77% dos consumidores online ainda são ‘light users’

A maior parte dos consumidores online ainda utiliza as plataformas digitais para necessidades pontuais. No primeiro semestre desse ano, os light users (que fizeram até duas compras online no período) somaram 77% da base de consumidores do Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce. Os 23% restantes, considerados heavy users, fizeram pelo menos três compras no período, com uma média geral de nove pedidos no semestre.

“Em ambos os grupos, as mulheres são responsáveis pela maior quantidade de pedidos realizados. Por outro lado, apesar de comprarem menos, os homens investem em itens de maior valor agregado, que geram tíquete médio maior em relação ao público feminino”, afirma André Dias, diretor executivo do Compre&Confie.

Em números, as mulheres foram responsáveis por 55% do total de pedidos dentro do grupo de light users e gastam em média R$ 810,00 por compra. Enquanto isso, os homens gastaram R$ 1.033,00 por pedido nesse período.

No nicho dos heavy users, a participação feminina é ainda maior: ao todo, elas foram responsáveis por 60% do total de pedidos realizados e o gasto total no período foi de R$ 3.801. A participação masculina foi responsável pelos 40% restantes e o valor total gasto nas compras foi de R$ 5.029 na primeira metade deste ano.

“Existe bastante espaço para o e-commerce se expandir. A gente acredita que os consumidores devem ganhar cada vez mais confiança nos próximos anos e, com o aumento da oferta de produtos de bens não duráveis, a frequência de compra deve aumentar cada vez mais”, finaliza Dias.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/77-dos-consumidores-online-ainda-sao-light-users )

Como calcular o frete para aumentar as vendas do e-commerce

Para muitos consumidores, o valor do frete é um ponto de grande relevância na hora de efetivar o pagamento. Afinal, o custo-benefício deve valer a pena em relação ao preço dos produtos adquiridos, pois, caso contrário, o consumidor buscará melhores opções que favoreçam seu orçamento.

Antes de implementar qualquer política de cobrança de frete, você deve decidir quais serão as opções disponibilizadas dentro do site de sua loja. É preciso ter em mente que aprender a calcular o frete vai além da correlação de pesos e medidas. Deve haver um valor agregado que aumente a taxa de conversão e fortaleça os vínculos do consumidor com a sua marca.

Para calcular o frete, normalmente levam-se em consideração as variáveis mais comuns: dimensões, impostos referentes ao trajeto, distância, prazos para entrega. Se o envio se dá por transportadoras, cada tabela vai aferir um preço levando em conta as chamadas generalidades ou variáveis.

Quando uma transportadora envia aos clientes de lojas online a tabela de frete, ela já realizou todos os cálculos de gastos correspondentes com as diversas generalidades, assim como a margem de lucro sobre a tarifa de cada localidade. Se você não levar essas variáveis em conta, ao invés de lucro, amargará prejuízo em suas vendas.

Agora, se o serviço de entrega da sua loja for realizado pelos Correios, o site disponibiliza uma calculadora própria para análise de encomendas com destinos nacionais e internacionais. Há um ícone de preços e prazos em que os campos devem ser preenchidos com a data da postagem e o CEP de origem e de destino. Por último, a escolha do tipo de serviço – via PAC ou SEDEX.

Ao analisar os impostos atribuídos pelo correio é necessário se atentar que as taxas de impostos correspondentes às mercadorias, como ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadores) e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), são diferentes das relacionadas aos serviços prestados de transporte intermunicipal e interestadual. É importante destacar que estes serviços também incidem sobre o valor cobrado no frete e que é fundamental manter a plataforma de pagamento atualizada quanto aos CEPs e localidades.

Nesse sentido, outra solução é adotar um bom sistema de automação financeira. A partir do uso da tecnologia, você consegue fazer um estudo minucioso de valores, localidades e dimensões conforme as necessidades e particularidades de cada cliente, de maneira mais rápida e assertiva.

Para cada uma das generalidades previstas, a parametrização deve encontrar soluções práticas de cálculo e disponibilizá-las ao consumidor assim que o CEP for informado. A agilidade conta muito e é importante conhecer todos os recursos e facilidades antes de contratar um serviço.

Com a alta competitividade e similaridade dos produtos, se atente aos pontos levantados, pois é preciso elaborar um cálculo de frete justo, baseado em detalhes que não podem ser esquecidos. Fazendo isso, você melhora o seu negócio, aumenta a sua vantagem competitiva e amplia suas vendas.

(Fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/como-calcular-o-frete-para-aumentar-as-vendas-do-e-commerce )

Condições para o trabalho no feriado de 2 de novembro de 2019

O SINDILOJAS BH informa que o comércio lojista poderá convocar seus empregados para trabalhar no feriado de 2 de novembro de 2019 (Finados), nas cidades de Belo Horizonte, Caeté, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão Das Neves, Rio Acima, Sabará e Vespasiano, mediante celebração de Termo Específico em conjunto com o SINDILOJAS/BH e o SEC/BH, disponível nos sites www.sindilojasbh.com.br, e www.secbhrm.org.br.

O trabalho somente será permitido para as empresas do comércio que celebrarem o Termo Específico e estiverem com sua Taxa de Convenção 2019 e Contribuição Assistencial, devidamente quitadas perante o SINDILOJAS/BH nos últimos 02 (dois) anos.

Nesse feriado, a jornada de trabalho no comércio lojista será de, no máximo, 08 (oito) horas, com no mínimo 01 (uma) hora de intervalo para descanso e alimentação. O horário de funcionamento do comércio lojista será de 10:00 às 22:00 horas.

Os estabelecimentos comerciais, como forma de compensação dos dias de feriados trabalhados, deverão conceder para cada empregado que trabalhar nestes dias, 01 (uma) folga, a serem concedidas no prazo de até 60 (sessenta) dias após o respectivo mês do feriado trabalhado. A folga não poderá ser concedida em dia feriado, nem coincidir com dias destinados ao repouso semanal remunerado.

A multa por trabalho em feriado sem observância das condições previstas na Convenção Coletiva e no Termo Específico pode chegar a R$ 4.025,33, sendo dobrada em caso de reincidência e a oposição à fiscalização, aplicada pelos órgãos competentes em caso de fiscalização, além de multa de R$289,00 por empregado do estabelecimento, sem prejuízos de medidas judiciais cabíveis.

Shoppings devem contratar mais de 100 mil temporários

Com a chegada das festas de final de ano, o movimento aumenta nas contratações de trabalhadores temporários para o varejo e setor de serviços. Segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (ALSHOP) a expectativa de vendas para o Natal deste ano é grande, pois a data promete aquecer as contratações temporárias em shoppings e ser mais lucrativa do que o mesmo período de 2018.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes de Lojistas (CNDL), as contratações devem somar 103 mil vagas até o fim do ano.

Já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relatou que a taxa de desemprego no país caiu para 11,8% no trimestre encerrado em julho, mas ainda atinge cerca de 12,6 milhões de pessoas.

A busca por trabalhos intermitentes aumenta ano a ano e em uma comparação com o mesmo período do ano passado, serão quase 44 mil postos a mais de trabalho. Com isso, podemos identificar um avanço na economia do segmento de comércio e serviço.

“Caso seja confirmada a previsão, teremos para o período natalino de 2019 o maior volume de contratação desde 2014. Esse crescimento é justificado pela injeção de R$ 30 bilhões proveniente dos saques do FGTS, onde parte desse montante será utilizado para quitar dívidas e uma outra parte está destinado às compras, além da diminuição do número de famílias endividadas em relação ao ano anterior.”, explica Luís Augusto Ildefonso, diretor institucional da ALSHOP.

De acordo com os associados da ALSHOP, os segmentos que terão um aumento nas contratações serão: supermercados, restaurantes, vestuário feminino e masculino, calçados, perfumaria e cosméticos, sendo que aproximadamente 25% desses trabalhadores temporários poderão ser efetivados. E para os novos contratos o salário médio de contratação para esses períodos gira em torno de R$ 1.600, que comparado com o ano passado, não houve mudança.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/shoppings-devem-contratar-mais-de-100-mil-temporarios )

Intenção de consumo das famílias tem terceira alta consecutiva

A intenção de gastos das famílias brasileiras continua em crescimento, em outubro. O índice Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou a terceira alta seguida, com aumento de 0,2% em relação a setembro, chegando a 93,3 pontos. Na comparação com outubro de 2018, a evolução foi ainda maior: 7,7%.

O resultado positivo reforça tendência de alta projetada pela CNC para o segundo semestre do ano, após longo período de queda do índice, que durou de março a julho.

“O ICF está refletindo uma melhora gradual da economia, com inflação baixa, juros primários em queda e a reação do mercado de trabalho”, destaca José Roberto Tadros, presidente da CNC.

O recuo da inflação contribuiu também para a melhora do poder aquisitivo. Prova disso é o crescimento do subindicador Renda Atual (0,1%). Nesse contexto, 35,9% das famílias estimam que o orçamento melhorou em outubro, contra 31,6% no mesmo mês de 2018.

Os subindicadores Momento para Duráveis (3,1%) e Perspectiva Profissional (0,7%) foram os destaques positivos. Por outro lado, as percepções com relação à Perspectiva de Consumo (-1,7%) e Emprego Atual (-0,4%) apresentaram-se negativas.

Especificamente sobre a avaliação das famílias quanto à Perspectiva de Consumo, apesar de ter apresentado a maior variação negativa do mês, houve melhora na comparação com 2018 (11,8%). Nesse sentido, em outubro de 2019, 33,7% das famílias reconhecem que as perspectivas de compra são maiores, contra 27,1% no último ano.

Além de Perspectiva de Consumo, outros dois itens se destacaram na comparação anual: Momento para Duráveis (13,6%) e Compra a Prazo (12,0%).

“Os dados mostram que as famílias têm hoje uma situação mais favorável do que há um ano. Elas se mostram previdentes quanto ao desejo de adquirir bens, embora as perspectivas para o comércio pareçam ser alvissareiras neste fim de ano”, ressalta Antonio Everton, economista da CNC.

PÉS NO CHÃO

Apesar da terceira alta consecutiva, o indicador de outubro ainda encontra-se distante do maior patamar aferido em 2019 (fevereiro, com 98,5 pontos).

“Por mais que tenhamos a liberação dos recursos do FGTS e do PIS/Pasep e um cenário promissor, o crescente endividamento social e a lenta recuperação do mercado de trabalho podem fazer com que as intenções de compra sejam atenuadas”, diz o economista da Confederação.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/intencao-de-consumo-das-familias-tem-terceira-alta-consecutiva )

Dia das Crianças: Consumidor deve buscar presentes mais baratos

Com a proximidade do Dia das Crianças, o comércio já se prepara para o aumento da procura por brinquedos, que deve se intensificar na semana comemorativa à data. De acordo com uma pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), mais consumidores de Belo Horizonte deverão presentear nesse período (43,4%) em relação ao ano passado (42,7%). Entretanto, os presentes não ultrapassarão R$ 100,00 para 50,3% dos consumidores. Na comparação com o ano anterior, 55,8% pretendiam adquirir artigos nessa faixa de preço.

Segundo o economista-chefe da Federação, Guilherme Almeida, a busca por presentes mais baratos ocorre devido a fatores limitantes das despesas, tais como preços altos dos produtos e a crise econômica.

“Nesse cenário, 22,8% deverão gastar de R$ 100 a R$ 200; e apenas 14,6% mais de R$ 200. O pagamento à vista, no dinheiro, é a modalidade apontada como preferida por quem mora na capital mineira e deve presentear alguém na data”, explica.

Mantendo o padrão cultural brasileiro, a maioria dos consumidores de Belo Horizonte deixará as compras para a semana do Dia das Crianças. As lojas de bairro (36,2%), do hipercentro (28,9%) e de shopping (24,3%) serão, nessa ordem, os locais mais procurados para aquisições do período. A internet (5,3%) e os shoppings populares (5,3%) aparecem em seguida. Quanto aos produtos, os itens mais buscados serão os tradicionais brinquedos (79,4%), itens de vestuário (21,2%), calçados (3,5%), livros (1,2%) e jogos eletrônicos (1,2%).

Varejo estadual – Em Minas Gerais, o período gera um impacto positivo para 47,5% das empresas do comércio varejista, segundo os empresários. Quase 60% acreditam que as vendas na data serão melhores que as do ano passado. Almeida atribui esse ânimo, principalmente, à melhora na economia, ao otimismo/expectativa e ao aquecimento do setor.

“O empresário do comércio está mais confiante na economia, que tem se recuperado de forma gradual. A liberação de recursos extras, como o FGTS, não só ajuda a reforçar essa sensação, como tende a incentivar o consumidor a investir mais em presentes na data”, analisa.

Movidos por esse otimismo, os empresários mineiros já investiram ou devem investir para melhorar as vendas no Dia das Crianças. Ao todo, 42,6% responderam que vão impulsionar ações de propaganda/campanhas e 28,4% irão apostar em promoções/liquidações. “Ao adotar tais medidas, é preciso ter planejamento e atenção na formação de preços e descontos, garantindo assim o capital de giro necessário à sustentabilidade do negócio”, finaliza o economista.

A pesquisa Intenção de Consumo – Dia das Crianças/2019 foi realizada com 395 pessoas, entre os dias 16 a 20 de setembro. A margem de erro é de 5 pontos percentuais (p.p.), com intervalo de confiança de 97%. A pesquisa Expectativas do Comércio Varejista – Dia das Crianças/2019 reuniu, por sua vez, 400 empresas espalhadas pelas dez regiões de planejamento do Estado. Aplicada entre 5 e 13 de setembro, a análise possui margem de erro de 5 p.p., com intervalo de confiança de 95%. (Da Redação)

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/dia-das-criancas-consumidor-deve-buscar-presentes-mais-baratos )

Tendências do comércio eletrônico para 2020

Existem hoje no Brasil cerca de 90 mil lojas virtuais, que juntas devem somar um faturamento de R$ 80 bilhões em 2019, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Neste mercado, as compras pelo smartphone e tablet ultrapassaram em 2018, pela primeira vez, os números do desktop: 53,8% contra 46,2%.

No entanto, a taxa de conversão (número de usuários que conclui a transação) de sites móveis costuma ser a metade da taxa de uma página de computador, conforme a ABComm.

Por isso, empresas de e-commerce devem pensar além das suas versões mobile, em como melhorar a versão desktop para os usuários e aprimorar a experiência de compra dos clientes, apostando em novidades do mercado eletrônico.

Renato Zadrozny, do Posthaus, e-commerce de moda com 1,5 milhão de pedidos faturados por ano, comenta sobre algumas tendências que devem se fortalecer em 2020 neste cenário.

O site pelo qual ele é responsável no quesito usabilidade, tem 35 mil produtos cadastrados, oito milhões de acessos por mês e vende uma peça a cada 6,7 segundos. Lançado há 12 anos, 2,3 milhões de clientes já faturaram pedidos no Posthaus.

AVALIAÇÃO COM FOTOS E VÍDEOS

Zadrozny explica que essa já é uma tendência nos e-commerces da China.

“Aqui, percebemos que a avaliação dos produtos ajuda muito na decisão de compra das pessoas. Nossos clientes são bem engajados, costumam dar características pessoais, como altura e peso, para ajudar outras pessoas com uma noção mais real do caimento do produto no corpo”, comenta.

No entanto, ainda não é comum essa avaliação vir acompanhada de uma foto ou vídeo do consumidor e essa é uma das tendências que deve ganhar força no próximo ano.

SITES MAIS LEVES

O Posthaus, de forma pioneira no segmento de moda, utiliza tecnologia PWA (Progressive Web Apps), em sua versão desktop. A novidade deve ser uma forte tendência em 2020, transformando os sites das empresas em uma espécie de aplicativo, que ocupa bem menos espaço nos equipamentos dos usuários, como smartphones e tablets, e traz benefícios como navegação mais rápida e fácil, além de baixo consumo de internet.

Os sites que utilizam PWA podem ser usados independentemente do browser ou dispositivo; consomem muito menos internet e até funcionam offline; enviam notificações push; permitem que o usuário adicione um atalho no smartphone ou computador que abre o site, como se fosse o ícone de um app; atualizam automaticamente e proporcionam uma experiência parecida com a de um aplicativo nativo.

“Desde que a tecnologia PWA foi implantada na versão mobile do Posthaus, em 2018, o aumento na taxa de conversão foi de 22%”, comenta Zadrozny.

BUSCA E COMPRAS POR COMANDO DE VOZ

As pesquisas por voz estão se popularizando. Estima-se que 15% de todas as buscas no Google, são feitas diretamente no navegador ou pelo assistente digital, como a Siri, por voz. Devido aos diferentes dispositivos disponíveis, como smartphone, alto-falantes inteligentes ou até mesmo a TV, o reconhecimento da fala está em constante aprimoramento.

“Embora os sites e aplicativos de comércio eletrônico que utilizam a pesquisa por voz ainda sejam raros, algumas pesquisas já provaram que que há oportunidades para explorar neste segmento”, comenta Zadrozny.

Os usuários tendem a formular suas consultas no formato de uma pergunta ao invés de palavras-chave ao fazer uma pesquisa por voz. Por esse motivo, é possível garantir os melhores lugares entre os resultados de pesquisa com métodos de SEO, estruturando dados e elaborando frases para os mecanismos de busca.

CRIAÇÃO E PERSONALIZAÇÃO AUTOMATIZADAS DE ANÚNCIOS

A eficácia da mídia publicitária depende de sua relevância no contexto em que é inserida. Além do conteúdo do anúncio, Zadrozny explica que isso também inclui o ambiente do usuário, por exemplo, sua localização. Por isso, é importante investir nos anúncios automatizados.

“As tecnologias que personalizam automaticamente a criação de anúncios usam informações de contexto disponíveis para adaptar dinamicamente as várias partes da mídia publicitária, como as imagens e chamadas para ação. Por meio do aprendizado de máquina e exploração (teste A/B automático) das variantes, as ferramentas melhoram continuamente as suas taxas de cliques dos anúncios”, detalha o profissional. O resultado é maior conversão dos anúncios.

RETIRADA DE PRODUTOS EM LOCAIS FÍSICOS

O Posthaus não tem loja física, mas, em breve, os clientes que quiserem poderão retirar suas encomendas.

“Já está em desenvolvimento um projeto, em parceria com a Pegaki, para a entrega dos itens em lockers, similar ao modelo praticado pela Amazon, nos Estados Unidos. Isso deve acontecer já em 2020 e é um grande tendência no comércio eletrônico”, explica Zadrozny.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/tendencias-do-comercio-eletronico-para-2020 )

Mercado Novo passa por Revitalização e ganha mais lojas

Quem passa pelo Mercado Novo, no centro de Belo Horizonte, percebe – há algum tempo – uma movimentação diferente por lá. Há um ano, o espaço foi redescoberto por empreendedores, principalmente da gastronomia, que se juntaram em uma ação para revitalização do espaço e manutenção de sua cultura e aspectos históricos.

A iniciativa, que começou com uma distribuidora de bebidas e um restaurante, ganhou força e, 12 meses depois, exibe seus frutos: 40 estabelecimentos em pleno funcionamento e um movimento cultural que tem se destacado na Capital.

A iniciativa foi puxada pelos sócios da Cervejaria Viela, que fizeram um movimento parecido de resgate histórico do bairro Pompeia, na região Leste de Belo Horizonte, onde a cervejaria está instalada. Ao ver um andar inteiro de lojas fechadas em um ponto tão histórico como o Mercado Novo, os sócios decidiram começar o movimento.

“É um lugar incrível com comerciantes muito tradicionais, que estão aqui há décadas. As pessoas não sabem, mas temos coisas fantásticas, como uma fábrica de vela artesanal e outra de máquina de algodão-doce. Então, decidimos abrir uma distribuidora da marca e um restaurante para atrair o público para o mercado e ajudar a contar a história dele”, afirma o sócio da Cervejaria Viela, Rafael Quick.

Os dois empreendimentos foram abertos em setembro de 2018: a Distribuidora Goitacazes, que vende a cerveja engarrafada, e a Cozinha Tupis, que tem cardápio variado, focado na gastronomia mineira e que usa matéria-prima comprada no próprio mercado. Segundo o sócio, nos últimos meses, o movimento se intensificou e novos empreendedores chegaram.

Hoje, o segundo andar do Mercado Novo vende comida de boteco, massa, empada, sanduíche, cerveja, cachaça, vinho, entre outras opções.

Quick explica que o movimento tem regras específicas, como a manutenção da estética do Mercado Novo. Exatamente por isso que a iniciativa vem sendo chamada de “Velho Mercado Novo”: a ideia é valorizar o conceito de mercado.

“Não temos muitas mesas por aqui: as pessoas comem nos balcões de maneira informal e circulam de um lugar para o outro. Além disso, evitamos a concorrência direta, então cada estabelecimento vende apenas aquilo que é sua especialidade. Dessa forma, ninguém disputa o mesmo cliente e todo mundo cresce”, diz.

Os empreendedores também são estimulados a comprarem uns dos outros dentro do mercado, de forma a valorizar todos os comerciantes. Além dos estabelecimentos na área de gastronomia, há também algumas lojas ligadas a ofícios e à área cultural, como ateliê de cerâmica, barbearia, loja de vinil e espaço de exposição.

“Em um ano, saímos de dois para 40 negócios. Além disso, temos nos transformado em um dos movimentos de coletividade e identidade local mais interessantes de Belo Horizonte”, comemora Quick.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/mercado-novo-passa-por-revitalizacao-e-ganha-mais-lojas/ )

Vendas online crescem 12% no primeiro semestre

O comércio eletrônico registrou um crescimento de 12% nas vendas online no primeiro semestre de 2019, segundo levantamento realizado pela Ebit/Nilsen. Somente nos últimos seis meses, o faturamento do setor chegou a R$ 26,4 bilhões.

De acordo com o relatório, mais de 5,3 milhões de pessoas fizeram compras online pela primeira vez nos últimos seis meses, alavancando os dados do setor.

O aumento gradativo do comércio eletrônico também está atrelado a uma nova tendência, chamada “bico virtual” que fez muitos brasileiros procurarem alternativas para sair da crise, que já registra mais de 13 milhões de desempregados somente no primeiro trimestre do ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Atualmente, o Brasil possui mais de 930 mil e-commerces, sendo que 88,8% são de pequeno porte e mais de 44% não possuem funcionários, segundo pesquisa do PayPal.

Para João Paulo Gonçalves, especialista em tecnologia e CEO da Lista Mais, plataforma de busca de pequenas empresas e profissionais liberais locais que oferece o serviço de criação de loja virtual, vender pela internet se tornou uma alternativa para as pessoas fugirem do desemprego e realizarem o sonho de abrir o próprio negócio.

“Ter uma loja virtual tem muitas vantagens, como a redução de despesas de investimento em infraestrutura, como aluguel, além de grande potencial de divulgação no ambiente digital”, comenta.

A empresa já oferecia serviços como criação de anúncios patrocinados na plataforma, desenvolvimento de websites e elaboração de vídeos institucionais, mas passou a criar lojas virtuais no início de 2019, após notar a alta demanda dos serviços por seus clientes.

“Atendemos micro, pequenas e médias empresas, que não queriam apenas divulgar seus produtos na internet, mas também comercializá-los”, conta Gonçalves. O custo para o desenvolvimento de uma loja virtual pela Lista Mais é a partir de 249 reais.

A Lista Mais recebe mais de 30 milhões de visitas anualmente de pessoas que estão em busca de algum produto ou serviço.

“O comportamento do consumidor mudou, hoje em dia as pessoas compram mais pela internet por causa da comodidade dos serviços oferecidos e preços mais atrativos”, comenta Gonçalves. Atualmente, a empresa conta com mais de 3 mil clientes e uma base de 3 milhões de empresas cadastradas. Com os novos serviços, a empresa prevê crescer 20% no próximo ano.

(fonte: https://diariodocomercio.com.br/vendas-online-crescem-12-no-primeiro-semestre )

Condições para o trabalho no feriado de 12 de outubro de 2019

O Sindicato dos Lojistas do Comércio de Belo Horizonte e Região informa que o comércio lojista poderá convocar seus empregados para trabalhar no feriado de 12 de outubro de 2019 (Nossa Senhora Aparecida), nas cidades de Belo Horizonte, Caeté, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão Das Neves, Rio Acima, Sabará e Vespasiano, mediante celebração de Termo Específico em conjunto com o SINDILOJAS/BH e o SEC/BH, disponível nos sites www.sindilojasbh.com.br, e www.secbhrm.org.br.

O trabalho somente será permitido para as empresas do comércio que celebrarem o Termo Específico e estiverem com sua Taxa de Convenção 2019 e Contribuição Assistencial, devidamente quitadas perante o SINDILOJAS/BH nos últimos 02 (dois) anos.

Nesse feriado, a jornada de trabalho no comércio lojista será de, no máximo, 08 (oito) horas, com no mínimo 01 (uma) hora de intervalo para descanso e alimentação. O horário de funcionamento do comércio lojista será de 10:00 às 22:00 horas.

Os estabelecimentos comerciais, como forma de compensação dos dias de feriados trabalhados, deverão conceder para cada empregado que trabalhar nestes dias, 01 (uma) folga, a serem concedidas no prazo de até 60 (sessenta) dias após o respectivo mês do feriado trabalhado. A folga não poderá ser concedida em dia feriado, nem coincidir com dias destinados ao repouso semanal remunerado.

A multa por trabalho em feriado sem observância das condições previstas na Convenção Coletiva e no Termo Específico pode chegar a R$ 4.025,33, sendo dobrada em caso de reincidência e a oposição à fiscalização, aplicada pelos órgãos competentes em caso de fiscalização, além de multa de R$289,00 por empregado do estabelecimento, sem prejuízos de medidas judiciais cabíveis.

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