Shoppings nas redes sociais: os bastidores das curtidas

Sendo um perfil de shopping, quais os segredos para ter muitos fãs, curtidas e compartilhadas nas redes sociais? Quais mensagens têm mais retorno para o mall em termos de fluxo e vendas? Estas são respostas valiosas para todo profissional que atua na comunicação de shopping centers.

Falamos com Monica Barsuglia, gerente de marketing da Saphyr, e Diego Marcondes, gerente nacional de Marketing da Ancar Ivanhoe, e aqui eles contam os bastidores das equipes que trabalham com a comunicação dos malls.
Acompanhe:

Portal da Abrasce – Em um perfil de shopping, quais os segredos para ter muitos fãs, curtidas, compartilhadas?

Monica Barsuglia, da Saphyr – Conteúdo relevante. Esse é o nosso maior foco. Pensar um conteúdo que seja relevante, um serviço, um evento, uma promoção, ou mesmo a resposta para uma dúvida frequente, tudo o que o cliente entenda como útil. É uma oportunidade de mantermos contato com os clientes, entender seus interesses e atendê-los. Estamos mais preocupados com o engajamento que com a quantidade.

Diego Marcondes, da Ancar Ivanhoe – O segredo está na identificação do usuário com aquela postagem. Ele precisa se sentir parte, se ver naquele produto ou serviço. Ou seja, quanto mais autoral for o conteúdo, maior a identificação e, consequentemente, o envolvimento.

 Portal da Abrasce – Quais mensagens, posts, têm mais retorno para o mall em termos de fluxo e vendas?

Monica Barsuglia, da Saphyr – Serviços, eventos gratuitos e promoções. Um exemplo bacana foi o plano de divulgação que fizemos para uma feira de adoção de animais no Shopping Pátio Ciane. Criamos dois perfis no Tinder de um cachorrinho e uma cadelinha que estavam disponíveis para a adoção. Tivemos um resultado incrível.

Diego Marcondes, da Ancar Ivanhoe – A programação dos nossos cinemas traz muito engajamento nas redes, mas cruzar esse movimento entre redes e ponto físico ainda não é uma realidade para o mercado.

Portal da Abrasce – Qual shopping do grupo tem os melhores resultados nas redes sociais? O que ele faz de diferente? A que credita os bons resultados?

Monica Barsuglia, da Saphyr – Cada shopping tem uma característica específica e públicos distintos. Por conta disso, seguem estratégias criadas de acordo com cada perfil.

Diego Marcondes, da Ancar Ivanhoe – Cada equipamento nosso tem um público diferente, assim como conteúdos diferentes, e por isso não existe uma receita de bolo. Ter sucesso, para nós, é gerar a identificação do público com o nosso shopping, seja qual ele for. De forma geral, cada um traz a sua expertise e, juntos, construímos a estratégia geral do grupo.

 Portal da Abrasce – Como é formada a equipe que trabalha com a atualização da página?

Monica Barsuglia, da Saphyr – Toda nossa equipe de marketing participa da construção e planejamento de nossas ações online, mas também contamos com agências especializadas na gestão de mídias online. Realizamos reuniões constantes e contato diário com as agências.

Diego Marcondes, da Ancar Ivanhoe – Um dos diferenciais da Ancar Ivanhoe é contar com uma equipe dedicada em cada shopping aliada a expertise de parceiros das mais diversas áreas para a produção de vídeos, fotos e layouts. Buscamos sempre estar cercados de pessoas que busquem a excelência no que fazem.

Portal da Abrasce – Quais os planos e diretrizes para o relacionamento nas redes sociais dos shoppings do grupo?

Monica Barsuglia, da Saphyr – As redes sociais vêm substituindo inclusive o SAC. O consumidor escolhe o canal pelo qual quer se comunicar e hoje o Facebook é sem dúvidas o canal mais procurado. Recebemos solicitações, sugestões, dúvidas, elogios e reclamações. É preciso uma atenção especial para responder 100% dos nossos clientes no menor tempo possível e da melhor maneira.

Diego Marcondes, da Ancar Ivanhoe – Estamos em constante monitoramento dos nossos números para melhorar sempre nossos resultados. Temos uma equipe dedicada ao relacionamento com o cliente e outra buscando novas oportunidades baseadas em números. Nas redes sociais não cabem mais achismos. É preciso medir sempre para melhorar todos os dias.

Fonte: Abrasce

As lições do Vale do Silício em gestão, tecnologia e marketing

“Queríamos desmistificar a ideia de que o Vale do Silício é a Disneylândia do empreendedorismo”. A frase é do empreendedor e investidor brasileiro Pedro Waengertner, co-fundador da aceladora ACE, que viajou a São Francisco para conhecer de perto como pensam as grandes startups americanas. Em sua viagem, ele passou por empresas como Netflix, Evernote, Kenshoo até a Singularity University, entrevistando executivos para mapear como eles pensam e gerem o negócio para crescer de forma tão acelerada. Afinal por que os chamados “unicórnios” são o que são?

“Nós [brasileiros] não vamos conseguir copiar a história deles nem ter o dinheiro que eles têm, mas podemos adotar sua mentalidade”, diz Waengertner. A experiência gerou a série Go\’n\’Grow, elaborada e publicada no site MeuSucesso.com, plataforma de conteúdo criada pelo empreendedor Flávio Augusto da Silva. Em todos os oito episódios da série, é Waengertner quem conduz o espectador por dentro das empresas e rodas de investidores americanos. Fala com eles sobre gestão, marketing direcionado (“Growth Hacking”), inovação até sobre os perigos de “apenas crescer e crescer”.

No lançamento oficial da série, no dia 13 de março em São Paulo, Waengertner concluiu que o modo de pensar dos americanos não é lá muito mais inovador que o de outros empreendedores. O que os diferencia é uma série de circunstâncias – como a quantidade de dinheiro disponível e a diversidade que as empresas abraçam – que os faz executarem muito de forma mais eficiente os projetos. “O que um americano médio faz de diferente de um brasileiro médio? Executa muito bem. Executa com disciplina, com processo”, diz.

Abaixo, listamos algumas lições que a série traz de empresas como a Netflix e Evernote. Confira:

Evernote: Andrew Malcolm, sênior VP do aplicativo de gerenciamento de tarefas, abre as portas de uma sala considerada especial – e estratégica – dentro da empresa. É lá, diz, que os funcionários ficam confinados quando têm um problema a ser resolvido. Passam dias, noites e madrugadas adentro focados na resolução. Só saem, quando o problema tiver resolvido. É claro que eles não estão numa prisão. Mas a ideia da sala é justamente criar um ambiente de interação e, por que não, de pressão. “Não há maior inspiração para a criatividade do que a pressão”, diz Malcolm.

Kenshoo: a empresa que desenvolve tecnologia para marketing afirma que o maior desafio na área não é conseguir reunir todos os dados necessários para criar uma estratégia mais eficaz. Mas sim, a partir da reunião de uma infinidade de informações, conseguir manejá-las de forma a contar uma boa história. Ou seja: não é porque uma maior quantidade de dados está disponível que as soluções ficaram mais simples. É preciso saber como lidar com eles, saber utilizá-los de modo a descobrir o que venderá mais em uma determinada indústria no futuro, diz o CEO da Kenshoo,Yoav Izhar-Prato. “Eu gosto muito de um ditado que diz que numa guerra os planos são inúteis, mas o planejamento é indispensável”, diz.

Netflix: Martin Spier, da área de engenharia da Netflix, defende que o sucesso atual da empresa não decorre de um “crescimento repentino nos últimos anos” como muitos tendem a pensar. “Ao longo de todos esses anos tudo que fizemos foi focar em melhorar a experiência do usuário – o que acabou por atrair cada vez mais usuários. E até hoje é o que mais fazemos aqui: testes para recolher dados e analisar se os usuários estão gostando. Se eles não estão, mudamos rapidamente”, diz. Spier não quis comentar de que modo a Netflix recolhe e maneja esses dados – esta é uma fórmula secreta, uma espécie de segredo de Estado para eles. “Somos muitos abertos internamente mas tomamos muito cuidado com aquilo que compartilhamos com o mundo”, diz o executivo.

Singularity University: A Singularity foi fundada em 2008 no coração do Vale do Silício mas já se tornou queridinha de empresários e executivos que querem levar inovação e práticas de startup a suas companhias. Com um programa de ensino que muda frequentemente, discute-se ali um provável futuro de diversas áreas: da inteligência artificial à robótica. “Não estamos interessados no próximo Angry Birds, mas nos empreendedores que pensam grande”, diz Pascal Finette, VP do programa de startups da universidade. E o que é pensar grande para Pascal? “Eu sempre pergunto a eles: como você faz para um problema desaparecer por completo? Sumir? Apagar?”, afirma. É nisto que os empreendedores devem focar, defende Finette.

GrowthHackers.com: o portal é focado em divulgar um dos conceitos mais discutidos dentro do marketing digital atualmente, o chamado “Growth Hacking”. O termo foi criado pelo empreendedor Sean Ellis em 2010 para retratar algo que estava vendo nas empresas. Primeiro profissional de marketing do Dropbox e com passagem em empresas LogMeIn e Eventbrite, Ellis percebera que elas estavam aplicando na prática um marketing mais experimental, que buscava encontrar “brechas” para criar novas estratégias que levem a um rápido crescimento. É neste conceito que ele vem trabalhando desde então e que vem encontrando seguidores em várias empresas do Vale do Silício. “É focar em um problema específico que te dá muita vantagem e resolverá todo o resto das questões da sua empresa”, explica Ellis na série.

(Fonte: Epoca Negócios)

Veja truques para sua loja ser organizada

O holismo na organização do PDV

Estar em uma loja e se deparar com um ambiente aconchegante; com tudo em seu lugar; com aroma, iluminação e música adequados; e onde é possível visualizar estrategicamente a localização dos produtos ao seu redor é fornecer ao corpo e à mente os subsídios necessários para se sentir bem.

Por outro lado, estar em um ambiente desconforme, suscita, imediatamente, repulsa e vontade de interferir para organizá-lo.

E, não à toa, as atividades das células nervosas constroem um mundo interno que se molda à medida que interage com o ambiente externo, como trata a proposta holística moderna – em que o todo determina o comportamento das partes.

Nesse sentido, as varejistas podem e devem usar de diferentes mecanismos como oportunidades para atrair os clientes, fazendo-os se sentirem acolhidos em suas lojas.

Toda essa estratégia, entretanto, precisa ser muito bem planejada, envolvendo equipes multidisciplinares: marketing, comercial, visual merchandising, arquitetura, design de interiores etc., voltados a entender os quatro “P” integralmente: público-alvo, produto, ponto de venda e promoção.

Muito se engana quem pensa que ter uma loja rentável é simplesmente criar um logo, adotar um conceito e desenhar produto. A relação da essência do ponto de venda com o consumidor está cada vez mais estreita e hospitaleira.

O produto não é mais um fim em si mesmo. Ele é o início de uma relação longa e duradoura, pautada pelo conjunto de experiências positivas intrínsecas ao bom atendimento, à qualidade, ao pós-venda, ao ambiente, ao profissionalismo e à segurança de que a marca não irá decepcionar.

Conseguir oferecer uma atmosfera no ponto de venda (PDV) entabulando essas características certamente fará diferença nos resultados. O cliente assíduo será o primeiro a perceber a ruptura e, se foi ouvido em suas solicitações com pesquisas prévias, se sentirá prestigiado por ter contribuído com aquela nova faceta da marca.

Os que ainda não consumiam se sentirão atraídos a conhecer e, gostando do novo espaço e sentindo receptividade, poderão tornar-se clientes frequentes, cabendo à loja a manutenção desse contato, com levantamento frequente dos anseios de seu público a fim de sempre disponibilizar a experiência de compra que seus clientes procuram.

A frente da loja

Especificamente sobre a vitrine, ou frente de loja, como também é chamada, surge a primeira oportunidade de contar a história e apontar os diferenciais do seu ponto de venda. Torná-la visível de longe e deixá-la criativamente convidativa são regras básicas, postas em prática, no mínimo, a cada 15 dias.

Pensando na funcionalidade, é importante o lojista observar a largura da porta, para permitir o acesso de cadeirantes e também para que o interior do local possa ser observado de fora.

Dentro da loja

Na área de vendas, vale ter em mente os cinco sentidos humanos: olfato, tato, visão, audição e paladar, e explorá-los em benefício do bem-estar do cliente.

Iluminação

A iluminação, por exemplo, pode ser explorada através de projetos de luminotécnica, dando ênfases para determinadas gôndolas, aumentando ou diminuindo a intensidade da luz conforme a estação do ano e/ou a coleção em destaque ou ainda visando evidenciar itens como destaque específicos daquele dia.

Sonorização

A sonorização é outro artifício que as marcas evidenciam suas características de personalidade. Algumas possuem até rádio ou playlists exclusivas no Spotify, por exemplo. No volume ideal, pode ser usada para estimular a compra, tornando o ambiente ainda mais prazeroso e aconchegante.

Aromatização

O mesmo ocorre para os adeptos da aromatização. De pão a Channel nº5, qualquer que seja o ramo, é possível usar essa ferramenta para aguçar os sentidos dos clientes, fazendo-os perceber que ali o momento propiciado é único e exclusivo, tal qual a relação que a marca tem com ele.

A circulação na loja

Muito embora o aspecto da setorização seja o mais trabalhado pelos atuais varejistas, instaurando caminhos intuitivos que servem como “guia” para o consumidor, pouco se explora quanto à correlação de áreas, procurando organizá-la para propiciar o contato imediato com outros produtos, que, embora pertinentes a outros setores, estão ali próximos para evidenciar um conjunto completo e rápido de opções.

Em linhas gerais, evitar a poluição visual, retirar os excesso de produtos, ampliar a sinalização, não descuidar da limpeza e da manutenção local, bem como no alinhamento do uniforme dos funcionários, são outros aspectos de igual importância para a boa engrenagem desse ecossistema, sem deixar de lado a observação com a atualização das campanhas e com a livre circulação pelos corredores.

Nesse sentido, a mudança de paradigma de partes fragmentadas para partes que se definem em relação ao contexto maior é de suma importância para a criação deste novo ambiente. É a relação entre esses diferentes componentes que formarão o todo, tornando-os recíprocos e harmoniosos entre si.

E não é porque há uma sistematização que o método deva ser estático. Muito pelo contrário. A partir do reconhecimento dos novos hábitos de consumo, o lojista deve propor alterações justamente para manter a integridade deste sistema, adequando-o ao um novo ambiente físico, estrutural, emocional e voltado à ampla satisfação dos anseios deste novo consumidor.

(Fonte: Exame.com)

Como vender pelo WhatsApp em uma Loja de Roupas

O WhatsApp é um dos aplicativos de comunicação mais utilizado no mundo, somos 100 milhões de brasileiros utilizando o app por cerca de 30 minutos todos os dias. Percebendo a influência do programa na vida das pessoas, as lojas de roupas apostam em vender pelo WhatsApp como uma ferramenta para aumentar as vendas. E, se você ainda não pensou nessa alternativa, vale a pena ler esse post até o final!

Com o objetivo de oferecer um atendimento personalizado e atingir um outro nível de contato, as Lojas de Roupas utilizam contas no WhatsApp para acessar de forma mais pessoal a sua carta de clientes. A fórmula é perfeita se utilizada com sabedoria, você poderá promover sua marca, acertar pagamentos  e entender os desejos de seus consumidores

Como vender pelo WhatsApp em uma Loja de Roupas

Antes de anunciar seus serviços pelo aplicativo tome alguns cuidados. Confira nossas dicas!

1)  O número da sua loja

Utilize um número exclusivo para a sua loja e salve os contatos de seus clientes diretamente no celular, isso previne que você perca seus números ou que seu chip encha e possibilita salvar mais informações. Mas não esqueça de guardar esses contatos em outro lugar também! Utilize apenas um número de telefone e divulgue o contato nas mídias em que a loja estiver presente.

2) Imagem de Perfil

Coloque uma imagem em boa qualidade do logotipo da sua loja em seu perfil de whatsapp, isso facilitará a identificação dos seus clientes e tornará o seu contato mais profissional.

3) Nomeando sua conta

Nomeie a conta com o nome da loja de roupas e, na mensagem de status, insira o ‘slogan’ da loja, exemplo: “a loja da moda”, “a loja que veste você’… Lembre-se que nesses itens de perfil é importante reforçar a imagem da marca e não lotar com informações de vendas. Pronto, seu perfil está acertado para iniciar os contatos.

4) Comunicação

Todas as mensagens devem ser escritas em tom profissional, com o uso do português correto e sempre preservando a seriedade da marca – o ideal é um colaborador exclusivo para essa função.  E só use ’emojis’ em casos que eles sejam indispensáveis.

5) Textos Padrões

Produza textos padrões, com respostas para as perguntas mais frequentes, como endereço, hora de atendimento, formas de pagamento, entre outras. Isso facilitará a sua vida. Não envie correntes, mensagens com temas polêmicos ou de humor.

6) Tempo de resposta

O WhatsApp é um meio de comunicação rápida! Se você optou por usá-lo em sua estratégia de vendas, tome cuidado para não deixar o seu cliente esperando por uma resposta por mais de uma hora. Ah, e responder de forma rápida através de áudio é permitido, viu? Só não deixe seu cliente falando sozinho.

7) Promova ações para vender pelo WhatsApp

Aproveite esse contato imediato com sua clientela, para levar informações de sua loja de roupas. Promoções imperdíveis, horários especiais, apresentações de produtos através de fotos e vídeos e até ações exclusivas para contatos do WhatsApp. Tome cuidado para não se tornar aquele contato indesejável do WhatsApp, e acabar sendo bloqueada. Não caia na lista de spams e só utilize o telefone de clientes que autorizaram.

8) Não se esqueça das datas comemorativas

E já que você tem o contato direto com o seu cliente, por que não fazer ele se sentir bem? Faça ações de marca via WhatsApp, mande felicitações de aniversário, em datas comemorativas; agradeça pela preferência quando sua loja de roupa bater metas, ou ganhar prêmios de reconhecimento. Mas lembre-se, faça essas ações somente quando necessário.

9) Fotos e Vídeos

Esporadicamente envie fotos e/ou vídeos de produtos da sua loja, lembre-se que as imagens devem estar em boa qualidade, você não vai querer queimar o próprio filme, né? Salve o histórico de conversas, talvez você não lembre de todos os atendimentos.

10) Políticas de uso

Nunca envie vídeos ou conteúdos com pautas como política, futebol e religião.

(Fonte: Boas vendas)

Ações de vendas para sua Loja de Roupas

Se você é varejista de roupas sabe como é difícil se manter em destaque no meio de tanta concorrência. Você também sabe que uma equipe bem treinada e uma loja belíssima são fundamentais, mas não garantem todo o sucess. Então aposte em ações para atrair ainda mais clientes para dentro do seu estabelecimento e aumentar sua recorrência. Uma boa estratégia para melhorar esse cenário são ações de vendas para sua Loja de Roupas vender mais.

Ponto importante: Antes de colocar qualquer plano em prática, lembre-se de refletir sobre seus objetivos. Você deseja ter escoamento do estoque? Atrair novos clientes? Agradar os clientes fidelizados? Melhorar sua infiltração na internet? Com este objetivo bem alinhado, você pode escolher precisa definir uma boa ação de venda para sua loja de roupas!

Confira então as 15 Ações de vendas para sua Loja de Roupas

1. Combos selecionados

Os conjuntos de roupas pré-definidas podem receber um valor com desconto – mas lembre-se, são roupas escolhidas por você.

Exemplo: Uma calça skinny preta selecionada custa R$69,90; Uma jaqueta de couro selecionada custa R$119,90. Se o cliente compra as duas roupas juntas, o total que seria de R$189,80 vai para R$150,00, por exemplo. Caso o cliente queira combinar a calça com outra uma peça de roupa fora da seleção, o valor ficará ‘cheio’, descaracterizando o combo.

Esse é um método perfeito para escoar peças de artilharia e que estejam em grande quantidade no estoque – ou até mesmo roupas da coleção passada. O ticket médio também pode aumentar com esta ação. E lembre-se, seja cooperativo com seu cliente, ofereça um combo interessante para ele.

2. Cupons bônus

Dar cupons bônus baseado na compra de seu cliente pode parecer comum, porém um pequeno detalhe muda todo o jogo.

A ideia é simples: Seu cliente escolhe as peças, efetua a compra e ganha um cupom desconto para a próxima compra. Entretanto, o diferencial é que o cupom não é nominal e o vendedor incentivará o cliente a dar de presente a um amigo. Assim, você cria a oportunidade de envolver uma nova pessoa.

O segredo dessa ação é influenciar o cliente desde a entrada na loja, com dizeres “presenteie seu amigo com cupom desconto”. Os valores de descontos devem ser definidos por você, com valores mínimos e descontos máximos, além do tempo válido.

3. Desconto solidário

Um estilo de ação que mexe com o emocional do seu cliente. O desconto solidário é aquele famoso modelo: “doe 1kg de alimento e receba 20% de desconto”, ou, “doe um agasalho e ganhe desconto em outro novinho” .

Esse modelo possibilita dois resultados: Melhorar a visibilidade da sua loja, exibindo responsabilidade social; Atrair novos clientes; E possibilidade de mídia orgânica, como “Loja de roupas faz campanha solidária”. Aproveite e converse com uma ONG da sua região e mostre para onde as arrecadações serão enviadas.

4. Cupons antecipados

Ainda na linha de cupons, esse é o clássico desconto antecipado. Você seleciona um valor de desconto em um período também pré-estabelecido. Nessa ação, a comunicação visual dos cupons deve estar impecável.

Lembre-se que o intuito da entrega antecipada é levar pessoas diferentes a conhecerem seu estabelecimento. Então, não exagere nas informações do panfleto, seja direto e convincente, uma peça bem desenvolvida mostra o zelo da marca com a imagem.

Ah, aliás, agora está em alta cupons descontos distribuídos no Facebook, a versão on-line opção para economizar na impressão dos papeis.

5. Compre duas peças de roupas e leve a terceira de graça

Essa é uma prática muito conhecida, principalmente nos supermercados. Você oferece uma quantidade mínima de compras e a próxima peça fica de graça.

É uma ação de venda ótima para aumentar o ticket médio de sua loja, escoar produtos do estoque e incentivar a compra por impulso – quem não vai querer levar uma roupa de graça.

Vale lembrar: Antes de dar start nessa ação, calcule a margem de lucro e a quantidade disponível no estoque.

6. Ofertas do dia

Mais uma ação de venda conhecida em supermercados e que tranquilamente pode ser adaptada para sua loja de roupas. A concepção é pré-agendar promoções de peças especiais, incentivando o retorno do cliente em diferentes dias.

Exemplo: Nas terças e quintas, sua loja de roupa venderá peças íntimas com 20% de desconto, e nas segundas, quartas e sextas o setor infantil terá roupas selecionadas com preços especiais.

Lembre-se dos detalhes: As regras de compras devem ser explícitas e as peças que recebem desconto devem estar sinalizadas. Aliás, aposte em roupas que estão em destaque na loja, e não coloque lançamentos na promoção. Especialistas no varejo afirmam que uma vez que o cliente vê um produto lançamento com preço reduzido, ele não comprará com valor cheio.

7. Happy hour

Assim como nas ofertas do dia, você pode fazer horários de ‘loucura’ na sua loja.

O happy hour funciona da seguinte forma: Durante um período pré-definido, nos dias da semana, você colocará roupas em destaque com preços especias.

Esse tipo de promoção também incentiva o retorno do cliente em momentos diferentes e aumenta a compra por impulso. O mais interessante é colocar esses horários nos momentos de menor tráfego em seu estabelecimento.

8. Estender horários

Esse método de vendas para lojas de roupas não necessariamente envolve descontos. Em períodos de vendas sazonais, como Dia das Mães e Natal, é importante considerar o estendimento do horário de atendimento. Essa ação aumenta a chance de você alcançar novos clientes, aqueles que sempre passavam pela sua loja, pós horário comercial.

A artimanha pode não ter desconto final, porém envolve gastos com a equipe.

9. Vendas em site de compras coletiva

É uma opção que muitos setores do comércio utilizam quando um produto não está dando o retorno esperado. A fórmula é simples: oferecer uma roupa em um site de venda coletiva específico, com preço mais baixo que o comum.

Fique ligado: Sua loja terá que se adequar a regras do site escolhido, então, antes de lançar as vendas, certifique que é vantajoso para você. Ah, e nesse estilo de compra on-line é necessário você criar uma regra que leve o cliente a sua loja física.

Exemplo:  Vestido feminino com 50% de desconto para os 50 primeiros compradores. Retirada somente no local.

10. Etiqueta De – Por

Mais um velho truque do varejo. Sinalizar todas as promoções com etiquetas “De” – “Por”. A ideia é passar pro cliente o valor real do desconto, fugindo das porcentagens que dificultam a compreensão do cliente.

Reflita com a gente: O que é mais impactante, ver uma roupa com 50% de desconto, ou, De: R$180 – Por:R$90? O valor monetário facilita o entendimento, e quanto mais claro for, mais consistente se torna a finalização da compra.

11. Descontos arrasadores

Caso você prefira fazer um saldão na loja, você pode trabalhar com aqueles descontos enormes. “Descontos arrasadores de até 60%”.

Pontos importantes: A comunicação deve ser chamativa e o máximo de desconto possível deve ser o mais relevante da comunicação. Lembre-se quanto maior o desconto, mais atenção vai chamar. Colocar o período da promoção é um detalhe que não pode ser esquecido, a data cria ansiedade e impulso na hora da compra.

12. Créditos para compras

Os créditos para compras são ótimas armas para impulsionar o retorno do cliente a sua loja de roupas. Nessa ação, você cria regras de bonificação baseado no valor de compra do seu cliente, na próxima vez que ele retornar, terá um valor em reais de desconto.

Exemplo: A cada R$20,00 em compras, você ganha R$2,00 de desconto.
Note que essa promoção induz a compra por impulso, além da possibilidade de melhorar seu ticket médio. Ah, e fique atento as regras da promoção, valores mínimos e produtos que fazem parte da ação.

13. Descontos exclusivos

Que tal aproveitar a ação de venda e criar laços com o cliente em outras plataformas? Um jeito de firmar esse trato são descontos exclusivos para quem te segue nas redes sociais.

Exemplo: Ofereça um cupom desconto para o cliente que te seguir no Facebook. Ou para aquele que convidar os amigos a curtirem a sua página.

14. Frete grátis (para lojas virtuais)

Se você comanda uma loja virtual de vendas de roupas, pode apostar em promoções de fretes grátis, por exemplo.

Parece bobo, porém muitos varejistas esquecem que nas lojas virtuais os valores da vitrine não são os mesmos do final. Qualquer R$10 de desconto no final da compra pode virar fator de escolha.

Realize essa ação em forma de parceria, converse com fornecedores para vender as roupas com preços especiais.

15. Descontos progressivos

Uma das táticas mais utilizadas no varejo de roupas é o desconto progressivo. Nele quanto mais o cliente compra, mais descontos ele recebe. Uma peça, 10%, duas peças, 20%, três peças, 30%…

O objetivo desse método é instigar o consumo de impulso e a sensação de vantagem do cliente. Porém, é muito importante criar limites de descontos e valores mínimos de compras, senão o seu cliente vai comprar 10 peças e levar 100% de desconto.

(Fonte: Sindilojas Porto Alegre)

Como reconhecer a hora exata de contratar um novo funcionário?

Contratar ou não contratar, eis a questão? Em tempos de instabilidade econômica e política, ter o timing para decidir o melhor momento para contratar ou não um novo funcionário, é uma habilidade que o empreendedor deve desenvolver e aprimorar com a máxima urgência. Com tudo o que está acontecendo e o ambiente altamente instável em que vivemos, qualquer decisão que impacte o negócio deve ser muito bem analisada e planejada antes de ser executada.

Uma contratação, no momento errado, é como investir na bolsa de valores justamente num dia de grande queda: não vai dar o retorno esperado e ainda vai queimar as fichas que poderiam ser investidas em alguma estratégia que realmente pudesse dar maior e melhor retorno à sua empresa. Na prática, ao considerar a possibilidade de uma nova contratação, o empreendedor deve avaliar a viabilidade da mesma sob vários aspectos, uma vez que, com a entrada de um novo funcionário, a empresa dando ou não bons resultados, terá custos fixos com os quais sempre será terá que arcar. É importante sempre se lembrar disso!

Portanto, o empresário deve agir sempre de forma cautelosa e estratégica, ou seja, antes de tomar sua decisão, ele deve avaliar a necessidade real da contratação, a viabilidade do ponto de vista financeiro e, só então decidir o que é melhor para aquele momento: esperar mais um pouco, contratar ou mesmo buscar estratégias para aumentar a produtividade da equipe atual, sem aumentar o quadro de funcionários.

Considerar todas as hipóteses é essencial para tornar a gestão do negócio mais eficiente, e, especialmente, para não colocar em risco a sustentabilidade da empresa. Pensando nisso, o mentor e coach de donos de pequenas e médias empresas e diretor-executivo do Instituto Brasileiro de Coaching, Marcus Marques desenvolveu um teste com dez perguntas que tem o objetivo de ajudar o líder empresarial a identificar a hora exata de contratar um novo funcionário, sem correr o risco de tomar uma decisão precipitada.

“A ideia desse teste surgiu a partir de minhas experiências práticas e da convivência com empreendedores, donos de pequenas e médias empresas. Contratar ou não: é uma dúvida muito comum, principalmente quando o negócio está crescendo muito rápido. Isso ocorre porque, quando a demanda aumenta, a primeira solução quem vem à mente do empresário é: contratar. Entretanto, se isso não for bem pensado, pode acabar inchando a operação da empresa, muitas vezes, sem necessidade. Para evitar isso, é preciso refletir com muito cuidado sobre toda nova contratação, levando em conta diversos aspectos do momento empresarial, econômico e político, porque sempre dá para pensar em otimizar os processos, reconfigurar o trabalho, implementar softwares, reorganizar as funções etc.”, explica Marques.

Na prática, esses diversos aspectos envolvem analisar questões como qualidade da entrega, atendimento, limite operacional da mão de obra atual, entre outras, sendo o caixa, o principal desses aspectos. “Costumo dizer que o caixa da empresa manda mais do que o próprio dono. Se a saúde financeira do negócio está comprometida, não dá para pensar em contratar um novo funcionário até que isso se normalize”, exemplifica o especialista.

Checklist – Como reconhecer a hora exata de contratar um novo funcionário?

A seguir estão dez perguntas que o empresário deve responder para avaliar a real necessidade de contratar um profissional. Ele foi desenvolvido para funcionar como um checklist, em que cada resposta positiva (check!) corresponde a um ponto. Veja:

1. Sua empresa está estruturada financeiramente para aumentar o custo fixo da folha de pagamento?

Pontos a considerar: o custo de contratação de um funcionário no Brasil pode ultrapassar os 60% do salário em questão, a depender do regime tributário da empresa.

2. Esse novo funcionário contribuirá para o crescimento efetivo do seu negócio?

Pontos a considerar: a contratação de um novo funcionário deve fazer parte do objetivo estratégico da empresa e não apenas “apagar um incêndio” (quando você não está dando conta do volume de trabalho, por exemplo).

3. Existe uma demanda real e de longo prazo que justifique essa contratação?

Pontos a considerar: não dá para contratar alguém fixo e em tempo integral por causa de um aumento temporário da demanda dos clientes.

4. Você tem certeza de que essa necessidade empresarial está diretamente relacionada à contratação de um novo funcionário?

Pontos a considerar: Pessoas + Processos = Resultados. Sua empresa precisa de mais um profissional ou os processos é que devem ser rearranjados (implantação de um novo software, reorganização da equipe etc.)?

5. Está claro para você quais são as habilidades e expertise que esse novo funcionário deve aportar na empresa?

Pontos a considerar: antes de pensar em contratar, é preciso ter claro o perfil profissional que agregaria valor para a empresa.

6. Você já considerou a hipótese de terceirizar essa demanda específica, buscando inteligência externa para resolver o problema?

Pontos a considerar: contar com uma ajuda pontual externa, além de ser muito mais barato, reduz dramaticamente o risco de uma contratação malfeita.

7. Essa nova contratação vai desenvolver um trabalho que você ou alguém da equipe não pode executar e/ou aprender?

Pontos a considerar: é sempre tempo de desenvolver suas próprias habilidades e expertise, portanto vale sempre a pena considerar essa hipótese.

8. Você tem percebido problemas na qualidade da entrega e do atendimento de sua empresa que justifiquem a contratação?

Pontos a considerar: esse é um bom termômetro e é sempre bom ouvir o que os stakeholder têm a dizer sobre a qualidade de entrega e atendimento.

9. A estrutura física atual de sua empresa (espaço, mesa, computador) está preparada para receber esse novo funcionário?

Pontos a considerar: é sempre importante lembrar que a contratação de um funcionário não representa aumento de custos apenas por seu salário e encargos. É preciso oferecer estrutura física adequada para receber este profissional.

10. Você já considerou e refletiu, de maneira aprofundada, sobre o que aconteceria em sua empresa se você não fizesse essa contratação?

Pontos a considerar: este é um bom exercício para entender se a não contratação seria realmente sentida pela empresa.

Resultados do checklist:

7-10 pontos: é hora de contratar.

Se você deu check em pelo menos sete perguntas, significa que sua empresa está mesmo na hora de contratar um novo funcionário.

4-6 pontos: talvez ainda dê para esperar.

Há algumas evidências claras de que sua empresa precisa de um novo funcionário, mas talvez ainda não seja a hora de optar por esse caminho.

0-3 pontos: busque alternativas.

Não é necessário contratar alguém ainda. Sua empresa está em ascensão, mas ainda há alternativas melhores para suprir a demanda e é sempre bom poder contar com uma ajuda externa, não é mesmo?

Varejo: Reinvenção Constante

Pesquisa da Capgemini com 150 empresas brasileiras dos segmentos de varejo, bens de consumo e finanças aponta que o conceito de transformação digital está ganhando impulso no país. O movimento é provocado pelo maior poder do consumidor conectado e pela concorrência de novos modelos de negócios de competidores nativos digitais, como o chamado “Gafa” – Google, Apple, Facebook e Amazon -, além de Uber, Airbnb, Netflix, bancos digitais e plataformas e aplicativos para os mais variados fins.

A pesquisa destaca que, embora ainda exista espaço para mudanças nas empresas ouvidas, 47% investem em transformação digital. O tema sensibiliza os executivos mais importantes, o “C level”, mas o envolvimento dos funcionários ainda é deficiente. As tecnologias digitais são utilizadas para entender melhor o mercado e os clientes: 63% usam a internet para esse fim; 57% usam mídias sociais; e 53% adotam serviços móveis, indicando que a abordagem multicanal tem sido importante para suas estratégias de negócio.

Hoje, para as empresas, perder a corrida da transformação digital significa perder sua capacidade de competir, ou, pior, pôr em risco a própria sobrevivência.

“A transformação digital não é um risco de tecnologia, mas sim de negócio, e foi motivada pela internet e pela mobilidade. Essas tecnologias deram origem às redes sociais, à computação na nuvem e ao smartphone, que colocou uma capacidade poderosa na mão do usuário”, diz Sergio Paulo Gallindo, presidente executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

O crescimento contínuo das capacidades de processamento e de armazenamento a custos cada vez menores fez surgir novas tecnologias, como internet das coisas (IoT), inteligência artificial (IA) e computação cognitiva. Mauro D’Angelo, diretor de soluções de indústria e desenvolvimento de negócios na IBM Brasil, diz que uma das causas é a explosão dos dados – que dobram a cada dois anos – como resultado da combinação da mobilidade com as mídias sociais e da sensorização do mundo físico. “Cerca de 80% são dados não estruturados – texto, áudio, vídeo – e quem souber tirar inteligência disso para tomar decisões vai atender melhor o cliente”, diz.

Laércio Cosentino, CEO da Totvs, diz que a transformação digital está sendo motivada pelo desejo de as pessoas compartilharem informações para colaborar, consumir e se expressar.

“Não basta digitalizar os produtos. No caso da Totvs, temos uma jornada de quatro anos, de 2015 a 2019, com três frentes de trabalho: cultura e ambiente, processos de atendimento, oferta e portfólio. É como fazer com que a companhia volte a ser uma startup, se reinventando a todo momento, pois temos de dar exemplo para nossos clientes.”

Para Cesar Gon, CEO da CI&T, a principal causa não é apenas o impacto das empresas disruptivas, e sim o aumento do poder do consumidor hiperconectado. Marcia Ogawa, sócia e líder de transformação digital da Deloitte, diz que estamos no meio da mudança para um novo ciclo econômico provocado por novas tecnologias, a exemplo de inteligência artificial, IoT, robótica, nuvem, big data e analytics. “A mudança no comportamento do consumidor é uma consequência dessas tecnologias.”

Gon alerta que muitas empresas estão se aproximado de startups ou abrindo escritórios no Vale do Silício, mas que a transformação de uma empresa vai além disso. A CI&T criou o Prisma, um novo ambiente de trabalho com ilhas de inovação para promover a transformação digital de clientes como Natura, Itaú, Dasa e SulAmérica. “A verdadeira transformação implica mexer no modelo de liderança, nos processos e na forma como a empresa resolve problemas e toma decisões”, afirma Gon.

A Accenture vem adquirindo diversas empresas de soluções e criando espaços de inovação como o Recife Innovation Center; o Analytics Innovation Center, no Rio de Janeiro; o Centro de Excelência em Agribusiness, uma garagem de inovação (Accenture Garage), além da agência Accenture Interactive, que abriga projetos de design thinking com a Fjord, todos em São Paulo.

“O mercado hoje é mais atento do que há três anos, mas ainda há um desconhecimento do que seja uma empresa digital. É preciso criar uma experiência integrada fim a fim”, diz Flaviano Faleiro, líder da Accenture Digital para a América Latina.

Marco Stefanini, CEO Global da Stefanini, diz que o serviço de TI tradicional nunca foi inovador, apenas implantava uma ou outra inovação de algum fornecedor de hardware ou de software. Agora mudou o contexto. A Stefanini, por exemplo, passou a ser uma integradora de soluções e muito mais digital. Ele destaca a agência digital, a assistente virtual Sofie, e o core bancário com APIs para integração com o digital.

Os setores mais avançados são os que têm contato com o consumidor como bancos, varejo, saúde, telecomunicações e bens de consumo. As operadoras de telecomunicações têm como ameaça a mudança de comportamento do consumidor e redução das receitas de voz. Nos bancos, em 2016, das 65 bilhões de transações bancárias, 57% foram realizadas no internet banking ou no mobile banking – que já responde por 34% do total.

“A transformação digital dos bancos ocorre diariamente, mas não é só uma questão de TI e sim de cultura, estrutura e, principalmente, de pessoas”, afirma Gustavo Fosse, diretor setorial de tecnologia da Febraban e diretor de tecnologia do Banco do Brasil.

Empresas de utilities também estão atentas às mudanças. Carlos Zorzoli, country manager da italiana Enel – que controla as concessionárias de energia Ampla e Coelce -, informa que o grupo anunciou investimentos de € 4,7 bilhões em digitalização, sendo 83% na infraestrutura das redes de energia, usinas e instalações; 15% no relacionamento com clientes, e 2% nas pessoas. No Brasil, já são cerca de 800 mil medidores inteligentes instalados.

 

(Fonte: Valor Econômico)

Quais são os principais erros que afastam os clientes?

Uma das principais missões de um profissional de vendas é atrair a atenção de um consumidor. No entanto, uma questão muito comum nessa área é: como fazer para que os clientes não saiam correndo do seu negócio?

Trabalhar com pessoas exige delicadeza, algumas medidas e cuidados são essenciais para obter sucesso na área. Para isso, é necessário, primeiramente, saber que para vender é preciso ir muito além de uma conversa superficial. Abaixo, listo cinco erros fatais, que podem fazer o comprador ir buscar a solução que procura na loja ao lado:

Falta de empatia – Crie identificação com o comprador e transmita boa impressão. Cuide da aparência e aja de acordo com o perfil de cada cliente para inspirar as compras. As pessoas têm tendência em confiar e se relacionar com quem possui algo em comum com elas;

Não seja muito invasivo – Pergunte, mas também saiba ouvir. Fuja do monólogo, busque sempre o diálogo e nunca se esqueça de que cautela é essencial. Entenda o que o cliente quer e trabalhe para resolver os seus problemas. Lembre-se que o vendedor é um solucionador e ajuda quem o procura a suprir necessidades e realizar sonhos.

Os clichês – Ao contrário do sucesso, jargões, exageros, mentiras e falar demais podem atrapalhar a negociação. A sinceridade é muito mais bem vista e aceita pelos clientes que uma simpatia exagerada, que soa como falsidade. Portanto, saiba usá-la moderadamente.

Despreparo e insegurança – Estude sempre e busque profissionalização. Mantenha-se informado sobre os produtos que vende e os mercados nos quais estão inseridos, participe de palestras e cursos preparatórios, leia obras importantes na área e fique antenado às tendências e acontecimentos.

(Fonte: Administradores.com.br)

Treinamentos in company em alta

Reclamação constante entre os profissionais de Recursos Humanos (RH) nas duas últimas décadas, a falta de trabalhadores qualificados no Brasil não cedeu espaço nem diante do atual e alarmante índice de desemprego. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua, o desemprego subiu para 13,2% no trimestre de dezembro a fevereiro. A alta em relação ao trimestre anterior é de 1,3 ponto percentual e de três pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre do ano passado. De acordo com o IBGE, essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, iniciada em 2012.

Mesmo diante de tamanha massa de trabalhadores disponíveis, muitas empresas continuam sem conseguir ocupar vagas abertas e o investimento em treinamento continua alto. E o mesmo vale para as equipes já formadas. Mantê-las atualizadas e motivadas é essencial para qualquer negócio, especialmente em tempos de crise.

A tarefa, entretanto, não é fácil. Em tempos de equipes reduzidas e foco total no negócio, promover treinamentos externos e deslocar equipes inteiras para fora do local de trabalho pode ser um custo e um tempo caro demais para quem precisa atender o cliente imediatamente. Nesse cenário crescem os treinamentos in company – aqueles que reúnem métodos e estratégias especialmente delineados para um grupo específico e é ministrado nas dependências da própria empresa.

De acordo com a diretora da TAO Coaching, Raquel Couto, os treinamentos dentro da própria estrutura da empresa costumam ter custo menor e ser mais assertivo, já que, via de regra, são feitos com grupos menores e mais focados. “Nos treinamentos in company é mais fácil para o treinador traçar dificuldades e papéis. O direcionamento da equipe fica mais fácil e rápido. Mas para que isso dê certo é preciso que a empresa esteja alinhada e todos conscientes da importância e dos objetivos do treinamento. Se os participantes se sentem pressionados pelo telefone que toca e nos papéis que ficaram sobre a mesa, o resultado não será bom. Outro ponto importante é o treinamento dos gestores. O nível hierárquico superior imediato tem que participar. Isso ainda não é tão comum como o necessário no Brasil”, explica Raquel Couto.

Sindicato – Dentro de um sindicato de empresas é possível acompanhar o desenvolvimento de companhias de diferentes perfis e portes. O gestor administrativo do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga do Estado de Minas Gerais (Setcemg), Renato Marques, identifica que a dificuldade de deslocamento das equipes é um dos principais pontos de estrangulamento quando o assunto é treinamento.

Tradicionalmente, o Setcemg oferece cursos e treinamentos no auditório que funciona na sede da entidade, porém, nos últimos anos, a demanda por cursos in company vem crescendo. “Percebemos que nem sempre é fácil para as empresas deslocarem equipes inteiras para cá. As demandas começaram a surgir e, como um Grupo de Trabalho (GT) em Recursos Humanos já consolidado, passamos a oferecer esse serviço. As empresas entram em contato, fazem um briefing das suas necessidades e nós vamos ao mercado em busca do melhor profissional para formatar o treinamento”, afirma Marques.

A maior parte dos treinamentos solicitados está no campo comportamental. Saúde, segurança do trabalho e técnicas de vendas são alguns dos mais pedidos, principalmente por empresas de médio e grande portes. “O importante é que as empresas percebam que o treinamento é um investimento que deve ser feito constantemente. A capacitação é uma forma de orientar o funcionário sobre para onde a empresa quer ir. As pequenas empresas ainda têm dificuldades para assumir esses custos, mas é bom que tenham esses conceitos na sua cultura”, aponta o gestor administrativo do Setcemg.

O mapeamento das necessidades do grupo que participará do treinamento é essencial na visão da sócia da Trajeto RH, Luciana Guedes Pinto. Para ela, os treinamentos pré-formatados não têm espaço em uma cultura empresarial moderna. “O treinamento in company só faz sentido com um mapeamento muito bem-feito ou quando é oferecida uma grade de temas em que as pessoas podem se inscrever nos que julgarem pertinentes. Hoje, as empresas têm estruturas físicas muito enxutas e quando precisam reunir turmas maiores acabam saindo do seu ambiente. O que se faz é buscar espaços próximos, que não exijam pernoite. O importante é que saibam criar caminhos próprios, que agreguem as pessoas, que não existem soluções prontas”, ensina Luciana Guedes Pinto.

No Grupo Bonsucesso, as empresas que se dedicam ao setor automotivo mesclam diferentes estilos de treinamento. Os que são oferecidos pelas montadoras normalmente são feitos dentro das indústrias, ou seja, fora das concessionárias e locadoras. Já os que são feitos pelo grupo podem ser dentro das dependências das empresas (in company) ou ambientes fora.

Segundo a analista de RH do Grupo Bonsucesso, Larissa Rezende Morais Mendes, para realizar treinamentos in company alguns cuidados precisam ser tomados. “Precisamos avaliar as necessidades da empresa e a planilha de custos. Não podemos descuidar do orçamento. Quando levamos a equipe para fora do ambiente da empresa o custo sobe, porém, eventos grandes, como uma convenção, não tem como ser in company. Quando fazemos aqui tentamos criar um ambiente tranquilo, em que as pressões do dia a dia não sejam percebidas”, pontua Larissa Mendes.

(Fonte: Diário do Comércio)

Os 5 passos essenciais para criar uma boa experiência no varejo

O varejo precisa quebrar paradigmas e encontrar novos caminhos. Se há algo que é essencial na visão de César Souza, sócio-presidente do Grupo Empreenda, é o fato de que todas as profissões estão passando por profundas transformações. “Os profissionais cada vez mais precisam ser multifuncionais. Até o conceito de carreira vai mudar daqui para frente”.

Essa característica será fundamental para trazer ideas disruptivas para os negócios. Até mesmo nossos modos de pensar devem passar por transformações. Precisamos ter novos insights, pensar em novos conceitos – foi assim que ele criou a palavra “clientividade”, título de seu último livro. “Eu não encontrava nenhuma palavra que trouxesse a ideia de colocar o cliente no centro, que é o que faz diferença em todos os negócios”, aponta.

Assim, o especialista aponta cinco dicas fundamentais para uma boa experiência dos clientes:

1- Propósito

As empresas precisam entender exatamente qual é o seu negócio. “Qual é o seu negócio? O que você é? As empresas precisam saber”, diz. “Experiência do cliente vai muito além de produto e serviço. É preciso pensar em diferenciação e propósito”.

Por exemplo, em vez de dizer que é uma empresa de comida natural, dizer que é uma empresa de bem estar e saúde. Essa ideia também se reflete nos colaboradores. Se o propósito é algo maior para toda a equipe, é isso que faz diferença.

Na era da experiência, os varejistas precisam pensar diferente. “Se eu continuo dizendo que o meu negócio está ligado ao produto, a experiência será isso. Essa ideia define o DNA da empresa”, destaca.

2 – Respirar cliente

Na hora de formatar a empresa, a teoria é muito clara. Existe um posicionamento, a definição do público alvo e a forma de atuar. Porém, muitas empresas têm dificuldade para transmitir sua real mensagem para a equipe da ponta. E se ela não respira o cliente, a experiência não será perfeita como deveria. “Do porteiro ao presidente, todos precisam estar engajados em encantar e engajar os clientes. Cada profissional faz diferença”, aponta.

Se o cliente não quer mais o produto e o serviço, mas sim a experiência, as pessoas são parte fundamental disso. Souza fez uma pesquisa para entender a visão dos clientes sobre as empresas. 71,4% não acreditam quando sabem que uma empresa diz que tem o seu foco no cliente. 65,7% dos entrevistados acham que conhecem mais os produtos e serviços do que os próprios vendedores. É um quadro que precisa mudar.

“Clientividade é falar a mesma língua do cliente”, define. As empresas acham que sabem o que os clientes valorizam – mas o especialista garante que é totalmente diferente daquilo que as empresas entregam.

3- Valorize o intangível

“O que o cliente compra de fato é um conjunto de elementos intangíveis. Flexibilidade, transparência, respeito, segurança, confiança, é isso o que o cliente compra”, garante. Vai muito além de produto. “O produto é um pretexto para criar a relação com o público”, aponta. O que fideliza o cliente é o que ele não pega, não vê, mas sente.

4- Integração

Para o empreendedor, se a operação não estiver alinhada, não dá para manter uma experiência satisfatória. Não adianta dizer que uma área determinada deu problema – a logística, as vendas. A empresa precisa abraçar junta a causa de entender os clientes.

“Todos somos clientes. Os próprios empreendedores do varejo também são – e é nas dores das suas relações que os executivos precisam pensar para dar um novo passo”, lembra. “A experiência está na fila, no mau atendimento, em uma experiência desagradável”. É preciso pensar no básico.

5- Inovação

Essa é uma palavra que utilizamos muito no mercado, mas não necessariamente é colocada em prática. “Tem muitas inovações que não levam a lugar nenhum. São mera criatividade. Inovação mesmo é aquela que agrega valor, que traz resultado, mitiga riscos”, garante.

Mesmo algo que parece muito bom, mas não traz resultado, é preciso ser cortado. Principalmente na experiência do cliente.

(Fonte: Portal Novo Varejo)