Carnaval deve impulsionar as vendas em BH

O Carnaval em Belo Horizonte se tornou uma das maiores festas populares do Brasil. A expectativa, segundo a prefeitura, é que circulem 4,6 milhões de foliões nos mais de 23 dias de programação (de 16 de fevereiro a 10 de março), 20% a mais que em 2018, quando a festa recebeu 3,8 milhões de pessoas. O fortalecimento da data é motivo de otimismo para a maioria dos empresários belo-horizontinos (63%), que espera um crescimento no volume de vendas superior ao conquistado em 2018. É o que mostra a pesquisa Expectativas para o Carnaval 2019, realizada pela área de Estudos Econômicos e o setor de Negócios Turísticos da Fecomércio MG.

O economista da Federação, Guilherme Almeida, acredita o cenário atual está favorável ao turismo interno na comparação com o Carnaval passado, pois a inflação baixa combinada ao dólar mais caro favorece o aumento no fluxo de turistas nacionais, impactando, principalmente, as atividades econômicas relacionadas aos serviços turísticos, como hospedagem, alimentação e transporte.

A maior parte das empresas ouvidas (80,7%) também espera que o Carnaval de rua na cidade será positivo para o setor de comércio, serviços e turismo da cidade. Em 2018, esse percentual era de 80,2%, mantendo-se estável. A atração de mais turistas (56,3%), o crescimento do movimento (27,7%) e a maior divulgação da festa (12,7%) foram os principais motivos destacados para o otimismo em relação ao período.

A analista de turismo da Fecomércio MG, Milena Soares, ressalta que os empresários devem se planejar para o movimento do período, principalmente, durante o Pré-Carnaval, que gera impacto direto no comércio varejista. “O empresário precisa analisar seu público, ano após ano, e verificar quais são os produtos mais procurados e vendidos, além de estar atento as tendências.”

Funcionamento do comércio 

Durante o período de Carnaval deste ano, 54,4% das empresas entrevistadas estarão em atividade. Entre as que irão funcionar durante as festividades, 72,2% abrirão todos os dias e 65,9% realizaram ou irão realizar algum investimento para a data. As ações que mais se destacam, neste contexto, são o aumento do estoque dos produtos do comércio (45,9%) e o treinamento de funcionários (34,8%).

Dados da CNC

Com todas essas ações, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), estima que Minas Gerais movimente R$ 615,5 milhões com a folia, ficando atrás dos Estados do Rio de Janeiro (R$ 2,1 bilhões) e São Paulo (R$ 1,9 bilhão). Os segmentos de alimentação fora do domicílio, como bares e restaurantes, transporte rodoviário e os serviços de alojamento em hotéis e pousadas responderão por mais de 84% da receita gerada com o maior feriado do calendário nacional.

Sobre a pesquisa

A área de Estudos Econômicos e o setor de Negócios Turísticos da Fecomércio MG realizaram esta análise com o intuito de identificar as expectativas para o período de Carnaval e captar oportunidades de negócios para o comércio varejista. A pesquisa Expectativas para o Carnaval 2019 ouviu empresas de alguns segmentos do comércio varejista impactados pelo período, localizadas em regiões de maior circulação de pessoas durante as festas de rua na cidade, de acordo com a Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur). O questionário foi aplicado para 279 empresas de 17 bairros que compõem as Regiões Centro-Sul, Leste e Oeste entre os dias 1° e 6 de fevereiro.

(fonte: Fecomércio MG)

Preço médio de itens consumidos no Carnaval subiu 2,91%

Os produtos e serviços mais consumidos no Carnaval subiram, em média, 2,91% nos últimos 12 meses. Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e refletem o período entre março de 2018 e fevereiro deste ano.

O resultado ficou abaixo da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da FGV, que subiu 3,98% no mesmo período.

Segundo o coordenador do IPC do Ibre, André Braz, a inflação do Carnaval ficou menor que o IPC porque a economia ainda está andando um pouco devagar: “Temos ainda um número de desempregados bem grande, a inflação está contida e a previsão este ano é que ela continue abaixo da meta. Então, os preços andam bem-comportados”, disse o economista.

Para ele, um serviço ou outro surpreende um pouco, como por exemplo, as excursões, item que subiu 11,28%. Braz diz que o folião não vai estranhar muito os preços, mas deve ficar de olho no que acontece durante o Carnaval. “Pela lei da oferta e da procura, os preços ficam diferenciados [nesse período]”.

VARIAÇÕES

Dos 23 itens pesquisados pelo Ibre/FGV, o gás natural veicular (GNV) foi o que mais subiu: 16,52%, enquanto o etanol teve deflação de 2,52%. André Braz reiterou que os desafios são hospedagem, pedágio, revisão de carro e comida fora de casa.

De acordo com o economista, uma forma de diminuir esse desafio é preparar pelo menos as principais refeições do dia em casa, ou no acampamento, e deixar para gastar na rua com a cerveja e a água mineral. “Dessa forma, dá para passar um Carnaval sem estourar o orçamento.”

Conforme o levantamento do Ibre, subiram abaixo da inflação medida pelo IPC: óleo lubrificante (1,75%), pedágio (3,04 %), serviço de reparo em automóvel (3,74%), refeições em bares e restaurantes (2,82%), cafezinho (2,66%) e bebidas destiladas (2,19%). As menores variações foram observadas, porém, em cerveja (0,93 %) e hotel (0,53 %).

Além do item excursão, tiveram resultados negativos: preservativo e lubrificante (4,99%), doces e salgados (4,77%), café da manhã (4,59%) e sanduíches (4,29%), que subiram acima da inflação dos produtos consumidos no período carnavalesco.

(fonte: Diário do Comércio)

Há 52 milhões de empreendedores no Brasil

Em 2018, dois em cada cinco brasileiros entre 18 e 64 anos estavam à frente de uma atividade empresarial ou tinham planos de ter um negócio.

É o que mostra a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que verificou o segundo melhor desempenho para a taxa de empreendedorismo brasileira desde 2002, quando o índice começou a ser medido.

A pesquisa mostra que a taxa total de empreendedorismo, que reúne novos empreendedores e donos de negócios já estabelecidos, chegou a 38%.

Segundo esse indicador, aproximadamente 52 milhões de brasileiros em idade produtiva estavam envolvidos com alguma atividade empreendedora no ano passado. A pesquisa foi realizada em 49 países e, no Brasil, contou com o apoio do Sebrae.

Nesse contexto, uma das informações mais importantes reveladas pela pesquisa é que o empreendedorismo por oportunidade, verificado quando os empresários abrem negócio motivados pela identificação de uma oportunidade de mercado, registrou o melhor resultado dos últimos quatro anos (61,8%).

Segundo o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), João Henrique de Almeida Sousa, a recuperação do índice de empreendedorismo por oportunidade é um resultado muito animador para a economia brasileira.

“Diferente de quem empreende por necessidade, depois de passar por uma situação de desemprego, por exemplo, o empresário motivado por uma oportunidade, normalmente é aquele que faz um plano de negócio, que estuda a concorrência e tem – por consequência – maior probabilidade de sobreviver no mercado”, afirma Sousa.

Em contraposição, o empreendedor por necessidade é aquele resolve abrir a empresa pela falta de outras possibilidades para geração de renda e de ocupação. “Em geral, esse tipo de empreendedor é menos qualificado para administrar o próprio negócio, e enfrenta mais dificuldades para gerir a empresa”, conclui o presidente do Sebrae.

A pesquisa também revelou um crescimento do público jovem (18 a 24 anos) entre os novos empreendedores. De 2017 para 2018, a participação dessa faixa etária subiu de 18,9% para 22,2% do total de empreendedores que iniciavam uma atividade empresarial, com negócios (formais ou informais) de até 3,5 anos.

A taxa de empreendedorismo inicial (da sigla em inglês TEA) começa a decair a partir dos 45 anos, chegando a 9,7% na faixa dos 55 a 64 anos. Entretanto, mesmo com uma taxa menor, a pesquisa GEM revela que o contingente de pessoas com mais de 55 anos iniciando um negócio é de quase 2 milhões de empreendedores.

Em relação às taxas de empreendedores iniciais e estabelecidos, a pesquisa GEM indicou que a TEE (estabelecidos) com 20,2%, superou a TEA (iniciais) em pouco mais de 2 pontos percentuais.

Com isto, é possível avaliar que 2018 foi um ano em que, majoritariamente, os empreendedores atuaram de forma a consolidar os negócios criados em períodos anteriores, ou seja, um certo contingente de empreendedores iniciais tornou-se estabelecido.

(fonte: Diário do Comércio)

Por um comércio mais forte

Este será um ano crucial para a economia brasileira, com perspectiva de crescimento mais robusto pela primeira vez desde 2014, início da recessão. A atividade comercial – que responde por 12,7% do PIB, mais até que a indústria de transformação – é peça fundamental nesta engrenagem e, junto com a expansão do consumo, tem chance de ser um dos motores da retomada.

As vendas do varejo ampliado cresceram 5% no ano passado, como recém-divulgado pelo IBGE, e os consumidores têm demonstrado maior confiança no futuro, o que sinaliza maior disposição para comprar. É uma boa arrancada, mas só o início de uma árdua trajetória, com necessário esforço dos empreendedores, das lideranças do setor e dos governos.

O espírito do tempo conspira a nosso favor, com os governos federal, estadual e municipal compartilhando a crença de que só a livre-iniciativa e um mercado com menos tutela do Estado são capazes de gerar mais riqueza e bem-estar para toda a sociedade. Da nossa parte, não pedimos muito: o que o empresário precisa é de menos amarras para empreender.

Nosso maior entrave continua sendo o crédito. É muito mais difícil de empreender numa economia em que o custo do dinheiro está muito além do retorno médio propiciado por qualquer investimento produtivo.

Aí está, pois, uma urgente frente de ataque: taxas de juros menores, crédito mais farto e amplo, sem, contudo, repetir a fracassada e nefasta experiência dos “campeões nacionais” que marcou os governos do PT.

Entidades representativas, como a nossa Associação Comercial de São Paulo (ACSP), podem ser parceiras do governo nesta empreitada. Estamos nos preparando para conceder crédito com condições compatíveis de taxas, prazos e disponibilidade para nossos associados. O Senado ajudará muito quando concluir a aprovação do projeto de lei que disciplina a adoção do cadastro positivo de crédito no País, com as esperadas reduções do spread bancário e dos juros.

Mas nada irá adiantar se nós – comerciantes, empreendedores, empresários e prestadores de serviços – não contarmos com lideranças responsáveis, capazes e empenhadas e instituições fortes para atuar, nos representar, fazer-nos ouvidos e, sobretudo, atendidos.

É o que pretendemos fazer a partir da rede de entidades que se organizam em torno da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). Trata-se de uma sinergia poderosa, com mais de 420 associações no Estado, e que faz maior a nossa representatividade. Nossa força está na nossa união.

A ACSP já está em pleno processo de mudança e modernização, ancorado em ações responsáveis e gestão experiente, para dar a seus associados melhores condições de competir, de inovar e de fazer novos negócios, tanto aqui quanto fora do País.

Na capital, a reorganização contempla transformar nossas 15 sedes distritais numa espécie de “Poupatempo do empreendedor”, para facilitar a vida dos empresários associados, como no cumprimento de obrigações fiscais e burocráticas, e para atuar como centros de negócios que alavanquem suas atividades.

Componente importante desta equação é a inovação. Startups, novos aplicativos e novos modelos de organização estão ao alcance para agilizar transações, baixar custos e levar os negócios muito mais longe. Empreendedorismo na veia, com o sangue novo da juventude e também o entusiasmo vigoroso das mulheres.

Empresários grandes, pequenos ou micro, do comércio, da agricultura ou da indústria, profissionais liberais ou prestadores de serviços serão parte relevante da retomada em marcha no País.

Não há um palmo de Brasil onde o vigor empreendedor não esteja presente. A ACSP e a Facesp estão preparadas para fazer a parte delas, com lideranças experientes, responsáveis e capazes de estabelecer interlocução respeitada com as instâncias de decisão e dar força política à nossa representação.

O objetivo é o comum: ajudar os novos governos a trilhar o caminho da prosperidade e do bem-estar para todos.

(fonte: Diário do Comércio)

Eles vendem seu peixe nas redes sociais

Um vídeo aqui, uma foto ali e de repente milhares de seguidores. Ter sua marca promovida por youtubers, blogueiros e instagrammers influentes é mais do que meio caminho andado para o sucesso.

Chamados de Digital Influencers ou influenciadores digitais, esses usuários que possuem grande quantidade de seguidores e publicam conteúdo com frequência, consolidam uma audiência que é impactada de diversas formas.

Com popularidade e sobretudo influência, esses criadores de conteúdo são capazes de levar seus milhares de seguidores a consumir determinados produtos ou serviços.

Em um passado não tão distante, esse processo se dava, especialmente, por meio de artistas e celebridades, em sua maior expressão na mídia televisiva. Com o avanço da internet, o poder que estava restrito, passou para a mão de muitos.

Na visão de Rosangela Florczak, especialista em comunicação corporativa e professora da ESPM, o público foi fisgado pela sensação de vida real que alguns nomes começaram a transmitir pela web.

O que comiam, onde compravam, para onde viajavam. As postagens começaram a direcionar as decisões de consumo e deixaram as marcas mais próximas de seu público-alvo.

QUANTIDADE X QUALIDADE

Em diferentes mídias sociais, esse movimento vem ganhando forma há quase dez anos, e já passa por algumas transformações.

Na opinião de Rosangela, estamos entrando num novo momento. Não é mais o tamanho da rede que importa, e sim o poder de capilaridade de cada postagem.

“Enquanto há quem sustente três, quatro milhões de seguidores, já trabalhei com marcas que preferiam influenciadores com menos de dez mil seguidores, pois isso não era o mais importante para a marca”, diz.

Trata-se dos microinfluenciadores. Eles podem ser regionais, segmentados e não necessariamente conhecidos da grande mídia, porém muito poderosos em relação a quem os segue.

Uma pesquisa realizada pela Youpix, plataforma focada em discutir a cultura da internet, mostra uma relação direta entre a base de fãs e seu nível de envolvimento. Criadores de conteúdo que possuem de 400 a 500 seguidores geram engajamento de 7,8% de sua base.

Já os que possuem de 900 a 1,1 mil seguidores geram engajamento de 3,4% e assim por diante até chegar ao nível dos grandes influenciadores, que tem 900 mil e 1,1 milhão e somente 1,8% da base engajada – ou seja, usuários que compartilham e comentam nas publicações.

Dessa forma, nomes como o da nutricionista Marina Morais com pouco mais de 20 mil seguidores se tornam tão influentes quanto o da culinarista Rita Lobo com mais de 400 mil seguidores no Youtube. Neste universo, Whindersson Nunes lidera entre os influenciadores brasileiros com mais de 34 milhões de inscritos no Youtube.

De acordo com a empresa E.Life, consultoria especializada em comportamento do consumidor, os microinfluenciadores dominarão a cena da comunicação nos próximos anos. E a tendência é de que isso se fortaleça cada vez mais, segundo a especialista.

Essa mudança tem forte relação com as fake news, segundo a especialista. As novas gerações querem conteúdo em tempo real e sincero, com conteúdo mais autêntico e que eles sintam que foi criado especialmente para eles.

De acordo com a consultoria americana Points North, as empresas americanas investiram mais de US$ 1 bilhão nos influenciadores em 2018. Somente os recursos direcionados ao Instagram aumentaram 38% do primeiro ao quarto trimestre.

Esse investimento se tornou praticamente obrigatório para anunciantes. No Brasil, a ação de Omo, criada pela agência F.biz, é um exemplo disso. A plataforma de marketing Squid recrutou 88 microinfluenciadores para a marca, que usaram a hashtag #MomentosQueMarcam para mobilizar o público. O resultado foram mais de 400 mil consumidores impactados e cinco mil fotos e vídeos divulgados no site da campanha.

Do ponto de visa comercial, há mais vantagens em trabalhar com esse perfil de influenciadores. Eles são mais próximos do público, mais flexíveis para negociação, possuem custos mais baixos e alto potencial de conversão.

Além de segmentação e engajamento, o microinfluenciador costuma gerar mais identificação com seus seguidores. Rosangela explica que por ter um alcance mais local, eles passam melhor a imagem de figuras totalmente reais do que um influenciador nacional.

Um influenciador com uma audiência menor tem mais controle sobre o que seus seguidores querem saber. Alguns estudos indicam que as taxas de interação (curtidas e comentários) diminuem à medida que o número de seguidores aumenta.

Um estudo realizado pela Squid, aponta que 75% dos microinfluenciadores são do gênero feminino, 70% moram no Sudeste e cerca de 50% têm entre 26 e 35 anos. Os perfis foram analisados através de suas contas no Instagram, mídia social de maior atuação desses profissionais.

(fonte: Diário do Comércio)

21 dicas para montar a vitrine da sua loja

Mais do que a cara ou o cartão de visitas da loja, a vitrine é um dos principais recursos de comunicação do varejo com seu público-alvo, segundo o especialista do Sebrae Fabio de Azevedo. Se ela for bem pensada e planejada, a vitrine amplia as chances de atrair o consumidor.

De acordo com o consultor do Sebrae-SP Gustavo Carrer, uma vitrine bem trabalhada pode chamar mais atenção que cartazes do tipo ‘Promoção’. No entanto, se mal trabalhada, pode afastar clientes. Para ajudar na composição da vitrine, o Sebrae-SP recomenda 21 dicas para montar a vitrine da sua loja. Confira:

1 – Trabalhe dentro do espaço disponível
Um erro comum é amontoar muitas coisas na vitrine dificultando o foco nos produtos. Não tente mostrar tudo o que você vende, apenas as categorias ou estilos de produto. Organize os objetos em grupos, quando os produtos forem pequenos, e exiba os itens grandes, assim o conteúdo da vitrine será facilmente visualizado de longe. No entanto, não a deixe muito vazia.

2 – Venda o que você estoca
Outro erro comum é exibir o que não está disponível na loja. Essa prática deixa absolutamente furiosos alguns compradores. Por que fazer inimigos? Exiba esses itens, porém com pequenas placas explicando o que são. Use frases como: “ preço especial – última unidade!”

3 – Evite Vendas “permanentes”
Promova vendas e outros eventos especiais com grandes placas. Mas remova-as quando os eventos terminarem. Do contrário, você arruinará sua credibilidade. As pessoas que passam constantemente pelo local irão reparar nisso.

4 – Construa um tema
Baseie o tema  em uma temporada, estação, esporte, evento, produto, etc. Um tema unifica tudo. Elimina o seu trabalho de selecionar itens e placas de decoração.

5 – Se possível, conte uma história
Lembre que o consumidor não está à procura apenas de um produto, mas de um sonho, e uma boa vitrine deve contar uma boa história, em que o protagonista é o cliente. O consultor Carrer cita exemplos de vitrines baratas, construídas na 5ª Avenida, em Nova York, ou em grandes shoppings paulistas, utilizando nada mais que alguns manequins, as roupas oferecidas para determinada situação e mobiles em garrafas PET transparentes, com boa iluminação, conduzindo o olhar do cliente.

6- Iluminação
Use iluminação forte para que as pessoas possam ver o que você está vendendo. Adicione luz para tornar mais evidente os cantos esquecidos e escuros. Se estiver preocupado com gastos de energia, diz Azevedo, considere a possibilidade de trocar as lâmpadas das vitrines pelo tipo LED, que são mais econômicas e com alta capacidade de dar destaque aos detalhes do produto, como as cores e os tecidos especiais. Se não tiver recursos para isso no momento, evite a tentação de economizar energia reduzindo a iluminação da vitrine e procure diminuir custos de outras despesas. Não descuide dos focos de luz mantendo os mais fortes nas mercadorias que devem ter maior atenção do consumidor. Verifique sempre os spots.

7- Use truque de luz e movimento
Tudo o que pisca e se move chama a atenção. Atraia os olhos com pisca-pisca, luz piscante ou giratória. Inclua decorações animadas e motorizadas. Teste um vídeo mostrando suas mercadorias. Monte, por exemplo, um trem de brinquedos para mostrar tudo se movimentando lentamente. O importante é dar vida e movimento à sua vitrine.

8- Adicione vida  real
Chame a atenção para um show, um autor autografando um livro, ou algo que associe seu negócio a algum evento da sua comunidade ou mesmo de maior abrangência.

9- Permute adereços de decoração
Adereços de decoração em vitrines podem custar caro. Para eliminar custos, permute itens de decoração com outros comerciantes. Você pode ainda alugar adereços em algumas lojas. Consulte fornecedores desses materiais.

10 – Acima de tudo, mantenha a vitrine limpa
Limpe sua vitrine por dentro e por fora semanalmente. Além disso, refaça toda a decoração pelo menos uma vez por mês.

11 – Todos os dias modifique algo pequeno
Isso chamará a atenção de pedestres regulares, dando a ideia de renovação, de mudança, novidade.

12 – Coordene as cores para que a vitrine fique harmônica

13 – Forme conjuntos por segmentos
No caso de roupas, separe os modelos infantis das peças de adultos, as masculinas das femininas e assim por diante.

14 – Lembre-se que o espaço entre uma mercadoria e outra deve ser de no mínimo 10 centímetros

15 – Atenção aos preços
Organize todos os preços, mantendo-os do mesmo lado em todas as mercadorias para neutralizar sua interferência, orienta Azevedo. Gustavo Carrer destaca também que é preciso muita atenção ao selecionar quais produtos se colocará na vitrine, considerando o momento de desaquecimento da economia. Muita gente estará procurando as chamadas ‘pechinchas’, preços mais acessíveis. Com foco em seu público alvo, tente fazer uma composição de itens; oferecer, por exemplo, sempre um produto com preço mais acessível ao lado dos tradicionais da loja, mas sem perda do prestígio do produto ou da marca.

16 – Cuidado para não exagerar ou poluir a vitrine com muitas informações
Carrer lembra que é importante comunicar descontos ou promoções, mas sem exagerar na comunicação de liquidações ou queimas de estoque na vitrine ou na quantidade de itens expostos com descontos. O ideal é comunicar bem, sem ser exagerado ou apelativo.

17 – Lembre-se que uma vitrine bem trabalhada pode até chamar mais atenção que cartazes do tipo “Promoção” ou “Queima de Estoques”. Por outro lado, quando mal trabalhada, ela pode afastar clientes e contribuir para perda de vendas e de lucratividade do estabelecimento.

18 – Harmonize o espaço da vitrine
Produtos em alturas diferenciadas dão sempre uma sensação de ritmo e movimento.  As mercadorias devem ficar em expositores: no caso de camisetas, camisolas, moletons, em manequins.

19 –  Lembre-se que a área central é seu ponto de mais nobre
Essa área deve ser reservada para a mercadoria que você vende mais. Fica a cerca de 1,60m do chão, por meio da vitrine. Essa mercadoria deve estar em primeiro plano.

20 – Pense sempre no apelo a cada público alvo
Avalie o que desejam seus clientes. Se as peças forem femininas, pode ser interessante aludir a sensualidade. Se forem masculinas, sobriedade. Nas infantis, geralmente o foco serão as cores e a ação.

21 – Faça um bom planejamento de vitrine para potencializar as datas mais importantes para o seu comércio. Se o orçamento é restrito saiba investir na época de maior demanda dos produtos, potencializando as vendas nestes momentos de consumo. Para cada atividade, veja seu relatório de vendas anual — ele é seu maior indicador para fazer este planejamento.

Fonte: Estadão PME

51% das empresas querem contratar mais em 2019

Cerca de metade das empresas do Brasil tem planos para aumentar o quadro de funcionários em 2019, revela pesquisa realizada pela Amcham Brasil com 550 executivos de todo País e obtida com exclusividade pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.Conforme o levantamento, 51% relatou que vai contratar mais profissionais ao longo do ano, seja pela abertura de novas posições ou pela expansão de equipes já estabelecidas.

Do total, 36% pretende utilizar o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), enquanto 15% considera a adoção das novas modalidades introduzidas pela reforma trabalhista. Os executivos sem planos de expansão correspondem a 37%, enquanto outros 12% ainda não definiram a estratégia.

O aumento da competitividade da economia brasileira é aspecto mais citado, com 42%, como determinante para a confirmação das contratações.

De acordo com a Amcham, este quesito exige “firmeza na condução das reformas estruturais”. Na sequência aparecem o aumento do consumo (33%) e maiores investimentos em infraestrutura (22%).

“O clima é de otimismo. Detectamos que os empresários brasileiros estão confiantes na capacidade do governo de conduzir e comunicar os motivos da reforma e os efeitos que pretendem ser alcançados”, diz a CEO da Amcham Brasil, Deborah Vieitas.

De fato, 99% dos entrevistados espera que a economia brasileira tenha expansão em 2019, ainda que haja divergência sobre a intensidade. Para 69%, o PIB deve crescer até 2,0% no ano, enquanto outros 30% esperam crescimento mais intenso.

A parcela de empresários que esperam crescimento de suas respectivas empresas entre 5% e 10% é de 34%. Já outros 28% esperam crescimento acima de 10% e 27% estima expansão em até 5% Não deve haver crescimento para 10% dos entrevistados.

A Câmara reúne 5 mil empresas no Brasil, em 15 cidades, e 85% delas são de origem brasileira.

(fonte: Dcomércio.com)

O básico para sair da crise

Depois de sofrer mais do que outras varejistas de moda que têm ações cotadas na bolsa, a Hering tem o melhor resultado desde 2011. Um novo time de executivos, liderado por um dos herdeiros, está à frente da virada.

Cliente de volta: lojas, como a do Morumbi Shopping, passaram a vender mais

O começo desta década prometia um período de ouro para a catarinense Hering. Estrela da bolsa de valores, as ações da companhia subiram mais de 350% entre 2010 e 2012. Apenas a crise econômica e os seus fortes impactos no comércio varejista tiraram a empresa da rota dos bons resultados. Mas não só. Mesmo com faturamento de R$ 1,8 bilhão, problemas de gestão fizeram com que a empresa sofresse mais do que as outras grandes participantes do setor, como Riachuelo, Renner e Pernambucanas. Agora, depois que todas elas já demonstram ter virado a página da crise, é a vez da Hering indicar que também está deixando as dificuldades no passado.

A prévia de resultados relacionados ao quarto trimestre de 2018 mostrou que as vendas nas lojas em operação (excluindo unidades inauguradas ou fechadas nos últimos 12 meses) subiram 13,1% no período, em comparação com o último trimestre de 2017. Esse indicador é o que melhor demonstra a saúde financeira dos negócios, e havia sido ele o que mais sofrera nos últimos anos de turbulência econômica. Durante grande parte da recessão do varejo, as vendas da fabricante para as suas lojas não sofreu tanto, enquanto as franquias e unidades próprias não conseguiam repassar os artigos para os consumidores finais, causando um excesso de estoque.

A companhia comandada por Fabio Hering, CEO e acionista principal da empresa, não registrava um aumento acima de 10% das vendas nas lojas em operação desde 2011. O bom resultado está sendo interpretado pelo mercado como fruto de uma série de tentativas de reformulação realizadas pelo empresário especialmente durante os últimos dois anos. A mais acertada parece ter sido a indicação do seu filho Thiago, de 37 anos, como diretor de marca Hering. Ele assumiu a posição em julho de 2018. E em apenas dois trimestres para conseguiu melhorar os resultados. Suas atribuições vão do desenvolvimento do produto até a estratégia de vendas, combinando funções que eram separadas entre dois executivos que deixaram a empresa. Hering se tornou responsável pela marca Hering no meio de 2018

Antes de assumir a função, Thiago já era dono da maior rede de franquias da Hering. Junto com os seus dois irmãos, ele contava com mais de 20 endereços. Era também o administrador da joint venture formada pelo grupo da família com a Guess, e foi o responsável por trazer a grife de jeans para o Brasil. Essa experiência deu a Thiago uma combinação de habilidades e conhecimentos difícil de ser encontrada no mercado. “Ele sabia o que vendia, como fazer para o produto chamar a atenção do consumidor, os pontos de dificuldades das franquias”, diz Alberto Serrentino, consultor de varejo e fundador da Varese Retail. Segundo Serrentino, devido ao negócio com a Guess, Thiago tem aoinda competência em desenvolvimento de produto – além, claro, de conhecer a cultura da empresa familiar, “As principais ações para a recuperação do grupo foram para dar fôlego aos franqueados, que não conseguiam crescer”, afirma o consultor.

A companhia tomou decisões como financiar a reforma de lojas e compra de estoques. Também deixou, nos últimos meses, de pedir aos franqueados que comprassem constantemente produtos da fábrica e, em vez disso, passassem a fazer o planejamento de compras de acordo com as vendas do ano anterior. Outra ação importante dos últimos dois anos foi uma mudança no mix de produtos. A empresa deixou de apostar em itens mais ligados a moda e voltou a se dedicar aos produtos mais básicos, o DNA da marca. “Havia lançamentos em excesso e as coleções se afastavam da origem da marca”, diz Serrentino.

E-COMMERCE A renovação, no entanto, não foi restrita a Thiago e a ações junto a franqueados. A Hering sempre teve grande dificuldade em fazer decolar as suas vendas pela internet. Mas, no último trimestre, pela primeira vez, a empresa indica ter acertado a mão. As vendas do e-commerce subiram surpreendentes 27,4%. O responsável por isso parece ser o novo diretor digital, Guilherme Farinelli. Ele também chegou na empresa no meio do ano passado, depois de quatro anos de O Boticário.
E parece ser uma aposta do novo conselho de administração da companhia, que foi rejuvenescido e modernizado em 2017 com a chegada de duas mulheres com experiência no mundo digital e em franquias: Claudia Sciama, de 11 anos de trabalho no Google, e Andrea Mota, que foi diretora-executiva da O Boticário por cinco anos. Procurada, a Hering não concedeu entrevista, alegando período de silêncio antes da divulgação oficial de resultados, marcada para o dia 28 de fevereiro.

 

 

(fonte: Isto é Dinheiro)

Varejo volta a crescer em 2018 com abertura de novas lojas

O saldo entre aberturas e fechamentos de loja com vínculos empregatícios no varejo brasileiro fechou 2018 de forma positiva, com 8,1 mil novas unidades. O resultado interrompe uma sequência de três anos no vermelho, informou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A entidade informou que, entre 2015 e 2017, a crise econômica levou ao fechamento de 223 mil estabelecimentos comerciais no Brasil. De acordo com a CNC, no ano passado o segmento de hiper e supermercados se destacou positivamente em números absolutos ( 4,51 mil), seguido por lojas de utilidades domésticas e eletroeletrônicos ( 1,74 mil) e por drogarias, farmácias e lojas de cosméticos ( 1,43 mil). À exceção de móveis e eletrodomésticos (-176) e de material de construção (-926), os demais ramos abriram mais pontos de venda do que fecharam no ano passado.

Regionalmente, em 15 das 27 unidades da Federação foram registradas mais aberturas do que fechamentos, destacando-se de forma positiva os Estados de São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais.

Para o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, a inflação abaixo da meta, a redução dos juros ao consumidor e a reação do mercado de trabalho são alguns dos fatores que contribuíram para o aumento do consumo. A confederação prevê que o varejo possa crescer 5,8% neste ano, com a abertura de 23,3 mil lojas.

(Fonte: DCI Online)

Como usar a tecnologia a favor da logística do seu e-commerce?

O segmento de e-commerce está em crescente evolução e novas tecnologias surgem a cada dia para agregar e aumentar, não só as vendas, mas a qualidade das lojas virtuais. Isso tudo traz mais benefícios para os lojistas, criando um elo de confiança entre eles e, com a área da logística, por exemplo, não poderia ser diferente.

Apesar de ser uma das áreas que mais trazem dores de cabeça para as lojas virtuais, é nesse departamento que encontramos os mais diversos desafios e soluções em sua operação. Um dos problemas causados por essa área está relacionado com a integração com os Correios, empresa que desde o ano passado possui uma nova política com pacotes de entregas específicos para o e-commerce, na qual ficamos refém dos serviços prestados por eles.

A realidade é que hoje conseguimos atuar de forma mais independente. Por meio da tecnologia, podemos encontrar soluções inovadoras para resolvermos esses problemas, que infelizmente atinge muitos lojistas principalmente os que são menores, que ainda dependem desse tipo de serviço.

Podemos encontrar no mercado uma variedade de startup de logística que tem como objetivo solucionar esse setor. Como sabemos, essa área dentro de uma loja virtual requer precisão, velocidade, baixo tempo de resposta e um serviço de alto nível. Empresas como a Frenet, Melhor Envio e a Intelipost, apresentam ferramentas tecnológicas que buscam resolver essa demanda que o mercado necessita.

Outras startups vêm sobressaindo em um quesito que é considerado um dos mais importantes nas lojas virtuais, o de entrega. São plataformas que chegam ao mercado para otimizar, não só a experiência final do cliente, mas sim modernizar o setor de e-commerce e proporcionam soluções que facilitam o dia a dia de lojistas e clientes.

Não é só a área de transporte que vem sendo impactada pelas novas tecnologias. Já é possível encontrar no mercado ferramentas para áreas como empacotamento, armazenagem, separação dos produtos e rastreamento. É uma cadeia completa de soluções tecnológicas, que além de baratear os custos, torna sua loja virtual mais eficiente para o seu cliente.

Para reflexão final, como viram, é possível encontrar muitas startups que fomentam o setor de logística no e-commerce. Caso deseje implementar uma dessas soluções em sua loja, veja qual é a sua real necessidade e coloque no papel a sua dor, e então veja se a implementação será eficaz de acordo com a sua realidade e necessidades. Aposto que você vai encontrar uma solução no mercado que se adapte ao que você precisa.

(Fonte: No Varejo/SP)