Trabalho aos domingos e feriados e a declaração de direitos da liberdade econômica

A Lei 13.874, de 20 de setembro de 2019, que institui a Declaração de Direitos da Liberdade Econômica, não alterou os requisitos legais para o trabalho em domingos e feriados no comércio lojista.

O trabalho aos domingos no comércio em geral permanece autorizado pela Lei 10.101/00, sem necessidade de autorização em convenção coletiva.

Para o trabalho em feriados, está mantida a necessidade de autorização prévia em convenção coletiva, nos termos da Lei 10.101/00, que não foi revogada pela Lei 13.874.

De acordo com o art. 67, parágrafo único da CLT, no caso de trabalho aos domingos, a empresa é obrigada a elaborar escala de revezamento mensal.

Para elaboração da escala de revezamento no comércio, deve-se observar que a folga semanal (repouso semanal remunerado) deverá coincidir, pelo menos uma vez no período máximo de três semanas, com o domingo. Ou seja, o empregado pode trabalhar no máximo dois domingos consecutivos e no terceiro domingo o empregado deve folgar (escala de 2 x 1).

Além disso, para cada domingo trabalhado, o empregado deve ter uma folga na semana anterior para compensar o trabalho no domingo. A folga compensatória deve ser concedida no período de sete dias (escala de 6 x 1).

SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMÉRCIO DE BELO HORIZONTE SINDILOJAS/BH


Produtos premium ganham mais atenção dos brasileiros

Mais qualidade, performance superior e experiências diferenciadas. Esses são alguns dos atributos que poderiam fazer os produtos premium ganharem a atenção de um em cada três lares brasileiros, que se declararam propensos ao consumo de itens do segmento.

O dado faz parte do estudo “Valor Além do Preço”, elaborado pela Nielsen, que mostra também que esses consumidores que tendem a comprar a linha premium permeiam todas as classes sociais.

Este cenário, segundo Fernanda Vilhena, gerente de atendimento ao varejo da Nielsen, se deve ao fato das pessoas estarem buscando por produtos com atributos únicos.

“É importante explicar que ser premium vai além do preço.O estudo observa exatamente este ponto: o consumidor, apesar de atento ao custo, busca por produtos com melhor qualidade, performance superior e que traga vantagens realmente notáveis em relação aos demais disponíveis no mercado. Ou seja, temos gente disposta a desembolsar mais se o benefício justificar o investimento”, explicou Vilhena.

A avaliação positiva do segmento esbarra em uma questão estrutural do Brasil: a desigualdade. De acordo com a análise, para avançar por todas as classes sociais, os produtos premium atuam por meio de diferentes estratégias adotadas pelo mercado. Um exemplo disso são as embalagens menores, que consequentemente oferecem um desembolso mais acessível. Isso é fundamental quando o setor busca assertividade entre o mix de classes econômicas, levando em conta que para produtos mais caros é preciso planejar opções de acesso aos diferentes públicos.

Os brasileiros que se declararam altamente dispostos a pagar mais por um produto premium levam em consideração os seguintes atributos como fundamentais para a classificação neste segmento: alta qualidade (47%), função ou performance superior (46%), oferece um diferencial – algo que nenhum outro produto tem (41%), ingredientes 100% naturais ou orgânicos (36%), materiais sustentáveis (35%), socialmente responsáveis (31%) e de origem internacional (20%).

A Nielsen realça que essa escolha também está diretamente relacionada com hábitos. “Por exemplo, pessoas que compram por maior qualidade costumam procurar informações sobre a composição do produto, enquanto quem busca por itens sustentáveis está ligado a uma postura de responsabilidade ambiental”, diz Vilhena.

Além do mais, 78% dos consumidores propensos a premium compram seus produtos de preferência mesmo que não esteja em promoção.

A análise destaca que a possibilidade de consumo de produtos premium passa por todas as categorias. Os brasileiros apresentam um perfil bem diversificado, indicando que 33% estariam dispostos a pagar mais por lácteos, 29% por carnes e peixes desta área. Ou seja, há uma disposição dos consumidores em desembolsar mais por itens frescos e de qualidade.

Nas demais categorias, os percentuais são semelhantes: cosmésticos (31%), capilar (28%), cuidado oral (27%), guloseimas (27%), cuidado corporal (26%), desodorante (26%), café/chá (25%) e suco de frutas (24%).

No recorte de contribuição para o crescimento de premium, verifica-se que as massas instantâneas, apesar de não serem classicamente vistas como premium, tiveram maior impacto na área (12,7%). Isso, de acordo com Fernanda, se explica devido ao fato de que o produto reforçou seus atributos e seguiu a tendência de que os consumidores valorizam uma experiência diferenciada.

Na sequência vem os iogurtes (11,5%), seguidos por amaciantes (9,3) e sorvetes (7,1%). No caso de amaciantes e sorvetes, são duas categorias que apostam numa configuração diferente de embalagens para atingir diversos públicos.

Segundo o estudo, os lançamentos podem ajudar a alavancar o consumo de premium. Entre os líderes de crescimento de dez categorias deste segmento, 71% é atribuído a novos produtos frente a 22,6% devido à melhora na distribuição. Para os brasileiros, a comunicação clara sobre os benefícios e o bom posicionamento do produto dentro das lojas favorecem a conversão em venda (34%).

A ÓTICA DO CONSUMIDOR

Na análise de comportamento dos lares, a Nielsen identificou que, com penetração dos propensos a premium 12% acima da média, o Hiper é destaque para esse público, enquanto o canal Cash&Carry (Atacarejo) retrai e tem menor oferta de produtos como este apelo.

Já o canal Farma é benchmark no segmento, reforçando a boa experiência do consumidor por meio de uma comunicação clara dos benefícios, com foco em execução no ponto de venda, e opções no mix que permitem o consumo premium nas categorias comercializadas.

O estudo indicou também que 43% dos lares com consumidores online é composto por um perfil mais exigente. Ao experimentarem um produto premium, 47% declarou usar pesquisas como influenciador de compra, 36% por recomendação e 33% devido à publicidade online.

Outro aspecto importante com relação aos canais de compra é que o consumidor premium, com gasto médio 20% mais alto, é estratégico para o e-commerce. Aos que que tendem a gastar com esses itens no digital, 73,4% se disseram impactados por anúncios online e 34,9% gostam de interagir com a marca por meio das redes sociais.

(fonte: Dcomércio – https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/produtos-premium-ganham-mais-atencao-dos-brasileiros )

Casa Rio Verde lança modelo de negócios para quiosques

Na expectativa de testar um novo modelo de negócio – quiosque em shopping center -, a Casa Rio Verde leva o formato para o Anchieta Garden Shopping, na região Centro-Sul. O investimento de R$ 60 mil dá origem a um espaço que oferece 85 rótulos. De acordo com o gerente de e-commerce da Casa Rio Verde, Gabriel Roberto, essa é uma oportunidade de testar um novo modelo e um novo espaço, já que as outras cinco lojas da rede são unidades de rua.

“Essa é uma espécie de volta pra casa. Começamos na rua Rio Verde, que atravessa os bairros Sion e Anchieta. Aqui voltamos para o nosso bairro de origem, onde temos uma relação afetiva com os consumidores. É também uma forma de testar shopping e o modelo de quiosque. Nada impede abrir uma loja lá depois”, explica Gabriel Roberto.

A expectativa é consolidar o modelo e levá-lo para outros shopping centers da região metropolitana e também do interior. O modelo, que tem como objetivo alavancar o Clube de Assinantes da Casa Rio Verde, também será usado para aproximar a marca de consumidores entrantes no mundo do vinho.

“O vinho ainda é, erroneamente, visto como uma bebida de elite e isso inibe muita gente a entrar em uma loja especializada. Com o quiosque as pessoas ficam mais à vontade para observar e perguntar. Ele, certamente, vai funcionar também como uma plataforma de comunicação como novos clientes da Casa Rio Verde e novos consumidores de vinhos”, destaca o gerente de e-commerce da Casa Rio Verde.

Apesar das consultas recorrentes, a empresa ainda não pretende franquear a marca. Por enquanto os planos de expansão continuam utilizando capital próprio. A expectativa é de mais inaugurações em 2020. A região não foi revelada e tem como condição o encontro de um ponto comercial apropriado. A inauguração mais recente foi no primeiro trimestre do ano passado no bairro Vila da Serra, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O investimento médio para a abertura de uma loja convencional em um ponto de rua é avaliado em R$ 250 mil.

Dezembro – aproximação do fim de ano -, época que concentra os maiores volumes de vendas, já anima a equipe. A expectativa é de crescimento de 8% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado. As estrelas da temporada são, tradicionalmente, vinhos chilenos e portugueses.

A regulamentação do Acordo Brasil-União Europeia para o setor também gera ansiedade. “Esse acordo deve desonerar a entrada de vinhos europeus, tornando-os mais baratos. Com isso é possível, até, que os vinhos portugueses tomem o primeiro lugar dos chilenos entre os importados pelo Brasil. A expectativa também cresce sobre os nacionais, já que o governo deve conceder alguns benefícios aos produtores. Esse será um momento decisivo para a nossa indústria. Já temos vinhos de excelente qualidade, mas precisamos ser também competitivos na questão dos preços”, pontua o executivo.

(Fonte: http://diariodocomercio.com.br/casa-rio-verde-lanca-modelo-de-negocio-para-quiosques/ )

Casa Rio Verde lança modelo de negócios para quiosques

Na expectativa de testar um novo modelo de negócio – quiosque em shopping center -, a Casa Rio Verde leva o formato para o Anchieta Garden Shopping, na região Centro-Sul. O investimento de R$ 60 mil dá origem a um espaço que oferece 85 rótulos. De acordo com o gerente de e-commerce da Casa Rio Verde, Gabriel Roberto, essa é uma oportunidade de testar um novo modelo e um novo espaço, já que as outras cinco lojas da rede são unidades de rua.

“Essa é uma espécie de volta pra casa. Começamos na rua Rio Verde, que atravessa os bairros Sion e Anchieta. Aqui voltamos para o nosso bairro de origem, onde temos uma relação afetiva com os consumidores. É também uma forma de testar shopping e o modelo de quiosque. Nada impede abrir uma loja lá depois”, explica Gabriel Roberto.

A expectativa é consolidar o modelo e levá-lo para outros shopping centers da região metropolitana e também do interior. O modelo, que tem como objetivo alavancar o Clube de Assinantes da Casa Rio Verde, também será usado para aproximar a marca de consumidores entrantes no mundo do vinho.

“O vinho ainda é, erroneamente, visto como uma bebida de elite e isso inibe muita gente a entrar em uma loja especializada. Com o quiosque as pessoas ficam mais à vontade para observar e perguntar. Ele, certamente, vai funcionar também como uma plataforma de comunicação como novos clientes da Casa Rio Verde e novos consumidores de vinhos”, destaca o gerente de e-commerce da Casa Rio Verde.

Apesar das consultas recorrentes, a empresa ainda não pretende franquear a marca. Por enquanto os planos de expansão continuam utilizando capital próprio. A expectativa é de mais inaugurações em 2020. A região não foi revelada e tem como condição o encontro de um ponto comercial apropriado. A inauguração mais recente foi no primeiro trimestre do ano passado no bairro Vila da Serra, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O investimento médio para a abertura de uma loja convencional em um ponto de rua é avaliado em R$ 250 mil.

Dezembro – aproximação do fim de ano -, época que concentra os maiores volumes de vendas, já anima a equipe. A expectativa é de crescimento de 8% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado. As estrelas da temporada são, tradicionalmente, vinhos chilenos e portugueses.

A regulamentação do Acordo Brasil-União Europeia para o setor também gera ansiedade. “Esse acordo deve desonerar a entrada de vinhos europeus, tornando-os mais baratos. Com isso é possível, até, que os vinhos portugueses tomem o primeiro lugar dos chilenos entre os importados pelo Brasil. A expectativa também cresce sobre os nacionais, já que o governo deve conceder alguns benefícios aos produtores. Esse será um momento decisivo para a nossa indústria. Já temos vinhos de excelente qualidade, mas precisamos ser também competitivos na questão dos preços”, pontua o executivo.

(Fonte: http://diariodocomercio.com.br/casa-rio-verde-lanca-modelo-de-negocio-para-quiosques/ )

Trabalho intermitente é alternativa para empresa com movimento sazonal

Desde que passou a ter validade, a reforma trabalhista tem um ponto que necessita de grande destaque, que é a criação de um novo modelo que até então não existia: o Contrato de Trabalho Intermitente.

“Esse modelo já começou a ser usado e vem se mostrando muito interessante para as empresas. Tenho conversado com empresas que estão utilizando o formato e estão muito satisfeitas”, analisa o diretor executivo da Bazz Contultoria em Recursos Humanos, Celso Bazzola.

Esse novo tipo de contrato tem como característica principal a não continuidade dos trabalhos, ocorrendo com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador.

“Na prática esse modelo de serviço pode ser exemplificado no caso de bares e restaurantes, que podem fixar esse tipo de contrato com garçons, cozinheiros e seguranças para atuarem nos períodos que demandam maior público. Outro exemplo são lojas de varejo, que podem fixar contrato com vendedores para trabalharem em datas cujo movimento do comercio é maior (Natal, Dias das Mães, Namorados, Crianças, etc)”, explica Bazzola.

Direitos dos trabalhadores – Esse novo tipo de contrato tem como característica principal a não continuidade dos trabalhos, ocorrendo com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade.

“Importante frisar que mesmo que possa parecer uma contratação informal, isso não é real, a empresa que for contratar também possui obrigações que devem ser respeitadas em relação às leis trabalhistas”, explica o consultor trabalhista da Confirp Consultoria Contábil, Daniel Raimundo dos Santos.

Assim, para melhor entendimento, o consultor detalhou cuidados na hora de utilizar esse modelo de trabalho, montando assim um contrato seguro para todos os lados. São esses:
O documento deve ser celebrado por escrito;

Ter a especificação do salário-hora, que não poderá ser inferior ao mínimo ou ao dos que exerçam a mesma função;

O empregador deve convocar o empregado informando a jornada a ser cumprida com pelo menos três dias corridos de antecedência. Cabendo a ele (o empregado) responder ao chamado em um dia útil, presumindo-se recusada a oferta em caso de silêncio, sem que isso descaracterize a subordinação;

Há multa de 50% da remuneração para o caso de descumprimento do pactuado;

O empregado pode prestar serviços a outros contratantes;

O empregado deve auferir depois de cada período de prestação de serviços e mediante recibo, a remuneração acrescida de férias mais 1/3, 13º salário, RSR e adicionais;

Impõe-se o recolhimento da contribuição previdenciária e do FGTS e a entrega da documentação ao empregado;

O empregado adquire direito a usufruir a cada 12 meses, nos 12 meses subsequentes, um mês de férias, período no qual não poderá ser convocado para prestar serviços pelo mesmo empregador. Lembrando que o empregado já recebeu os valores devido de férias quando auferiu a remuneração no período em que trabalhou.

(fonte: Diário do Comércio – https://diariodocomercio.com.br/trabalho-intermitente-e-alternativa-para-empresa-com-movimento-sazonal/ )

Vendas para o Dia das Crianças podem crescer até 4%

O Dia das Crianças deve ter um crescimento de até 4% nas vendas, segundo pesquisa realizada pela FCDLESP (Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo).

Cerca de 37,5% dos lojistas acreditam em um aumento significativo, quando comparado a outras épocas do ano, como Dia dos Namorados com 2% e Dia das Mães com 3%, segundo outras pesquisas da entidade.

Para os lojistas, a data ocupa o segundo lugar no ranking entre as datas mais importantes do segundo semestre para o varejo e o ticket médio pode variar entre R$ 50 a R$ 100.

“No ano passado, o Dia das Crianças teve um crescimento de 3% e o ticket médio seguiu o mesmo valor esperado para 2019. Produtos como bonecas, carrinhos e jogos de tabuleiro devem ser os brinquedos que mais terão destaque em vendas, por serem tradicionais e terem um valor que cabe no bolso do consumidor. Porém, há chances dos pais optarem por esperar a Black Friday ou Natal para presentear seus filhos com algo mais significativo, devido às promoções e descontos”, explica o presidente da FCDLESP, Maurício Stainoff.

A pesquisa foi realizada com a participação das principais CDLs do Estado de São Paulo, que enviaram dados locais, como expectativa do crescimento nas vendas, ticket médio, formas de pagamento, produtos de maior venda, estratégias de marketing utilizadas e a classificação da importância da data para o segundo semestre.

REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

Para a região do ABC Paulista, o crescimento pode ser de 4%, porém o tíquete médio pode variar entre R$ 50 e R$ 100.

“Os brinquedos tradicionais podem ser os favoritos dos clientes, por conta dos preços e pelo favoritismo das crianças abaixo de 10 anos”, comenta o vice-presidente, Roberto Foguel.

Comparado a outras Regiões Metropolitanas de São Paulo, Taboão da Serra presume um aumento ameno nas vendas, com expectativa de 2%. A CDL local comenta que o ticket médio pode ser entre R$ 50,00 e R$ 100,00, mas que as promoções, bem como kits de brinquedos, podem auxiliar na escolha rápida dos clientes.

A CDL de Mogi das Cruzes, que espera um crescimento de 4% e cita que a experiência de compra pode influenciar na decisão de consumo, já que os lojistas podem aproveitar dessa data para entrar de cabeça quando se trata das características do Dia das Crianças.

“Carrinho de pipoca, máquina de algodão doce, vitrine de balas e pirulitos podem ser ótimas estratégias para chamar atenção do público, e trazê-los para dentro da loja, por exemplo”, comenta o presidente, Valterli Martinez.

INTERIOR

A CDL de Jaboticabal, próxima a região de Ribeirão Preto, espera que o consumidor gaste entre R$ 50,00 e R$ 100,00, gerando um crescimento nas vendas médio de 4%. “Os lojistas podem apostar em estratégias que têm relação com a data, bem como a distribuição de doces, como algodão doce, pipoca e demais ações que atraem a atenção dos clientes, viabilizando o aumento das compras”, explica o presidente, Júlio César.

Na região de Araçatuba, o crescimento pode ser de 5%, com ticket médio entre R$ 50,00 e R$ 100,00.

“Acreditamos que serão três setores que mais terão destaque de vendas como, vestuário, brinquedos e eletrônicos, pois o gosto do consumidor na região é muito variado”, comenta o presidente, Gener Silva.

Já a CDL de Franca espera um crescimento médio de 4%, com ticket médio entre R$ 100,00 e R$ 200,00, com preferência de pagamento por meio de cartão. “Não somente os filhos serão beneficiados, mas também netos, sobrinhos e primos, pois os consumidores sempre estão de olho naquela lembrancinha para os pequenos”, comenta o presidente, Maurício Pereira.

LITORAL

Nas regiões norte e sul do litoral de São Paulo, as expectativas não são muito atraentes. As CDLs de Bertioga e Guarujá preveem um aumento de 2% nas vendas. O ticket médio pode variar entre R$ 100,00 e R$ 200,00, com parcelamento que pode chegar entre três e cinco vezes.

Para o presidente da CDL da Praia Grande, Antônio Luiz, o aumento pode ser de até 5% por ser considerada a segunda data favorita para a compra de presentes. Eletrônicos, como celulares, tablets e notebook, podem estar no foco de atenção dos consumidores.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/vendas-para-o-dia-das-criancas-podem-crescer-ate-4 )

10 dicas para diminuir perdas em supermercados

As vendas dos supermercados brasileiros cresceram 2,85% de janeiro a julho deste ano – o que reforça as expectativas do setor de encerrar 2019 com alta de 3%, conforme projetado pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS).

Por outro lado, o varejo supermercadista contabilizou perdas de R$ 6,7 bilhões em 2018 – o que corresponde a 1,89% do faturamento bruto do setor, de acordo com a 19ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro de Supermercados, realizada pelo Departamento de Economia e Pesquisa da ABRAS.

Dentre as principais causas de perdas citadas pelas 236 redes participantes, que somam 3.532 lojas no país, estão quebra operacional (40%), furto externo (20%,) erro de inventário (13%) e furto interno (7%).

O aumento das vendas e do fluxo de pessoas exige que os varejistas redobrem a atenção. “O maior movimento pode significar possíveis furtos e demais perdas que trazem impacto à rentabilidade da loja”, afirma Gilberto Quintanilha Júnior, gerente de prevenção de perdas da Sensormatic Solutions, fornecedora global de tecnologia para o varejo.

Por meio de boas práticas e de soluções tecnológicas, o ideal é adequar as ações preventivas em cada ponto de venda. “Também é importante levar em consideração a experiência de compra do consumidor, que poderá gerar um impacto positivo no faturamento e na margem, além da redução das perdas”, destaca.

João Sanzovo Neto, presidente da ABRAS – que tem um comitê para cuidar desse assunto no setor -, lembra que as perdas e o desperdício estão entre os maiores desafios do varejo supermercadista. “Por isso é muito importante entender que a prevenção não é gasto, e sim, investimento”, alerta.

A seguir, confira as dez dicas da Sensormatic para ajudar os supermercadistas a evitarem furtos internos e externos e quebras operacionais, não só para alavancar as vendas, mas também para melhorar a rentabilidade das lojas:

1. O NEGÓCIO É MONITORAR

Com um fluxo maior de pessoas, os problemas com violação de produtos tendem a aumentar. “Invista em sistemas de CFTV (circuito fechado de TVs), em ações inibidoras por meio de anúncios no sistema de som da loja e promova ações promocionais de degustação sempre que possível”, sugere Quintanilha.

2. FIQUE ATENTO AOS PADRÕES

Nunca coloque produtos delicados, como chocolates, em locais que não sejam refrigerados e onde correm o maior risco de dano por manuseio. “O derretimento dos chocolates, por exemplo, acarreta em perda do potencial de venda dos produtos”, alerta.

3. RECOLHER É FUNDAMENTAL

Reforce a atuação do time no recolhimento de itens abandonados pela loja. Além de evitar lacunas nas gôndolas, isso poderá garantir a venda do item e evitar a quebra/perdas por dano.

4. CUIDADO NA ABORDAGEM

Fique atento a movimentações suspeitas – especialmente de clientes com pertences que possam ajudar a ocultar os produtos, como mochilas, sacolas e bolsas. Mas, caso necessite abordar alguém, seja cordial. “Isso mostra ao suspeito que ele está sendo monitorado, podendo converter uma tentativa de furto em uma possível venda”, orienta o gerente da Sensormatic.

5. CHECOU?

É possivel evitar o aumento de quebras e rupturas checando todos os produtos no ato do recebimento. “Caso existam itens com avarias, atente-se para as opções de devolução ao fornecedor, quando prevista em acordo comercial”, diz.

6. EVITE EXCESSOS

Preste atenção aos excessos desnecessários na compra e exposição de produtos. “O mau armazenamento também pode gerar perdas. Além de colocar em risco a qualidade dos produtos, quando não são vendidos eles acabam perdendo valor”, afirma Quintanilha.

7. PROTEÇÃO É TUDO

É aconselhável o uso de etiquetas de proteção em produtos de maior valor, como itens importados, diz o executivo.

8. NÃO DEIXE NADA PARA TRÁS

Devido à variedade e à quantidade de produtos, é preciso ter atenção redobrada ao realizar o inventário, para que, ao registrá-los, nenhum produto seja preterido, avisa.

9. PISANDO EM OVOS

Ao transportar os itens, mesmo que entre áreas da loja, é necessária muita atenção. “Produto danificado é produto não vendido. Evite impactos na margem”, alerta o gerente.

10. A IMPORTÂNCIA DO HISTÓRICO

Com base no histórico, avalie a quantidade de vendas e perdas do ano anterior para identificar os itens que serão foco de atuação da equipe em determinadas épocas, explica Quintanilha.

“Realizar uma análise sobre as vendas e o número de perdas é importante para tentar reduzir, ao máximo, o uso de promoções, e atuar na melhor exposição e ações comerciais possíveis”, finaliza.

(fonte: Dcomércio – https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/10-dicas-para-diminuir-perdas-em-supermercados )

Trabalhador usa FGTS para quitar dívida, mas comércio está otimista

Menos de uma semana depois do início da liberação dos recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), as entidades representativas do comércio estão otimistas com a injeção de dinheiro no consumo. Mesmo sabendo que prioridade é a quitação de dívidas atrasadas, o setor espera, no médio prazo, o aumento das vendas no varejo.

A Caixa Econômica Federal iniciou na semana passada o pagamento do valor de até R$ 500. A expectativa é de que os trabalhadores mineiros utilizem o recurso para pagar dívidas, o que pode gerar impacto positivo para o comércio no estado a médio prazo.

“Muitos julgam que o valor é pequeno, quase insignificante, mas uma pesquisa do SPC Brasil mostra que 40% dos endividados no país tem dívidas de até R$ 500. Assim, o valor sacado do FGTS, será suficiente para quitar dívidas”, afirma o economista-chefe da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), Guilherme Almeida.

Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontam que 31% das famílias endividadas em Minas Gerais estão inadimplentes, ou seja, não conseguem pagar suas dívidas no prazo estipulado. A média nacional é 23,6%.

Almeida explica que a quitação de dívidas tem reflexo no varejo. “Se há um aumento da inadimplência, grande contingente de consumidores perde o acesso ao crédito e, assim, impedidos de comprar. Portanto, o dinheiro sacado no FGTS é positivo na medida em que limpa o nome do devedor e permite que ele volte a comprar”, ressalta o economista-chefe da Fecomércio-MG.

Apesar de também considerar benéfica a liberação do FGTS para o comércio, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Marcelo de Souza e Silva, ressalta que essa é uma medida de curto prazo para tentar aquecer a economia. Para ele, reformas estruturais, como as da Previdência e a Tributária, tem impacto no médio e longo prazo e, por isso, são necessárias para fomentar o crescimento da atividade econômica no país.

Ele destaca a importância de os consumidores utilizarem o recurso com cautela. “O fundo de garantia é uma poupança que o trabalhador possui e que tradicionalmente é utilizado quando ele se aposenta ou perde o emprego. Com a liberação antecipada deste recurso é importante que ele faça um uso consciente destes valores para não ficar em dificuldades mais tarde”, afirma o presidente da CDL-BH.

(fonte: https://interessedeminas.uai.com.br/2019/09/18/trabalhador-usa-fgts-para-quitar-divida-mas-comercio-esta-otimista)

 

Quase 80% das famílias de BH estão endividadas

Quase 80% das famílias residentes em Belo Horizonte têm alguma dívida. Os dados são da Fecomércio-MG, que divulgou nesta segunda-feira a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) referente a agosto. O índice de 79,1% para o mês representa um aumento de 12,1 ponto percentual em relação ao mesmo mês de 2018, que registrou 67%. Em relação a julho, a pesquisa revela que o endividamento cresceu 0,9 ponto percentual entre as famílias da capital mineira.

O cartão de crédito representa o maior objeto de dívidas: 87,4% dos entrevistados afirmaram estar comprometidos com essa modalidade. Um crescimento de quase 7 pontos em relação a agosto de 2018, quando 80,6% das famílias haviam contraído dívida no cartão de crédito.

De acordo com Guilherme Almeida, economista-chefe da Fecomércio-MG, o motivo para o índice de endividamento elevado com o cartão de crédito é a alta acessibilidade dessa modalidade e a falta de responsabilidade no uso. “O problema é que muitas famílias encaram o cartão como complemento da renda”, explica. Por isso, Almeida recomenda que as famílias se planejem para usar o cartão, levando em conta que esse tipo de pagamento compromete a renda futura.

Depois do cartão, o maior percentual de dívida é com o financiamento de veículos (14,1%). Almeida atribui esse número ao aumento nas vendas do setor. De acordo com o economista, a queda relativa da taxa de juros estimulou as famílias a investir na compra de carros e motos. Por outro lado, o boom dos aplicativos de transporte e entrega também estimulou muitos a comprar e alugar veículos, o que contribui para a taxa de endividamento.

Depois, as maiores dívidas são com carnês (11,5%)financiamento de imóveis (10,7%) e cheque especial (9%). Além disso, 24,9% dos entrevistados afirmaram que destinam mais da metade do orçamento mensal para pagar dívidas como prestações de veículo, cartão de crédito e empréstimos, entre outras.

Outro fator analisado na pesquisa é a inadimplência das famílias. De acordo com a pesquisa, em agosto 31,8% dos consumidores da capital deixaram de honrar algum compromisso financeiro. Considerando apenas as famílias com renda mensal menor que 10 salários-mínimos34% estão com débitos em atraso. Dentro da contagem dos endividados, esse número é de 40,1%.

Questionadas se conseguirão se organizar para pagar as dívidas, 44% das famílias responderam que não terão condições, enquanto 39,4% afirmaram que conseguirão pagar apenas parte da dívida. A maioria dos inadimplentes (58,7%) atrasou o pagamento em pelo menos três meses. De acordo com Almeida, a partir desse tempo, a dívida começa a se tornar impagável. Com isso, a alternativa é renegociar, ainda mais considerando o elevado desemprego no país.

De acordo com a análise da Fecomércio-MG, o alto percentual de endividamento indica a manutenção do nível do consumo. Porém, os números estão relacionados “à elevação da inadimplência, a dificuldade do acesso ao crédito, ao comprometimento da renda familiar e ao próprio consumo”, argumenta Almeida.

A Peic é calculada com base em dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A pesquisa entrevistou mil famílias residentes em Belo Horizonte nos 10 últimos dias de julho. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais e o índice de confiança é de 95%.

(fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2019/09/16/internas_economia,1085583/quase-80-das-familias-de-bh-estao-endividadas.shtml )

 

Como transformar seu negócio em um comércio sustentável

Falar em sustentabilidade normalmente nos faz pensar em ações que buscam preservar a natureza, produzir menos poluição e gerar menos desperdício – ações que podem ser reproduzidas por qualquer ser humano. Mas, quando tentamos associar o assunto ao mundo empresarial, a coisa muda de figura. Poucas empresas se mostram preocupadas com o assunto.

Nas palavras de Jesus Rodriguez, head latam de responsabilidade social da Subway, o descarte de materiais como o plástico é um problema global e as grandes empresas precisam buscar soluções para ele. “Em países como o Brasil, em que a infraestrutura para fazer a reciclagem destes materiais está sobrecarregada, é ainda mais preocupante”.

Em apenas três meses da campanha, ao compararmos com maio de 2019, reduzimos o uso de canudos de plástico em mais de 20% e o de tampas de plástico em 14%. Isso representa uma média mensal de quase um milhão de canudos e quase 250 mil tampas que não estão mais em circulação na América Latina. Alinhando esses canudos e tampas lado a lado, seria possível cobrir uma área de aproximadamente 325 quilômetros quadrados a cada mês.

PRODUTORES LOCAIS

Na opinião de Rodriguez, trabalhar de forma mais sustentável também passa por eliminar os intermediários e priorizar agricultores locais, ajudando a melhorar o rendimento e qualidade dos produtos.

Ele explica que quando o fornecedor passa a ter um comprador regular e de confiança, os estabelecimentos elevam os padrões de qualidade da marca e têm rastreabilidade aprimorada de suas matérias-primas e, por consequência, produtos mais frescos na loja.

“Como o agricultor está ganhando mais dinheiro, melhora a sua qualidade de vida, a da sua família e a economia das comunidades vizinhas – benefícios enormes para todos os envolvidos”, diz.

MENOS PLÁSTICOS

Neste ano, a Campanha Não Salvem os Canudos se comprometeu em reduzir em 50% o uso de canudos e tampas plásticas de uso único até o fim de 2020 em todos os restaurantes da América Latina.

Na Costa Rica, por exemplo, Rodriguez diz que a meta foi alcançada entre 2017 a 2018. No último levantamento, feito no meio de 2019, este número subiu para 70%.

“Esta é uma grande prova de que poderemos fazer o mesmo no resto do mundo”.

De acordo com o executivo, é possível chegar a esse resultado de duas maneiras: a primeira é sensibilizar através da comunicação nos pontos de venda e mídia digitais e sociais. A segunda é retirando tampas e canudos do alcance dos consumidores e tornando-os disponível apenas mediante solicitação.

ESTENDA ISSO PARA O DIA A DIA DO CONSUMIDOR

Outra sugestão de Rodriguez é fazer da campanha um convite para que os clientes reduzam o plástico em suas próprias vidas e se tornem parte da solução, como, por exemplo, não usar materiais plásticos na próxima visita ao estabelecimento.

“Também convidamos os consumidores a se envolverem na limpeza de praias e outros esforços de conservação em suas comunidades locais”.

SEJA REALISTA

O engajamento das empresas com práticas mais sustentáveis é muito valioso e importante para as marcas. No entanto, Rodriguez esclarece que é preciso ser honesto sobre o que de fato pode ser feito.

No caso da Subway, por exemplo, ele diz que será muito difícil eliminar 100% do plástico de toda a operação. Além disso, o plástico que a empresa se compromete a reduzir é aquele que não interfere na qualidade e na segurança dos produtos – em alguns processos ainda é inviável eliminá-lo por completo sem colocar em risco a segurança alimentar dos nossos consumidores.

TRANSMITA O POSICIONAMENTO DA MARCA

Seja para franqueados ou funcionários, o engajamento com a questão ambiental tem que ser geral. Rodriguez diz que a resistência de alguns reflete a falta de entendimento do impacto desse comportamento no negócio.

“A chave para transmitir essa mensagem é mostrar o impacto real que isto traz para os negócios e que esta é uma relação de ganha-ganha. E isso tem que ficar claro para a equipe, o gerente da loja , o artista de sanduíche e o franqueado”, diz.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/sustentabilidade/como-transformar-seu-negocio-em-um-comercio-sustentavel )