Black Friday em BH: consumidores passam a madrugada em lojas atrás de promoções

Os consumidores de Belo Horizonte acordaram cedo nesta sexta-feira para aproveitar algumas ofertas da Black Friday, dia em que o comércio tradicionalmente “queima” o estoque com preços promocionais dando início às compras de Natal. Na Rua CuritibaCentro da capital mineira, formou-se filas para a abertura das lojas, a maioria de eletrodomésticos, mas essas não chegaram a lotar.

O comerciante José Arnaldo Gonçalves, de 71 anos, aproveitou a abertura das lojas às 6h desta sexta e adquiriu um home theater. “Cheguei 6h mesmo, aqui no Ponto Frio. Paguei R$ 850 à vista no home theater, e ele é R$ 1.210, aí fizeram esse desconto. Ainda devo dar uma olhada em outras coisas, mas estou gostando dos preços”.
Outras lojas, como as de departamento, também “surfam” na ideia das promoções e atraíram muitos clientes. A analista de recursos humanos Karla Daiane, de 29 anos, aproveitou a Lojas Americanas da Rua dos Carijós, também no Centro, para comprar outros produtos.
“Cheguei de madrugada, pois essa Americanas abriu às 22h de ontem (quinta-feira). Acho que vale mais a pena que essas promoções de TV, pois compramos muitas coisas de casa, menores. Estou levando shampoo, cobertores, jogo de cozinha e até leite em pó, foi muito mais em conta, mas tive que dividir. Ainda não tem nada de Natal, só para casa mesmo”, comentou.

No Shopping Del Rey, na Região Noroeste, a tendência pelos cosméticos e pequenos produtos se manteve. O motoboy John Diego Matos, de 21 anos, faz parte do grupo que investiu o dinheiro dessa forma nesta Black Friday.
“Esse trem é enganação, o pessoal compra mais pela quantidade, aí acaba valendo a pena. Optei por essas coisas materiais mesmo, shampoo, desodorante, mas depende, pois tem coisas que valem a pena, já outras não. Minha prima comprou um telefone, de R$ 1400 foi para R$ 900. Aí é vantagem, claro, mas chegamos umas 3h e aproveitamos. Minha compra deu uns 500 conto e acabei parcelando”.
Ao todo, 15 lojas abriram na virada de quinta para esta sexta-feira no Del Rey. Lojas como Americanas Rede estiveram lotadas e com grandes filas, enquanto as de eletrodomésticos não atraíram grande número de clientes. Seguindo a linha de gastos em lojas de produtos variados, está o empresário Marcos Vinícius Barroso, de 47 anos.
“Todo ano fazemos uma cesta de Natal aos funcionários, aí viemos comprar esses produtos para compor a cesta, coisas mais supérfluas, essa foi minha Black Friday. A compra de Natal nós já fizemos, com uma viagem em novembro mesmo. Não vou comprar mais nada nessa Black Friday, pois vejo que é muita especulação quando, na verdade, somente alguns itens pontuais que são bons”, explicou o gasto.
No BH Shopping, na Região Centro-Sul de BH, a Lojas Americanas também abriu mais cedo e atraiu milhares de pessoas, mais do que as tradicionais lojas de eletrodomésticos. Entretanto, outro estabelecimento chamou atenção pela fila na porta antes da abertura, às 9h.
A loja Artwalk aproveitou a Black Friday para relançar alguns modelos de tênis a preços promocionais. Os favoritos foram o Air Jordan 1 High “Bloodline” e o Adidas Yeezy Boost 350 V2 “Black”, tênis comprado pelo estudante Gabriel Martins, de 16 anos.
“É o primeiro relançamento desse tênis aqui no Brasil, e ainda mais com esse preço de R$ 1200. Aí vim aproveitar, peguei o meu e vou passar um outro que comprei, pois antes do reestoque o tênis estava por R$ 2100, por aí. Aí vim muito pelo preço. Até achei outras coisas legais no desconto, o próprio Jordan, mas pela oportunidade e pela grana achei melhor fazer desse jeito”, explicou.

Horário de funcionamento do comércio

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89% dos brasileiros irão gastar mais nessa Black Friday

Para a Black Friday 2019 o consumidor está animado, 89% dos entrevistados pretendem gastar mais do que a edição de 2018, um aumento de 21%. O consumidor também admite se planejar para as promoções (94%) e declara que vai pesquisar produtos e preços (98%).

O valor destinado a compras de Natal se aproxima de 42% do total das compras da Black Friday. Essa é uma das descobertas do estudo “O fenômeno Black Friday no varejo brasileiro” – 2ª edição, desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a Ferraz Pesquisas, que faz uma radiografia dos principais hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday.

Apesar da crise que o país vem enfrentando, o consumidor está animado e otimista para a Black Friday 2019. 100% dos entrevistados pretendem se arriscar nas promoções esse ano e pretendem gastar em média R$ 1.333,88.

Em 2018 a intenção de gasto médio (compras on e off-line) dos consumidores na data foi de R$1.283,92. A maioria das compras estão destinadas a uso próprio e a preferência é por Eletrônicos, Eletrodomésticos e Vestuários.

O estudo mostra que 61% concordam que a Black Friday é uma data para encontrar produtos de coleções anteriores ou que estão fora de linha, porém 45% acreditam que irão encontrar produtos de lançamento.

A data está consolidada no país, e aos poucos os consumidores passam a ver vantagens de comprar (85%) na Black Friday. Porém, a credibilidade (70%) em relação as promoções ainda não estão em um patamar sólido. Para todos os atributos pesquisados foram considerados uma escala de 1 a 4, sendo 1 concordo totalmente e 4 discordo totalmente, e analisados conforme a soma de “Top2Box” (1+2).

O canal online é a principal fonte de pesquisa de preços, sendo que 98% dos entrevistados irão pesquisar antes de realizar a compra na data, principalmente em sites de lojas próprias, sites de busca e redes sociais. Assim como a busca por informações é online, o e-commerce (37%) se sobressai quando comparado com lojas físicas (15%) no processo da compra, porém a maioria utiliza os dois canais para fazer suas compras (47%).

Para Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), “O varejista deve aproveitar a data para oferecer a melhor experiência de compra e atendimento através da interação dos canais online e off-line, bem como atrair um novo público a fim de conhecer sua marca”.

METODOLOGIA

O estudo entrevistou 402 consumidores em todo o país, e teve como objetivo quantificar aspectos relacionados aos hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday, visando entender o impacto dessa data para o varejo brasileiro.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/89-dos-brasileiros-irao-gastar-mais-nessa-black-friday )

9 curiosidades sobre o McDonald´s

Quando tudo começou, ninguém imaginava que ela se tornaria uma das marcas mais conhecidas do mundo. Os irmãos Maurice e Richard McDonald abriram a primeira loja do McDonald’s em 1948, transformando uma espécie de churrascaria em uma lanchonete de hambúrguer e milk-shake.

Localizado em San Bernardino, na Califórnia, o restaurante foi o segundo empreendimento dos irmãos na indústria de alimentos. O primeiro deles foi um carrinho de cachorro-quente. Quando nasceu, a proposta original do McDonald’s era vender hambúrgueres, batatas fritas e shakes pela metade do preço e pela metade da concorrência com um modelo de operação diferente. Em vez de depender de garçons e garçonetes, os irmãos McDonald instalaram um balcão de autoatendimento. Em vez de cozinhar cada refeição por encomenda, eles prepararam seus hambúrgueres com antecedência e mantiveram a comida quente sob lâmpadas de alta potência.

Veja outras curiosidades sobre o negócio:

1.O símbolo da Arcos Arcos Dourados era um pouco diferente

O fundador Richard McDonald esboçou o símbolo do restaurante como uma característica arquitetônica para atrair clientes em carros olhando da beira da estrada, mas levou mais cinco anos para que os arcos mudassem sua disposição e fossem ligados a um M.

2. No primeiro menu do McDonald’s, um hambúrguer custava 15 centavos

Em 15 de maio de 1940, Dick e Mac McDonald’s abriram a primeira loja McDonald’s em San Bernardino, Califórnia. Naquela época, era possível conseguir um combo McDonalds por menos de um dólar, já que as pessoas pagavam apenas 15 centavos pelo hambúrguer e 10 centavos pela batata frita, por exemplo.

Do Mc Fish ao Big Mac, o cardápio de hoje oferece uma variedade de itens. Naquela época, as únicas opções de comida eram hambúrguer, cheeseburger ou batatas fritas. Nada de McNuggets.

3.A Coca é diferente!

Muitos consumidores acreditam que a Coca-Cola servida no McDonald’s tem um sabor melhor do que em outros lugares. E é verdade. Somente no McDonald’s o xarope de Coca-Cola é entregue em tanques de aço inoxidável para preservar seu frescor. Nos outros estabelecimentos, a bebida é transportada em sacos plásticos.

4. O McDonald’s vende mais brinquedos do que a Hasbro e a Mattel

O McDonald’s vende cerca de 1,5 bilhão de brinquedos em todo o mundo – mais do que a Hasbro ou a Mattel vendem individualmente. Além disso, o McDonald’s começou a incluir livros em vez de brinquedos nos “Mc Lanche Feliz”, colocando mais livros nas mãos das crianças do que os catalogados na Biblioteca do Congresso, a maior biblioteca do mundo.

5. Os militares inspiraram o primeiro drive-thru

O primeiro drive-thru do McDonald foi aberto em 1975, em Sierra Vista, no Arizona. O que inspirou o conceito revolucionário foi uma base militar próxima ao restaurante. Clientes do local, os soldados não tinham permissão para deixar seus carros enquanto usavam uniforme.

6. O McDonald’s alimenta cerca de 1% da população mundial todos os dias

68 milhões de pessoas são atendidas diariamente no McDonald’s, que é aproximadamente 1% da população mundial. O McDonald’s vende uma média de 75 hambúrgueres por segundo.

7.O primeiro McDonald’s vendia cachorros-quentes, não hambúrgueres

Originalmente, em 1937, quando foi criada pelos irmãos Dick e Mac McDonald, a barraquinha vendia cachorro-quente. Só em 1948, os irmãos decidiram reformular o negócio e transformaram a barraquinha em uma lanchonete de hambúrgueres e milk-shakes.

8. Ronald McDonald foi baseado em uma pessoa real

O famoso palhaço foi, na verdade, baseado no retrato de Bozo the Clown, de Willard Scott, no canal WRC-AM de Washington, DC. Scott foi escolhido para interpretar Ronald McDonald a partir de 1963. Mas, o visual de Ronald mudou ao longo dos anos, porque a versão original é meio aterrorizante.

9. Muita coisa não deu certo

Antigamente, também havia muitos itens sazonais e de curta duração no cardápio. Muitos deles não funcionaram devido ao tempo que levavam para se prepará-los ou porque não eram o que os consumidores queriam no restaurante, como a McPizza, McLobster, McSpaghetti e McHotDog.

(Fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/9-curiosidades-sobre-o-mcdonald-s )

Supermercados estão confiantes para 2020

Responsável por 24% das vendas anuais, dezembro é tradicionalmente o melhor mês de vendas do ano, porque agora somam-se os resultados da Black Friday e a principal data comercial, o Natal.

A Pesquisa de Confiança dos Supermercados do Estado de São Paulo (PCS/APAS) demonstra que o percentual de empresários com confiança geral na economia e governo subiu de 35% para 39%. Já o pessimismo caiu de 20% em outubro para 14% em novembro.

Para 78% dos empresários, a expectativa futura de vendas do setor é otimista. O índice vem subindo desde junho, quando o governo começou a liberar o FGTS.

“Os supermercadistas estão confiantes que em 2020, o setor terá um crescimento superior ao 1% que devemos fechar 2019. Para 56%, a taxa de juros deverá continuar em queda ao longo do ano”, afirma o economista da APAS, Thiago Berka.

Parte da expectativa, porém, passa pela aprovação do governo federal, que continua com perspectivas positivas devido às reformas tributária e administrativa propostas pelo ministro Paulo Guedes, disse a APAS.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/supermercados-estao-confiantes-para-2020 )

89% dos brasileiros irão gastar mais nessa Black Friday

Para a Black Friday 2019 o consumidor está animado, 89% dos entrevistados pretendem gastar mais do que a edição de 2018, um aumento de 21%. O consumidor também admite se planejar para as promoções (94%) e declara que vai pesquisar produtos e preços (98%).

O valor destinado a compras de Natal se aproxima de 42% do total das compras da Black Friday. Essa é uma das descobertas do estudo “O fenômeno Black Friday no varejo brasileiro” – 2ª edição, desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a Ferraz Pesquisas, que faz uma radiografia dos principais hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday.

Apesar da crise que o país vem enfrentando, o consumidor está animado e otimista para a Black Friday 2019. 100% dos entrevistados pretendem se arriscar nas promoções esse ano e pretendem gastar em média R$ 1.333,88.

Em 2018 a intenção de gasto médio (compras on e off-line) dos consumidores na data foi de R$1.283,92. A maioria das compras estão destinadas a uso próprio e a preferência é por Eletrônicos, Eletrodomésticos e Vestuários.

O estudo mostra que 61% concordam que a Black Friday é uma data para encontrar produtos de coleções anteriores ou que estão fora de linha, porém 45% acreditam que irão encontrar produtos de lançamento.

A data está consolidada no país, e aos poucos os consumidores passam a ver vantagens de comprar (85%) na Black Friday. Porém, a credibilidade (70%) em relação as promoções ainda não estão em um patamar sólido. Para todos os atributos pesquisados foram considerados uma escala de 1 a 4, sendo 1 concordo totalmente e 4 discordo totalmente, e analisados conforme a soma de “Top2Box” (1+2).

O canal online é a principal fonte de pesquisa de preços, sendo que 98% dos entrevistados irão pesquisar antes de realizar a compra na data, principalmente em sites de lojas próprias, sites de busca e redes sociais. Assim como a busca por informações é online, o e-commerce (37%) se sobressai quando comparado com lojas físicas (15%) no processo da compra, porém a maioria utiliza os dois canais para fazer suas compras (47%).

Para Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), “O varejista deve aproveitar a data para oferecer a melhor experiência de compra e atendimento através da interação dos canais online e off-line, bem como atrair um novo público a fim de conhecer sua marca”.

METODOLOGIA

O estudo entrevistou 402 consumidores em todo o país, e teve como objetivo quantificar aspectos relacionados aos hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday, visando entender o impacto dessa data para o varejo brasileiro.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/89-dos-brasileiros-irao-gastar-mais-nessa-black-friday )

Cresce intenção de consumo em novembro

Os consumidores brasileiros voltaram a ficar mais propensos às compras em novembro, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) aumentou 1,3% em relação a outubro, para 95,2 pontos, o quarto avanço consecutivo. Na comparação com novembro de 2018, o indicador teve uma alta de 8,7%.

Segundo a CNC, o bom desempenho do ICF está em linha com os sinais recentes favoráveis da atividade econômica, como inflação baixa, liberação de saques do FGTS e PIS/Pasep e redução de juros, entre outros fatores.

Na passagem de outubro para novembro, a alta do ICF foi puxada pelos componentes Momento para aquisição de bens duráveis (4,5%), Perspectiva de Consumo (2,3%), Renda Atual (1,4%) e Emprego Atual (1,0%). O único componente que não apresentou crescimento foi o de Compras a Prazo (0,0%). Na comparação com novembro de 2018, os destaques foram os itens Momento para aquisição de bens duráveis (18,9%) e Perspectiva de Consumo (12,4%).

“As famílias permanecem com desejo de comprar eletroeletrônicos e eletrodomésticos, impulsionadas, possivelmente, pela Black Friday. Somam-se a isso as condições de compra através do parcelamento, uma vez que pode haver espaço no orçamento para aquisições financiadas”, justificou Antonio Everton, economista da CNC, em nota oficial.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/cresce-intencao-de-consumo-em-novembro )

Confiança do comércio tem terceira alta consecutiva

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou o patamar de 122,5 pontos em novembro, o maior desde abril de 2019 (125,2 pontos). O resultado representou uma alta de 0,5% ante o índice de outubro. Foi o terceiro aumento mensal consecutivo do índice. Em relação a novembro do ano passado, houve um crescimento de 11,6%.

“A economia vem emitindo diversos sinais de recuperação gradual, e a crescente confiança do empresário do comércio vem confirmar um cenário de maior otimismo em relação ao aquecimento do consumo. Tenho confiança que o ano que vem será de uma reação ainda mais sólida do setor”, disse o presidente da CNC, José Roberto Tadros.

O subíndice referente às expectativas, que é o Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC), chegou a 162,6 pontos e permaneceu no maior patamar entre os subíndices, com alta de 0,1% ante o mês anterior e aumento de 7,0% na comparação com novembro do ano passado. Registrou o maior indicador desde maio de 2019 (163,6 pontos).

A satisfação quanto às condições correntes, medida pelo Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec), foi um dos destaques em novembro. Mesmo permanecendo no patamar mais baixo entre os subíndices (97,5 pontos), correspondeu às maiores variações positivas em ambas as bases de comparação, mensal (aumento de 2,5%) e anual (25,5%), explicitando uma melhora na percepção das condições atuais no curto prazo e em relação ao ano passado. Além disso, também atingiu o maior nível desde maio de 2019 (100,6 pontos), e todos os itens que compõem este indicador registraram variações mensais maiores do que as observadas em outubro.

O subíndice que detecta as intenções de investimento, apurado pelo Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC), foi o único que obteve variação negativa na medição mensal (-0,3%), mas ainda assim alcançou 107,5 pontos, o maior nível desde novembro de 2014 (107,9 pontos). Em relação a novembro de 2018, houve aumento de 7,9%, refletindo uma percepção de ambiente melhor para os investimentos do que no mesmo período do ano passado.

EXPECTATIVAS

Em relação às expectativas para a economia, a proporção dos empresários que esperam uma melhora econômica representou 91,0%, ante 90,2% em outubro e um aumento de 10,3 pontos percentuais em relação a novembro de 2018. “Essa expectativa favorável está ancorada nas projeções de maior crescimento econômico no próximo ano”, afirma a economista da CNC Catarina Carneiro da Silva, observando que as estimativas da Pesquisa Focus, do Banco Central, apontam um crescimento de 0,92% em 2019, enquanto em 2020 a taxa esperada mais que dobra (alta de 2,17%).

Apesar do elevado otimismo, houve queda (-0,4%) nesse item entre outubro e novembro, a única redução dentre o IEEC, e o indicador atingiu 158,8 pontos. Mesmo com a retração, o resultado foi melhor do que a queda (-0,8%) observada em outubro.

CONDIÇÕES CORRENTES

A questão referente à situação atual da economia mostrou crescimento mensal de 3,5%, atingindo 88,6 pontos. Para 51,4% dos entrevistados, a situação atual da economia foi percebida como pior do que há um ano. Houve melhora, porém, em relação aos 52,5% registrados em outubro e aos 69,2% de novembro de 2018.

O grau de satisfação quanto ao desempenho atual das empresas também aumentou (2,0%). Contribuindo para esse resultado positivo, a maioria dos varejistas percebeu melhora em suas empresas (60,5%), acima da proporção registrada em outubro (59,8%) e em novembro de 2018 (49,1%).

Dentre os itens que compõem o subíndice de condições atuais, este foi o único acima de 100 pontos, registrando 109,3 pontos em novembro, o maior patamar desde maio de 2019 (109,8 pontos), o que mostra um maior nível de satisfação dos comerciantes em relação à situação de seu negócio.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/confianca-do-comercio-tem-terceira-alta-consecutiva )

Padarias esperam o melhor Natal desde 2016

Os frequentadores assíduos das padarias já devem estar sabendo: este ano, os clássicos panetones e rabanadas não serão as únicas estrelas a brilhar no cardápio de fim de ano. O Natal de 2019 traz novidades com gostinho de otimismo para o comércio da panificação. Pães especiais, sobremesas inovadoras e itens de ceia aguçam o paladar de qualquer um e são aposta certeira para a melhor temporada de festas dos últimos anos.

Os dados comprovam: no país, a expectativa é que o Natal, principal data comemorativa do varejo, movimente R$ 35,9 bilhões. No setor de comércio, 2019 deve trazer a maior contratação de temporários desde 2013, empregando cerca de 91 mil pessoas, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Para a ABIP, Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria, a tendência de alta geral deve refletir, também, no setor de panificação.

“Apesar do cenário de instabilidade recente, o setor se manteve firme e resiliente. Em 2019, contamos com baixa na inflação e com a liberação dos saques no FGTS e no PIS/Pasep, ou seja, acreditamos que o cenário se mostra mais oportuno para o crescimento de vendas também nas padarias. Elas sempre foram ótimas opções de compras para festas. Estamos confiantes e estimulando os empresários a investirem em novidades para o consumidor sair satisfeito, com as sacolas cheias de delícias fresquinhas de fim de ano”, diz José Batista de Oliveira, presidente da ABIP.

Um exemplo de otimismo e investimento bem planejado vem da Padaria Vianney, uma das mais tradicionais de Belo Horizonte (MG). Por lá, pães especiais e panetones artesanais lideram a lista de preferência dos clientes na reta final do ano.

“Será um Natal muito especial, já estamos produzindo e disponibilizando novos produtos, incluindo opções veganas, sem lactose e diets, demandas de confeitaria que têm crescido entre o público”, conta Lucilaine Silva, analista de marketing da padaria. Na Vianney, a compra pode ser feita no estabelecimento ou pelo e-commerce, o que aumenta o acesso dos clientes aos produtos. As novidades criadas especialmente para este final de ano ficam por conta dos chocotones recheados de brigadeiro e caramelo salgado.

“Esperamos um aumento de até 50% nas vendas, os clientes estão cada vez mais atraídos pela oferta de produtos gostosos, bem temperados e artesanais, isso só encontra em padarias. É cômodo e lembra a comida feita em casa, só que melhor, porque não dá nenhum trabalho”, comenta Lucilaine.

Ainda de acordo com ela, o cardápio de Natal e Ano Novo da padaria possui cerca de 300 opções entre produtos de panificação, confeitaria e pratos típicos das ceias. Para dar conta de tanta demanda, a exemplo de outras padarias de todo o Brasil, a Vianney já iniciou a contratação de temporários.

“Já aumentamos a equipe para atender os novos pedidos e, mais perto das festas, iremos contratar mais pessoas para a produção”, diz Lucilaine.

Nas mais de 70 mil padarias do país, a preparação segue a todo vapor. Como 95% delas são formadas por empresas familiares, o Natal nas padarias é sinônimo de Natal em família.

“O espírito natalino tem tudo a ver com a gente, a panificação é fruto do empenho de pais e filhos, irmãos, herança de avós. É tudo construído e produzido junto, por várias mãos. É por isso também que o Natal sempre nos motiva. Em nosso setor, ele é cuidadosamente planejado, com muita antecedência e carinho, para levar os melhores produtos para a mesa das famílias neste momento de festa e confraternização”.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/padarias-esperam-o-melhor-natal-desde-2016 )

Vendas surpreendem e sobem 4,7% na 1ª quinzena de novembro

Começou a esquentar: na primeira quinzena de novembro, as vendas do varejo paulistano cresceram 4,7%, em média, ante igual período de 2018, de acordo com dados do Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

No movimento de vendas a prazo, a alta foi de 4% nos primeiros quinze dias do mês, na comparação anual. Já as vendas a vista cresceram 5,4% no período.

Esse resultado, que supreendeu ao levar em conta a média de aumentos de 2% dos meses anteriores, se deve a três fatores importantes, segundo Emílio Alfieri, economista da ACSP.

O primeiro tem a ver com a retomada gradual das vendas de móveis e eletrodomésticos, puxada pela queda nos juros e o aumento do crédito para pessoa física, diz o economista, influenciando o resultado das vendas a prazo, que seguiam tímidas.

O segundo, que engloba as vendas de menor valor à vista, como vestuário, calçados, acessórios, artigos de uso pessoal e utilidades domésticas, foi favorecido pela liberação dos R$ 500 do FGTS.

Já o terceiro está relacionado à antecipação que o varejo físico tem feito da Black Friday: segundo o economista da ACSP, grandes varejistas já estão fazendo ofertas e promoções relacionadas à data desde o início do mês. Na 25 de março também há ofertas com esse apelo promocional – inclusive nos itens da coleção primavera-verão e moda praia.

“Todos esses lojistas saíram na frente e, ao invés de fazer ações só no dia 29, eles transformaram novembro no mês da Black Friday”, diz Alfieri.

De modo geral, os fatores que puxaram o resultado têm ajudado bastante o varejo paulistano que, segundo Emílio Alfieri, vinham crescendo em torno de 2% ao mês, mas fizeram novembro começar de maneira favorável. Portanto, há boas perspectivas para o fim do ano.

“É preciso um pouco de cautela, porque a Black Friday pode tirar um pouco das vendas de Natal”, afirma. “Mas com o novo corte de juros e o restante da liberação do FGTS, antecipada para esse ano, os resultados podem supreender ainda mais”, sinaliza.

O Balanço de Vendas é elaborado pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal da ACSP, com base em amostra fornecida pela Boa Vista Serviços.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/vendas-surpreendem-e-sobem-4-7-na-1a-quinzena-de-novembro )