Entenda os motivos de investir em capacitação em sua empresa

Quando o assunto é gestão empresarial, o investimento em capacitação de colaboradores deve ser um dos pontos primordiais para os empreendedores que pretendem crescer seus negócios.

Embora o cenário econômico brasileiro não seja favorável, em 2017, o investimento anual em treinamento e desenvolvimento (T&D) cresceu 21% em relação ao ano anterior. A média anual investida pelas empresas foi de R$ 788,00 e de 21 horas por colaborador. Os dados são da pesquisa O Panorama do Treinamento no Brasil.

Outro fato interessante identificado foi o de que quanto menor a empresa, maior foi o investimento em capacitação por colaborador. Enquanto as pequenas empresas investem 1,70% do faturamento bruto anual, as grandes empresas investem em média 0,13%.

A pesquisa ainda revelou que, ano a ano, cresce o investimento em atividades terceirizadas, apontando uma tendência, com aumento de 4% em 2017 e 11% nos últimos quatro anos. Segundo os dados, 49% das empresas optam pelo treinamento terceirizado, por meio de consultoria especializada para a área que se pretende desenvolver na organização.

Mas a minha empresa é pequena. Por que devo colocar a capacitação em foco?

Essa certamente é uma questão comum entre gestores de pequenas empresas. A verdade é que a capacitação é um dos três pilares da gestão de sucesso.

Por isso, se as empresas tendem a priorizar os investimentos em tecnologia, com a aquisição de sistemas e equipamentos, além também de consultoria, e de alguma maneira negligenciam a capacitação, há um desequilíbrio de investimentos.

Se você busca uma gestão de excelência, precisa concordar que ela depende muito de como a equipe da empresa está preparada. É importante ressaltar que, para que a empresa evolua, as pessoas que estão à frente dela precisam ser treinadas sempre.

Isso não quer dizer que seja apenas para orientação nos desafios diários do negócio, mas também para estarem alinhadas sobre as mudanças no mercado em que a empresa está inserida e identifiquem potenciais melhorias.

A Jiva, empresa que fornece sistemas de gestão empresarial, preza muito por esse pilar. Por isso, criou o tripé da melhoria da gestão que engloba tecnologia, capacitação e consultoria. Esses três pilares formam a base do que é oferecido pela Jiva para os clientes.

No pilar “tecnologia”, a Jiva oferta um sistema de gestão empresarial (ERP) com funcionalidades ideais para a automatização de processos, considerando a realidade dos pequenos negócios.

Diferente de outras soluções do mercado, a Jiva é a única que oferta o pilar “capacitação” por meio de cursos de educação a distância para ensinar aos colaboradores muito além da utilização do ERP. A equipe é treinada para entender conceitos de gestão que são essenciais para o dia a dia do negócio.

Esse conhecimento é fundamental para a melhoria dos processos e para o desenvolvimento da empresa. Isso porque, adotado o ERP, os colaboradores estarão preparados para usar as funcionalidades em sua totalidade, com tudo o que elas têm a oferecer. Além disso, eles podem fazer sugestões e aplicar melhorias ao negócio, já que terão informações suficientes para observar pontos que podem ser mudados.

No pilar “consultoria”, a Jiva acompanha a evolução do negócio por meio de uma metodologia que recebeu o nome de “acompanhamento evolutivo”. Por meio de consultores especializados e capacitados, a Jiva orienta a empresa parceira sobre as melhores práticas do mercado para que ela se mantenha competitiva e esteja sempre à frente dos concorrentes.

Gostou dessa dica? Aplique o tripé da melhoria da gestão na sua empresa e observe o quanto ele facilita o atingimento dos resultados que você busca.

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(fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/entenda-os-motivos-de-investir-em-capacitacao-em-sua-empresa/126442/ )

Logística no Brasil: como ser estratégico com as particularidades do país

Independentemente do setor ou do tamanho do negócio, uma área que pode ser considerada a principal preocupação dos empresários brasileiros é a logística. Responsável pela circulação de produtos no território nacional, este conceito faz com que a grande maioria das corporações enfrente diariamente uma série de particularidades e desafios para que consiga, de fato, crescer.

Para isso, a tecnologia é um auxílio poderoso nesta busca pela automatização e eficiência.

Os custos logísticos são componentes bastante significativos nas despesas operacionais das empresas brasileiras. Pesquisa realizada pela Fundação Dom Cabral indica que os gastos com transporte e armazenagem correspondem a 12,37% do faturamento bruto anual das corporações – um crescimento de 7,4% nos últimos três anos. Assim, uma boa gestão nessa área é vital para a garantia dos resultados das organizações.

Para isso, é preciso vencer duas características bem desafiadoras do Brasil. A primeira delas remete às dificuldades de transporte. O Brasil é uma nação com dimensões continentais (8,5 milhões de quilômetros quadrados, quase o tamanho de todo o continente europeu) e, se não bastasse, ainda possui uma grande dependência do modal rodoviário com infraestrutura pouco desenvolvida fora dos grandes centros. Além disso, há a questão tributária, com uma série de exigências fiscais e legais que tornam ainda mais complexos os desafios nesta área.

Reverter essas particularidades não é fácil porque não existe um cenário único ideal. As soluções dependem de cada segmento de atuação e do porte das empresas envolvidas. Contudo, algumas dicas são importantes. O primeiro passo para ter uma logística mais eficiente e menos dispendiosa, por exemplo, é garantir a visibilidade das operações e dos processos. Assim, os profissionais conseguem identificar os pontos fracos e executar planos estruturados para melhorar essa questão, otimizando e aumentando a eficiência.

 As empresas e os gestores precisam compreender que o setor está no momento de uma mudança significativa na forma como as operações são geridas. O uso da tecnologia como ferramenta de gestão e a busca constante pela inovação devem guiar todos os objetivos. Um bom começo é identificar parceiros especializados no assunto que podem ajudar nesta migração e na adoção de novos recursos. A visibilidade necessária para melhorar a eficiência depende diretamente da utilização da tecnologia.

Portanto, o posicionamento de uma organização em nível competitivo a médio e longo prazo demanda uma otimização constante das operações e processos. O mercado brasileiro já percebeu a necessidade de inovação e tecnologia e certamente intensificará mais essa procura nos próximos anos. Aos poucos, as empresas do Brasil conseguem deixar para trás todas as particularidades e desafios e começarão a apresentar, finalmente, uma evolução significativa na maturidade da gestão logística.

Diogo Louro — Sócio-diretor da Nimbi, especialista em tecnologia para a cadeia de suprimentos. http://www.nimbi.com.br/

(fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/logistica-no-brasil-como-ser-estrategico-com-as-particularidades-do-pais/126451/ )

Fraudes em cartão de crédito nas transações de celular crescem no país

O número de fraudes envolvendo cartões de crédito em transações pelo celular tem aumentado no país. Segundo levantamento do laboratório de cibersegurança da Psafe, entre janeiro e agosto deste ano já foram detectados mais de 6,7 milhões de golpes envolvendo bancos ou cartão de crédito no ambiente mobile. Ao todo, são 3,6 fraudes por minuto.

Ao todo, foram detectados 920 mil golpes na internet com o objetivo de roubar dados financeiros de consumidores para clonar cartões de crédito neste ano. Os meses de junho e julho tiveram os maiores registros, com 343,5 mil e 388 mil respectivamente. Os menores índices foram registrados em março (10 mil ataques) e abril (6,5 mil ataques). Neste ano, já foram identificadas 5,8 milhões tentativas de golpes a bancos.

Especialistas da PSafe apontam que não é ser possível determinar a motivação dos golpes. No entanto, o laboratório avalia que os dados variam de acordo com a sazonalidade e “criatividade” dos hackers. O aumento nos casos de golpes registrados nos meses de junho e julho podem estar associados ao período de férias escolares, em que as famílias costumam viajar mais e, consequentemente, usar mais o cartão de crédito.

Segundo os especialistas, hackers têm se aproveitado cada vez mais de contextos reais para criar golpes com um visual bastante crível, o que também influência o aumento dos casos de fraude.

O levantamento foi baseado na coleta de dados de detecções e bloqueios de ciberataques aos aparelhos dos mais de 20 milhões de usuários com o aplicativo de segurança dfndr, nos referidos períodos.

De acordo com a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, Ana Carolina Pinto Caram Guimarães, a pasta tem alertado os consumidores para verificarem a procedência dos sites e, principalmente, desconfiar de facilidades extremas oferecidas pelos estabelecimentos virtuais.

“Quando se fala de fraude, vai além de uma relação de consumo. É um crime praticado por pessoas que usam de má fé, se apropriam de dados do consumidor para se beneficiar indevidamente. Alguns benefícios oferecidos não são reais, são produtos com preços fora do valor real de consumo, sites que não têm índole boa. Tudo que tem muita facilidade, a gente convida o consumidor a ficar atento”, disse a diretora à Agência Brasil.

Segundo Ana Carolina Guimarães, o consumidor deve ficar atento às suas movimentações financeiras e comunicar imediatamente aos bancos ou às instituições financeiras caso verifique alguma inconsistência.

“Entre em contato com banco e peça o cancelamento do que estiver em desacordo. O consumidor também tem seu papel de verificar toda movimentação financeira. Os bancos ou estabelecimentos comerciais que não cancelarem imediatamente ou que não cuidarem de suas relações de consumo, como falha de segurança, vão responder juridicamente por essas falhas”, acrescentou.

 Segundo a diretora, instituições financeiras têm aprimorado suas tecnologias para evitar golpes e fraudes aos clientes. “Há o caso de um banco que instalou o reconhecimento digital nas operações realizadas pelo celular e essa atitude reduziu mais de 80% nas fraudes no sistema. É necessário o constante aperfeiçoamento das tecnologias para que haja o efetivo combate desses golpes”, avaliou.

Dicas

Para evitar fraudes, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) sugere que o usuário pesquise as opiniões dos clientes do estabelecimento antes de realizar transações em plataformas de venda on-line.

Além disso, o órgão aconselha os compradores a buscarem empresas que forneçam o endereço físico no site, CNPJ, e um telefone de atendimento ao consumidor; orienta ainda a desconfiar de ofertas muito generosas e a comparar produtos similares em outros fornecedores.

A Senacon oferece ainda a plataforma Consumidor.gov.br, que reúne reclamações e avaliações dos clientes. O sistema permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo pela internet. Segundo o ministério, 80% das reclamações registradas no sistema são solucionadas pelas empresas, que respondem às demandas dos consumidores em um prazo médio de sete dias.

(fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/fraudes-em-cartao-de-credito-nas-transacoes-de-celular-crescem-no-pais/126504/ )

Vendarketing: o ponto de encontro do marketing com o time de vendas

Nós, como membros do setor empresarial, podemos facilmente afirmar o quão intimamente ligados estão os departamentos de vendas e marketing, certo? Mas, de alguma forma, por mais vinculadas que sejam as suas atividades, na maioria dos casos eles continuam a atuar de forma separada e, muitas vezes, até mesmo independente. E os prejuízos desta decisão organizacional podem ser rapidamente observados: uma pesquisa realizada pela Inside Sales mostrou que mais da metade dos leads encaminhados pelo setor de marketing digital muitas vezes não são nem ao menos contatados pela equipe de vendas.

Isso pode ocorrer por uma infinidade de razões. Excesso de tarefas atribuídas ao time, falta de tempo, dentre muitas outras que, no fim das contas, sempre remetem ao mesmo erro: falta de um diálogo entre os departamentos. O que é, se pararmos para pensar, extremamente contraditório, uma vez que ambos os setores trabalham para o mesmo objetivo, ainda que em etapas diferentes. Precisa-se então de um alinhamento interno capaz de integrar todas as ações executadas por cada um dos lados. Nisso, ficamos com a pergunta: por onde devemos começar?

1. Tudo começa na comunicação, ou, SLA (Service Level Agreement)

Por mais eficiente que seja o trabalho de ambos os times, como eles podem atuar de maneira conjunta se não têm, por exemplo, ciência da meta definida pelo outro? Da quantidade de recursos, seus deadlines, suas estratégias de atuação, capacidade de staff, dentre outras informações desta natureza? O objetivo aqui é vender, certo. Enquanto um trabalha para captar o lead, o outro recebe o seu resultado e o finaliza com uma venda bem sucedida, mas isso não é tudo.

Comumente, estes dois setores veem um ao outro de maneira equivocada: enquanto o do marketing é visto como responsável somente pelo design e identidade visual, o de vendas é tido como meramente operacional e automático. Existe até mesmo uma pesquisa para corroborar esta afirmação: a Corporate Executive Board revelou que 87% dos termos utilizados por estes dois times para definir o outro são de cunho negativo. Talvez, se eles trabalhassem um dando suporte e um feedback claro ao outro, isso não aconteceria com tamanha frequência. É aqui que implementamos então o SLA (Service Level Agreement).

É com o SLA que o vendarketing tem o seu nascimento propriamente dito. Ele não só propõe que as duas equipes conversem entre si, mas sim, que a separação entre elas deixe de existir e, ainda que suas tarefas continuem a se distinguir, elas sejam executadas lado a lado em total alinhamento.

2. Qualificando os leads 

Aqui, o conceito de qualidade antes de quantidade é mais real do que nunca. Como dito acima, frequentemente, muitos leads não tem o follow-up necessário por parte do time de vendas devido à sobrecarga de tarefas. Mas, ao invés de partirmos para a solução convencional e simplesmente aumentarmos o número de membros na equipe, por que não analisarmos um pouco a probabilidade de sucesso que temos com os leads já existentes?

Afinal, quanto tempo e esforço já não foi dedicado a um lead realmente interessado no conteúdo mas, no final das contas, não tinha a intenção verdadeira de realizar a compra? Esta situação é mais do que comum. Então, existem algumas medidas simples que podemos aplicar para estarmos mais atentos a esta questão e conseguirmos identificar quais são aqueles que realmente trarão os resultados que estamos procurando.

Para isso, podemos utilizar de ferramentas que coletam o número de acessos daquele lead no website, número de cliques e conversões, palavras-chave utilizadas em seus mecanismos de busca e número de interações com a empresa, por exemplo. Assim, já conseguimos enxergar um bom lead, aquele com intenção clara de compra; o mediano, que está favorável a compra mas, se não dedicarmos um tempo da equipe de vendas, pode perder o interesse, e o lead mais fraco, que eventualmente desiste do produto.

3. Chegou a hora do time de vendas 

Após qualificar quais leads estão mais ou menos propensos a seguir com a compra, o time de vendas entrará em ação para fechar o negócio. E, para isso, algumas informações precisam ser repassadas pela equipe de marketing para que tudo ocorra corretamente e o atendimento do time de vendas – parte essencial em qualquer comercialização – seja o mais preciso possível.

Dados de contato, área de atuação do lead, cargo, abordagens mais suscetíveis a conquistá-lo, materiais adquiridos via download, histórico durante o processo de consumo do conteúdo criado pela equipe de marketing – informações como essas podem economizar muito tempo e oferecer o insight necessário para que o time de vendas se aproxime dele com confiança e eficácia.

Lembrando também que neste ponto, o tempo é um fator crucial. Informações levantadas pela Sua House mostram que a taxa de conversão de leads em clientes aumenta em até 62% quando ele tem uma resposta do time de vendas em até 5 minutos. E o mesmo vale para o número de abordagens: muitas vezes, após as duas primeiras tentativas, a equipe de vendas acaba por desistir de um cliente em potencial. A mesma pesquisa da Sua House recomenda até seis tentativas com a mesma pessoa, o que intensifica a sua taxa de sucesso para impressionantes 93%.

4. O caminho reverso: retornando o lead para um feedback

Nesta etapa final, é de suma importância que, após feitas as vendas, a equipe responsável repasse ao time de marketing quais leads se tornaram ou não clientes. Quais foram as razões em ambos os casos, tanto os bem sucedidos quanto os que desistiram, para que as duas equipes, conversem entre si para identificar os pontos de melhoria e possam trabalhar juntos para a sua resolução.

Uma ótima possibilidade neste processo é a de analisar individualmente os leads entre as equipes. Assim, características socioeconômicas podem ser extraídas de forma que o time de vendarketing possa determinar um foco de prospecção futura.

Por fim, deixo mais um conjunto de dados relevantes aqui para nossa reflexão, desta vez, levantados pelo Aberdeen Group: sua pesquisa revelou que as empresas que adotaram o vendarketing internamente tiveram um crescimento de 20% ao ano em suas receitas, enquanto as outras que ainda atuam com a separação dos departamentos, tiveram uma queda anual de 4%. Por enquanto, o vendarketing pode ser somente uma tendência, mas por que não ser um dos pioneiros que o tornará uma próspera realidade no mundo corporativo?

Régis Lima – Tem mais de 16 anos de experiência em Gestão de Equipes e atuação em cargos executivos de empresas nacionais e multinacionais do mercado de TI. Atualmente é diretor executivo na Lumen IT, sendo responsável pelas áreas comercial, financeira e de marketing da empresa.

(fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/marketing/vendarketing-o-ponto-de-encontro-do-marketing-com-o-time-de-vendas/126508/ )

Vale a pena trocar minha conta em banco por uma conta digital?

Os números não mentem: segundo pesquisa da consultoria Cantarino Brasileiro, especializada em marketing e relacionamento para o setor financeiro, 54% dos usuários de bancos tradicionais têm interesse em abrir uma conta puramente digital.

Com o surgimento de novos atores no ecossistema financeiro brasileiro – as chamadas fintechs, empresas de tecnologia especializadas em serviços financeiros específicos -, o consumidor descobriu um novo mundo. Nessa nova realidade, o cliente tem acesso a uma gama de serviços financeiros obtidos em apenas alguns toques no seu celular. Apesar da maioria das fintechs se especializarem em um único serviço financeiro (seguros ou investimentos, por exemplo), também existem aquelas que se propõem a oferecer uma gama maior de produtos próprios: os chamados bancos digitais. Seguindo a linha dos bancos tradicionais de entregar para o cliente a experiência de um “supermercado financeiro”, estes bancos se destacam por misturar a agilidade da tecnologia com a conveniência de um banco “off-line” – com resultados às vezes inconsistentes.

Mas, se por um lado a tecnologia dá novos poderes para o consumidor, por outro lado ela traz novas responsabilidades. É aí que surge a inescapável pergunta que dá título a este artigo: será que vale a pena mesmo abrir uma conta em um uma determinada fintech, tendo que potencialmente recorrer a várias fintechs para suprir todas suas necessidades financeiras?

Antes de seguirmos, é preciso fazer uma ressalva: note que estamos falando da abertura de conta no meio digital, e não de uma “conta digital”, que é uma espécie de conta corrente com serviços básicos e isentos de taxa oferecida pelos bancos tradicionais após resolução baixada em 2010 pelo Banco Central (BC). Como esse tipo de conta só pode ser movimentada por meios eletrônicos, ela ganhou o apelido de “conta digital”. Mas na prática, ela ainda é uma conta corrente, cuja única distinção é um pacote específico de serviços. Em geral quando discutimos as contas fornecidas pelas fintechs, na prática nos referimos a contas de pagamento, que têm características parecidas com as de uma conta corrente, mas sem o “tabelamento” de tarifas e serviços como as contas digitais bancárias.

As contas de pagamento são diversas, e podem incluir desde, por exemplo, um saldo corrente em uma empresa como PayPal ou MercadoPago, até o saldo de um cartão pré-pago. Tratam-se de contas online, oferecidas por empresas que não possuem agências físicas e são acessadas via site, app ou telefone, podendo ou não haver cobrança de tarifas para seus clientes.

E é aí que vem a grande vantagem de manter uma conta de pagamento digital: essas contas tendem a ser uma opção mais barata do que as contas bancárias tradicionais. E isso se dá justamente porque essas empresas digitais não possuem uma estrutura física, bem como despesas fixas e encargos que impliquem aumento no custo das operações bancárias.

E não é só isso. Graças a decisão do BC de abril deste ano, as fintechs ficaram autorizadas a fazer empréstimos sem a necessidade de intermediação dos bancos. Consequência: os clientes das fintechs acabam pagando menos juros comparados com os juros praticados pelos bancos. De acordo com pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), enquanto a taxa média de juros praticada pelos bancos do país gira em torno de 5,67% ao mês, a das fintechs fica em apenas 1,90%.

Embora as fintechs ofereçam juros menores, em geral só encontramos estes dois serviços básicos financeiros (a conta e a linha de crédito) em fintechs diferentes, o que causa uma certa fricção para o cliente médio. Além disso, lidar com uma fintech ou banco online requer certa imersão digital, isto é, a capacidade de saber mexer em um computador, seja smartphone, tablet ou notebook, uma vez que todas operações se iniciam e terminam na rede. Para complicar um pouco mais, a separação dos produtos em fintechs diferentes obriga o cliente a ter várias interfaces, sejam apps ou sites diferentes para cada provedor.

Esse é o “custo” atual por juros mais baratos e tarifas menores para o consumidor final—algo que deve ser considerado na hora de abrir uma conta.

Felizmente é só uma questão de tempo até que o brasileiro tenha o melhor dos dois mundos. A chegada do open banking no Brasil, anunciada há poucas semanas pelo Banco Central, significa que em breve o cliente da fintech poderá ter todos os serviços financeiros contratados por ele em um único lugar, da mesma maneira que o nosso celular reúne vários aplicativos em uma única tela. O open banking já é uma realidade na Europa, onde o cliente do banco tem a liberdade de escolher como ele acessa os serviços contratados do banco, da mesma maneira que escolhemos livremente o celular que utilizamos para acessar os serviços contratados de uma operadora.

Com essa mudança pela frente, vale a pena avaliar as vantagens de uma conta digital, uma vez que, dados os recentes avanços na tecnologia e na regulação do setor, em breve a distinção entre banco e fintech (conta corrente e de pagamento) para o cliente final será ainda menor.

Ricardo Taveira — CEO da Quanto, fintech brasileira que está impulsionando o segmento de open banking local – quanto@nbpress.com

(fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/vale-a-pena-trocar-minha-conta-em-banco-por-uma-conta-digital/126513/ )

Funcionamento do Comércio no dia das eleições (07/10 e 28/10)

Os dias destinados às eleições não são considerados como feriados.

As empresas do comércio lojista poderão funcionar no dia das eleições (07 e 28 de outubro de 2.018). Nos termos das Leis 10.607/2002 e 10.101/00, os dias destinados às eleições atualmente não são considerados como feridos, sendo, portanto, permitido o trabalho no comércio em geral.

Na hipótese de haver o trabalho nos respectivos dias de eleição, o empregador deverá permitir que o empregado exerça seu dever de votar.

 

Dia da Criança deve movimentar R$ 8,8 bilhões no comércio nacional

As vendas relacionadas ao Dia da Criança devem gerar movimento de R$ 8,8 bilhões no comércio do país, revela pesquisa da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio RJ) e Instituto Ipsos. Foram entrevistados 1.200 consumidores no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis, Salvador, Recife e em mais 64 municípios brasileiros, entre os dias 1º e 14 de agosto passado.

Segundo analisou hoje (6) à Agência Brasil o gerente de Economia da Fecomércio RJ, Christian Travassos, a movimentação estimada “é um indicador que se soma a outros percebidos no mercado”. Observou que os dados de atividade econômica são puxados pelo consumo das famílias no segundo trimestre, queda dos juros de 6 pontos percentuais em um ano e inflação na faixa de 2,54% em 12 meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). “Além disso, a confiança do consumidor tem melhorado”.

A pesquisa indica que os brinquedos serão opção de 61% das pessoas que vão presentear no Dia da CriançaFernando Frazão/Agência Brasil

O economista destacou que, para os R$ 8,8 bilhões que devem ser movimentados pelo Dia da Criança, colaboram também os dados relativos a emprego. “Essa é a principal variável que influencia a tomada de decisão do consumidor”, apontou o economista. Ele completou que esse conjunto de variáveis eleva o tíquete médio para a compra dos presentes de R$ 118,87, registrado em 2016, para R$ 138,95, este ano.

Em relação ao gasto médio por gênero, a pesquisa mostra que os homens pretendem gastar mais que as mulheres, com média respectiva de R$ 147,63 e R$ 129,61. Travassos explicou que, embora as mulheres tenham conquistado mais espaço no mercado de trabalho, os homens ainda são, proporcionalmente, mais presentes como chefes de família e têm um rendimento maior.

Brinquedos, com 61% das respostas, seguem na liderança entre as opções preferidas para presentes para as crianças, vindo a seguir, roupas (20%), calçados (5%) e bicicletas (3%). “A tradição fala mais alto nessas horas”, analisou Travassos.

No caso do estado do Rio de Janeiro, a sondagem Fecomércio RJ/Ipsos revela que o gasto médio pretendido pelos consumidores para o Dia da Criança sobe para R$ 165,57. A estimativa é que a data comemorativa contribua para injetar no comércio fluminense cerca de R$ 934 milhões.

Empresários

Outra pesquisa, feita pela Fecomércio RJ e Fundação Getulio Vargas Projetos (FGV Projetos) com 2 mil estabelecimentos comerciais nas oito regiões de governo fluminense, entre os dias 1º a 21 de setembro, revela que os empresários do setor no estado estão mais otimistas para as vendas do Dia da Criança de 2017. A expectativa é de alta de 7% no faturamento deste ano, em comparação ao ano anterior. O tíquete médio alcança R$ 118,69 por consumidor, sinaliza a pesquisa.

Christian Travassos lembrou que os anos de 2015 e 2016 foram difíceis para a economia como um todo, englobando empresários do varejo e consumidores. Agora, com a melhora que começa a ser percebida por meio dos indicadores econômicos, a confiança tende a aumentar. Ela destacou o emprego, que começou a responder de forma positiva no terceiro trimestre “e a tendência é que continue assim nos próximos meses”.

De acordo com o levantamento, 18 mil estabelecimentos fluminenses pretendem realizar ou já realizaram contratações temporárias. O gerente de Economia da Fecomércio RJ avaliou que o movimento de contratações é importante porque influencia toda a cadeira econômica. “A pessoa empregada tem mais segurança para consumir, para tomar crédito e a partir desse momento, melhora também o volume de vendas do comércio e isso estimula a produção”. Por isso, garantiu ser muito importante a retomada do emprego observada nas últimas leituras do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério o Trabalho (Caged).

(Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-10/dia-da-crianca-deve-movimentar-r-88-bilhoes-no-comercio-nacional )

Preferência por hábitos saudáveis e sustentáveis cresce entre os consumidores

A busca por saúde, qualidade de vida e bem-estar vem modificando o comportamento dos consumidores. Atualmente, a cada dois compradores, um dá preferência para produtos naturais, que causam menos impacto ao meio ambiente. É o que mostra uma pesquisa recente sobre cuidados pessoais, realizada pela Kantar Worldpanel. A preocupação com o que é natural, saudável e sustentável não é mais exclusiva de um perfil específico de pessoas. Ela se espalha cada vez mais e já é critério de escolha de boa parte dos compradores.

De acordo com o estudo, mais da metade dos clientes preferem produtos naturais, orgânicos, terapêuticos ou à base de ervas e não poluentes. No segmento de maquiagens, por exemplo, o objetivo é parecer natural, com produtos leves e sustentáveis. E os brasileiros se destacam, já que são os mais engajados, conforme o levantamento. Por aqui, 57,7% dos entrevistados disseram que a preservação da natureza é uma importante motivação na hora de consumir, percentual maior que o registrado entre europeus (51,9%) e norte-americanos (43,1%).

O movimento que defende a redução do uso de plástico e o reúso ou o reaproveitamento de itens que seriam descartados está intimamente relacionado com essa busca pelo natural. Em função disso, matérias-primas como madeira (de reflorestamento, claro), lã, algodão e metal passam a ser cada vez mais valorizadas, enquanto os bens produzidos com plástico têm sido cada vez mais questionados. Seguidoras e promotoras dessa tendência, a marca gaúcha Sall – que produz roupas de seda, algodão, linho e lã – e a Mapeei – loja paulista com produtos que ajudam a adotar uma vida sem geração de tanto lixo – são reflexo disso.

Menos é mais

Valorizar o consumo consciente e sustentável é a proposta central da Sall, uma marca de roupas femininas feitas apenas de fibras naturais – seda, algodão, linho e lã. “Temos o propósito de inversão da lógica de consumo. Para nós, menos é mais”, explica a proprietária, Paula

Azevedo. Por isso, a produção é voltada para modelos básicos – peças sem estampas e de cores neutras –, para mostrar às pessoas que é possível realizar muitas combinações com poucas peças. Além disso, o caimento das roupas é clássico, evitando que se perca a modernidade de acordo com o calendário da moda. “Acreditamos que as mulheres que compram Sall querem consumir moda de forma consciente, pois entendem que, a cada peça comprada, estão mudando o mundo, mesmo que sejam passos de formiguinha”, completa Paula. Fundada há dois anos, a marca é vendida no Coletivo 828 (Rua Visconde do Rio Branco, 828, bairro Floresta) – local que reúne diversas marcas autorais em Porto Alegre –, em Caxias do Sul nas lojas Magnabosco e pelo e-commerce Mais Alma.

Zero desperdício

Em São Paulo, a geógrafa – e agora empreendedora – Lívia Humaire encarou uma proposta ousada: criar a primeira loja zero lixo do Brasil. O espaço, chamado Mapeei – Uma Vida Sem Plástico, fica no número 1524 da tradicional rua Augusta. Lá, ela oferece uma variedade de produtos que não geram lixo após a utilização – como cosméticos em barra, absorventes de tecido, garrafas reutilizáveis, potes de vidro, talheres e guardanapos para comer na rua, etc. A ideia ganhou corpo após uma viagem pela Europa, onde encontrou diversos comércios com a proposta de reduzir ao máximo o uso de plástico e embalagens. De volta ao Brasil, buscou conceber um local que sirva como um catalisador desse modo de vida, inspirando cada cliente a produzir menos resíduos. “Quero que a loja dê conta das necessidades mais integrais quanto à redução de lixo”, explica Lívia.

Dicas simples para sua loja ser mais amiga da natureza

Embalagens: pergunte aos seus fornecedores quais produtos podem ser enviados sem plástico.

Sacolas: substituir sacolas de plástico por sacolas de tecido.

Utensílios reutilizáveis: se sua loja oferece café, água ou petiscos aos clientes, deixe à disposição copos reutilizáveis em vez de descartáveis. O mesmo vale para talheres e guardanapos.

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(fonte: Sindilojas POA – https://www.sindilojaspoa.com.br/imprensa/noticias/preferencia-por-habitos-saudaveis-e-sustentaveis-cresce-entre-os-consumidores)

O papel da influência no varejo

Há quem diga que uma das características mais marcantes dos consumidores é a indecisão. Mesmo que seja verdade, o fato é que hoje, com o grande volume de opções que existem para qualquer produto ou serviço, não há quem não fique indeciso antes de comprar. Por isso, comerciantes de todos os segmentos e tamanhos precisam estar atentos sobre o papel da influência, que é exercida de todos os lados e interfere nas decisões dos clientes, impactando nas vendas e nos resultados das empresas.

Além das novelas e de artistas, que historicamente influenciam no comportamento de compra dos consumidores, as redes sociais têm conquistado seu espaço nesse sentido. Mas, por lá, é um público muito mais singelo que vem se destacando: os microinfluenciadores – que são pessoas comuns, desconhecidas da maioria do público, mas que possuem um importante prestígio no seu círculo ou em determinado assunto e detêm o poder de impactar as escolhas de terceiros.

O diferencial dos microinfluenciadores

Até mesmo os grandes empresários – como a cantora Rihanna, que recentemente lançou sua própria linha de maquiagens – utilizam microinfluenciadores dentro da estratégia de divulgação. Nesse caso, a marca contou com uma rede de blogueiros voltados para o segmento de beleza. Eles testaram e avaliaram os produtos, criando, assim, uma rede fiel de consumidores, graças à união entre o prestígio da artista e a aprovação dos influenciadores, endossando o produto.

Mas por que não apostar na publicidade tradicional? As razões são várias, mas uma das principais é o fato de que cada vez mais os consumidores buscam humanizar as relações, incluindo o relacionamento com as marcas.

“O público confia mais em indicações de outras pessoas do que nas marcas. Então, o influenciador entra para humanizá-las. Mas é preciso escolher pessoas que já gostam e se relacionam com a empresa, e não olhar somente para o número de seguidores, porque o poder que eles exercem está relacionado à confiança do público. Se tratarmos os influenciadores como garotos-propaganda e esperarmos deles uma audiência de celebridades, voltamos para o modelo tradicional, com personalidades que vendem um estilo de vida inalcançável para a maior parte do público, e o qual as pessoas já estão cansadas de ver”, explica Andressa Griffante, criadora da RSBloggers, uma agência gaúcha que trabalha com marketing de influência e possui um grande número de influenciadores locais cadastrados.

“O público confia mais em indicações de outras pessoas do que nas marcas. Então, o influenciador entra para humanizá-las.” Andressa Griffante, da RSBloggers

Na prática

Mas, afinal, como o varejista pode medir a eficácia de uma divulgação capitaneada por um microinfluenciador? Segundo Andressa, a eficiência de uma divulgação depende do seu objetivo. “Às vezes, a meta não é a venda. Pode ser uma ação para atrair seguidores, divulgar um evento ou levar o comprador até o ponto físico”, diz. Para a influenciadora digital Pamela Zottis – que é seguida por mais de 39 mil pessoas no seu perfil do Instagram, onde dá dicas de moda e comportamento –, não é certo basear o sucesso de uma campanha apenas pelo número de curtidas.

“Ainda é difícil metrificar as divulgações. Se a pessoa não chegar na loja e comentar ou me marcar em um post, é difícil saber o que realmente gerou a venda. O que nós conseguimos ver é o alcance, ou seja, quantas pessoas foram atingidas. Likes não significam muita coisa atualmente. Um post de um produto pode ter muitos likes e nenhuma venda”, comenta Pamela, que também é colunista da revista Donna.

Ela esclarece que na hora de acertar a parceria entre marcas e influenciadores, o modelo mais comum é fechar um pacote de postagens por cachê. “Mas algumas parcerias, em troca de produtos, sempre rolam. Por exemplo, anunciar uma promoção e ter um valor para pegar em roupas na loja que está sendo divulgada. Funciona para serviços que eu preciso e uso sempre, como maquiagem e cabelo”, relata Pamela.

Aos lojistas que pretendem apostar no talento de algum influenciador para divulgar seus produtos, Andressa recomenda que o primeiro passo seja seguir páginas de influenciadores para observar como eles trabalham e selecionar aqueles que personificam os valores da sua empresa. “As marcas devem se familiarizar com esse ambiente e ver que influência exercem no seu público-alvo. Devem se relacionar de alguma forma. No começo, para tirar a febre, podem propor uma permuta (itens ou serviços da loja em troca de postagens). Depois de encontrar um bom influenciador, o ideal é manter uma campanha de longo prazo”, completa.

“O mais bacana é as pessoas lembrarem da loja ou marca porque viram que eu estava usando algo de lá. Talvez a venda não ocorra imediatamente, mas fica ali guardadinha. Quando alguém precisar de algo, pode pensar: vi no Instagram, sei que tem na loja tal. E a pessoa vai atrás.” Pâmela Zottis, influenciadora digital

5 dicas de ações que marcas podem desenvolver*

1. Personificar a experiência

Em vez de enviar ao influenciador um kit com produtos padrão da loja – como fazem (quase) todas as marcas –, personifique a experiência. Analise o perfil do influenciador e pense numa forma de criar um elo com as suas postagens. Enfim, tente criar uma história pessoal entre seu produto e o influenciador.

2. Kit criativo

Enviar um kit com produtos selecionados da loja – como uma nova coleção, por exemplo – ainda funciona, mas precisa de criatividade para se destacar. É preciso fugir do óbvio, para que os itens não passem despercebidos pelas postagens.

3. Foco no influenciador

Ao encontrar um influenciador que represente bem a sua marca, coloque ele no centro dos conteúdos produzidos. Elabore uma série de postagens protagonizadas por ele. Entreviste-o. Além de estreitar sua relação com ele, vocês vão compartilhar a audiência um do outro.

4. Pensar na audiência

Também é importante criar conteúdos que envolvam a audiência do influenciador. Por exemplo, em vez de enviar um kit de maquiagens para a influenciadora, proponha um concurso que premie 50 seguidores dela com o mesmo kit.

5. Propor campanha, não orçamento

Uma boa forma de iniciar com o pé direito sua relação com o influenciador é propor uma campanha de médio a longo prazo, no lugar de simplesmente chegar com uma proposta de orçamento.

*Colaborou o especialista em redes sociais Rafael Terra, da agência Fabulosa Ideia.

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(Fonte: Sindilojas POA – https://www.sindilojaspoa.com.br/imprensa/noticias/o-papel-da-influencia-no-varejo)

Reajuste do frete terá impacto de R$ 1,09 bilhão no comércio até o fim do ano

No dia 5 de setembro, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou a nova tabela com os valores mínimos do frete em todo o País. A medida corrige a tabela editada em 30 de maio, criada para satisfazer uma das principais exigências feitas pelos caminhoneiros no auge da greve que paralisou o Brasil por 11 dias no fim de maio.

O reajuste médio aplicado pela nova tabela foi de 5,5%, dependendo do tipo de carga, e consiste em uma compensação pelo recente reajuste no preço do óleo diesel. O aumento do diesel, por sua vez, deriva da variação da taxa de câmbio que, nos três últimos meses, acumulou desvalorização de 10,7% e do preço do petróleo no mercado internacional (+4,1% no mesmo período).

Segundo estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) para todo o universo de empresas comerciais, essas despesas com fretes somaram R$ 50,7 bilhões em 2017, sendo R$ 35,0 bilhões no comércio atacadista, R$ 13,6 bilhões no varejista e R$ 2,2 bilhões no automotivo.

Com o reajuste da tabela, até o fim de 2018, o comércio atacadista será o mais penalizado, devendo incorrer em gastos adicionais de R$ 689,8 milhões. O varejo e o comércio automotivo terão gastos extras de R$ 293,8 milhões e R$ 44,9 milhões, respectivamente. Acesse abaixo o estudo na íntegra.

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  • Impacto frete comercio CNC | Download

(fonte: CNC – http://cnc.org.br/noticias/economia/reajuste-do-frete-tera-impacto-de-r-109-bilhao-no-comercio-ate-o-fim-do-ano)