Maioria dos presentes de Dia dos Namorados foi parcelada no cartão de crédito

Contrariando a intenção de 68,8% dos consumidores entrevistados pelo Sindilojas Porto Alegre antes do Dia dos Namorados, grande parte dos presentes (75,6%) foi paga no cartão de crédito, em parcelas. A informação foi confirmada por lojistas que participaram do levantamento feito pelo Núcleo de Pesquisa da Entidade esta semana, com intuito de verificar os resultados obtidos pelo comércio com a data. O pagamento à vista foi escolhido apenas por 19,5% das pessoas, segundo esses lojistas.

A pesquisa apontou ainda que em 68,3% das lojas as vendas ficaram estáveis comparadas ao mesmo período do ano passado. Resultados melhores foram observados em 14,6% dos locais, que tiveram aumento médio de 22% nas vendas. Blusas e roupas mais quentinhas, como blusões, malhas, suéteres, casacos e jaquetas, foram os produtos mais procurados, resultando em um ticket médio de R$ 165,00.

(fonte: Sindilojas POA – https://www.sindilojaspoa.com.br/imprensa/noticias/maioria-dos-presentes-de-dia-dos-namorados-foi-parcelada-no-cartao-de-credito)

Justiça Mineira reconheceu direito de as empresas filiadas ao SINDILOJAS/BH, SINCOVAGA e SINDIMACO de não recolherem os impostos referentes ao diferencial de alíquota do ICMS

SINDICATOS DO COMÉRCIO LOJISTA, MATERIAIS DE CONTRUÇÃO E SUPERMERCADOS COMEMORAM VITÓRIA PARA OS EMPRESÁRIOS.

 Justiça Mineira reconheceu direito de as empresas filiadas ao SINDILOJAS/BH, SINCOVAGA e SINDIMACO de não recolherem os impostos referentes ao diferencial de alíquota do ICMS em operações interestaduais, bem como condenou o Estado de Minas Gerais a promover a restituição, acrescidos de correção monetária e juros de mora.

 O Sindicato dos Lojistas do Comércio de Belo Horizonte e Região SINDILOJAS-BH, o Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Belo Horizonte – SINCOVAGA-BH e o Sindicato do Comércio Varejista de Maquinismos, Ferragens, Tintas e Material de Construção de Belo Horizonte – SINDIMACO, cumprindo sua função institucional de defesa dos interesses da categoria, obtiveram importante vitória em favor do comércio.

 Em 2018, o SINDILOJAS/BH, o SINCOVAGA e o SINDIMACO contrataram o conceituado escritório SILVA FREIRE ADVOGADOS para ajuizar ação perante a 1ª Vara de Feitos Tributários do Estado, questionando a obrigatoriedade de recolhimento da diferença de alíquota (DIFAL) pelas empresas optantes pelo Simples.

 De acordo com a regra questionada, o Estado de Minas Gerais exige das empresas optantes pelo Simples a antecipação de ICMS do diferencial de alíquotas, aplicando a alíquota de 6% (18% – 12%) nas aquisições efetuadas de mercadorias oriundas de estabelecimentos de outros estados.

 Conforme sentença do Juiz de Direito Marcelo da Cruz Trigueiro, da 1ª Vara de Feitos Tributários do Estado, prolatada em 11/06/2019 e publicada em 25/06/19, a cobrança da DIFAL contraria a Constituição Federal, que determina tratamento jurídico diferenciado para as microempresas e empresas de pequeno porte, visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações tributárias.

 Assim, a Justiça Mineira reconheceu direito de as empresas filiadas ao SINDILOJAS/BH, SINCOVAGA e SINDIMACO de não recolherem os impostos referentes ao diferencial de alíquota do ICMS em operações interestaduais, bem como condenou o Estado de Minas Gerais a promover a restituição, acrescidos de correção monetária e juros de mora.

 A decisão poderá beneficiar o comércio lojista de Belo Horizonte, Brumadinho, Caeté, Confins, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão Das Neves, Rio Acima, Sabará, São José Da Lapa e Vespasiano, o comércio varejista de gêneros alimentícios de Belo Horizonte, e o comércio varejista de material de construção de Belo Horizonte, Contagem e Betim.

 Contudo, como a decisão será reanalisada pela segunda instância, estando suspenso os efeitos até a decisão desta instância, as empresas ainda devem continuar observando a obrigatoriedade de recolhimento da diferença de alíquota (DIFAL), até a confirmação da decisão pelo Tribunal de Justiça de Minas gerais, se for o caso.

No pós-recessão, 21,5 mil empresas fecharam as portas

No ano de 2017, após o País ter enfim conseguido se livrar da recessão, ainda foram fechadas 21,5 mil empresas em todo o território brasileiro. Os dados são das Estatísticas do Cadastro Central de Empresas, divulgados nesta quarta-feira (26/06), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Havia cinco milhões de empresas e outras organizações formais ativas no ano de 2017. O resultado significa que o Brasil perdeu 363.125 empresas em relação ao patamar do período pré-recessivo, o universo de organizações existente em 2013. No mesmo período, foram extintos 3,227 milhões de empregos nessas empresas.

No último dia do ano de 2017, as empresas e organizações brasileiras ocupavam 51,9 milhões de pessoas, sendo 45,1 milhões delas assalariadas. No ano, foram pagos R$ 1,7 trilhão em salários e outras remunerações. O salário médio mensal foi R$ 2 848,77, o equivalente a 3,0 salários mínimos.

Em relação a 2016, o pessoal ocupado aumentou 1,0%, com 550,7 mil assalariados a mais, mas 22,6 mil sócios e proprietários a menos. O total de salários e outras remunerações subiu 2,4%, enquanto o salário médio mensal cresceu 4,9%, em termos reais.

Em 2017, o segmento de Comércio manteve a maior fatia de empresas e outras organizações (37,5%), do total de ocupados (21,9%) e de trabalhadores assalariados (19,5%).

A atividade Administração pública, defesa e seguridade social foi responsável pela maior parcela de salários e outras remunerações pagas, 24,4% da massa de rendimentos recebidos pelos trabalhadores.

(fonte: Dcomercio – https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/no-pos-recessao-21-5-mil-empresas-fecharam-as-portas )

75,7% das pessoas pesquisam preços on-line antes de fazer uma compra, segundo levantamento

 

De acordo com uma pesquisa realizada pela Connected Life, com mais de 60 mil consumidores em 50 países, cerca de 7 a cada 10 brasileiros (68%) realizam pesquisas on-line antes de efetuar a compra em lojas físicas, enquanto 74% preferem comprar pela internet. Especificamente, 77% dos consumidores afirmam realizar pesquisas on-line antes de efetivamente efetuar a compra de perfumes e cosméticos; produtos de maternidade e cuidados com bebês (90%); e para itens de higiene (cerca de 70%), como shampoo e desodorante.

No Brasil, 53% dos consumidores já estão decididos a adquirir um produto de determinada marca antes mesmo de efetuar a compra. Por outro lado, 10% acabam mudando de ideia durante as pesquisas e levam para casa uma marca diferente da planejada.

Pesquisas realizadas pela Internet movimentam comércio

O brasileiro tem optado cada vez mais pelo uso da internet como um meio de fazer suas compras. Um estudo realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) avaliou o comportamento do consumidor em relação aos e-commerces.

A pesquisa considerou o período de 12 meses e comparou os consumidores que realizaram compras pela internet com os que compraram seus produtos em lojas físicas.

O estudo concluiu que quase 50% dos consumidores procuram fontes de preço on-line antes de comprar o objeto em uma loja física. Essa parcela da população é levada por algumas motivações:
• 38% desejam realizar pesquisa de preço;
• 22% buscam mais informações com relação ao produto;
• 10% querem saber a opinião de outros consumidores.

De todos os respondentes, apenas cerca de 20% procuram uma loja física diretamente, sem ter feito nenhum tipo de pesquisa prévia, e ainda, 35% efetuam pesquisas periodicamente, dependendo do segmento de produto que procuram.

Cresce preferência por lojas on-line

A pesquisa também levou em consideração a preferência dos participantes entre lojas virtuais e lojas físicas. De forma geral, a praticidade e o preço são as variáveis mais importantes na hora da opção por compras realizadas pela internet.

Dentre os principais fatores que levam os consumidores a optar pelo e-commerce, é possível citar:
• Os preços on-line, que são considerados mais baratos do que em lojas físicas (83%);
• A comodidade da compra (75%);
• A variedade de produtos (73%);
• A facilidade de escolha (62%);
• A rapidez de compra (59%);
• Melhores formas de pagamento (57%);

(fonte: Exame – https://exame.abril.com.br/negocios/dino/757-das-pessoas-pesquisam-precos-on-line-antes-de-fazer-uma-compra-segundo-levantamento )

Atenção Lojistas: Estacionamento Belo Horizonte

Os Presidentes Nadim Donato, do Sindilojas-BH e Júlio Gomes do Sindimaco, afim de regulamentar os estacionamentos nos estabelecimentos comerciais de Belo Horizonte, desenvolveram vários estudos, para apresentarem uma proposta para a prefeitura de Belo Horizonte.

Com o apoio do vereador Leo Burguês, fizeram hoje visitas técnicas com profissionais Guilherme Campos e Alex Fernandes da BH Trans, para apresentarem as dificuldades enfrentadas pelos lojistas e os consumidores da Capital Mineira.

A proposta dos Sindicatos é que seja realizada mudanças que atendam as necessidades do Comércio em geral, considerando a relevância Temática da Mobilidade Urbana e a importância de se preservar a livre circuilação de pedestres, cadeirantes e outros portadores de necessidades especiais.

Estas alternativas apresentadas representam o anseio e a vontade do Setor empresarial da capital, razão pela qual devem ser incorporadas a legislação municipal, de maneira que, atendendo uma delas, o imóvel esteja autorizado a utilizar o estacionamento de veículos.

Sindilojas BH e Região – Sindimaco BH e Região

Namorados compraram menos em 2019

Dados da Boa Vista, com abrangência nacional, mostram que, em 2019, as vendas do comércio para o Dia dos Namorados cresceram 1,4% em relação a 2018.

Assim como o Dia das Mães, a data reforçou o cenário de vendas fracas no varejo, uma vez que apresentou crescimento inferior aos 2,2% do ano anterior e ficou um pouco abaixo das expectativas.

Segundo a Boa Vista, o crescimento menor no Dia dos Namorados pode ser explicado pelo alto nível de desocupação e subutilização da mão de obra e pela recente queda da confiança, que estão segurando o ritmo de expansão das vendas do varejo.

Ainda sem indícios de recuperação consistente do emprego, da renda e da confiança, o cenário aponta para vendas fracas nas datas comemorativas do 2º semestre, mesmo diante de um ambiente ainda favorável no mercado de crédito, com taxas de juros e inadimplência em patamares historicamente baixos.

METODOLOGIA

O cálculo do volume de vendas para esta data foi baseado em uma amostra das consultas realizadas no banco de dados da Boa Vista, o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), com abrangência nacional. Para esta data foram consideradas as consultas realizadas no período de 1º a 12 de junho de 2019, comparadas às consultas realizadas entre 1º a 12 de junho de 2018.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/namorados-compraram-menos-em-2019 )

No varejo digital, Dia dos Namorados foi positivo

O faturamento do comércio eletrônico brasileiro no Dia dos Namorados deste ano subiu 24% em relação a 2018, para R$ 2,2 bilhões, segundo estudo da Ebit/Nielsen. Conforme a pesquisa, no ano passado a data sofreu impacto da greve dos caminhoneiros.

Apesar do tíquete médio ter caído 17%, para R$ 384, houve um aumento de 50% no número de pedidos, que chegou a 5,7 milhões.

A categoria Perfumaria e Cosméticos teve maior número de pedidos, com fatia de 19,9% do total, seguida por Moda e Acessórios, que teve 18,2%, e Casa e Decoração, com 10,3%.
Em seguida aparecem Eletrodomésticos (9,4%), Informática (5,9%), Telefonia & Celulares (4,8%), Esporte & Lazer (4,1%), Alimentos & Bebidas (3,8%), Eletrônicos (3,2%) e Livros (3,1%).

O estudo da Ebit/Nielsen também mostra que, no início do mês de junho, as intenções de compra para o Dia dos Namorados estavam menores que as do ano passado. Às vésperas da comemoração, no entanto, a porcentagem de compras com finalidade de presentear na data foi maior que em 2018.

(fonte: Dcomércio – https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/no-varejo-digital-dia-dos-namorados-foi-positivo )

Sobe número de brasileiros reincidentes na inadimplência

A vendedora autônoma de maquiagem Adriana Barbosa, de 45 anos, conseguiu sair da lista de inadimplentes no ano passado. Mas no início deste ano teve uma recaída. Não pagou a fatura do cartão de crédito, usado na compra de materiais de construção para erguer mais um cômodo da sua casa.

Com renda mensal de cerca de R$ 1 mil, Adriana ficou novamente inadimplente. As vendas de maquiagem caíram mais de 50% este ano e ela também levou o calote.

“Meus clientes não me pagaram porque perderam o emprego e isso atrapalhou a minha vida.”

Adriana e outros milhões de brasileiros que conseguiram pagar as dívidas atrasadas nos últimos 12 meses e voltaram a ficar com o nome sujo neste ano são considerados “novos reincidentes” da inadimplência pelos birôs de crédito.

Esse é o grupo que tem ampliado a participação no calote neste ano. Entre janeiro e maio, eles eram, em média, 27% do total de inadimplentes. No mesmo período de 2018, essa fatia estava menor, representava 24,9% do total de pessoas com dívidas vencidas e não pagas, segundo dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do SPC Brasil.

Já o “reincidente velho”, aquele inadimplente que continuou na lista de devedores, deixou de pagar mais uma dívida no período e que responde pela maior parte do calote, reduziu sua participação.

Entre janeiro e maio deste ano, esse grupo era 52,2% dos inadimplentes, em comparação a 54,4% no mesmo período de 2018. Enquanto isso, a participação dos inadimplentes que pela primeira vez ingressaram nessa lista ficou estável em 20,6%.

“Sentimos neste começo de ano um aumento mais acentuado desse movimento de pessoas que tinham conseguido sair da lista de inadimplentes e voltaram a não pagar em dia as dívidas”, diz Mariane Schettert, presidente do Igeoc, associação que reúne as 16 maiores empresas de telecobrança, que respondem por 20% do mercado.

ZIGUE-ZAGUE

Além de todo início de ano ser um período de aperto no orçamento por causa do acúmulo de contas a pagar, o que leva normalmente mais pessoas a se tornarem inadimplentes, neste ano esse movimento está mais forte por causa da estagnação da economia.

O zigue-zague de quem conseguiu sair do sufoco em 2018 mas voltou a ficar inadimplente neste ano reflete também os altos e baixos da economia.

Após crescer 1,1% em 2018, o Produto Interno Bruto caiu 0,2% no primeiro trimestre e frustrou as expectativas de empresários e consumidores. A falta de reação da economia neste início de ano é nítida no desemprego, que se mantém em níveis elevados. São 13,2 milhões de trabalhadores fora do mercado.

“A inadimplência anda de mãos dadas com o desemprego”, diz Mariane.

Genaro Silva Pimentel, 47 anos, ex-caixa de supermercado, é um exemplo dessa relação Após um ano no emprego, ele foi demitido no mês passado. Pimentel estava há algum tempo no cadastro de inadimplentes.

“Ia até acertar as cotas, mas não deu tempo.”

Agora, novamente desempregado e com uma rescisão de R$ 2,7 mil no bolso, ele acredita que vai conseguir bancar as suas despesas por mais dois meses, se não conseguir trabalho.

“Devo ficar inadimplente mais ainda, não tem como.”

A renda estagnada, a perda de confiança da população e o aumento da inflação, especialmente de alimentos, que atingiu a maior marca em três anos no início de 2019, também contribuíram para o avanço do calote.

“O que mais afetou a inadimplência no início deste ano foi a inflação”, avalia o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, empresa especializada em informações financeiras.

“A inflação dos alimentos, que atingiu 3,7% de janeiro a abril, bateu na baixa renda, que é mais vulnerável quando se fala de inadimplência.”

Entre janeiro e maio deste ano, 238 mil famílias engrossaram o grupo dos 3,8 milhões de domicílios que estavam com contas atrasadas ao final de maio, destaca o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio, Fabio Bentes. No ano inteiro de 2018, 291 mil famílias se tornaram se tornaram inadimplentes.

RECORDE

O aumento neste ano do número de consumidores inadimplentes e de dívidas em atraso é apontado por dois birôs de crédito.

Em abril, 63,2 milhões de brasileiros estavam com dívidas atrasadas, segundo a Serasa Experian. É o maior contingente de inadimplentes desde o início da série iniciada em março de 2016. São 2 milhões a mais de inadimplentes em relação a abril de 2018.

Segundo a Boa Vista Serviços, em maio, o volume de dívidas não pagas aumentou 4,8% em relação a abril, descontados os efeitos típicos do período. Foi a maior alta mensal do número de dívidas não pagas desde maio de 2018 e a terceira elevação mensal seguida.

“Começamos a observar uma mudança de tendência da trajetória da inadimplência”, alerta o economista Flávio Calife, da Boa Vista.

Desde meados de 2018 as pessoas começaram a tomar mais crédito e o endividamento aumentou. Mas a situação financeira do consumidor não está melhorando. Por causa desse descompasso, deve crescer o número de inadimplentes e a recuperação do crédito pode piorar, prevê o economista.

(fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/financas/sobe-numero-de-brasileiros-reincidentes-na-inadimplencia )

Produtividade do trabalho no país recua 1,1%

A produtividade por hora trabalhada no país, calculada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 1,1% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o primeiro trimestre de 2018.

O dado é calculado com base nas Contras Trimestrais e na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No trimestre anterior, a produtividade havia crescido 0,1%. Considerando-se os grandes setores da economia, apenas a agropecuária teve alta na produtividade do trabalho na comparação do primeiro trimestre do ano com o mesmo período de 2018 (0,4%). Na indústria e nos serviços, houve recuo de 1,2% no período.

No acumulado de quatro trimestres, a produtividade no trabalho recuou 0,3%. Entre os setores, apenas os serviços tiveram queda nesse tipo de comparação (-0,8%). Na indústria, houve crescimento de 0,6% e, na agropecuária, 1,5%.

(fonte: Dcomércio – https://dcomercio.com.br/categoria/brasil/produtividade-do-trabalho-no-pais-recua-1-1 )

Indicador de expectativa econômica recua 0,9% em maio

O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,9% de abril para maio deste ano. Com isso, o indicador, que busca antecipar tendências econômicas, atingiu 116,1 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

O IACE é calculado com base em oito componentes que medem a atividade econômica no Brasil, entre eles o Ibovespa (índice da bolsa de valores de São Paulo) e os índices de expectativas da FGV. Cinco componentes tiveram queda em maio.

Outro índice, o Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE), que mede as condições econômicas atuais, por outro lado, teve alta de 0,7%, passando para 103,8 pontos em maio.

(fonte: Dcomércio – https://dcomercio.com.br/categoria/economia/indicador-de-expectativa-economica-recua-0-9-em-maio)