Comércio em MG mostra confiança para 2020

O comércio de Minas Gerais foi impactado pela crise econômica e, por consequência, pelo desemprego elevado em 2019. Porém, a expectativa é de que o setor tenha um desempenho mais favorável em 2020, devido às ações anunciadas ao longo do ano pelos governos federal e estadual para estimular a economia, desburocratizar os processos e gerar mais empregos. A expectativa é de que essas medidas contribuam para um cenário econômico mais favorável e para a retomada do consumo.

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), Aguinaldo Diniz Filho, destacou que o ano foi difícil para o comércio, mas as ações adotadas pelos governos federal e estadual tendem a gerar um cenário mais positivo em 2020. Entre as ações consideradas importantes estão a aprovação da reforma da Previdência, os programas de desburocratização e desoneração, a queda dos juros e o controle da inflação.

“O comércio é o setor que mais sofre e, também, o que mais gera empregos. É composto, em sua maioria, por pequenas e médias empresas. 2019 foi um ano dificílimo para todos e acreditamos que para 2020, com as medidas adotadas pelos governos federal e estadual, com a perspectiva de crescimento do PIB, da alta na demanda e de maior renda e consumo das famílias, entendemos que o comércio terá um período muito mais satisfatório que em 2019. Acreditamos fortemente nisso”.

Ainda segundo Diniz, é preciso destacar que a economia é volátil e está estagnada há muito tempo, por isso, ainda será preciso esforço. “Vamos fazer força e cremos que estamos no caminho correto. As reformas, tanto estadual como federal, estão andando e a consolidação destas ações dos governos trará um benefício muito grande para o mercado como um todo, tanto comércio, indústria, varejo, agropecuária. Isso é importante para que possamos gerar empregos e renda no País.”

Para o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Marcelo de Souza e Silva, 2019 foi um ano desafiador para o comércio da Capital, que começou com uma expectativa muito boa, mas apresentou um ritmo de crescimento mais lento do que o esperado. A expectativa é de que o setor encerre o ano com alta de 2% frente a 2018, o que é considerado importante.

“É um crescimento suave, mas relevante. Tivemos de 4 a 5 anos de uma crise econômica muito grande e, em 2019, iniciamos a saída dela. A partir do terceiro trimestre, o cenário reagiu com aumento da geração de empregos, juros baixos e inflação controlada. A aprovação da reforma da Previdência foi um marco importante para atração de novos investimentos.”

Ainda conforme Souza e Silva, os consumidores também estão voltando às compras. A movimentação nas lojas está maior. “Durante a Black Friday e agora no Natal, percebemos que os consumidores estão visitando mais as lojas, perguntando os preços. Antes, eles iam às compras direcionados, em busca de um produto específico. É uma mudança muito importante”, explicou.

Para 2020, as expectativas são positivas e a tendência é de que o comércio, na capital mineira, cresça entre 4% e 5%, frente a 2019.

“Para 2020, o ambiente de negócios será muito melhor. Precisamos contar com a boa gestão dos governos federal, estadual e municipal. A aprovação da reforma tributária e administrativa do governo federal será importante. Em Minas Gerais, a evolução do processo de recuperação fiscal do Estado com a União precisa avançar e trará um alívio e um horizonte diferenciado para a economia estadual. Também estamos torcendo para que o governo consiga colocar o pagamento do funcionalismo público em dia e quite o 13º salário, melhorando a dignidade e permitindo o maior consumo. Por tudo isso, o quadro geral para 2020 é de expectativa positiva”, disse.\

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/economia/acoes-governamentais-devem-gerar-folego-para-o-setor-em-2020 )

Alta da Carne Reduz Lucro dos Restaurantes de BH

A alta verificada nos preços das carnes, principalmente a bovina, está comprometendo a margem de lucro dos restaurantes de Belo Horizonte. Com o aumento expressivo do custo com a matéria-prima, que em alguns casos chegou a quase 50%, os estabelecimentos estão repassando parte do aumento para o consumidor final. A alta dos preços aconteceu em um período de festas de final de ano, considerado importante para o setor. Para atrair o consumidor, os estabelecimentos ofereceram pacotes especiais e individualizados.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Ricardo Rodrigues, o aumento registrado nos preços das carnes de boi impactou de forma mais expressiva os restaurantes que têm o item como principal produto e, neste caso, parte da elevação foi repassada ao consumidor. Nos demais segmentos, o impacto foi menor, uma vez que a carne é um dos ingredientes. Nestes estabelecimentos, o repasse para o consumidor foi menor ou, em alguns casos, não foram repassados.

“Com o aumento dos preços da carne bovina, que aconteceu em função das exportações para a China, a gente sentiu que alguns restaurantes que trabalham com a proteína sendo o principal produto, como churrascarias, por exemplo, acabaram tendo que fazer reajustes. Nos demais, onde o item é somente parte dos ingredientes, que é a maior parte, não repassou o aumento e está esperando o mercado normalizar. Tradicionalmente, o final do ano é marcado pela elevação dos valores, mas os preços retraem em janeiro. Nossa expectativa é que os preços reduzam”.

Ainda segundo Ricardo Rodrigues, que também é diretor do Restaurante Maria das Tranças, no restaurante o aumento dos custos não foi repassado aos consumidores. “Com o aumento dos preços da carne bovina, a gente percebeu uma reação do mercado e os preços do suíno e das aves também subiram. A gente teve o aumento e não repassamos para o consumidor. Estamos absorvendo esse custo maior com o frango, entendendo os preços irão cair no próximo mês”.

Mesmo com o aumento dos preços das carnes, as vendas do setor, em dezembro, estão cerca de 10% superiores em relação a igual mês do ano anterior. “A melhora do cenário econômico fez com que muitas empresas que no ano passado não fizeram confraternização, voltaram a festejar este ano”, explicou.

No Maria das Tranças, além dos pacotes previamente montados para atender os clientes que querem fazer comemorações de final de ano, também são elaborados pacotes especiais. “Em épocas de crise, quando estamos passando por uma reestruturação, é importante atender o que o cliente quer. Por isso, montamos pacotes conforme a demanda”, explicou.

Margens curtas – De acordo com o gerente de alimentos e bebidas do Sargas Restaurante no Hotel Mercure BH Lourdes, Luís Veríssimo, o aumento do preço da carne bovina impactou expressivamente os custos do restaurante e foi necessário reajustar os valores do cardápio.

“Trabalhamos em um mercado muito competitivo e as margens são curtas. Tivemos que repassar os aumentos, porque foram muito altos”, explicou.

Ainda conforme Veríssimo, o restaurante comprava o quilo do filet mignon, uma das carnes mais pedidas, em torno de R$ 35, valor que saltou para R$ 45 a R$ 50. Outra alta significativa foi verificada no chorizo, cujo preço subiu de uma média de R$ 36 para R$ 52 e, agora, reduziu para R$ 45 o quilo.

“Não sabemos, ao certo, como os preços vão se comportar, mas as carnes representam um percentual muito grande nos custos, em um prato chega a representar entre 30% a 40% só no custo com matéria prima. Por isso, tivemos que repassar este aumento para os pratos que têm menor margem. A reação dos clientes tem sido bem discreta, notamos que há uma migração para pratos com preços mais acessíveis”.

Para que o aumento das carnes não impacte de forma negativa as confraternizações de final de ano, o Sargas trabalha com pacotes especiais e montados conforme a demanda do cliente. “Este ano estamos percebendo uma melhora na demanda pelas comemorações”, disse Veríssimo.

Reinvenção – No restaurante Boi Vitório, no bairro Mangabeiras, o aumento no custo das carnes chegou, em média, a 48%, valor que foi repassado, em partes, para o consumidor. De acordo com o proprietário, Fabrício Lana, o repasse não chegou a 10%.

“Para superar mais este desafio, a estratégia que estamos usando, já há alguns anos, é tentar reinventar o tempo todo. Nós que trabalhamos mais com família precisamos oferecer opções com qualidade e cuidado para manter e buscar novos clientes. É preciso ter qualidade, ótimo atendimento e preços”, disse Lana.

Para as festas de final de ano, o Boi Vitório também trabalha com pacotes especiais e os adequa à necessidade dos clientes.

“Estamos registrando resultados mais positivos em dezembro e esperamos, pelo menos, manter o mesmo desempenho registrado em igual período de 2018. Mas o ideal seria crescer entre 10% e 12%”, explicou Lana.

(Fonte: https://diariodocomercio.com.br/economia/alta-da-carne-reduz-lucro-dos-restaurantes-de-bh/ )

Confiança do consumidor sobe em dezembro

A confiança do consumidor subiu 2,7 pontos em dezembro ante novembro, na série com ajuste sazonal, informou nesta sexta-feira, 20, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) alcançou 91,6 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice subiu 0,7 ponto.

“Apesar do aumento da confiança em dezembro, o resultado acumulado do ano foi ligeiramente negativo. Isso significa que apesar da recuperação gradual da economia, a incerteza trouxe um efeito redutor nas expectativas para as famílias brasileiras. O resultado do mês parece ainda influenciado pela liberação do FGTS e a melhora das expectativas com relação à economia e o emprego nos próximos meses. O efeito do FGTS será passageiro, portanto, em 2020, um retorno consistente do otimismo dos consumidores continuará dependendo de uma evolução mais robusta do mercado de trabalho”, avaliou Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das Sondagens do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

O Índice de Situação Atual (ISA) aumentou 1,5 ponto em dezembro, para 80,0 pontos, o maior patamar desde janeiro de 2015. O Índice de Expectativas (IE) subiu 3,3 pontos, para 100,2 pontos.

O componente que mede a intenção de compras de bens duráveis nos meses seguintes foi o que mais contribuiu para a melhora da confiança em dezembro, com elevação de 4,4 pontos, para 80,6 pontos. Por outro lado, o item que avalia a satisfação com a situação econômica atual caiu 0,8 ponto, para 83,4 pontos, e o componente de expectativas com a situação econômica nos próximos meses aumentou 1,9 ponto, para 118,3 pontos.

Em dezembro, houve aumento da confiança para consumidores de todas as classes de renda, exceto para os que possuem renda familiar mensal entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil.

A maior contribuição positiva no mês foi das famílias com renda até R$ 2,1 mil, uma alta de 6,9 pontos, para 92,4 pontos, influenciado pela melhora da percepção sobre a situação financeira atual. A Sondagem do Consumidor coletou informações de 1.723 domicílios em sete capitais, com entrevistas entre os dias 1º e 18 de dezembro.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/confianca-do-consumidor-sobe-em-dezembro )

Varejo segue tendência de retomada em outubro

As vendas do varejo restrito (que não inclui veículos e material de construção) mostraram, em outubro, crescimento de 4,2%, na comparação com o mesmo mês do ano passado (ver tabela abaixo), configurando o sexto resultado positivo seguido, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O varejo ampliado (que inclui todos os segmentos) mostrou elevação no volume de vendas de 5,6%, na mesma base de comparação, marcando a oitava alta consecutiva. Também houve aceleração do crescimento do varejo restrito, no acumulado de 12 meses (1,8%), enquanto a alta do ampliado se manteve estável em relação à leitura anterior (3,8%).

Contribuíram para esses resultados não somente o fato do mês contar com um dia útil a mais, como também a expansão de crédito, os juros mais baixos, a recuperação do emprego e da renda, potencializada pela liberação do FGTS. Tudo isso gerou maior confiança do consumidor, aumentando sua disposição a comprar, mesmo com a expectativa da obtenção de descontos no mês seguinte, por conta da “Black Friday”.

Assim, no contraste anual, houve crescimento generalizado das vendas, tanto de itens mais básicos como artigos  farmacêuticos e supermercados, como também móveis e eletrodomésticos, equipamentos e materiais de escritório, veículos, material de construção e outros artigos de uso pessoal.

Em síntese, a evolução do varejo em outubro parece confirmar um ganho de “tração”, que deverá manter-se nos últimos dois meses, impulsionado pelos fatores anteriores, além das promoções da “Black Friday” e das compras de Natal. A continuidade da maior disponibilidade de crédito, conjuntamente com a melhora de suas condições e com a recuperação da renda e do emprego auguram perspectivas favoráveis para o próximo ano.

Consumo das famílias tem 10ª alta seguida

O consumo das famílias subiu 0,8% no terceiro trimestre de 2019 em relação ao segundo trimestre de 2019. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o terceiro trimestre de 2018, o consumo das famílias mostrou alta de 1,9%. O consumo do governo, por sua vez, caiu 0,4% no terceiro trimestre de 2019 em relação ao segundo trimestre de 2019. Na comparação com o terceiro trimestre de 2018, o consumo do governo mostrou queda de 1,4%.

O avanço de 1,9% no consumo das famílias dentro do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, na comparação com igual período de 2018, foi a décima alta seguida nessa base de comparação.

A formação bruta de capital fixo (FBCF, conta dos investimentos no PIB) também manteve uma sequência de altas na série de comparações de um trimestre com igual período de anos anteriores. A alta de 2,9% ante o terceiro trimestre de 2018 foi a oitava seguida.
Infos Adicionais

(Fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/consumo-das-familias-tem-10a-alta-seguida)

No mês da Black Friday, varejo virtual cresceu 32,8%

O varejo digital faturou R$11,95 bilhões em novembro deste ano, representando um crescimento de 32,8% em relação ao mesmo período em 2018. Além disso, observando a variação no volume de vendas registradas no segundo semestre de 2019, novembro aparece no topo, com representatividade de 28,29%, sendo seguido por agosto, com 18,74%; setembro, com 18,19%; outubro, com 17,9%; e por fim julho, com 16,88%.

Os dados fazem parte do relatório da Black Friday 2019, da Social Miner, com foco na performance dos e-commerces. São mais de 41 milhões de cadastros, e o material conta ainda com as análises de companhias parceiras, como Compre&Confie, Anymarket, Vindi e Octadesk, e o apoio de Koncilia, Eive, Opinion Box e Nuvemshop.

Já a própria sexta-feira da Black Friday representou 20,69% das vendas realizadas em novembro, sendo que a representatividade média dos demais dias deste mês foi de 2,73%. No grande dia do evento, podemos identificar ainda que o primeiro pico de vendas aconteceu às 2h da madrugada e se manteve em alta até as 4h. A partir de então as conversões passaram a cair e só voltaram a crescer a partir das 9h, atingindo um novo pico ao meio dia, num volume que se manteve até o início da madrugada para sábado.

A pesquisa revela ainda que, das regiões brasileiras, o Sudeste concentrou o maior tráfego nos e-commerces no último mês, representando 63,74% das visitas aos sites. Em seguida, aparecem as regiões Sul e Nordeste, com 16,08% e 12,26%, respectivamente, enquanto o Centro-oeste, com 5,86%, e o Norte, com 2,06%, foram responsáveis pelos menores índices de tráfego.

Entre as categorias de destaque, o setor de Beleza teve o público dividido entre 86,83% dos consumidores que se declararam como do gênero feminino e 13,17% masculino. Já o segmento de Eletrônicos e Informática teve preferência dos homens, com representatividade de 95,33%, contra apenas 4,67% por mulheres.

O segmento de Multicategoria, por sua vez, registrou maior igualdade na distribuição de volume de vendas entre os gêneros: 54,12% para as mulheres e 45,88% para os homens; enquanto Moda e Acessórios teve 76,33% do público declarado como gênero feminino e 23,67%, masculino.

Apontado como relevante por 47,1% dos respondentes da Pesquisa de “Boca de Urna” para a Black Friday, lançada no final de outubro pela Social Miner e Opinion Box, o “valor do frete” saiu, em novembro de 2019, em média a R$ 17,90 para o consumidor, caindo 15,6% em relação ao mesmo período de 2018. Já o ticket médio subiu, com variação de 2,6%, de R? 455,60 em novembro de 2018, para R? 467,30 em 2019

E, se as mulheres tiveram maior representatividade no volume de pedidos realizados em novembro (57,3%), foram os homens os responsáveis por 53,7% dos ganhos alcançados pelo varejo virtual durante o mês, especialmente porque contaram com um ticket médio mais alto, de R?531,30, contra R?410,00 delas.

Por fim, segundo dados da base da Octadesk, em novembro de 2018, 66,31% dos consumidores optaram por buscar atendimento junto às empresas através do telefone, mas em 2019 esse número caiu para 43,33%, enquanto outros canais como e-mail e chat ganharam representatividade, passando de 22,26% para 34,87% e de 11,41% para 21,79% de um ano para o outro, respectivamente.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/no-mes-da-black-friday-varejo-virtual-cresceu-32-8 )

O que marcou o varejo em 2019

O ano de 2019 está chegando ao fim e embora tenha sido marcado pela frustração com a lentidão na retomada econômica, especialistas veem boas perspectivas para o varejo em 2020.

A tímida recuperação do mercado de trabalho, o crescimento no volume de vendas do comércio varejista, a expectativa de redução da taxa real de juros e a expansão na oferta do volume de crédito ao consumidor são indícios de que o próximo ano pode trazer números melhores para o setor.

Ou seja, o ambiente é mais positivo para a economia brasileira – mas ainda é preciso mais para que o otimismo volte a tomar conta do mercado. Os economistas aguardam ainda mais dados para mostrar se a atividade está em uma trajetória de recuperação – e a que ritmo.

Luiz Alberto Marinho, sócio-diretor da GS&MALLS, diz que mesmo com um ambiente mais positivo para a economia brasileira, ainda é preciso um maior fortalecimento das atividades e dos dados para que o otimismo volte a tomar conta do mercado. Ainda assim, o especialista afirma que há muito a ser comemorado em 2019 pelo varejo, que está em uma trajetória de recuperação.

CONSOLIDAÇÃO DO OMNICHANNEL

A estratégia omnichannel já pode ser considerada um marco na história do varejo, segundo Marinho. Na tradução do termo, o varejo multicanal mescla a comercialização de produtos tanto no online como no off-line, integrando as operações e aproveitando todas as oportunidades para fidelizar o consumidor.

A prática que já vem sendo utilizada há alguns anos, esse ano entrou de vez no planejamento das empresas, na opinião de Marinho. Ele cita o case do Magazine Luiza que trouxe um novo formato comercial na última Black Friday. Na ocasião, a varejista promoveu uma ação chamada de Black das Blacks e mobilizou diferentes pilares de comunicação para anunciar suas ofertas de um jeito diferente.

Com uma espécie de show, a empresa reuniu celebridades num projeto de complementariedade entre TV e Digital, numa inovação de formato e linguagem. Enquanto músicos se apresentavam, a ação fazia entradas ao vivo no intervalo da programação para atrair os consumidores para seu e-commerce. O mesmo acontecia pelas redes sociais com transmissões ao vivo.

“O varejo entendeu de uma vez por todas, que não dá mais pra usar a loja física e e-commerce de um jeito tradicional”.

UMA NOVA POSTURA DOS SHOPPINGS

Se antes o canal on-line era visto como inimigo dos shopping centers, isso ficou no passado. Marinho aponta que cada vez mais empresas de malls investem em vendas on-line e apostam em marketplaces e outros canais virtuais para atender a demanda do consumidor por um varejo cada vez mais omnichannel.

“Aquela ideia de templo de consumo já não faz mais sentido. Agora, a base de consumidores é dominada por uma geração que enxerga o shopping como um espaço de entretenimento, para curtir bons momentos”, diz.

Dessa forma, esses empreendimentos estão encontrando uma nova forma de aumentar a receita. Muitos optaram por liberar o wi-fi, outros tentam fisgar os clientes de clique e retire, lançaram aplicativos próprios e passaram a ser mais parceiros dos lojistas.

O projeto Iguatemi 365 ilustram bem esse movimento. No formato de marketplace, a plataforma reúne mais de 80 marcas cadastradas e permite maior aproximação com lojistas e clientes, além de permitir que pessoas de outros estados comprem produtos das lojas do Iguatemi.

FORTALECIMENTO DO DELIVERY

Como entregar mais rápido e com o menor custo? Pode ser que a resposta ainda não tenha sido encontrada por todas as varejistas, mas muitas delas estão tentando.

Poucas empresas podem desafiar o modelo de sucesso da Amazon, que em alguns casos chega a no máximo dois dias de entrega, mas ainda assim, em geral elas já entenderam que precisam entrar de vez nessa corrida para agilizar suas entregas, digitalizar suas operações e desenvolver soluções convenientes aos seus clientes.

Na última edição da Black Friday, a Via Varejo prometeu entregar 100% das compras da Black Friday em até uma semana. Logo em seguida, o Magazine Luiza divulgou que mais da metade das compras feitas na data promocional dentro da Grande São Paulo foram entregues em menos de quatro dias, dobrando a aposta na entrega rápida como diferencial competitivo e com uma operação logística bem acima do padrão brasileiro em geral.

MP DA LIBERDADE ECONÔMICA

A Medida Provisória nº 881/2019, chamada de “MP da Liberdade Econômica”, convertida em lei em setembro deste ano reduz a burocracia do estado na atividade empresarial e, embora não traga efeitos imediatos para comércio, já cria uma nova perspectiva para os empresários.

Uma das principais mudanças previstas está a extinção do eSocial, a partir de janeiro de 2020. Considerado excessivamente complexo e burocrático, o programa deverá ser substituído por dois novos sistemas para o envio de informações trabalhistas, previdenciárias e tributárias.

Na opinião de Marinho, qualquer medida que tenha como objetivo recuperar a economia, garantir investimentos e resolver questões concretas de segurança jurídica.

“O empresariado percebendo que há uma expectativa de melhora no ambiente de negócios, já começa a planejar em 2019 para gerar resultados em 2020. É muito positivo”, diz.

(Fonte: Diário do Comércio: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/o-que-marcou-o-varejo-em-2019 )

A simplificação trazida pelo ESocial

Foi editada em outubro a Portaria da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT) nº 1.127, que substitui o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) pelo Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). A norma ainda define as datas e condições para o envio de informações por parte do empregador. Com essa mudança, ficará mais simples cadastrar dados de empregados na base do governo.

O Caged é utilizado pelo Ministério da Economia para acompanhar as admissões e demissões sob o regime de CLT no Brasil. Esse cadastro foi instituído pela Lei 4.923/65 e seu objetivo é levantar dados de geração de emprego e desemprego no País, para que possam ser tomadas ações governamentais mais precisas. É também com os dados desse cadastro que é analisado o Programa de Seguro Desemprego.

Já a Rais é um relatório de informações socioeconômicas que o extinto Ministério do Trabalho e Emprego brasileiro solicitava anualmente às pessoas jurídicas e outros empregadores. Em outras palavras, trata-se de um censo anual do emprego formal.

A Rais foi criada pelo Decreto n° 76.900/75 e levanta informações que se destinam a servir de base de cálculo das cotas do PIS e do Pasep. Também subsidia o controle relativo ao FGTS e à Previdência Social; controla a nacionalização do trabalho, substituindo a chamada lei dos 2/3; e viabiliza o pagamento do abono salarial previsto na Constituição Federal.

De acordo com a nova Portaria, a substituição do Caged ocorrerá para as admissões e desligamentos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2020, e a substituição da Rais será a partir do ano base 2019 (declaração feita em 2020), pelas empresas que já são obrigadas à transmissão de informações de seus trabalhadores ao eSocial.

Cumpre esclarecer que a troca do Caged não se dará para as entidades internacionais e os órgãos públicos. Por outro lado, haverá a substituição da Rais para aquelas empresas que já tenham a obrigação de enviar dados de remuneração dos seus trabalhadores, relativo ao ano base de 2019 (grupos 1 e 2). O primeiro grupo compreende as entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78 milhões e, o segundo, as empresas com faturamento inferior a este valor e que não tenham sido optantes pelo Simples Nacional em julho de 2018.

Dessa forma, os órgãos públicos e entidades internacionais continuarão utilizando o Caged até que estejam obrigados, ficando mantida a obrigação de prestar as informações por meio da Rais.

A partir de 2020, portanto, as empresas que usam o eSocial não terão a obrigação de transmitir estas informações ao Ministério da Economia, que passa a usar uma única base de dados para as estatísticas do trabalho.

O uso dos sistemas do Caged e da Rais ficará restrita à prestação de informações cuja obrigação ainda não tenha de ser cumprida por meio do eSocial.

Contudo, é importante atentar para os prazos previstos para o envio das informações ao sistema, uma vez que não são padronizados, e cada atividade terá uma data diversa para envio. No Caged, por exemplo, a data de admissão e CPF têm que ser informados até o dia anterior ao início do contrato de trabalho; o salário de contratação tem que ser informado até o dia 15 do mês seguinte em que ocorrer a admissão; a rescisão deve ser informada até o 10º dia contado da finalização do vínculo para aqueles que sacarão o FGTS; os demais desligamentos, até o dia 15 do mês seguinte; e as transferências de entrada ou saída, também no dia 15 do mês seguinte.

Com isso, o governo reduz as obrigações das empresas, bem como proporciona melhorias para reduzir erros e inconsistências nas bases de dados, considerando que essas informações passarão a ser alimentadas em uma única ferramenta.

Portanto, a substituição Caged e Rais pelo eSocial completa um pacote de mudanças para 2020, visando à simplificação e a redução de processos redundantes e burocráticos, propiciando condições mais favoráveis para o ambiente de negócios.

Todavia, embora a adoção do eSocial seja uma forma de desburocratizar as obrigações das empresas, pode-se dizer que há um contrassenso à recente Lei de Liberdade Econômica (nº 13.874). A nova legislação prevê que o eSocial será substituído por sistema simplificado. Apesar de não haver data definida, as empresas devem estar atentas para uma nova mudança em breve.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/opiniao/a-simplificacao-trazida-pelo-esocial/ )

6 dicas para preparar seu varejo para as vendas de Natal

Já estamos nos últimos meses do ano. Isso significa que você deve preparar as vendas de Natal da sua empresa. Afinal, para vender bem nesse período, não basta ter promoções atrativas. Não espere que as vendas aconteçam de maneira natural. É necessário ter um planejamento maior para que a ação seja realmente rentável para o seu negócio.

As pessoas estão mais propensas às compras no período do Natal, o que já facilita para o comércio. Para aproveitar esse momento, o ideal é fazer uma pausa e pensar nas estratégias para as vendas de Natal. Para o ano de 2018, a expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é de que sejam movimentados R$ 34,5 bilhões nas vendas de Natal.

Espera-se um crescimento de 2,8% nas vendas de fim de ano em relação a 2017. Portanto, o mercado está otimista e a sua empresa não pode deixar de se preparar para colher os frutos da maior data comercial do ano, especialmente considerando essas estimativas positivas.

Para se destacar diante da concorrência e fazer com que o público perceba que comprar na sua empresa é a melhor opção entre todas as outras, é preciso chamar a atenção dele e isso exige planejamento.

Por que você precisa se preparar para as vendas de Natal

Em uma data como o Natal, vale a pena se empenhar e levar as estratégias a sério. É importante lembrar que, entre os meses de novembro e dezembro, a maioria dos trabalhadores recebe o 13º salário. Além disso, neste ano, as quedas da inflação e dos juros são incentivos a mais para dar importância ao período. Ou seja, o momento é perfeito para vender muito.

Preparar-se para as vendas de Natal é o primeiro passo para aproveitar ao máximo as vantagens desse período. É por isso que trouxemos 6 dicas para você planejar as vendas de Natal e ter ótimo resultados.

Com a leitura deste artigo, você vai acompanhar as seguintes dicas:

  1. Analise as vendas de Natal de anos anteriores
  2. Programe as compras
  3. Prepare o estoque
  4. Treine os vendedores
  5. Faça promoções de Natal
  6. Decore a loja para o clima de Natal

1. Analise as vendas de Natal de anos anteriores

Certamente, você tem um registro das vendas de Natal de anos anteriores. Essa é a hora de usar esses dados a seu favor. Levante as informações de pelo menos três anos, analise quais foram os itens mais vendidos e aqueles que ficaram parados no estoque. Observe também quais foram os produtos que contribuíram mais para a lucratividade do seu negócio na época analisada.

Essa análise é importante para você se basear e aplicar os recursos financeiros da empresa eficientemente nas compras para esse Natal. Não se esqueça de que também é preciso observar se o comportamento do seu público mudou ao longo desses anos e, é claro, adequar o planejamento. Os problemas, as necessidades e as expectativas dos seus clientes dizem muito sobre eles. Observe-os e você terá mais chances de atraí-los.

2. Programe as compras

Depois de analisar as vendas de Natal de anos anteriores, você já tem dados para programar as compras. Nessa época, os fornecedores costumam estar cheios de novidades para lançar, aproveitando também as vantagens da data comercial. Para que a sua empresa esteja pronta para receber esses lançamentos, é importante que você não deixe as compras para a última hora. É melhor não ficar esperando os clientes começarem a aparecer para que você providencie as compras.

Se as compras atrasam, imagine quantos problemas você pode ter! Os fornecedores podem estar atarefados, necessitando de mais prazo para faturar os seus pedidos. A transportadora também pode demorar a entregar devido à grande demanda. Dessa forma, os produtos de que você precisava para as vendas de Natal não chegam a tempo e você perde a oportunidade de lucrar com a melhor época comercial do ano. Então, programe as compras, considerando o prazo necessário para elas chegarem e você ainda organizar o estoque.

3. Prepare o estoque

Por falar em estoque, esse também é um importante ponto na hora de preparar a sua empresa para as vendas de Natal. Com as compras feitas, o estoque fica abarrotado à espera dos clientes. Mas, para que as vendas sejam de fato realizadas com o sucesso que você espera, seu estoque precisa estar organizado.

Por isso, você deve estabelecer uma estratégia de organização para o estoque. Para isso, analise a melhor forma de dispor os produtos, considerando a acessibilidade e a indução de busca por produtos complementares, etiquetando os produtos e controlando as entradas e as saídasA maneira mais fácil de controlar o estoque é por meio de um sistema de gestão (ERP), que também pode facilitar muitos outros processos da empresa, como finanças e vendas.

4. Treine os vendedores

A grande demanda das vendas de Natal exige uma preparação especial dos seus vendedores. Mas, antes de pensar em promover um treinamento para a sua equipe, verifique a necessidade de contratar mais funcionários para esse período. Quantos clientes você prevê que entrem na sua loja por dia nessa época? O atual número de vendedores é suficiente para atender a essa demanda? Se você observar que é necessário contratar mais vendedores, analise, então, quantos funcionários serão precisos.

Depois desse processo, junte toda a equipe para um treinamento que aborde conhecimentos em vendas e atendimento. O bom atendimento é um excelente caminho para fidelizar clientes e aumentar os lucros.

Seus vendedores devem conhecer profundamente os produtos da sua loja para oferecer exatamente aquilo que os clientes estão buscando. Eles devem saber a melhor forma de abordar, como demonstrar interesse pelas necessidades do cliente e servi-lo da melhor maneira. Treine-os para serem simpáticos, comunicativos e proativos para atender aos clientes e promover as suas vendas de Natal.

Ainda que você não precise contratar funcionários extras para esse período, é importante treinar a sua equipe antes que o movimento de Natal comece na loja. Os vendedores precisam estar preparados para atender com agilidade, mas sem deixar de dar a atenção devida a cada cliente. Muitas vezes, o consumidor chega à loja sem saber o que vai comprar. O bom vendedor é aquele que consegue dar as sugestões certas para que o cliente se sinta seguro para comprar. Quanto mais conhecimento o vendedor tiver sobre os produtos da loja, melhor poderá atender ao cliente.

5. Faça promoções de Natal

No fim do ano, é comum serem realizadas as brincadeiras de amigo secreto com os colegas de trabalho, com os colegas da academia, com a família etc. Geralmente, é estipulado um valor para os presentes e começa a busca por produtos que se enquadrem nessa faixa. Essa é uma ótima razão para que você faça promoções na loja e estimule as vendas de Natal.

Aqueles produtos que você precisa vender com urgência para desocupar o estoque para os lançamentos são os ideias para colocar em promoção nesse momento. Mas tome cuidado ao precificar os produtos. Evite que os preços fiquem abaixo da sua margem de lucro para não causar prejuízos para a sua empresa.

Um sistema de gestão é imprescindível nessa tarefa, já que traz informações importantes para direcionar os esforços da equipe de vendas, considerando, por exemplo, os produtos com menor e maior saída (giro), com data de validade próxima etc.

Aproveitando que os seus clientes estão buscando produtos de valores determinados, uma tática inteligente é você colocar as promoções na entrada da loja e separar as gôndolas por preço. Assim, fica muito mais fácil para o cliente encontrar o produto de que ele precisa.

6. Decore a loja para o clima de Natal

Uma decoração com clima de Natal é um excelente chamariz para a sua loja. Os clientes gostam de conferir novidades no ponto de venda e, quando a loja está enfeitada, já é um motivo a mais para que eles queiram entrar. Aposte em enfeites de Natal, adequando o estilo da sua loja ao clima de fim de ano.

Mas lembre-se de que a funcionalidade é mais importante do que a estética. Não adianta estar com a loja decorada para as vendas de Natal e o cliente ficar perdido, dificultando a busca pelos produtos que ele deseja. É claro que é papel dos vendedores orientá-lo a encontrar o que ele procura, mas é importante que o cliente sinta que a loja está organizada para recebê-lo da melhor forma.

Uma prática que costuma deixar a loja desorganizada é o fato de os clientes gostarem de pegar os produtos para ver. Isso é ótimo para a experiência do cliente, mas acaba deixando tudo fora do lugar, especialmente quando a loja está cheia. Por isso, é importante cuidar para que a decoração da loja não dê a impressão de que ela está ainda mais bagunçada. Também vale a pena reforçar com os vendedores a necessidade de organizar a loja sempre que possível, seja ao longo do dia, assim que a loja fechar ou antes de abrir.

Conclusão

Com planejamento e disciplina, as suas vendas de Natal podem ter muito mais sucesso. Esperamos que essas dicas sejam úteis para preparar a sua empresa e aproveitar melhor as vantagens dessa época tão importante para o comércio.

(fonte: https://www.jiva.com.br/blog/vendas/vendas-de-natal/)

Varejo bate recorde na Black Friday 2019

O varejo brasileiro se surpreendeu com o recorde de vendas registrado na edição deste ano da Black Friday, na sexta-feira passada. Entre os principais motivos para o impulso nos negócios, segundo os empresários, estão a liberação do saldo nas contas do FGTS, os juros nas mínimas históricas e a demanda reprimida por consumo.

O grupo Via Varejo, dono das marcas Casas Bahia, Ponto Frio e Extra, faturou R$ 1,1 bilhão somente na sexta-feira, desempenho único em apenas um dia de vendas, segundo a companhia. No terceiro trimestre de 2019, a título de comparação, o valor faturado foi de R$ 6,5 bilhões.

Trata-se de um “recorde absoluto”, nas palavras do presidente da companhia, Roberto Fulcherberguer. “Varejo que suporta Black Friday está preparado para escalar qualquer volume de vendas”, comenta. Fulcherberguer diz que há uma melhora do mercado, com as vendas após a Black Friday ainda aquecidas.

Por isso, a expectativa é que o Natal também registre bom desempenho e que o próximo ano seja positivo para o setor.

“Essa sinalização de recuperação já é o reflexo que a gente vai ter em 2020”, afirma. “Não tenho dúvidas de que esse pacote de melhorias no País está se refletindo no varejo.”

O Magazine Luiza não revela os números, mas afirma que as vendas foram positivas tanto no comércio eletrônico quanto nas lojas físicas do grupo. O diretor de e-commerce da empresa, Eduardo Galanternick, conta que o crescimento foi acima da variação do mercado – que neste ano teve alta de 23,1% em relação a 2018, de acordo com dados divulgados pela Ebit/Nielsen.

“É positivo como um todo dar mais poder de compra para o consumidor, seja colocando dinheiro na carteira ou reduzindo custos”, avalia.

Já a Amazon, com atuação apenas em e-commerce, também viu na data deste ano o maior dia de vendas da história da companhia no País. Sem revelar cifras, o diretor de varejo, Daniel Mazini, afirma que a quinta-feira pré-Black Friday já foi recordista – até ser superada pelo próprio dia da promoção.

“A gente estava otimista por causa do bom resultado do Amazon Day (em julho de 2019), que tinha sido muito forte, mas o número bateu o que a gente esperava”, explica o executivo.

Manzini atribui o resultado da Amazon à expansão de 16 para 30 categorias de produtos à venda no site, ao lançamento do serviço Prime e à comercialização de produtos exclusivos, como a assistente de voz Alexa e o alto-falante inteligente Echo.

(Fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/varejo-bate-recorde-na-black-friday-2019 )