Comércio lojista poderá funcionar no feriado de 2 de novembro

O SINDILOJAS/BH informa que o comércio lojista de Belo Horizonte, Caeté, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Sabará e Vespasiano está autorizado a funcionar no feriado do dia 02 de novembro de 2.017 (Finados), conforme Convenção Coletiva de Trabalho.

Para poder funcionar nesse feriado, a empresa deve estar em dia com todas as contribuições devidas ao SINDILOJAS/BH.

No comércio de rua, o trabalhador que prestar serviço nesse feriado terá uma jornada de trabalho de 8 horas, com no mínimo uma hora para descanso.

A jornada de trabalho em Shopping Center da Capital será de 14:00 às 20:00 horas, com exceção do Shopping Cidade e Shopping Norte, que será de 10:00 às 16:00 horas.

A empresa deverá pagar uma gratificação de R$ 40,00 para o empregado que trabalhar nesse feriado, além de conceder uma folga compensatória.

Precon Engenharia aposta na venda de imóveis em quiosques nos shoppings

Com o objetivo de analisar o alcance na comercialização de seus lançamentos imobiliários, a Precon Engenharia testou um novo modelo de negócio. Foram instalados quiosques com corretores no Itaú Power Shopping (Contagem), Shopping Estação (Venda Nova) e Shopping Del Rey (região Noroeste).

A estratégia parece ter dado certo. A empresa inaugura agora três pontos fixos de vendas. O diferencial em relação ao modelo anterior é que as campanhas de divulgação serão mais extensas e a estrutura de ilhas vai permanecer de seis meses a um ano dentro dos shoppings, em pontos estratégicos e com equipes formadas por até cinco corretores que trabalham em regime de plantão durante o horário de funcionamento dos centros comerciais.

Atualmente, um quiosque está montado no primeiro piso do Minas Shopping, no bairro União, com destaque para vendas do Ville Holanda, que tem parcelas a partir de R$ 499. O Via Shopping Barreiro também recebeu um espaço da Precon e um dos empreendimentos em foco é o Ville Himalaia, com unidades a partir de R$ 182 mil. Para este mês, está prevista ainda a inauguração de um ponto de venda no Shopping Estação, em Venda Nova.

“Normalmente fazíamos ações de um a dois meses e agora apostamos em pontos de venda mais duradouros dentro desses estabelecimentos. A ideia também é criar uma referência para o público e aproveitar o fluxo de datas comemorativas do mercado para conseguir captar potenciais clientes para o nosso negócio”, diz o diretor comercial e de crédito imobiliário incorporação da Precon, Felipe Bernardes.

Além da previsão de um aumento de 15% nas vendas de empreendimentos e expansão do vínculo com a marca da construtora, a atuação exclusiva da empresa com imóveis do programa “Minha casa, minha vida” (MCMV) é determinante para a nova estratégia de vendas. A ampliação da faixa de renda do programa para até R$ 9 mil expandiu também o foco para consumidores das classes C e B, que são o mesmo perfil do público que faz compras nos estabelecimentos escolhidos. Com a estimativa de, em média, um lançamento por mês para 2018, totalizando entre 12 a 15 empreendimentos previstos para o ano que vem, o aumento esperado para as vendas exigiu novas medidas, como explica Bernardes. “Nosso volume de lançamento programado para o final desse ano mais o início do ano que vem levou à necessidade de aumentar os pontos de venda e uma solução rápida que permite atingir um fluxo de pessoas foi a opção desse modelo já testado anteriormente”, afirma o diretor.

Bernardes explica que a construtora realiza levantamentos dos locais nos quais acontecerão os principais lançamentos e analisa se o centro comercial mais próximo tem movimentação necessária para atender o aumento de demanda. “No Shopping Del Rey, por exemplo, encerramos uma ação no último mês porque não temos lançamentos previstos na região agora. Provavelmente no segundo trimestre do ano que vem retomamos o ponto de venda para um provável lançamento”, diz.

(fonte: Diário do Comércio)

O que pequenos negócios de sucesso têm em comum?

Não importa o porte do negócio, o objetivo é sempre o mesmo: crescimento. Só que, quando se trata de empreendedores de primeira viagem, a vontade de fazer a empresa funcionar é ainda maior – assim como as dúvidas. É por isso que, neste artigo, iremos contar o que pequenos negócios de sucesso têm em comum.

O que pequenos negócios de sucesso têm em comum?

É verdade que cada negócio é único. Cada empresa tem acesso variáveis específicas que impactam em sua realidade. Mas quando se trata de pequenos negócios de sucesso existe sempre um grupo de características em comum, que são:

  • Planejamento
  • Investimento em inovação
  • Uso de ferramentas de apoio à gestão
  • Apoio à equipe
  • Valorização dos clientes
  • Pontos de controle de qualidade

Abaixo, falaremos um pouco mais sobre cada uma delas.

1. Planejamento

Normalmente, empresários de pequenos negócios tendem a ignorar o planejamento por acreditar que ele é necessário apenas em grandes empresas. Esse é um grande erro.

Todo pequeno negócio de sucesso tem um plano de negócios consistente. Nada de crescimento desordenado – toda ação é pensada e todo desafio/problema já é previsto antes de acontecer.

Por isso, o primeiro passo para fazer seu negócio crescer é planejar seu crescimento. Colocar tudo no papel e deixar formalizado em um documento para consulta posterior.

2. Investimento em inovação

Um dos maiores diferenciais entre pequenos negócios de sucesso e pequenas empresas comuns do mercado está no investimento em inovação. Atualmente, as coisas mudam de maneira muito rápida e as empresas que se destacam são aquelas que estão sempre por dentro das mudanças.

O caminho para sucesso está em investir na atualização/capacitação da sua equipe e também nas novas ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado. Esse investimento pode até ter ser alto, mas trará retorno garantido para o seu empreendimento.

3. Uso de ferramentas de apoio à gestão

Pequenos negócios de sucesso pensam grande. Isso faz com que sua gestão seja tão assertiva, organizada e clara quanto a de grandes empresas. Por esse motivo, eles utilizam softwares de apoio à gestão e fazem da tecnologia uma grande aliada na otimização de resultados.

ERPs, CRMs e outras ferramentas têm que fazer parte da infraestrutura do seu negócio se você espera que ele cresça de maneira ordenada e ágil. Não tenha medo de investir nesses softwares, mas sempre pesquise para encontrar a melhor opção para o seu negócio.

4. Apoio à equipe

Mais do que investir na capacitação de sua equipe, você tem que acreditar nela. Delegue responsabilidades, divida tarefas e seja mais do que um chefe para sua equipe, seja um líder. Esteja sempre ao lado do seu time para ajudar no que for necessário.

Aprenda a dar feedbacks, tanto ruins quanto bons. Nos feedbacks negativos tome cuidado para não ser desmotivador e não caia no erro de deixar de elogiar os acertos de cada membro do time.

Investir em sua equipe e confiar nela também irá diminuir o índice de turn over entre os seus funcionários e colaborar para um ambiente mais agradável de trabalhar.

5. Valorização dos clientes

Valorize seus clientes. Busque sempre oferecer não apenas bons produtos, mas bons atendimentos. É muito mais fácil revender para alguém que já é seu cliente do que conquistar um novo.

Crie estratégias de relacionamento com o cliente e oriente seus vendedores na maneira de atendê-los. Você só tem a ganhar ao levar sua clientela em conta para o crescimento da sua empresa.

6. Pontos de controle de qualidade

Para aferir o que está funcionando ou não na empresa, pequenos negócios de sucesso optam pela definição de pontos de controle de qualidade. Os pontos de controle são uma ferramenta que serve justamente para analisar se gaps estão ocorrendo em alguma etapa do processo e, assim, impedir que eles continuem a acontecer.

Conclusão

Basicamente, o que pequenos negócios de sucesso têm em comum são essas 6 características. É claro que, como falamos acima, cada empresa pode ter mais especificidades de acordo com o contexto/segmento em que está inserida.

Para se ter um pequeno negócio de sucesso o que é realmente importante é pensar em sua empresa com seriedade e saber gerenciá-la como se administra uma grande empresa. Feito isso, o crescimento vem em consequência.

Como o KFC deu uma aula de marketing sem dizer uma palavra

As redes sociais já se tornaram ambiente comum de marketing das grandes marcas. Mas na última semana os clientes do KFC perceberam que a multinacional deu um show de criatividade a fazer propaganda do próprio produto sem dizer uma palavra.

Tudo começou quando um cliente percebeu que, apesar de ter mais de 1,2 milhões de seguidores no Twitter, o perfil oficial da empresa só seguia 11 pessoas.

Motivo

Ao “investigar” quem seriam esses seguidores, o cliente se deu conta que havia só pessoas aleatórias: As cinco integrantes do Spice Girls e outras seis pessoas cujo nome continha a palavra Herb o presidente do conselho da cidade de Los Angeles Herb J. Wesson, o jogador de futebol americano Herb Waters, o árbitro de lutas Herb Dean, o técnico do Santa Clara Broncos Herb Sendek e o músico Herb Alpert.

Foi quando o cliente percebeu que a empresa fazia propaganda do principal produto. A receita original de frango frito, prato principal da empresa, inclui 11 ervas (spcies, em inglês) e especiarias (herbs, também na língua inglesa), justamente a combinação que indicava seus seguidores.

Repercussão

A descoberta foi comentada por usuários do mundo inteiro e profissionais experientes comemoraram a estratégia. Musa Tariq, diretor de marca da Ford, foi um dos que ficou maravilhado com a ideia. “Para o responsável da conta do KFC: se algum dia você estiver precisando de emprego, me ligue. Você é um gênio”, publicou em sua conta pessoal no Twitter.

Já o tuite do cliente que descobriu foi replicado por mais de 321 mil pessoas até a manhã desta segunda-feira (30).

Edge

Estratégia

Os ingredientes usados na receita do frango frito fazem parte de um segredo guardado a sete chaves pela companhia. O suspense é tanto que a própria empresa afirma que a fórmula secreta está guardada em um dos cofres da companhia, na cidade de Louisville, no estado de Kentucky.

(fonte: Portal No Varejo)

Falta de planejamento é responsável pela insatisfação no ambiente corporativo

O terceiro encontro do ciclo de palestras “Diálogos em Movimento”, realizado pelo Instituto Movimento pela Felicidade na semana passada, em Belo Horizonte, discutiu o tema “Organizações felizes e alto desempenho das equipes”. O principal desafio proposto ao professor da Fundação Dom Cabral (FDC), empresário e um dos fundadores do Instituto Movimento pela Felicidade, Benedito Nunes, e ao especialista em Marketing e doutorando em Neurociência do Comportamento Humano e Marketing Orgânico na Universidade de Harvard, Edson Alves, foi desvendar e debater com o público presente a possibilidade de manter uma organização feliz e melhorar a produtividade dos funcionários e das empresas como um todo.

Resgatar a discussão sobre felicidade, bem-estar, qualidade de vida e resiliência é urgente na sociedade contemporânea na visão de Nunes. Segundo ele, é necessário desconstruir a separação entre a obrigação e a diversão, além de entender a riqueza de uma maneira diferente, fruto do empoderamento das pessoas felizes. “Mais da metade dos empregados no mundo reclamam do trabalho e o número de pessimistas corporativos segue aumentando. É possível cumprir as obrigações se divertindo e realizar as tarefas com prazer, mas as pessoas que estão dentro das empresas sofrem todo o tipo de pressão e não sabem reagir porque não foram preparadas para isso”, explicou Nunes.

Ao conceituar a felicidade como um direito do ser humano, Nunes ressaltou também que ser feliz não significa ausência de problemas e sim aprender a lidar com os desafios e estar preparado para enfrentá-los por meio da resiliência. Além disso, ele trouxe para a discussão a importância da influência dos conceitos emocionais na tomada de decisão das pessoas. “Precisamos trabalhar esse equilíbrio emocional para que as decisões sejam mais acertadas, em última análise, pessoas felizes tomam decisões melhores”, destacou.

No contexto de um mundo conectado e com excesso de informações, Alves avalia que a tecnologia gera um nível de stress acentuado, que influencia a capacidade cerebral do ser humano. Para ele, a busca de funcionários que se conectem com os propósitos da empresa deve ser cada vez mais constante e as organizações precisam se aproximar de valores relacionados à sustentabilidade e à felicidade. “Para sermos felizes, o propósito é crucial, a motivação que nos faz acordar todo dia deve fazer sentido para cada um. Além disso, as empresas precisam oferecer autonomia para os funcionários e domínio do planejamento das ações organizacionais”, afirmou Alves.

As lideranças mal preparadas foram apontadas por Nunes como responsáveis por afetar diretamente o desempenho das equipes. Dados da pesquisa realizada em 2014, pela empresa de recrutamento Robert Half de São Paulo, mostram que 58% dos pesquisados reclamam de ordens de última hora atribuídas pelos chefes, 49% se queixam do excesso de e-mails e 45% apontam reuniões inesperadas como causas de estresse. Nessas circunstâncias, ele apontou a necessidade da mudança para um novo modelo de gestor, que atue como um facilitador. “A falta de planejamento ou falhas na execução do que é planejado são responsáveis pelo estresse e insatisfação no ambiente corporativo. É necessário um gestor que seja uma liderança diferente, desenvolvedora, descentralizadora e com foco nos funcionários para proporcionar um ambiente propício para ter eficiência no trabalho”, disse Nunes.

O ciclo “Diálogos em Movimento” prevê quatro encontros para estudar e promover a discussão sobre felicidade e bem-estar. A primeira edição aconteceu no início de julho, com a palestra “Equilíbrio, Trabalho e Vida Pessoal”, ministrada pela psicóloga e mestre em Administração, Edina Bom Sucesso e o segundo encontro foi realizado em agosto, com o tema “Relação Amorosa – Dores e Amores”, com palestra da psicóloga Gleice Terra. A próxima e última edição do ciclo será no dia 28 de novembro e vai discutir “A Espiritualidade na Gestão Pessoal e Profissional”, com participação de Sidemberg Rodrigues.

(fonte: Diário do Comércio)

Mineiros poupam agora para gastar no Black Friday e Natal

A grande maioria dos consumidores mineiros – 82% – pretende poupar seu dinheiro em novembro e os 18% restantes planejam gastá-lo. O percentual de pessoas que disseram que vão investir seus ganhos atingiu o maior patamar do ano, conforme o levantamento Intenção de Consumo, realizado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL-MG). O que poderia indicar um consumidor mais cauteloso, inclusive para as compras de fim de ano, mostra o contrário. Segundo o analista de inteligência de mercado da FCDL-MG, Vinícius Carlos, as pessoas estão se preparando e poupando dinheiro para gastar na Black Friday, que ocorrerá no final de novembro, e no Natal.

“Percebemos em entrevistas feitas durante as pesquisas que esse consumidor está poupando agora para gastar um pouco mais com as promoções da Black Friday e no Natal. E parece que o Natal das lembrancinhas ficou para trás. As pessoas estão dispostas a gastar com presentes mais caros”, disse.  A Black Friday é realizada na última sexta-feira de novembro, que este ano será no dia 24, e abre a temporada de compras do final de ano.

Ainda segundo Vinícius Carlos, o cenário econômico – com controle da inflação, queda na taxa de juros e melhoria no nível de emprego – vem dando suporte a uma maior confiança por parte do consumidor.

Ele analisa ainda que o momento exige bastante habilidade por parte do comerciante, que terá que equilibrar saúde financeira da empresa e investimentos. Vinícius Carlos lembra que o Natal já tem um grande apelo emocional, cabendo ao empresário impulsionar essa característica com promoções, ampliação das formas de pagamento, entre outros. Ele reforça que o consumidor está bem informado e em busca do que ele chama de “promoções reais”, ou seja, não adianta o empresário aumentar preços e depois oferecer descontos, como já ocorreu em edições passadas da Black Friday.

“As pessoas estão querendo promoções, formas mais flexíveis de pagamento e novidades. O consumidor busca inovações e está se preparando para as compras, mas o empresário tem que estar preparado para atendê-lo”, resume o analista de inteligência de mercado.

A pesquisa aponta que, entre os consumidores em Minas que pretendem investir o dinheiro, a maioria vai optar pela poupança, resposta dada por 63% dos entrevistados na pesquisa da FCDL-MG. As outras opções são: fundos de investimento (15,2%); Tesouro Direto (8,7%) e ações, capitalização e previdência, cada um deles com 4,3% das intenções de investimento.

De acordo com Vinícius Carlos, isso reflete uma maior necessidade de segurança por parte do investidor, mas também desconhecimento de outras formas de investir o dinheiro. Por outro lado, ele analisa que a poupança é o meio que oferece mais facilidade na retirada, reforçando a intenção de consumo.

Roupas – De acordo com a pesquisa, entre aqueles mineiros que vão às compras, 15% vão gastar com peças de vestuário. Os produtos que vêm em seguida são: brinquedos; jornais e revistas; livros; materiais de construção; e de supermercados e hipermercados, cada um deles com 10%. Na pesquisa também aparecem, com índice de 5% cada, eletrodomésticos; eletrônicos; eletroportáteis; farmácia e medicamentos; materiais de papelaria; perfumes e cosméticos; smartphones e celulares.

Saque de R$ 15,9 bilhões de PIS/Pasep contribuirá para a recuperação econômica

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) considera positiva a liberação para saque de R$ 15,9 bilhões provenientes do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), que beneficiará aproximadamente 7,8 milhões de pessoas. Para a Entidade, a medida não gera impacto fiscal nem desequilíbrios de qualquer natureza, e a exemplo da liberação do saque das contas inativas do FGTS, os recursos de PIS/Pasep contribuirão para a recuperação da economia.

O faturamento do comércio varejista brasileiro é de cerca de R$ 1,6 trilhão, de modo que a injeção de aproximadamente R$ 16 bilhões na economia provenientes de PIS/Pasep representam em torno de 1% do faturamento do setor e aproximadamente um terço do montante de recursos das contas inativas do FGTS. A FecomercioSP ressalta que, apesar de essa proporção ser pequena, ela não é desprezível, uma vez que uma parcela específica da população terá direito ao saque, e pode gerar impactos positivos para as empresas com foco em idosos e aposentados.

Na análise da FecomercioSP, o varejo também pode ser beneficiado diretamente, já que parte dos beneficiados direcionará esses recursos para consumo ou indiretamente para aqueles que optarão por quitar dívidas ou limpar o nome, o que aliviará o orçamento doméstico. Vale ressaltar também que a liberação desses recursos antecede datas importantes para o comércio, como a Black Friday e o Natal.

Sobre a FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 154 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista – e quase 10% do PIB brasileiro -, gerando em torno de 10 milhões de empregos.

Comércio de BH amplia contratação de temporários

Em função do tradicional aquecimento do comércio varejista no final do ano, os empresários de Belo Horizonte planejam reforçar suas equipes para garantir o bom atendimento aos clientes. Com a conjuntura econômica um pouco mais favorável, o volume de empresas que pretende contratar temporários a partir do próximo mês, apostando no crescimento das vendas, aumentou: são 16,3% contra 11,9%, em 2016.O levantamento realizado pela entidade também mostra que, entre as lojas que contrataram em 2016 e irão repetir o ato neste ano, o total de novos postos será ampliado ou mantido para 90,5% dos entrevistados. “Esse resultado é reflexo, basicamente, da melhoria do ambiente econômico, com destaque para a inflação e os juros, e do desempenho favorável nas datas comemorativas do primeiro semestre e início do segundo. Isso, aliado aos sinais de recuperação no indicador de emprego desde abril, gera uma boa perspectiva para o Natal”, destaca o economista da Federação, Guilherme Almeida.

As principais demandas são por vendedores (50%), estoquistas/repositores (16,3%), operadores de caixa (12,8%) e auxiliares de vendas (11,6%). O segmento de livros, jornais, revistas e papelarias é o que promete abrir mais oportunidades de trabalho (35,7%) no período, seguido por tecido, vestuário e calçados (29,2%). Em sexto lugar na lista, mas com grande representatividade no volume de contratações formais do varejo, supermercados, hipermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo devem disponibilizar 9,2% das vagas temporárias.

Efetivação

Outro ponto positivo da pesquisa é que, em apenas 11,8% das empresas, a perspectiva de efetivação dos novos funcionários é nula. Já para 41,2%, as chances são altas ou muito altas. “No comércio, a mão de obra precisa ter um perfil diferenciado: ser comunicativa e se relacionar bem com o público. Se o profissional tiver esses atributos e alcançar um bom nível das vendas no final do ano, ele poderá conquistar o emprego definitivamente a partir de janeiro”, completa.

(fonte: Fecomércio MG)

Bangu Shopping completa 10 anos com cerca de R$ 6 milhões investidos em obras de modernização e revitalização em 2017

Já consolidado como um dos principais shoppings da Zona Oeste, o Bangu Shopping comemora seus 10 anos neste dia 30 de outubro cheio de novidades e oferecendo ainda mais conforto para os clientes. Para isso, cerca de R$ 6 milhões foram investidos ao longo de 2017 para chegada de novas operações, além de obras de revitalização do prédio.

Junto com a modernização do sistema de estacionamento, que agora pode ser pago com cartões de crédito e débito, os banheiros da Praça de Alimentação da Riachuelo e Marisa estão passando por uma reforma. Foram realizadas também obras de revitalização do prédio, tombado pelo IRPH (Instituto Rio Patrimônio da Humanidade), incluindo melhorias na chaminé, o principal símbolo da Fábrica Bangu e um marco no bairro, além de obras no subsolo e parte dos telhados.

O Bangu Shopping se orgulha ainda da inauguração recente da maior unidade da academia Smart Fit, hoje a maior rede do Brasil. O shopping também se prepara para receber uma nova e renomada rede de gastronomia.

A superintendente do Bangu Shopping, Adriana Santilhana, ressalta o foco em acompanhar o futuro, sem esquecer do passado. “Ocupamos um espaço tradicional e por isso, além de manter a história deste lugar, é inevitável a constante modernização do shopping para oferecer mais conforto aos nossos clientes. Por isso, queremos nos consolidar cada vez mais como um local onde os clientes acham soluções para o seu dia a dia, oferecendo variados tipos de serviços e produtos”.

Inaugurações de novas operações em 2017

Outro ponto alto nestes 10 anos do Bangu Shopping é a chegada de cerca de 20 lojas somente este ano. Uma delas é a Smart Fit, maior rede de academias do Brasil e uma das grandes operações, com mais de 1.500 m². A academia era um pedido dos clientes que foi atendido e, em três meses de funcionamento, já é um sucesso no bairro. “O shopping trabalha diariamente em busca de novidades para os moradores da região”, afirma a gerente de Marketing, Monica Freitas.

No segmento de calçados e vestuário, a mais nova loja é a Usaflex, que oferece conforto e qualidade com preço adequado às mulheres. Para trazer o que há de mais antenado em relação à moda, Afghan também estreou no bairro com sua loja do Bangu Shopping, moderna e repleta de cores e estampas apresentando a tendência da moda jovem ao público feminino.

Além de mais opções de compras, uma das novidades mais festejadas neste ano foi a abertura do Theatro Bangu Shopping. Com mais de 500 lugares e decoração com objetos comprados em brechós e antiquários da região. O espaço traz o melhor da arte e recebeu elogios daqueles que já se apresentaram em seu palco, como a Orquestra Petrobras Sinfônica com o maestro Isaac Karabtchevsky, Susana Vieira, Rodrigo Sant’Anna, Dream Team do Passinho e Eri Johnson. 

Até o final do ano ainda serão inauguradas a Luidgi Specialle, loja de moda masculina que tem como garoto propaganda o Luciano Szafir e a Unhas Express – muito utilizado pelas mulheres que desejam um serviço de manicure ou pedicure sem gastar muito tempo. E o público feminino não pode reclamar de novidades: recentemente chegou também ao Bangu Shopping a City Shoes, marca de sapatos femininos com mais de 100 unidades em todo o Brasil. Além dessas, a marca Yes! Cosmetics escolheu o Bangu Shopping para abrir sua primeira franquia em formato quiosque no Rio de Janeiro. A empresa, sucesso entre as blogueiras e o público feminino no Nordeste, oferece uma linha de produtos de maquiagem e perfumaria para todas os estilos e gostos.

“Nestes 10 anos de atuação, o Bangu Shopping se consolidou como um importante centro de compras, lazer, entretenimento e gastronomia de Bangu e região. O Bangu Shopping tem muito mais que clientes ou visitantes, são verdadeiros fãs, e por eles sempre buscamos oferecer variedade, qualidade nas melhores opções para surpreender o público, oferecendo uma experiência única e criando momentos memoráveis para toda a família”, finaliza Monica Freitas.

Empresas estão otimistas com as mudanças da reforma trabalhista

Indústria, comércio e empresas de serviços demonstram otimismo com a reforma trabalhista, apesar das incertezas das últimas semanas com reações contrárias por parte de alguns juízes.

“Precisamos de um período para compreender e identificar o que se altera e o que reforça conceitos que já adotamos mas, sem dúvida, a reforma trabalhista trará mais segurança jurídica para as empresas, o que é bastante positivo”, informa a direção da Mercedes-Benz.

A montadora tem pouco mais de 8 mil funcionários e responde a cerca de 3 mil ações trabalhistas. A empresa informa que as equipes das áreas de recursos humanos e do jurídico estão em treinamento para interpretar as novas normas.

O diretor da área de Recursos Humanos da ThyssenKrupp, Adilson Sigarini, diz que a empresa fez várias palestras para explicar a reforma aos funcionários e acredita em redução de ações trabalhistas no médio e longo prazos. “Se tiver alguma medida inconstitucional, como alegam alguns grupos, certamente o Tribunal Superior do Trabalho vai corrigir isso.”

Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, acredita que haverá aumento de empregos em geral. A rede, por exemplo, vai reforçar o número de funcionários nas lojas para horários e dias de pico por meio de contratos intermitentes. No fim do ano, também contratará de 8 mil a 10 mil temporários, “processo que agora será menos burocrático”. Rocha acredita que possa ocorrer alguns “inconvenientes” no início da aplicação das novas normas, “mas logo as partes vão entender que a reforma é boa para os dois lados”.

Algumas empresas estão se antecipando às novas normas. O grupo Sá Cavalcante, dono de vários shopping centers, publicou anúncios de abertura de 70 vagas para trabalho intermitente em Vitória (ES). O salário é de R$ 4,45 por hora para jornada de 5 horas aos sábados e domingos em lojas do shopping local. Empresa e sindicato foram procurados, mas não comentaram.

Paulo Canoa, diretor da filial brasileira da Gi Group, empresa de trabalho temporário, diz que “a lei permitirá que se crie um ambiente mais seguro para contratar”. Segundo ele, desde abril, o grupo tem notado aumento no recebimento de currículos e no número de vagas. “Houve aumento de 40% de vagas em relação a 2016”, diz.

Para a Ethics, especializada em segurança e vigilância, o compasso é de espera. “O mercado está apreensivo porque ainda não há uma decisão de como proceder com as reformas. Alguns juízes trabalhistas defendem a permanência da legislação anterior e estamos acompanhando as notícias”, diz Waldemar Pellegrino Júnior, sócio do grupo.

(fonte: O Tempo)