Dia dos Pais será de lembrancinhas, prevê pesquisa

O comércio de São Paulo não tem grandes expectativas em relação às vendas para o Dia dos Pais. De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a data deverá ser marcada pela compra de “lembrancinhas”, presentes que não causem impacto no orçamento, assim como ocorreu no Dia dos Namorados.

De acordo com a entidade, o Índice de Consumo das Famílias (ICF) está patinando, com recuo de 3,2% em julho.

“Embora o consumidor esteja mais disposto a ir às compras, [como apontou alta de 3,3% do Índice de Confiança do Consumidor em julho], as instituições financeiras ainda seguram o crédito diante da inflação e do alto índice de desemprego no país”, destaca a FecomercioSP, em nota.

Segundo a entidade, os bancos só deverão liberar crédito quando houver queda nos índices de desemprego, para não correr o risco de elevação da inadimplência.

A expectativa da FecomercioSP é que as vendas do segundo semestre sejam impulsionadas nos meses de novembro e dezembro com as promoções da Black Friday e do Natal.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) e o Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), utilizados pela federação, são apurados mensalmente com dados de cerca de 2,1 mil consumidores.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/dia-dos-pais-sera-de-lembrancinhas-preve-pesquisa )

O impacto das cores nos ambientes de venda

Há alguns anos, um estudo identificou a cor mais feia do mundo para ser usada em embalagens de cigarro pelo governo australiano. Com o objetivo de desestimular o consumo, a pesquisa apontou o marrom esverdeado (PANTONE 448 C) como a cor mais feia porque provoca reações como a repulsa. Informações como essa mostram que as cores exercem forte influência sobre as emoções. Por isso, estabelecimentos comerciais precisam escolher com cuidado as cores usadas nas lojas, sejam elas físicas ou virtuais.

A psicologia das cores

Lançado em 2007 pela socióloga alemã Eva Heller, o livro “A psicologia das cores” traz um dos mais respeitados estudos sobre o tema. Escrito a partir de uma pesquisa com 2 mil entrevistados, o material fala de como as cores afetam a emoção e a razão e traz resultados de como cada combinação com os 13 principais tons produz significados na mente humana.

Cores culturais

O azul e o vermelho são muito usados para diferenciar os gêneros masculino e feminino, respectivamente. Mas nem sempre foi assim. Por muito tempo, o azul era atribuído às mulheres por remeter à tranquilidade, e o vermelho, aos homens, pois traduzia força e atividade. Mesmo invertidos, os sentimentos que, em geral, essas cores despertam são os mesmos: azul para estimular sensações calmas, harmônicas, confiáveis e equilibradas; e vermelho para sentimentos potentes, como energia, paixão e excitação.

Combinações

Quase todas as identidades visuais de marcas ou empresas são compostas por mais de uma cor. E, para fazer escolhas harmônicas, é importante conhecer o conceito de cor complementar, que é a cor oposta no círculo cromático. Se bem escolhidas, as cores complementares têm contraste suficiente para atrair bastante atenção. Para o botão de “comprar” no e-commerce, opte por cores complementares, por exemplo. Outra boa combinação é com cores análogas, ou as cores vizinhas no círculo. Menos vibrante, é uma escolha bastante segura.

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(fonte: https://www.sindilojaspoa.com.br/imprensa/noticias/conexao-varejo-o-impacto-das-cores-nos-ambientes-de-venda )

Comércio de Minas comemora liberação do FGTS e vê crescimento no curto prazo

Entidades mineiras representativas do setor do comércio se manifestaram sobre a decisão de Jair Bolsonaro de liberar os saques nas contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A liberação ocorreu nesta quarta-feira (24/06), por meio de Medida Provisória, assinada pelo presidente. O governo anunciou que serão colocados em circulação R$ 42 bilhões – R$ 32 bilhões este ano e mais R$ 10 bilhões em 2020.

O objetivo é estimular o consumo e, com isso, impulsionar a produção da indústria e gerar empregos. Especialistas da área acreditam que a medida é positiva para o momento atual da economia brasileira, que se encontra bastante desaquecida. Advertem, no entanto, que no longo prazo serão necessárias novas medidas.

O presidente da ACMinas, Aguinaldo Diniz Filho, vê a atitude como um alento. “Isto certamente dará um alívio para o consumidor e para o varejo, uma vez que o consumo familiar está reprimido desde 2017”.

Para ele, a decisão é muito bem-vinda, mas não significa uma solução. “A solução definitiva só virá quando as grandes reformas foram implantadas. A reforma da Previdência Social já foi aprovada na Câmara e deverá ter igual desfecho no Senado. Em seguida, é preciso fazer a reforma tributária, cujas propostas já começaram a ser delineadas e estão caminhando bem”, ressaltou.

O economista-chefe da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), Guilherme Almeida, também afirma que essa medida promove um impacto de curto prazo. “Essa injeção representa 0,6% do PIB e é uma medida que chega em boa hora porque a economia está se recuperando de uma forma bastante lenta. Mas é preciso que o governo trabalhe em frentes mais estruturais, melhorando o ambiente de negócios e restabelecendo o investimento produtivo para garantir um aumento da empregabilidade e da renda”.

 Almeida ressalta a importância da liberação do recurso para a economia de Minas Gerais, que vive uma crise minerária e tem um cenário de inadimplência mais grave que o cenário nacional. Os últimos dados apontam que 31% das famílias endividadas estão inadimplentes. A média nacional é 23,6%.

Para a economista da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Ana Paula Bastos, a iniciativa vai dar um fôlego para a atividade econômica. “Isso funcionou bem para o comércio nos anos anteriores e, com certeza, vai ter um impacto positivo no comércio varejista de Belo Horizonte. Mas, isso não vai ser suficiente para recuperar as perdas do setor”, destacou.

(fonte: Interesse de Minas – https://interessedeminas.uai.com.br/2019/07/24/comercio-de-minas-comemora-liberacao-do-fgts-e-ve-crescimento-no-curto-prazo/ )

10 Vantagens da formalização como MEI

A figura do Microempreendedor Individual (MEI) foi criada para beneficiar os empreendedores informais que, em geral, são profissionais que prestam serviços simples, mas não recolhem tributos e, por isso, deixam de ter cobertura previdenciária e acesso a políticas de fomento empresariais. Isso faz com que a formalização seja um tema importante nos tempos de hoje.

Açougueiro, barbeiro, chaveiro, DJ, esteticista, pintor de parede, são alguns dos profissionais que podem se formalizar como MEI. Mas em Minas Gerais são os cabeleireiros/manicures e pedicures, comerciantes de artigos do vestuário, serviços de obras de alvenaria, e proprietários de bares que lideram as atividades com maior número de registros.

O crescimento do número deste tipo de empresa se justifica pelo fato de que os empreendimentos informais enfrentam muitas dificuldades como, por exemplo, não ter comprovação de renda, não se adequar às exigências da fiscalização, entre outros.

Daí, quando estes negócios são legalizados, vários destes desafios são vencidos, pois você se torna uma empresa e, portanto, passa a ser respeitado como empresário.

Vantagens da formalização

1. Apoio para formalização e DASN

Em primeiro lugar, uma das principais vantagens em se formalizar é ter apoio gratuito para a formalização e a entrega da Declaração anual de faturamento (DASN). Além de outros serviços, nos pontos de atendimento do Sebrae.

Eventualmente, caso na sua cidade não haja ponto de atendimento, a formalização e primeira DASN poderão ser feitas gratuitamente pelos contadores. Eles devem ser optantes pelo Simples Nacional, que estão na listagem no site da FENACON.

2. Número de CNPJ

Ao se registrar terá número de CNPJ – Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas; Inscrição Estadual em caso de comércio e/ou indústria e/ou transporte intermunicipal ou interestadual; e Inscrição Municipal quando prestar serviços.

E para que serve isto? Para comprar, vender e até participar de licitações.

3. Contribuições fixas

Da mesma forma, contribuições fixas são uma vantagem da formalização. Os impostos e contribuições serão cobrados em valores fixos, sendo: 5% do salário mínimo para a Previdência Social; R$ 1,00 a título de ICMS, caso exerça as atividades de comércio/indústria/transporte intermunicipal ou interestadual; R$ 5,00 de ISS, caso exerça atividades de prestação de serviço.

4. Previdência Social

Igualmente, ao se formalizar, o empresário terá direito aos benefícios da Previdência Social. Por exemplo, poderá contar com aposentadoria por idade, auxílio doença, licença maternidade e outros auxílios que tem como base o salário mínimo.

5. Direitos para a família

Além disso, ao se formalizar, sua família também terá direito a benefícios previdenciários. Dentre eles, podemos citar: Pensão por Morte e Auxílio Reclusão, em caso de necessidade.

6. Emissão de nota fiscal

Poderá emitir Notas Fiscais para todas as suas vendas.

Lembrando que elas são obrigatórias quando houver venda para pessoas jurídicas, ou seja, para outras empresas, quando a pessoa física (Consumidor) exigir ou ainda quando precisar enviar sua mercadoria para outra cidade ou estado.

7. Contratação de empregado

Poderá ter um empregado registrado, desde que ele receba o piso salarial ou, na falta dele, um salário mínimo.

8. Direitos para empregado

Por outro lado, a formalização também beneficia outras pessoas, como quem venha a se tornar seu funcionário. Para garantir os benefícios do seu empregado, basta pagar apenas mais 3% do salário dele a título de INSS cota empregador, além dos 8% do FGTS.

Pense que esta é uma excelente forma de evitar ter empregados sem registro e reclamações trabalhistas.

9. Facilidades financeiras

Além disso, a formalização permite a você fazer empréstimos bancários para fazer sua empresa crescer, com taxas bem menores que as praticadas para as pessoas físicas.

10. Capacitações específicas

Por conseguinte, ao se formalizar, você poderá participar de capacitações específicas para o MEI que auxiliam no dia a dia do seu negócio.

Lembrete importante

Apesar de as vantagens serem muito interessantes, é preciso ficar atendo às condições para tê-las. Por isso, lembre-se que o que foi citado vale apenas para quem não tenha sócio; tenha no máximo um empregado que ganhe salário mínimo ou piso da categoria. Também não se pode ter filial; nem participar de outra empresa como sócio. Além disso, é preciso ter a ocupação permitida como MEI e  faturamento anual de até 81 mil Reais ao ano (ou proporcional ao tempo que a empresa esteve aberta durante o ano).

Ficou interessado em ter uma empresa registrada como MEI?

Então, o primeiro passo é ligar para o Sebrae no telefone 0800 570 0800 e agendar seu atendimento para tirar todas as dúvidas e já formalizar seu negócio*.

(fonte: Sebrae – http://sebraemgcomvoce.com.br/10-vantagens-da-formalizacao/?fbclid=IwAR0L33Qc4GorTf85Rukbu34GVcqsa_oOZHu9CROcLXIW4KzDiqBgGzpCZOI )

Refiz para o Comércio

Prezados Lojistas,

O segmento do Comércio, em razão da grave crise pela qual passa nosso País e Estado, vem amargando elevados e crescentes prejuízos, dificultando o cumprimento de suas obrigações tributárias, o alto endividamento dos contribuintes e empresários leva, invariavelmente à busca de soluções que venham facilitar a regularização no cumprimento dos encargos destas empresas.

No sentido de buscar melhores condições para os empresários, o Sindilojas-BH e Região, recentemente oficializou junto ao Governo do Estado de Minas Gerais e à Prefeitura de Belo Horizonte, pedido em nome das empresas representadas, para que estas possam cumprir com a quitação de débitos relativos a impostos, taxas e demais contribuições em atraso, de forma facilitada, com redução de até 95% sobre os juros e multas neles incidentes e pagamento em maior número de parcelas possíveis.

Entendemos que, pela importância do pedido, Estado e Município venham a atendê-lo, já que permite recuperação rápida dos tributos e confere às empresas, uma vez cumprindo com o programa de recuperação fiscal sugerido, condições de retomarem o crescimento econômico e social de nossas atividades, juntamente com o Estado de Minas Gerais e o Município de Belo Horizonte

Nadim Donato

Presidente Sindilojas-BH

Preço vai determinar a escolha do presente do Dia dos Pais

Data fundamental para assegurar resultados neste segundo semestre, o Dia dos Pais (11/8) deve movimentar o varejo nas próximas semanas. Seja nas lojas físicas ou no cenário online, o momento é oportuno para que os lojistas aumentem seu faturamento.

Em 2018, as vendas do período tiveram alta de 2,8%, depois de três quedas consecutivas em 2017, 2016 e 2015, de acordo com pesquisa da Boa Vista SCPC.

Na internet, a as vendas renderam um crescimento de 8% para as lojas online que faturaram R$2,1 bilhões, segundo a Ebit|Nielsen.

Em parceria com a Opinion Box, a Social Miner, plataforma de automação para aumentar conversões de e-commerce, elaborou uma pesquisa para mapear o que os consumidores pretendem comprar, quando vão começar a busca por ofertas e o que faria com que optassem por uma marca em relação a outra.

A pesquisa revela que 50,9% dos respondentes pretendem ir às compras para o Dia dos Pais de 2019. Já outros 14,6% ainda não se decidiram e 34,4% não pretendem presentear na data.

De acordo com a pesquisa, algumas ações poderiam convencer quem está decidido a não presentear na data. O poder está na oferta de preços mais competitivos e boas promoções.

PORQUE VOU PRESENTEAR?

Para aqueles que já estão decididos ou que ao menos estão na dúvida sobre a compra, o preço, as promoções e o valor do frete são fatores decisivos na hora de escolher a loja certa para fechar sua compra.

Dos que irão presentear, 46,5% estão pesquisando ofertas e apenas 3% já compraram os presentes. Outros 40,1% dos consumidores pretendem começar a pesquisar por ofertas apenas 15 dias antes do evento.

Sites de busca, como Google e Bing são o meio favorito dos consumidores na hora de pesquisar produtos. Os próprios sites dos e-commerces e outros comparadores de preço também aparecem como fontes de pesquisa muito utilizados pelos consumidores.

FÍSICAS X VIRTUAIS

Quando se trata de pesquisar os presentes para o Dia dos Pais, 53% dos respondentes afirmaram que preferem fazer suas buscas em lojas online, mas na hora de finalizar a compra, optam por lojas físicas.

No que diz respeito à fidelidade do cliente, a maioria (61,2%) ainda não sabe se comprarão nas mesmas lojas do Dia dos Pais de 2018. Preço e qualidade dos produtos são as vantagens que as levariam a repetir as compras.

O preço –principal atrativo -faria com que 38,2% das pessoas apostassem numa loja nova. Além disso, a qualidade dos produtos também aparece como relevante para 17,6% dos consumidores.

QUEM VAI GANHAR O QUÊ

A maioria (63,7%) pretende presentear apenas uma pessoa. Os “pais” –como era de se esperar –são os principais presenteados na data. Mas marido, sogro e avós também aparecem na lista.

Moda e Acessórios, Eletrônicos e Beleza e Saúde são as categorias que prometem vender mais. Roupas, perfumes, acessórios, calçados e smartphones são os preferidos.

PAGAMENTOS

Pai, marido, sogro, irmão, padrinho…presentear todos os pais da família pode deixar a comemoração parecida com as compras de Natal. A maioria dos entrevistados (55,8%) pretende comprar apenas um presente.

Cerca de 72% dos entrevistados devem investir a partir de R$50 nas compras, sendo que, destes, 34,4% vai manter os pedidos até R$100; 27,8% de R$100 a R$500; e 10% acima de R$500.

Para pagar pelos presentes, 51,6% preferem usar o cartão de crédito; 49,1%, dinheiro e 24,8%, débito.

Mais de 65% planejam parcelar suas compras. Dos consumidores que pretendem parcelar as compras, 29,1% desejam dividir a compra em três parcelas.

LOJISTAS NO BRÁS

Assim como o varejo em geral, o comércio atacadista do Brás, na zona leste da capital, tem sentido, nos últimos anos, uma queda importante nas vendas voltadas às datas comemorativas, como os dias das mães, dos pais, dos namorados e até Natal.

De acordo com Viviane Marrese, sócia-fundadora da Giro no Brás, plataforma que reúne os lojistas da região, o desemprego em alta e a renda comprometida se refletem no elevado índice de inadimplência nas lojas. Os percentuais de cartões negados vem aumentando dia a dia.

Segundo a executiva, grandes marcas estão adotando o modelo de venda pela internet (principalmente pelo celular) para facilitar a vida do revendedor.

Mas há casos de compradores que recebem a mercadoria e cancelam o cartão e de vendedor que não manda a mercadoria – um verdadeiro problema para os negócios.

De olho na crescente das vendas digitais, a executiva explica que o marketplace que vende online os produtos dos fabricantes do Brás no atacado e varejo, vem trabalhando para alcançar uma solução segura para as duas pontas – cliente e fornecedor.

Por meio da compra pela internet com garantia de estorno para o fabricante, o modelo de negócio proporciona a ampliação da base de clientes, com atendimento personalizado e entrega para todo o Brasil.

Além disso, há constante visitas às fábricas com o intuito de auditar os processos e oferecer uma estrutura de apoio na intermediação do negócio.

Viviane diz que o modelo puro do B2B (modelo de venda realizada entre empresas) ainda não se aplica ao mercado das sacoleiras e revendedoras.

“Precisamos orientar e apoiar nas escolhas de produto, grades e perfil de compra. E do lado do vendedor do marketplace, temos que construir a campanha, de acordo com a sazonalidade e a marca de cada fábrica”.

Para o Dia dos Pais que está chegando, ela acredita que a grande demanda vai ficar por conta dos básicos: jeans e camisetas com maior durabilidade e qualidade – que já estão sendo os itens mais procurados.

(fonte: Dcomércio – https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/preco-vai-determinar-a-escolha-do-presente-do-dia-dos-pais )

Segundo o levantamento, 68% dos consumidores pagariam mais por um serviço/produto se tivessem um atendimento melhor.

Conhecer o cliente é fundamental para se destacar no varejo atualmente. E só é possível oferecer um atendimento excelente quando se sabe o que é realmente importante para ele. Por isso, é preciso escutar o que o consumidor tem para dizer. Prova disso são os resultados apontados no estudo “O Estado do Atendimento ao Cliente no Brasil”, realizado pela NeoAssist e Social Miner, em 2017. Segundo o levantamento, 68% dos consumidores pagariam mais por um serviço/produto se tivessem um atendimento melhor.

Mas como identificar o que o público espera do seu estabelecimento? Perguntando! E nessa tarefa as pesquisas online podem ajudar bastante. Disponíveis em várias plataformas e formatos, inclusive gratuitos e intuitivos, elas permitem coletar dados para entender a satisfação e propor melhorias nos processos da loja.

Vantagens

Seja via SMS, e-mail, WhatsApp ou por formulários online, as vantagens para as lojas são várias: poder identificar os pontos fortes e fracos de todas as etapas da venda, além de delinear perfis específicos de consumidor para chegar a resultados mais complexos que venham a guiar as estratégias da empresa. Um bom ponto de partida é o cadastro de clientes, com seus e-mails e números de WhatsApp, que podem ser os primeiros a receber os convites para responder. Outra possibilidade é compartilhar o link para o formulário nas redes sociais e nos demais canais de comunicação do estabelecimento.

Veja algumas plataformas gratuitas e crie o seu questionário:

TypeForm

Com opções gratuitas e pagas, possui diversas opções para o criador escolher como deseja acessar ou receber o banco de dados das respostas.

MindMiners

Seu diferencial está na base de respondentes segmentados, no qual se pode direcionar as perguntas para perfis específicos. Ainda possui uma série de modelos de questionários prontos.

Google Forms

Fácil e intuitiva, a ferramenta é gratuita e permite incluir o seu logotipo no formulário. Oferece perguntas de múltipla escolha, listas suspensas e escalas, assim como adicionar vídeos e imagens.

 

Gostou desse conteúdo? Ele também está disponível na revista do Sindilojas Porto Alegre do mês de junho. Acesse a publicação online e confira outra matérias aqui.

(fonte: https://www.sindilojaspoa.com.br/imprensa/noticias/conexao-varejo-conheca-melhor-o-seu-cliente-por-meio-de-pesquisas-online )

19,7 milhões de consumidores compraram online no 1º semestre

O mercado digital brasileiro gerou R$32,1 bilhões no 1º semestre deste ano, o que representa um crescimento de 16,3% sobre o mesmo período do ano anterior. Os dados são do relatório NeoTrust, elaborado pelo Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce, em parceria com o E-commerce Brasil.

O relatório traz uma visão 360° do varejo online, com intuito de oferecer ao mercado compreensão e clareza no segmento do e-commerce. Traduzindo em números, no 1º semestre de 2019 houve um total de 76,5 milhões de pedidos, contra 66 milhões no período do ano passado.

Já o tíquete médio teve leve aumento de 0,3%, com uma média de R$420,30 gastos na primeira metade de 2019, ante R$ 419 reais por pedido no mesmo período do ano anterior.

No Brasil, cerca de 19,7 milhões de consumidores fizeram pelo menos uma compra virtual no primeiro semestre de 2019, o que representa um aumento de 35,8% em relação ao primeiro semestre de 2018.

(Fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/19-7-milhoes-de-consumidores-compraram-online-no-1o-semestre )

Empresas excluídas do Simples que aderiram ao Refis têm até esta segunda para pedir retorno ao sistema

Micro e pequenas empresas que foram excluídas do Simples Nacional têm até esta segunda-feira (15) para pedir a reinserção no sistema.

A opção só vale para os pequenos negócios que tenham sido excluídos em 1º de janeiro de 2018 e que tenham aderido ao chamado Refis das PMES — o Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN).

A volta ao Simples deve ser requerida à Secretaria Especial da Receita Federal, por meio de um formulário. No pedido, deve constar a assinatura do contribuinte ou de seu representante legal e também o documento de constituição da pessoa jurídica.

As empresas que voltarem ao regime terão que cumprir com as obrigações tributárias retroativas a 1° de janeiro de 2018.

A resolução que permite esse retorno foi publicada no último dia 3.

“O Simples Nacional tem impacto direto na sobrevivência da micro e pequena empresa. Estudos realizados pelo Sebrae mostram que, se o modelo de tributação acabasse, 67% das empresas optantes fechariam as portas, seriam empurradas para a informalidade ou reduziriam suas atividades. Por isso, esta Resolução é tão importante, representa uma oportunidade para as micro e pequenas empresas”, disse em nota o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

 O Simples Nacional é um regime de arrecadação, cobrança e fiscalização de impostos que unifica oito impostos municipais, estaduais e federais em uma só guia de pagamento: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a cargo da pessoa jurídica (CPP).

A Receita Federal estima que aproximadamente 50 mil contribuintes se enquadrem nas regras para o retorno ao Simples.

“Para muitos contribuintes, realizar a opção retroativa pelo Simples Nacional será mais oneroso do que não fazer esta opção. Cada contribuinte deve avaliar se é vantajoso ou não o retorno para o regime”, informou o Fisco, em nota.

(fonte: https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/07/15/empresas-excluidas-do-simples-que-aderiram-ao-refis-tem-ate-esta-segunda-para-pedir-retorno-ao-sistema.ghtml )

Vendas do varejo decepcionam

Em maio, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de vendas do varejorestrito (que não inclui veículos e material de construção) apresentou alta de 1% sobre o mesmo mês de 2018 (ver tabela abaixo), enquanto no caso do varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, houve aumento de 6,4%.

Em 12 meses, o crescimento das vendas alcançou a 1,3% e 3,8%, respectivamente, mantendo-se praticamente estável, no primeiro caso, e acelerando levemente no segundo.

O resultado anual do varejo restrito veio abaixo do esperado pelos analistas de mercado, mesmo levando-se em consideração a existência de um dia útil adicional, além da base de comparação extremamente fraca do ano passado, afetada pela greve dos caminhoneiros.

Essa mesma base contribuiu de forma importante para o aumento mais expressivo do varejo ampliado, pois as vendas de veículos foram intensamente prejudicadas pela paralisação do transporte, iniciada em maio do ano passado.

A fraqueza do varejo continua sendo explicada pelo alto desemprego e pelo baixo crescimento dos salários, fruto tanto da desocupação como do aumento da informalidade, que reduzem a confiança do consumidor, fazendo com que as famílias prefiram destinar suas compras a itens mais essenciais, tais como farmácias e perfumarias e outros artigos de uso pessoal e doméstico, cujas vendas cresceram na comparação interanual.

A queda observada no caso dos hiper e supermercados também é fruto do efeito estatístico da base de comparação de maio de 2018, porém, em sentido contrário aos casos anteriores, já que nesse momento houve grande elevação das vendas, devido ao temor de esgotamento dos estoques, decorrente da paralização do transporte rodoviário.

Em síntese, em maio, o varejo continua com fraco desempenho, aumentando a chance de baixo crescimento no segundo trimestre do ano. O avanço da reforma da Previdência no Congresso, além do efeito positivo sobre as expectativas de empresários e consumidores, possibilita a flexibilização da política monetária, fatores que podem contribuir para o melhor desempenho do comércio durante os próximos meses.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/economia/vendas-do-varejo-decepcionam )