratante do serviço às bandeiras de cartão), o diferencial é “o franqueado ser a própria franquia”. Ou seja, é ele quem faz o trabalho de campo, ao realizar a pré e a pós-venda direto com o lojista, segundo o diretor de expansão Antônio Brizoti Jr.

O investimento em mídias digitais para prospectar franqueados, que ajuda a avaliar se eles têm aderência a esse modelo, também têm impulsionado a expansão da rede, diz Brizoti. Assim como a universidade corporativa, que treina, desenvolve, ajuda a distribuir informações de modo rápido e a “corrigir rotas” quando preciso, destaca.

“Nosso franqueado fica muito próximo do cliente, dá todo o suporte possível antes e depois e credencia o lojista em 15 minutos”, afirma Brizoti.

Presente em mais de 1,2 mil cidades no país, a meta da Acqio para 2020 –  assim como em 2019, quando a rede com sede em Barueri (Grande São Paulo) inaugurou 589 unidades – é manter o crescimento “acelerado e de qualidade”, segundo o executivo. “E, quem sabe, chegar ao 3º lugar do ranking da ABF”, planeja.

OUTROS DADOS

O Top 50 da ABF ainda trouxe marcas que galgaram posições mais altas no ranking – caso da Help! Loja de Crédito (40º para 24º), Piticas Moda Criativa (46º para 33º), Burger King Brasil (19º para 14º) e Óticas Carol (13º para 11º).

Há também as estreantes, como Odontocompany (25º), Espaçolaser (30º), Oggi Sorvetes (37º), San Martin (42º), KNN Idiomas (45º), Nutrimais (47º) Ceopag (48º), Ceofood (49º) e Supera – Ginástica para o Cérebro (50º). Isso porque, para figurar na edição 2020, o número mínimo de unidades aumentou de 301 para 321 (alta de 7%).

Essa edição também mostrou que os investimentos em novos modelos de negócio continuam: enquanto nos dois últimos anos o percentual de lojas tradicionais caiu de 88% para 85% do total, formatos como quiosques, unidades móveis e franquias home-based aumentaram de 12% para 15%.

Quanto aos setores, apesar de terem apresentado queda (de 40% para 35%), as franquias de alimentação ainda concentram a maior parte das lojas, segundo o estudo, principalmente em shoppings. Já o setor de serviços registrou o dobro de marcas.

A LISTA DESTE ANO TEM POR 53 MARCAS POR EMPATE EM TRÊS POSIÇÕES

Nessa edição do Top 50 da ABF, pela primeira vez há um recorte específico das cinco maiores redes por número de unidades em cada um dos 11 segmentos do setor. Algumas fazem parte do ranking – como o McDonald’s, que lidera no segmento em Alimentação, e a Acqio, em Comunicação, Informática e Eletrônicos.

“A ideia é ir mais a fundo e chegar a redes que não estão entre as maiores (caso da iGUi Piscinas, Livraria e Papelaria Nobel e Flytour, por exemplo), mas são muito representativas em seus segmentos, para criar um histórico e desenvolver novas análises nos próximos anos”, afirma Friedheim.

BALANÇO, PERSPECTIVAS E TENDÊNCIAS

Uma prévia da ABF aponta que, em 2019, o setor deve registrar alta nominal de 6,9%. Quanto à expansão, pelo segundo ano consecutivo a expectativa maior é em unidades de operação (5,1%) e em redes (1,4%). Em relação ao total de empregos diretos, a estimativa é de criação de 1,34 milhão de postos de trabalho (alta de 4,8%).

De acordo com André Friedheim, tanto os índices de confiança empresariais como os de consumidores, que têm apresentado um forte viés de alta, como a ligeira melhora do PIB, impactaram positivamente o setor.

“Mesmo atuando em diversos segmentos, o franchising sempre foi associado ao varejo. Portanto, dentro dessas estimativas, seu desempenho será melhor que o do setor como um todo (com alta prevista de 6,3% em 2019).”

Na internacionalização, dados já consolidados pela ABF apontam que, em 2019, havia 163 redes nacionais com operações em 107 países, ante 145 e 114 em 2018. Como principais destinos, Estados Unidos (67), Portugal (44) e Paraguai (36). Do lado  oposto, 214 redes estrangeiras operavam no Brasil, oriundas de 30 países – alta de 13% e 25%.

O presidente da ABF avalia que 2019 foi um ano muito positivo nesse quesito, especialmente por conta das missões empresariais da entidade em parceria com a Apex-Brasil. “Temos casos de uma unidade aberta para fechar acordos e inaugurar dezenas de lojas nos Estados Unidos, assim como a abertura de uma franquia odontológica na China.”

Para 2020, a projeção da ABF, baseada na tendência de retomada do crescimento econômico e no avanço das reformas, é de alta de 8% no faturamento, de 6% no número de unidades e de 1% no total de redes. Nesse cenário, diz Friedheim, a internacionalização, assim como as fusões e aquisições, são as grandes tendências para o setor.

“As franquias brasileiras têm atraído olhares de fundos de investimento, de private equity, muitas estão na bolsa… Basta ver a compra da Domino’s Pizza pelo Vinci Partners, ou da Reserva pelo carioca Dínamo”, diz, citando um movimento nos Estados Unidos que deve se espalhar em outros mercados: o aporte em multifranquias.

Marcelo Maia, diretor executivo da ABF, lembra que esse movimento não está restrito ao private equity, mas outras formas de investimento, como debêntures, mercado de capitais e os hedge funds (fundos multimercado).

“Há um volume cada vez maior de fundos entrando no franchising que, quando completam seu ciclo de investimento e alavancam as operações, atraem outros players do setor financeiro, criando um círculo virtuoso”, completa.

Outra tendência, além do aumento das já citadas multifranquias e do embarque de novas tecnologias nos processos de gestão de franquias para diminuir custos, é a transformação digital das redes – um caminho sem volta.

“A integração entre o on e o offline, mais o papel relevante da loja física no ambiente de negócios, como a última milha, o local (da efetivação) do click-and-collect, são cada vez mais a realidade do setor”, concluiu Friedheim.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/microfranquia-cresce-53-e-fica-entre-as-10-maiores-da-abf )

 

Confiança do consumidor tem queda em janeiro

A confiança do consumidor recua 1,2 ponto em janeiro ante dezembro, na série com ajuste sazonal, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) registrou 90,4 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice subiu 0,3 ponto.

“A confiança do consumidor caiu ligeiramente após subir 2 pontos no mês anterior. Há uma percepção de piora da situação financeira familiar principalmente para os consumidores com menor poder aquisitivo, que pode estar relacionada à pressão recente nos preços de alimentos. Em relação ao futuro, houve redução do ímpeto de compras de duráveis, tendência que pode implicar num efeito redutor sobre o consumo nos próximos meses, caso se mantenha. Para que a confiança avance mais rapidamente, continua sendo necessária a aceleração da recuperação do mercado de trabalho e a redução da incerteza que ainda se mantém em níveis altos em termos históricos”, avaliou Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das Sondagens do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

O Índice de Situação Atual (ISA) diminuiu 0,9 ponto em janeiro, para 78,7 pontos, após duas altas consecutivas. Já o Índice de Expectativas (IE) recuou 1,4 ponto, para 98,9 pontos, abaixo da zona de neutralidade. O componente que mede a intenção de compras de bens duráveis nos próximos meses caiu 5,4 pontos em janeiro ante dezembro, para 76,3 pontos, o menor nível desde maio de 2017.

Segundo a FGV, o resultado parece estar relacionado com uma piora da percepção dos consumidores sobre a situação financeira da família no momento. O componente que mede a satisfação com as finanças familiares caiu 3,2 pontos, para 73,2 pontos.

Houve queda da confiança entre os consumidores de todas as faixas de renda, exceto para aqueles com renda familiar mensal entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil. Entre as famílias de maior poder aquisitivo, com renda familiar mensal superior a R$ 9,6 mil, a confiança recuou 2,4 pontos, influenciada pela redução no ímpeto de compra de bens duráveis nos próximos meses. A Sondagem do Consumidor da FGV coletou informações de 1.692 domicílios em sete capitais, com entrevistas entre os dias 2 e 21 de janeiro.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/confianca-do-consumidor-tem-queda-em-janeiro )

 

Consumidor endividado sente que sua capacidade financeira melhorou

Mesmo estando mais endividado, o consumidor sente que tem mais condições de arcar com seus compromissos financeiros, como mostra levantamento realizado pela Boa Vista ao longo dos últimos seis meses de 2019.

Esse é um indicativo importante para o varejo, que é totalmente dependente do nível de confiança de quem compra.

De acordo com o estudo, cresceu de 24% para 26% o número de consumidores inadimplentes que veem uma melhora da situação financeira na comparação entre o segundo semestre de 2019 com igual período de 2018.

A percepção de que conseguirão quitar os débitos em atraso aumentou, mesmo com um volume maior de dívidas em aberto. Levando em conta esses consumidores inadimplentes, 36% afirmaram que carregavam mais dívidas no segundo semestre de 2019. Em 2018, eram 34% os que apontavam para um crescimento no número de débitos em atraso.

Vale destacar que alguém é considerado inadimplente quando não consegue realizar o pagamento dentro de um prazo de 90 dias.

Segundo Flávio Calife, economista da Boa Vista, o consumidor está confiando mais na sua capacidade de acertar as contas porque o mercado de trabalho está melhorando e há maior disponibilidade de crédito no mercado. Além disso, o descontrole financeiro das famílias diminuiu.

“Se juntarmos esses fatores com as variáveis de crédito, que mostram juros menores e preços que não variam muito há um bom tempo, tudo indica que teremos uma melhora no consumo em 2020”, diz o economista da Boa Vista.

Calife estima um crescimento de 3% nas vendas do comércio este ano. Em 2019, elas cresceram 1,7%, pelos números da Boa Vista.

O economista diz ainda que os últimos dados do comércio mostram que os segmentos que dependem do crédito, com móveis e eletrodomésticos, estão indo bem e devem ser os que mais irão crescer este ano.

PERFIL DAS DÍVIDAS

De acordo com o levantamento feito pela Boa Vista no segundo semestre de 2019, para 45% dos consumidores, o valor total das dívidas que os colocaram na situação de inadimplentes é de até R$ 3 mil, uma queda de 6 pontos percentuais em relação a igual período de 2018.

Dentre eles, 16% possuem dívidas de até R$ 1 mil e 29% de R$ 1 mil a R$ 3 mil. Outros 55% possuem dívidas maiores que R$ 3 mil.

O desemprego foi apontado como a principal causa do endividamento, motivo apontado por 36% dos entrevistados, seguido da diminuição da renda (21%), o descontrole financeiro (17%), empréstimo do nome para terceiros (13%), despesas extras com saúde e educação (10%) e atraso no recebimento do salário ou aposentadoria (3%).

 

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/economia/consumidor-endividado-sente-que-sua-capacidade-financeira-melhorou )

Brechós usam as redes sociais para expandir os negócios

O mercado de Brechós é um dos segmentos que mais cresceu no Brasil nos últimos anos. A oferta de peças de vestuário de qualidade a preços mais acessíveis aliada ao conceito de sustentabilidade, fez com que o público consumidor desse tipo de negócio crescesse expressivamente, atraindo a atenção de mais empreendedores. O segmento hoje é um dos mais procurados no canal Ideia de Negócios, no portal do Sebrae, que oferece uma série de dicas e orientações para quem pretende transformar em realidade o sonho de abrir o próprio negócio em 2020.

O brechó é um negócio direcionado à compra e venda de artigos usados, principalmente produtos relacionados ao vestuário masculino, feminino e infantil. Essa é uma das mais antigas atividades comerciais, cuja origem vem do chamado “mercado das pulgas” na Europa, onde se podia comprar e vender praticamente tudo. Porém, em alguns países como a China, Índia e Bangladesh esse tipo de comércio é ainda mais antigo. No Brasil, o nome seria uma referência a um mascate chamado Belchior, que vendia produtos de segunda mão no Rio de Janeiro. Antes julgado como sinônimo de peças desgastadas e fora de moda, hoje os brechós estão em alta e são vistos como uma tendência descolada e sustentável.

Nos brechós atuais se comercializa artigos limpos, bem conservados, seminovos e com preços acessíveis. Compras nesses locais possibilitam economia que vai até 80% em relação às lojas tradicionais. Populares na Europa e nos Estados Unidos, essas lojas estão conquistando o seu mercado no Brasil, onde é possível encontrar um ambiente democrático e com grande variedade de peças originais a preços tentadores. O brechó atende a todas as classes sociais, com interesses que variam desde a procura por marcas famosas até a economia na aquisição de produtos. Os clientes dos brechós são encontrados em todas as idades, independente de sexo e de poder aquisitivo.

A empresária Michelle Svicero resolveu entrar neste setor há 10 anos, quando criou a Vintage Shop em Bauru, no interior paulista. “Nosso grande desafio foi quebrar o preconceito das pessoas de usar roupa de segunda mão”, conta Michelle, que decidiu abrir seu negócio aos 16 anos, quando cursava moda. O primeiro passo foi vender 40 peças de seu próprio guarda roupa. Depois ela começou a comprar ou trocar roupas com os clientes. “O que era um hobby se transformou em um bom negócio, mas para isso é preciso ter persistência, não desistir no primeiro obstáculo que aparecer”, diz a designer de modas, que abriu a loja em sociedade com o marido Guto Alves.

Gestão de marketing – Para desenvolver o negócio, Michelle conta que fez vários cursos no Sebrae, como de gestão financeira, de pessoal e de marketing, entre outros.  A empresária comenta que é fundamental buscar qualificação para conseguir gerir o brechó de forma eficiente. Além da gestão, Michelle recomenda investimentos em novas mídias, como as redes sociais. Em uma pesquisa divulgada pela PricewaterhouseCoopers (PwC), constatou-se que 77% dos brasileiros tiveram suas recentes decisões de compra influenciadas diretamente por essas plataformas.  Nesse sentido, Michelle Svicero diz que – apenas no Instagram – a empresa conta com quase 24 mil seguidores. (Agência Sebrae)

Mais de 170 mil MEIs faturam com marmitas

Os primeiros meses do ano são, tradicionalmente, o período no qual grande parte das pessoas resolve colocar em prática novos sonhos e projetos. Isso explica o fato de que esse período do ano concentra o maior volume de abertura de novas empresas no Brasil. São milhões de pessoas buscando tirar do papel uma ideia e transformar em realidade o desejo de ser dono do próprio negócio. Segundo a Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), abrir o próprio negócio é o quarto sonho do brasileiro, depois de ter a casa própria, viajar pelo Brasil e comprar o carro.

Entre os segmentos mais procurados pelos potenciais empreendedores, estão loja virtual, pet shop, beleza, turismo, moda, marmita, restaurante, reciclagem, consultório de pedagogia e consultoria. Para incentivar e inspirar os futuros empresários, uma série de matérias conta a trajetória de donos de pequenos negócios que conquistaram seu espaço nesses dez segmentos. Hoje é a vez da comida fora de domicílio, como as marmitas.

Foco, qualidade e horário

Foco e buscar apresentar sempre o que há de melhor. Esses são os conselhos para quem quer ter sucesso no negócio de marmitaria, segundo Zenaide Francisca Alves, que atuou por 30 anos no segmento, primeiro na informalidade e depois como Microempreendedora Individual (MEI).

“O segredo é focar em um certo número de pessoas para, em seguida, pegar novos clientes”, explica Zenaide, que tem em uma fábrica em Recife, onde mora, sua principal compradora. “O horário também é muito importante para que o negócio dê certo, assim como a variedade do cardápio e a qualidade da comida”, ensina a empreendedora, contando orgulhosa que o trabalho com marmita ajudou a formar sua filha. “Há 30 anos só me dediquei a isso”.

Acompanhamento

Um setor com forte concorrência, mas sem muitas barreiras de entrada a novos competidores, assim é o negócio de fornecer marmitas. De acordo com dados da Receita Federal e do Portal do Empreendedor, a atividade de “fornecimento de alimentos preparados para consumo domiciliar” passou do nono lugar em 2014 para o sexto lugar em 2017, alcançando um crescimento de 22,5% neste período. Atualmente são aproximadamente 172 mil MEIs registrados nessa área, que compreende a preparação de refeições ou pratos cozidos, inclusive congelados, entregues ou servidos em domicílio, como entrega de marmitas.

A maioria dos consumidores desse segmento situa-se em áreas que apresentam grande concentração de escritórios, lojas, consultórios e serviços públicos. Devido ao risco intrínseco ao negócio, recomenda-se a realização de ações de pesquisa de mercado para avaliar a demanda e a concorrência. Além disso, vender refeição em domicílio é o tipo de negócio que exige o acompanhamento constante do empreendedor junto ao processo produtivo. A administração rigorosa da cozinha, em busca de qualidade e economia, garante o padrão de desempenho desejável. Alguns temperos diferenciados também agregam valor ao produto, sem elevar os custos. Além disso, o empresário deve sempre fazer o atendimento pessoal dos clientes, um dos modos mais seguros de fidelizar a clientela.

Uma outra sugestão é variar permanentemente o cardápio. A preparação de pratos congelados também constitui uma boa opção para incrementar a receita do estabelecimento. Para viabilizar esta linha de negócio, o empreendedor pode desenvolver parcerias com canais de distribuição do varejo como supermercados e lojas de conveniência.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/mais-de-170-mil-meis-faturam-com-marmitas )

Carnaval de 2020 e o comércio de Belo Horizonte e Região Metropolitana

CARNAVAL DE 2020 E O COMÉRCIO DE BELO HORIZONTE E REGIÃO METROPOLIANA

Os dias de Carnaval não são considerados feriados nacionais, por falta de previsão legal. No entanto, cada Convenção Coletiva de Trabalho pode definir as condições de trabalho, ou determinada Lei municipal pode definir o horário do comércio nessa data.

➡️ Belo Horizonte

O comércio de Belo Horizonte terá o seguinte funcionamento durante o Carnaval de 2020:

– Domingo, 23 de fevereiro: O comércio lojista de Belo Horizonte poderá funcionar normalmente no domingo de Carnaval.

– Segunda-feira, 24 de fevereiro: Na segunda-feira de Carnaval não será permitido convocar o trabalhador, uma vez que a Convenção Coletiva atribui a esse dia efeito de feriado (Dia do Comerciário).

– Terça-feira e quarta-feira, 25 e 26 de fevereiro: Na terça-feira de Carnaval, e na quarta-feira de cinzas até o meio dia, o comércio lojista não poderá funcionar, por força da Lei municipal 5.913/91.

➡️Caeté, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão Das Neves, Rio Acima, Sabará e Vespasiano,

Os lojistas das cidades de Caeté, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão Das Neves, Rio Acima, Sabará e Vespasiano, deverão observar o seguinte:

Segunda-feira, 24 de fevereiro: Apesar de a Convenção Coletiva de 2.020 ainda não ter sido celebrada, tradicionalmente as Convenções Coletivas celebradas pelo SINDILOJAS/BH atribuem a esse dia efeito de feriado (Dia do Comerciário). Assim, recomenda-se que o lojista dessas cidades não convoque o comerciário para trabalhar na segunda-feira de Carnaval.

Nos demais dias de Carnaval (domingo, terça e quarta-feira): Recomendamos consultar a Prefeitura local, para questionar sobre a existência de Lei municipal regulamentando o horário de funcionamento durante o Carnaval.

➡️ Brumadinho, Confins e São José da Lapa

Recomendamos consultar a Prefeitura local, para questionar sobre a existência de Lei municipal regulamentando o horário de funcionamento durante o Carnaval nesses dias.