Programa de Regularização Tributária

A Fecomércio MG realiza, no dia 17 de março, palestra sobre o Programa de Regularização Tributária (PRT) – Medida Provisória 766/2017. Ela será ministrada pela analista tributária da Receita Federal Taís Randazzo Rabelo. O programa foi criado recentemente e permite o pagamento de débitos inscritos na Dívida Ativa da União (DAU), de natureza tributária ou não tributária, de pessoas físicas e jurídicas, vencidos até 30 de novembro de 2016.

(fonte: Fecomércio)

Intenção de consumo mantém recuperação

O otimismo dos empresários para o ano de 2017 ganhou mais um reforço. A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) atingiu os 76 pontos em fevereiro, contra os 72,2 apurados em janeiro. Apesar de permanecer abaixo do nível de satisfação (100 pontos), a melhoria do índice, apurado pela Fecomércio MG com base em pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta um crescimento da confiança dos belo-horizontinos no cenário econômico do país e uma pretensão às compras no futuro.Conforme o estudo, todos os sete indicadores que compõem o ICF apresentaram elevação na passagem de janeiro para fevereiro. Destaque para a perspectiva profissional, que saltou de 90,8 para 95,4 pontos; renda atual (89,8 para 92,5); acesso ao crédito (63,2 para 70,8); e perspectiva de consumo, que subiu para 53,7, ou seja, 6,8 pontos acima dos 46,9 da última avaliação. “Os números são o reflexo da desaceleração da inflação (que tem projeção de ficar dentro da meta neste ano) em conjunto com a redução dos juros, que devem estimular o consumo”, pondera a analista de pesquisa da Fecomércio MG, Elisa Castro. A avaliação do emprego, única na casa da satisfação, variou de 100,4 para 100,9 pontos.

Segundo outro levantamento da Fecomércio MG, também compilado da CNC, mesmo com o aumento da intenção de consumo, o índice de endividamento em Belo Horizonte recuou pelo oitavo mês seguido. O indicador, que retrata o comprometimento da renda com financiamento de imóveis, carros, empréstimos, cartões de crédito e de lojas, cheques pré-datados, entre outros, chegou a 19,9%. Em janeiro, estava em 21,8%. Essa queda mostra que, apesar da melhora de indicadores econômicos, o momento ainda é de restrição no consumo, de acordo com Elisa. “As famílias estão restringindo o consumo, evitando adquirir compromissos financeiros para não comprometer a renda. Ainda estão com certo receio, especialmente em função dos índices de desemprego.”

A inadimplência (avalia o percentual da população que não terá condições de honrar as dívidas contraídas) registrou uma ligeira queda: de 2,2% em janeiro, para 2,1%, em fevereiro. É o menor índice da série histórica iniciada em janeiro de 2015. No mesmo período do ano passado, ele estava em 10,1%.

As dívidas continuam concentradas no cartão de crédito. Em fevereiro, 86,3% dos entrevistados se comprometeram com essa modalidade, seguida por financiamento de casa (9,7%), cheque especial (8,6%), crédito pessoal (6,7%) e financiamento de carro (5,8%). Dos endividados, 35,7% não conseguiram honrar seus compromissos e estão com os pagamentos em atraso, em média, há 55 dias.

(fonte: Fecomércio MG)

Confiança do comércio sobe 3,6 pontos em fevereiro ante janeiro, revela FGV

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 3,6 pontos na passagem de janeiro para fevereiro, saindo de 78,9 pontos para 82,5 pontos no período, informou na manhã desta quinta-feira, 23, a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O indicador alcançou o maior nível desde janeiro de 2015. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,5 ponto, após três meses consecutivos de quedas.

“O resultado da Sondagem do Comércio de fevereiro traz boas notícias, como a maior difusão de crescimento entre os segmentos do setor e a ocorrência da maior alta mensal desde abril de 2011 do subíndice que mede as percepções sobre a situação atual. Na ausência de choques negativos extra econômicos, a tendência de alta gradual deve se manter nos próximos meses, alimentada pela redução dos juros e pela liberação de recursos das contas inativas do FGTS”, avaliou Aloisio Campelo, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

Houve melhora na confiança em nove dos 13 principais segmentos pesquisados. O Índice de Situação Atual (ISA-COM) subiu 5,5 pontos em fevereiro – a alta mais acentuada desde abril de 2011, quando avançou 5,6 pontos -, alcançando 74,3 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE-COM) cresceu 1,6 ponto, atingindo 91,5 pontos.

Entre os indicadores que integram o ISA-COM, a maior contribuição no mês foi do quesito que mede o grau de satisfação com o volume de demanda atual, que subiu 5,7 pontos em relação a janeiro, para 75,4 pontos. No IE-COM, houve alta de 4,0 pontos do indicador de otimismo com a situação dos negócios nos seis meses seguintes e queda de 0,9 ponto do indicador de expectativas com as vendas nos três meses seguintes.

O quesito que mede as previsões para a evolução do pessoal ocupado também teve melhora. Entre os meses de dezembro e fevereiro, a proporção de empresas prevendo reduzir o quadro de pessoal passou de 17,8% para 16,5%, enquanto a fatia de empresas que planejam contratar aumentou de 7,2% para 11,1%.

O saldo, entretanto, continua negativo, uma vez que o porcentual das empresas prevendo redução do quadro de pessoal ainda supera o das que pretendem contratar. O resultado sugere atenuação do ritmo de demissões no setor, ressaltou a FGV.

A coleta de dados para a edição de fevereiro da sondagem foi realizada entre os dias 1º e 21 do mês e obteve informações de 1.122 empresas.

(fonte: EM)

Se quiser ser líder, não foque no preço, invista em qualidade

Muitos empreendedores já partilharam comigo uma dúvida cruel na hora de vender: é melhor focar no preço ou na qualidade? Em tempos difíceis na economia, como agora, é comum perceber empreendedores com a seguinte dúvida: é melhor apostar na qualidade ou no preço baixo?

Destaco abaixo dados de uma pesquisa realizada pela na AC Nielsen, onde revela que o preço é, sem dúvida alguma, importante. No entanto, outros três fatores prevalecem na hora do cliente decidir pela compra de um determinado produto ou serviço:

1. Conveniência: a cada dia que passa o cliente quer mais facilidades, então, entregue essa comodidade a ele e não precisará reduzir seu preço, pelo contrário, poderá agregar valor e cobrar mais por isso. Um bom exemplo disso aconteceu comigo. Eu sempre tinha que levar e buscar nossa cachorrinha Laila no pet shop. Certo dia, apareceu uma outra loja com um serviço diferenciado e mudei para eles. Agora, marcamos o dia, horário e o carro do pet shop passa em casa, leva a Laila, dá o banho, faz a tosa e entrega em casa. Além disso, informam sobre as vacinas, quando ela precisa tomar e, uma vez por mês, trazem a máquina do cartão e pagamos tudo junto. Invisto 20% a mais, mas estou satisfeito pela comodidade oferecida.

 2. Confiança: quando confiamos na empresa ou no profissional que nos atende ficamos mais dispostos a pagar um tanto a mais. Pude ver isso quando um amigo contou que precisava fazer uma cirurgia ocular de catarata. Ele comentou o valor que estava pagando e um outro colega mencionou que conhecia um médico recém-formado, que poderia fazer pela metade do preço, e ainda parcelava em dez vezes. Meu amigo não aceitou e disse que preferia pagar um valor maior e operar com quem ele conhecia e confiava.

3. Qualidade: Quando valorizamos a qualidade do produto ou serviço prestado com um atendimento de excelência, pagar um pouco a mais vale muito a pena. Me lembro de uma vez que acompanhei minha esposa numa compra de supermercado. Quando paramos na gôndola para pegar uma papinha para nossa bebê, vimos algumas opções com preços variados e ela disse: “Sem dúvida alguma, vamos optar pela melhor marca e qualidade para nossa filha, afinal, ela é nossa joia preciosa”. Repare: pagamos 40% a mais pela qualidade reconhecida da empresa que fabrica aquele item.

E, pesquisando a respeito, descobri que as empresas que focam em qualidade costumam se tornar líderes. Pare um minuto para pensar as marcas que você consome ou conhece, que são líderes de mercado e vendem essencialmente qualidade. Aposto que vai se lembrar de diversas empresas líderes e marcas famosas.

Portanto, não abaixe o preço! Melhore os argumentos e apresente seus diferenciais.

* Erik Penna é palestrante, especialista em vendas, consultor e autor de livros como “A Divertida Arte de Vender” e “Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes”. 

(fonte: Administradores.com)

5 tendências que sua empresa precisa saber para sobreviver na internet

Campus Party é o maior evento de tecnologia do Brasil e um dos mais importantes do ano no mundo. O evento, que é realizado todos os anos em São Paulo, traz uma mistura de milhares de horas de palestras, maratonas de hackatons e competições de gamers. Em meio a esse conglomerado de informações, o evento serve como um termômetro para saber para que direção a tecnologia, as empresas e a produção de conteúdo na internet estão seguindo. Abaixo, listo cinco tendências que apareceram de forma consistente na edição de 2017 da Campus Party e que devem reverberar pelos próximos anos.

1. A Era da Pós Verdade

Pós-Verdade foi eleita a palavra do ano pela Universidade de Oxford. O conceito remete a ideia de quando os fatos objetivos são menos importantes do que as crenças e as emoções. Mas afinal o que isso quer dizer? Que estamos vivendo um momento em que, muitas vezes, o boato, a notícia falsa, a informação movida a ódio acaba ganhando mais espaço que os conteúdos sérios. E o que é pior, muitas vezes, esse tipo de informação é replicada somente para reforçar o pensamento único. Perde-se o debate e a pluralidade. É a ideia de que “quem não concorda comigo está errado” tão presente em diversos debates políticos na internet, por exemplo. O conceito mostra que é cada vez mais importante tomar cuidado com o conteúdo que se publica e se compartilha nas redes e que fazer uma boa curadoria do conteúdo é fundamental.

2. A ascensão do movimento Maker

Maker é o artesão da internet. Se a revolução digital chegou primeiro as profissões ligadas a comunicação, com o movimento maker ela atinge toda a indústria. É uma extensão da cultura do “faça-você-mesmo”. Com a facilidade de tutorais na internet, aumentou o número de pessoas que quer construir ou consertar os seus objetos por conta própria. Seja uma impressora, um liquidificador ou até mesmo uma solução que ainda não existe. As principais empresas da indústria já estão atentas aos makers para trazer soluções e inovações para os produtos. É a junção das grandes corporações com os pequenos empreendedores.

3. Mobilidade, carro autônomo e conteúdo

A indústria já considera como quase que irreversível a ideia de que nos próximos anos os carros serão autônomos e vão dirigir sozinhos. A busca das montadoras agora é pensar no que fazer com o passageiro enquanto ele estiver no carro. Que tipo de conteúdo ele vai consumir e que tipo de aplicativo ele vai acessar? São brechas para um novo mercado.

4. A consolidação do YouTube para produtores de conteúdo

Foi se o tempo em que ter um canal no YouTube era algo para adolescente e pré-adolescente fazer vlog. A plataforma cresceu, os hábitos de consumo mudaram e existe produção de conteúdo para o YouTube nas mais diferentes áreas. Há desde a YouTuber Jout Jout, que ficou conhecida por fazer crônicas do cotidiano de forma leve e clara a até profissionais consolidados como a jornalista Marília Gabriela que agora faz seu programa de entrevistas dentro da plataforma.

 5. A era do ao vivo

O facebook começou a testar transmissões ao vivo com apenas algumas páginas. A ideia tomou forma e atualmente é possível fazer também nos perfis pessoais e o próprio algoritmo do facebook dá mais visibilidade para um vídeo ao vivo do que para outros conteúdos. A transmissão ao vivo também já aparece no Instagram e é muito valorizada nas diversas plataformas. Vale também uma atenção para o conteúdo efêmero, aquele que some depois de um tempo, normalmente 24 horas, sem ficar gravado no perfil das empresas e das pessoas. Esse tipo de publicação ganhou muito espaço, principalmente entre o público jovem, no snapchat e a ideia acabou aparecendo e se consolidando também no Instagram com a ferramenta de stories.

(fonte: Administradores.com.br)

Turistas procuram Belo Horizonte para pular Carnaval

O número de turistas a procura de diversão em Belo Horizonte nos dias de Carnaval aumentou e com ele a estrutura e a programação disponibilizada para os foliões.

BH aguarda cerca de 500 mil turistas e no total de 2,4 milhões de pessoas para curtir as festas, blocos e shows disponíveis.

Segundo o presidente da Belotur, Aluizer Malab, por trás destes números há um grande planejamento desenvolvido. “Todos os esforços estão sendo feitos para garantir conforto aos foliões em termos de investimentos em estrutura, o que gera confiança e credibilidade no mercado. Esperamos consolidar a nossa cidade como rota carnavalesca no Brasil com a nossa criatividade e diversidade. Afinal, temos que aproveitar o grande potencial turístico que temos e dar mais visibilidade aos nossos atrativos”, afirma Aluizer.

A estimativa é que o Carnaval de BH em 2017 movimente uma receita turística de R$ 335 milhões entre os dias 11 de fevereiro e o dia 1º de março.

Já para o comércio varejista, mesmo com o fechamento das lojas nos dias 27 e 28 de fevereiro, a expectativa é que haja um crescimento de vendas de 59,1% em relação ao ano passado.

(fonte: Portal Belo Horizonte/Minas Gerais)

Confiança do consumidor sobe e atinge maior maior nível desde dezembro de 2014

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas subiu 2,5 pontos em fevereiro, alcançando 81,8 pontos, o maior nível desde dezembro de 2014 (86,4).

“A segunda alta consecutiva neste ano parece estar relacionada à aceleração do ajuste orçamentário das famílias propiciado pela desaceleração da inflação e aceleração no ritmo de queda dos juros básicos da economia” afirma, em nota, Viviane Seda Bittencourt, coordenadora da Sondagem do Consumidor.

Em fevereiro, todos subíndices considerados no cálculo do indicador subiram na comparação com o mês anterior. O Índice da Situação Atual (ISA) avançou 2,2 pontos, para 70,3 pontos, o maior nível desde agosto de 2015 (71,8), enquanto o Índice de Expectativas (IE) alcançou o maior patamar desde outubro de 2014 (93,4), ao subir de 88,1 para 90,6 pontos.

A confiança dos consumidores com renda familiar mensal entre R$ 2.100,01 e R$ 4.800 se manteve estável variando 0,2 ponto. Enquanto os consumidores com maior poder aquisitivo (acima de R$ 9.600) atingiu 87,1 pontos, o maior nível desde outubro de 2014 (92,1 pontos).

(fonte: G1)

Empresários do comércio estão mais confiantes em fevereiro, diz CNC

Mesmo diante da queda do ritmo das vendas, os empresários do comércio estão mais confiantes em fevereiro, segundo aponta pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A confiança dos comerciantes aumentou 18,6% em relação a fevereiro de 2016. Essa é a oitava taxa positiva seguida nesta base de comparação. Na comparação com o mês passado, o indicador subiu 1%, alcançando 95,5 pontos.

No entanto, o resultado abaixo dos 100 pontos indica atenção por parte dos comerciantes em relação às condições do mercado de trabalho e restrição de renda das famílias.

“As reformas e medidas de ajuste em andamento no Congresso, aliadas à queda dos juros e redução da inflação, propiciam um ambiente mais favorável aos investimentos, estimulando a confiança dos comerciantes. As vendas do comércio em 2017 devem experimentar ritmo menos intenso de queda, com relativa estabilidade”, aponta a economista da CNC Izis Ferreira, por meio de nota.

(fonte: G1)

Lucro líquido da Lojas Americanas cresce 25,2% no 4º tri e soma R$ 255,6 mi

As Lojas Americanas registrou lucro líquido consolidado de 255,6 milhões de reais no quarto trimestre, alta de 25,2% sobre o mesmo período de 2015, anunciou nesta segunda-feira a varejista, que atribuiu o resultado ao crescimento das vendas e à contenção de despesas.

A receita líquida consolidada da varejista subiu 7,7% no período de outubro a dezembro, para 6,26 bilhões de reais. No conceito “mesmas lojas”, a receita bruta teve alta de 6% na mesma base de comparação.

Em termos consolidados, as despesas operacionais subiram 8,4% no trimestre, para 958,6 milhões de reais, impactadas pelo aumento das despesas com vendas e com depreciação e amortização, enquanto as despesas gerais e administrativas recuaram.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado totalizou 1,094 bilhão de reais no último trimestre de 2016, aumento de 7,7% na comparação com igual intervalo de 2015.

“Diante do cenário macroeconômico apresentado no país e dos desafios no mercado internacional, aprimoramos os nossos processos em busca de um controle ainda maior das despesas e do fluxo financeiro, resultando em um desempenho sólido”, informou no material de divulgação de resultados.

Ainda segundo o informe de resultados, a Lojas Americanas controladora investiu 560,9 milhões de reais no ano passado com a abertura e reforma da rede de lojas e tecnologias. Foram inauguradas 93 novas unidades em 2016 e, com isso, a varejista atingiu um total de 1.127 unidades espalhadas em mais de 436 cidades do Brasil.

Para 2015-2019, o plano é abrir dois novos centros de distribuição e 800 novas lojas no país. Até agora em 2017, a empresa abriu cinco novas unidades e tem 80 outras contratadas ou em estágio avançado de negociação.

Ao fim de dezembro de 2016, a Lojas Americanas tinha uma dívida líquida consolidada de 5,198 bilhões de reais, ante dívida de 2,836 bilhões de reais no fim de 2015.

(fonte: G1)

Marcas apostam em valorização do vínculo entre Pais e Filhos

O bebê Johnson está de volta. Em 2016, após seis anos, a Johnson & Johnson trouxe de volta o concurso que marcou gerações e virou sinônimo de neném simpático e fofinho. A promoção vai distribuir prêmios e escolher três bebês para estrelar as campanhas da marca que, desde 2014, é a campeã na preferência dos cariocas na categoria produtos infantis.

“A Johnson & Johnson é voltada para os cuidados com a saúde, bem-estar e beleza da família brasileira há mais de 80 anos. Detém três marcas de cuidados com o bebê: Johnson’s, Desitin e Hipoglós”, explica Ronald Art, diretor das marcas de Bebê, Beleza e Proteção Solar.

Já a suíça Nestlé teve o Rio como porta de entrada no Brasil em 1876, quando um escritório no Centro começou a importar os produtos da marca, trazendo, de início, a Farinha Láctea. Em 1921, a cidade recebeu a primeira sede da companhia no país.

Este ano, a Nestlé lançou novas embalagens de sua linha de papinhas infantis, que passaram a contar com tampas estampadas com bichinhos. Para acompanhar a novidade, colocou as imagens dos animais disponíveis para imprimir e pintar a partir de sua página na internet. Pelo site, é possível, ainda, escolher dois kits temáticos para festas infantis, com o passo a passo para impressão.

A Natura, por sua vez, volta as atenções para a construção do vínculo entre o bebê e os pais e, depois, das crianças com a natureza e a sustentabilidade, diz Cláudia Pinheiro, diretora de Marketing de Cuidados Pessoais da empresa:

A marca Mamãe e Bebê nasce focada na construção do vínculo, a partir de estudos que mostram que o toque e a massagem são muito importantes nos primeiros meses de vida. Já a Naturé, para crianças maiores, trabalha o olhar da sustentabilidade.

Este ano, a Natura lançou dois novos produtos Mamãe e Bebê: uma espuma de limpeza e uma loção hidratante. A empresa vem também apoiando projetos ligados à família, como o filme “O começo da vida”, da diretora Estela Renner, sobre a importância do cuidado com a infância, e o projeto “Cine Materna”, com um calendário para a exibição de filmes para serem vistos no cinema por mães acompanhadas de seus bebês.

(fonte: PEGN)