Rotativo gratuito para as compras de Natal

O estacionamento rotativo vai ser liberado no hipercentro de Belo Horizonte nos três sábados anteriores ao Natal: dias 9, 16 e 23 de dezembro.

De acordo com a BHTrans, a medida, publicada na edição de terça-feira (28) no “Diário Oficial do Município (DOM)”, tem o objetivo de facilitar a vida dos consumidores no período de compras do Natal. Atualmente, em sábados normais, o rotativo só é liberado após as 13h. A folha do rotativo custa R$ 4,40.

Outra medida adotada para melhorar o fluxo de veículos durante o fim de ano na capital é a paralisação das obras e dos serviços nas vias públicas em todas as regionais de Belo Horizonte entre 1º de dezembro e 7 de janeiro de 2018. Somente as obras emergenciais não serão suspensas.

(fonte: O Tempo)

Mercado Livre afirma que vendas aumentaram 186% na Black Friday

O Mercado Livre afirmou que suas vendas na Black Friday deste ano registraram um aumento de 186% em relação à mesma data do ano anterior. O resultado considera o período entre às 17h de quinta-feira (23) até as 23h59 de segunda-feira (27).

Segundo a companhia, as categorias de produto que registraram mais vendas foram celulares, casa, móveis e decoração e eletrodomésticos.

Em número de acessos, o Mercado Livre registrou, apenas na sexta-feira de Black Friday, mais de 20 milhões de visitantes únicos. O dado equivale à metade de toda a audiência que o Mercado Livre teria em um mês normal, sem datas sazonais.

Os dados do Mercado Livre corroboram a expectativa do mercado de que os grandes nomes do comércio eletrônico tenham tido resultado de vendas acima da média. Embora as vendas totais do setor tenham crescido 10,3% na data, segundo a Ebit, analistas estimaram que redes como B2W, Via Varejo e Magazine Luiza também podem ter registrado desempenho melhor que a média.

(fonte: O Tempo)

Em BH, seis a cada dez consumidores compram pirataria

Pirataria é crime, mas faz parte do cotidiano de milhares de pessoas, motivadas pelo preço mais baido, pela facilidade de encontrar os produtos e pela rapidez com que as falsificações chegam ao mercado. Em Belo Horizonte, 61% dos consumidores admitem já ter adquirido algum produto pirata, segundo pesquisa realizada pela área de estudos econômicos da Fecomércio MG, divulgada nessa quarta-feira (29).

O preço mais em conta é apontado como motivo da compra por 83,2% dos entrevistados. CDs e DVDs não originais são os produtos mais comprados na cidade. A auxiliar de escritório Rosângela Souza dos Santos, 37, tem o costume de comprar dois DVDs por R$ 5. “Compro pirata mais pelo preço mesmo, porque não tenho condições. Se eu fosse comprar o original, iria custar uns R$ 30”, destaca.

A pesquisa revela que 90% das pessoas acreditam que a pirataria alimenta a sonegação, mas isso não impede que elas comprem – aliás, a carga tributária elevada até justifica a escolha. O eletricista Daniel Oliveira, 22, admite que já recorreu várias vezes a produtos piratas. “Os originais são muito caros. Acho que o governo deveria reduzir os impostos para o preço cair”, afirma.

“A estimativa do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade é que as perdas dos setores empresariais e dos governos federal, estadual e municipal geradas pela sonegação fiscal representem, aproximadamente, R$ 115 bilhões ao ano”, explica o economista da Fecomércio MG, Guilherme Almeida. “Além disso, a vítima pode ser o próprio consumidor, que é lesado com uma compra de baixa qualidade e sem qualquer garantia”, reforça. (Com Queila Ariadne)

“Baixar da internet não é crime”

É consenso entre os consumidores que comprar produto pirata prejudica o fabricante ou o artista. Na pesquisa divulgada nessa quarta-feira (29) pela Fecomércio MG, 93,3% dos entrevistados concordam com esta afirmação. Por outro lado, 71,4% dos entrevistados acham que baixar filmes, músicas e jogos da internet para uso pessoal não é crime.

“A pirataria é um costume que está enraizado na cultura do brasileiro e é um desafio alterá-lo”, afirma o economista da federação, Guilherme Almeida.

 (fonte: O Tempo)

7 estratégias do Magazine Luiza para gerir e reter pessoas

Pela primeira vez, o Magazine Luiza conquistou a primeira colocação no ranking que elege as melhores empresas para trabalhar do varejo brasileiro, segundo estudo realizado pelo Great Place to Work – GPTW, em parceria com a NOVAREJO.

Esta é a quarta edição do estudo que identificou as companhias do setor com as melhores práticas de gestão de pessoas. Há quatro anos, o estudo consagrou 24 empresas, e a Magazine Luiza conquistou a segunda colocação, atrás da Gazin.

No ano seguinte, em 2015, a companhia também conquistou a segunda colocação, dentre 40 companhias identificadas como as melhores para trabalhar. Em 2016, o estudo identificou 25 empresas da categoria Médias empresas e 25 empresas da categoria Grandes empresas. E o Magazine Luiza também foi consagrado na segunda colocação dentre as grandes companhias.

Desta vez, na segunda edição do prêmio, a maior rede de eletroeletrônicos conquistou a primeira colocação, na categoria Empresas de Grande Porte. “De um ano para cá, a gente deu consistência às nossas práticas, reforçamos nossas ações e aprofundamos o que já criamos”, afirma Patrícia Pugas, diretora de Recursos Humanos da Magazine Luiza.

“A prática do Magazine é muito constistente e clara. Olhamos para todo o cenário adverso e entendemos que gestão de pessoas é estratégica. Os resultados positivos que temos estão muito relacionados a importância que damos às pessoas”, afirma.

Confira algumas práticas da empresa que fazem toda a diferença para os funcinários.

1. Pequenas atitudes, grandes resultados

Algumas ações da companhia parcem pequenas, mas promovem um grande resultado na companhia. No último ano, por exemplo, a empresa conseguiu aumentar o período de licensa maternidade para seis meses. A licensa paternidade também foi aumentada, para 20 dias. “Esse tipo de atitude faz com que os funcionários se sintam valorizados”, afirma Patrícia.

2. Trilhas de carreira

A companhia é reconhecida por ter programas de carreira estruturados. O funcinário que entra sabe a trilha de carreira que ele tem de caminhar para conseguir crescer. Para se ter uma ideia da importância desse tipo de estratégia, todos os gerentes das lojas da companhia foram formados dentro de casa.

3. Treinamento

No último ano, a empresa reforçou a plataforma de treinamento. Há mais conteúdo e por ser online os funcionários têm acesso onde e no device que quiserem. Isso aumentou em 540% os acessos na plataforma.”Isso ajuda no processo de evolução dentro da companhia”, afirma a executiva.

4. Liderança

A gerência é outro foco da companhia. Para a empresa, a formação de líderes é uma preparação não apenas para o agora, mas para o futuro. “É um círculo virtuoso bom, porque na hora em que eu formo um gerente, eu abro vagas mais vagas na base”, conta.

5. Transformação digital

A transformação digital não está apenas na estratégia de operação da companhia. Ela também atinge às pessoas. A empresa não apenas coloca a tecnologia à disposição dos funcionários, como também oferece treinamentos que ajudam a mudar o mindset dos mais velhos.

“A gente tem um processo de capacitação interna para que as pessoas não apenas aprendam a usar ferramentas, mas também aprendam e assimilem essa cultura e sejam sensibilizadas com isso, inclusive para a inovação”, conta Patrícia.

6. Comunicação

A comunicação na empresa é trabalhada para ser ágil e transparente. “Nos comunicamos muito e temos muito a prática de ouvir. É a base de tudo. Aqui, deixamos claro que as pessoas estão abertas para aprender e crescer”, diz.

7. Recrutamento e seleção

Recrutar e selecionar bem estão nas bases das estratégias do Magazine Luiza para gerir pessoas. “Percebemos, claramente, que se recrutamos melhor vamos conseguir melhores desempenhos. Eu preciso recrutar bem e ter muito foco na nossa seleção. Esse é o nosso grande foco para 2018”, diz.

(fonte: Portal No Varejo)

Isto é o que sua empresa precisa fazer para crescer em 2018

Crescimento é fundamental, mas não é fácil. Nossas pesquisas mostram que empresas que conseguiram crescer mais que o PIB tiveram duas vezes maior chance de entregar um retorno acima do mercado do que aquelas que cresceram menos. Por outro lado, as corporações que não tiveram uma taxa de expansão superior ao PIB em um ciclo econômico tiveram cinco vezes mais chance de desaparecer no próximo.

Com a esperança do término da crise, os varejistas brasileiros que estavam mais focados em eficiência começam a voltar suas atenções à ampliação das vendas. É bem verdade que o crescimento não saiu do radar das empresas e algumas tiveram êxito. Mas o que fizeram esses campeões de crescimento?

Uma das capacidades dos vencedores é a de “garimpar”, ou seja, buscar mercados ou categorias que crescem acima da média. Das 30 empresas que mais cresceram no Brasil, descobrimos que 73% do resultado veio dessa alavanca. Já a expansão por meio de fusões e aquisições representou apenas 23% e via ganho de market share, ínfimos 4%.

No varejo, essa estratégia tem de ser parte do modelo de negócios. É essencial avaliar de forma constante e granular os itens que crescem acima do mercado e adicioná-los rapidamente ao portfólio. Também é chave revisar a alocação de espaço, privilegiando itens que crescem mais. Por último, as empresas têm sempre de trazer novos itens ao portfólio. Varejistas que foram mais rápidos em testar e dar maior espaço a categorias como cervejas especiais ou “sucos 100% da fruta” conseguiram avançar mais.

Uma segunda maneira de “garimpo” é a busca e o investimento em formatos que mais crescem. A expansão de modelos de atacarejo para captar consumidores mais sensíveis a preço é um bom exemplo.

A terceira forma é a identificação das cidades ou microrregiões que crescerão mais. Mesmo em um Brasil que passou por uma recessão nos últimos dois anos, diversas microrregiões mostraram desenvolvimento. Posicionar-se antecipadamente nesses mercados é a chave para crescer em um cenário adverso.

Poucas empresas usaram essas três estratégias. Contudo, as que usaram conseguiram crescer durante a crise e vão usar as mesmas estratégias para crescer ainda mais quando a economia voltar a crescer.

(fonte: Portal No Varejo)

Black Friday: vendas em lojas físicas crescem menos que no ano anterior

O final de semana da Black Friday (24 a 26 de novembro), as vendas nos comércios de rua e shoppings centers cresceram 4,9% em todo o país, abaixo dos 11% registrados no mesmo período de 2016. A informação é do Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio.

Durante a semana de 20 a 26 de novembro, que o varejo chamou de “Black Week”, as vendas caíram 0,8% na comparação com a mesma semana do ano passado.

Para os economistas da Serasa Experian, a Black Friday vem se consolidando como mais uma data importante do varejo nacional e, apesar de ter crescido menos do que no ano passado, as vendas neste ano foram impulsionadas pela recuperação da renda real dos consumidores e pelas melhores condições de crédito.

“Os dados também revelaram que a Black Friday é um fenômeno de curtíssimo prazo pois, apesar de várias lojas terem anunciado ofertas desde o início da semana (Black Week), as vendas somente cresceram no final de semana (Black Friday).”

(fonte: G1)

Percentual de famílias inadimplentes e sem condições de pagar as contas recua em outubro

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias endividadas alcançou 61,8% em outubro de 2017, uma alta de 0,1 ponto percentual na comparação com setembro. Também houve alta em relação ao mesmo período de 2016, quando o indicador alcançava 59,8% do total de famílias.

“A queda das taxas de juros e a lenta recuperação da renda do trabalho têm favorecido a retomada gradual em algumas modalidades de crédito, com impacto sobre o endividamento”, pontua Bruno Fernandes, economista da CNC.

Apesar da alta do percentual de famílias endividadas, a proporção daquelas com dívidas ou contas em atraso diminuiu em outubro, atingindo 26% das famílias, ante 26,5% em setembro. Na comparação com outubro de 2016, entretanto, houve alta de 1,3 ponto percentual.

A proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes apresentou queda na comparação mensal, alcançando 10,1% em outubro de 2017, ante 10,9% em setembro, que havia sido o maior patamar da série histórica. Na comparação com o mesmo período de 2016, houve alta de 0,3 ponto percentual.

Nível de endividamento cai

A proporção de famílias que relataram endividamento elevado diminuiu entre os meses de setembro e outubro – de 15% para 14,6% do total de famílias. Na comparação anual, houve estabilidade. O percentual de famílias que se declararam pouco endividadas subiu na base de comparação mensal: passou de 24% para 24,5% do total entrevistado. Em relação ao mesmo período de outubro de 2016, também ocorreu aumento de 0,7 ponto percentual.

Prazo de endividamento

O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 63,8 dias em outubro de 2017, superior aos 62,9 dias de outubro de 2016. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 7,2 meses, sendo que 32,8% das famílias possuem dívidas por mais de um ano. Entre aquelas endividadas, 24% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

Para 76,7% das famílias que possuem dívidas, o cartão de crédito permanece como a principal forma de endividamento, seguido de carnês (16,7%) e financiamento de carro (10,2%).

A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.

(fonte: CNC)

O varejo consegue pensar simples?

Como o varejo brasileiro pode agir de forma estratégica, pensando simples em ambientes complexos, tornando o negócio lucrativo e sustentável em relação a produtos, experiências do consumidor, o papel da loja, a integração com o mundo digital e cultura corporativa? De fato, não é algo de fácil execução. Atento a esse cenário, o fundador da Varesse Retail, Alberto Serrentino, lista as melhores práticas para o varejista fazer o seu melhor: vender e atender bem o cliente.

Baseado em uma extensa observação de mais de 30 anos de vivência com empresas, empresários e líderes, confronto permanente de ideias, em evidências colhidas como vendedor, gestor, estudioso, consultor e conselheiro em varejo, Serrentino acompanha o progressivo aumento de complexidade do ambiente varejista, a integração com o universo digital, no qual as empresas de varejo são desafiadas a pensar na estratégia de negócio e definir as prioridades da gestão. Isso o levou a crer que, em um ambiente de crescente complexidade é cada vez mais importante pensar de forma simples.

“O varejo brasileiro atingiu um patamar de maturidade e possui elevado potencial de médio e longo prazo. O atual cenário caracteriza um novo ciclo para o setor, desde as o processo de expansão das empresas, perseguindo simultaneamente pela competitividade. A crise vivenciada a partir de 2015, deixará um salto de produtividade no varejo em função da retomada determinada e enérgica de decisões difíceis. Haverá ganhos de lucratividade e ciência, que farão o varejo brasileiro continuar avançando em seu processo de amadurecimento”, ressalta Serrentino.

A vivência do autor com o mercado varejista amadureceu algumas convicções, que sintetizam seu modo de pensar e entender o negócio varejista. Esses valores foram resumidos no livro “Varejo e Brasil: Reflexões estratégicas”, que está em sua segunda edição. Para o especialista, essas convicções podem ser agrupadas em três partes: o entendimento dos ciclos de evolução e amadurecimento do mercado brasileiro; criação de um modelo para a construção de estratégia em negócios de varejo; e aplicação de cinco temas importantes.

Na visão de Serrentino, esses temas são pautados na relação com o produto, o ponto de venda, a experiência de compra; a integração com o mundo digital e o desenvolvimento a partir de propósitos, cultura e engajamento. “O desafio de maior complexidade para empresas de varejo é conseguir ampliar a sua relevância por meio da evolução dos modelos de negócio, para que sejam integrados ao mundo digital”, pontua.

Ele explica que o crescimento do varejo digital em ritmo superior ao tradicional tem sido uma constante em âmbito global nos últimos 20 anos, fazendo que a participação das vendas digitais em relação ao varejo cresça progressivamente. “A transformação digital será bem-sucedida se feita a partir do consumidor, ao invés, dos canais que tentam implementar essa cultura. O grande desafio para integração do mundo digital ao dos negócios de varejo é o desenvolvimento da cultura digital”, completa Serrentino.

(Fonte: Varejista)

Vendas do comércio eletrônico crescem 10,3% na Black Friday

As vendas do comércio eletrônico cresceram 10,3% na Black Friday de 2017 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a Ebit, empresa especializada em informações do setor. O faturamento este ano chegou a R$ 2,1 bilhões nos dias 23 e 24 de novembro.

O número de pedidos cresceu 14%, de 3,30 milhões para 3,76 milhões, enquanto o tíquete médio caiu 3,1%, de R$ 580 para R$ 562, na comparação entre os períodos. A Ebit considerou que a retração no tíquete médio é resultado de ações promocionais mais agressivas nas categorias de maior valor agregado.

O levantamento detectou ainda alta nas compras feitas via celular. As compras realizadas por meio de dispositivos móveis representaram 26,5% de todo o volume financeiro, um crescimento de 41,5% ante o ano passado.

As categorias com maior número de pedidos na Black Friday, segundo a Ebit, foram eletrodomésticos e itens de moda. Os eletrodomésticos representaram 16% dos pedidos, enquanto a categoria de moda e acessórios representou 12%.

(Fonte: Gaúcha ZH)

4 estratégias de crescimento para 2018

No clássico filme Campo dos Sonhos,o protagonista recebe a inspiração de uma voz imaginária: “se você construir, eles virão”. Esta frase ficou famosa no mundo dos negócios e acabou virando um lema para várias startups e empreendedores: concentre-se no desenvolvimento do seu produto e os clientes virão.

Se você é aquele empreendedor que vê Vendas e Marketing como um mal necessário ou se você está sofrendo com as turbulências na economia, nunca foi tão importante ter um foco especial em vendas e ser produtivo para converter qualquer oportunidade de negócio em receita.

Um bom plano de vendas deve ser curto, simples e direto ao ponto. Ele deve conter essencialmente os seus objetivos e metas de receita e as ações para conquistar novos clientes e crescer as vendas a partir dos clientes existentes.

Estratégia 1: Defina sua Meta

Este é um elemento crítico do plano de vendas pois definirá o seu ritmo de crescimento e a sua cadência de acompanhamento periódica de novas vendas.  Estes são os principais pontos que você deve considerar ao determinar suas metas de vendas:

  • Dado o seu planejamento estratégico e as oportunidades de negócios, qual a meta de crescimento que faz sentido para sua empresa?
  • Qual o mix de vendas de clientes existentes vs. vendas de novos clientes que suportará este crescimento?
  • Quais as restrições de capacidade do seu negócio? Por exemplo: se você planeja crescer 50% e isso significa contratar mais vendedores, você tem os recursos financeiros para aumentar o seu headcount?

Estratégia 2: Ajuste o Funil

O funil de vendas é um dos recursos mais importantes em gestão e planejamento de vendas e marketing.  Essencialmente, o seu funil informa quão bem a sua empresa converte leads em clientes potenciais e, mais importante, clientes potenciais em clientes reais.

Construa um plano que permita a automação do seu funil de vendas para que você consiga gerir o volume sem perder o relacionamento personalizado com cada lead. Além disso, é fundamental que você consiga gerenciar as taxas de conversão entre os diferentes estágios do seu ciclo de vendas.

O mais importante na fase de planejamento de vendas é dimensionar o seu funil de vendas para a meta de crescimento estipulada e então identificar potenciais gargalos de vendas e marketing.

Alguns exemplos comuns de gargalos:

  • Geração de leads: quantos leads você precisa gerar? Você terá os recursos de marketing necessários para isso, tais como orçamento de publicidade online/tradicional, canais de prospecção ativa etc.
  • Qualificação: qual a taxa de conversão de leads para oportunidade de negócios que você precisará? Como ela se compara com o seu histórico de conversão?
  • Dimensionamento do Time de Vendas: você tem a equipe necessária para gerir (e fechar!) todas as oportunidades?

Estratégia 3: Crescimento por Novos Clientes

Sua empresa tem dois motores de crescimento: fazer upsell/cross-sell nos atuais clientes e conquistar clientes novos. Na definição das suas metas você já estimou a taxa de novas vendas que deverão vir de novos clientes. Estes são os principais pontos a serem considerados para conquistar novos clientes:

  • Comece definindo o seu mercado-alvo e mapeando os canais de marketing apropriados para conectar-se com esta audiência como, por exemplo, mídias sociais, marketing online, marketing de conteúdo, feiras e eventos ou teleprospecção.
  • Use o seu funil de vendas para determinar quais os melhores leads (ou seja, aqueles com maior taxa de conversão) e concentre recursos nestes canais.
  • Use indicações de clientes existentes – não só para dar credibilidade e validação ao seu produto, mas também peça aos seus clientes que indiquem outras empresas ou pessoas que teriam interesse no que você vende.
  • Incentive a sua força de vendas a conquistar novos clientes. Você pode fazer isso com premiações por clientes novos ou comissionamento diferenciado.
  • Construa um painel de controle de atividades relacionadas a novos clientes que mostre indicadores como quantidade de cold calls realizados, quantidade de reuniões com clientes em potencial, propostas enviadas etc.

Estratégia 4: Crescimento por Clientes Existentes

Conquistar novos clientes é ótimo e dá o oxigênio necessário para a sua empresa crescer. Porém, é também a forma mais cara de crescer.

Portanto, em tempos de crise, é fundamental que você tenha uma boa estratégia de fidelização de clientes e crescimento baseado em clientes existentes. Estes são os aspectos fundamentais que você deve considerar:

  • Invista na satisfação dos seus clientes e ouça atentamente o feedback deles sobre seus produtos e serviços. Você pode usar pesquisas de satisfação e focus groups para  ter dados estruturados sobre a percepção de seus clientes.
  • Análise de “Gap”: faça um mapeamento de seus clientes atuais e identifique quais produtos você pode vender para cada um deles.
  • Desenvolva ações de relacionamento com os seus clientes existentes e aproveite para aprofundar o seu conhecimento sobre os clientes.
  • Tenha um sistema de automação, como um CRM, que permita que você gerencie volume de clientes com atendimento personalizado.
  • Assim como para clientes novos, construa um painel de controle de atividades relacionadas a clientes existentes que mostre indicadores como quantidade de visitas, quantidade de ligações, propostas enviadas etc. Estes painéis também o ajudarão a entender quais representantes de vendas têm mais perfil de cuidar de clientes da base ou para conquistar novos clientes.

Em 2018 os empreendedores brasileiros estarão concentrados em aumentar a produtividade de vendas das suas empresas. Para isso, é fundamental investir em planejamento e automação. Estas são algumas dicas práticas para você elaborar o seu plano de vendas de 2018 e bater as suas metas de crescimento e lembre-se , “se você vender, eles virão”. Bons negócios!

(Fonte: Endeavor Brasil)