O Comércio de BH abrirá dia 08 de dezembro

Entre em contato com o Sindilojas e solicite sua Certidão de Regularidade para garantir a abertura de sua loja.

De acordo com a Cláusula 45ª da Convenção Coletiva de Trabalho de 2016, assinada com o Sindicato dos Empregados no Comércio de Belo Horizonte, o comércio lojista da Capital, poderá funcionar no feriado do dia 08 de dezembro.

O empregado que trabalhar nesse dia, terá direito somente a 01 (uma) *folga compensatória, que deverá ocorrer na 2ª feira de Carnaval (27/02/2017).Caso não seja concedida a folga na 2ª feira de Carnaval, o empregado fará jus ao recebimento de horas extras, calculadas no importe de 100% sobre o salário hora normal.

Atenção feriado sem custos para os lojistas !!

Não há pagamento de gratificação ao empregado;

Não há necessidade de programar *folga.

Conforme Cláusula 57ª da Convenção Coletiva de Trabalho, para se beneficiar da abertura nos feriados, as empresas do comércio lojista deverão estar quites com as Contribuições Sindical, Confederativa e Assistencial.Pegue agora mesmo sua Certidão de Regularidade no Sindilojas-BH e garanta já o funcionamento do seu estabelecimento no feriado.

A Superintendência Regional do Trabalho em Minas Gerais é autorizada a fiscalizar a Convenção Coletiva de Trabalho em todas as suas Cláusulas.

qualidade@sindilojasbh.com.br
arrecadacao@sindilojasbh.com.br

(31) 3272-5987

Confira o horário de funcionamento do comércio no mês de dezembro 2016

O SINDILOJAS-BH, elaborou sugestão de padronização do funcionamento do comércio para o mês de dezembro de 2016, nos dias que antecedem o Natal. O objetivo é facilitar para os comerciantes e consumidores na organização dos seus horários. Confira!

No feriado do dia 08 de dezembro, o comércio lojista de Belo Horizonte funcionará normalmente.

Repetir quadro.

Atenção feriado sem custos para os lojistas !!

Não há pagamento de gratificação ao empregado;

Não há necessidade de programar *folga.

 

Pegue sua Certidão de Regularidade no Sindilojas-BH e garanta já a abertura de sua loja.

 

 

CENTRO E BAIRROS SHOPPING CENTERS

SEGUNDA A SEXTA

Do dia 05 ao dia 09

09:00 ÀS 20:00HS

10:00 ÀS 22:00HS

Do dia 12 ao dia 16

09:00 ÀS 20:00HS

10:00 ÀS 22:00HS

 Do dia 19 ao dia 23

09:00 ÀS 22:00HS

09:00 ÀS 23:00HS

SABÁDO

Dia 10

09:00 ÁS 20:00HS

10:00 ÀS 22:00HS

Dia 17

09:00 ÀS 20:00HS

09:00 ÀS 23:00HS

Dia 24

09:00 ÀS 16:00HS

09:00 ÀS 18:00HS

Dia 31

09:00 ÀS 16:00HS

09:00 ÀS 18:00HS

DOMINGO

Dia 11

09:00 ÀS 18:00HS

10:00 ÀS 22:00HS

Dia 18 09:00 ÀS 18:00HS

10:00 ÀS 22:00HS

Endividamento e inadimplência recuam em novembro ante outubro, diz CNC

Os consumidores brasileiros ficaram menos endividados e inadimplentes na passagem de outubro para novembro, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) mostra que 57,3% das famílias possuíam algum tipo de dívida em novembro contra uma fatia de 57,7% em outubro. O resultado é o menor desde julho de 2012, que também registrou 57,3% de endividados.

“As dificuldades de aquisição de crédito, devido às incertezas do cenário econômico e às elevadas taxas de juros, aliadas à perda do poder de compra por causa do desemprego, fazem com que o consumo fique retraído, reduzindo, consequentemente, o nível de endividamento”, explica o economista da CNC Bruno Fernandes.

Já a proporção dos entrevistados que relataram ter dívidas em atraso foi de 23,4% em novembro contra 23,8% em outubro. Na comparação anual, no entanto, houve um aumento: em novembro de 2015, o total era de 22,7%.

Dos entrevistados, 9,1% disse não ter como pagar as dívidas e, portanto, seguiriam inadimplentes. No mês anterior, esse porcentual era de 9,4%. Há um ano essa fatia era menor, 8,5%.

A pesquisa considera como dívidas as contas a pagar em cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo, prestação de carro ou seguro.

Entre as famílias brasileiras, 21,3% têm mais da metade da renda comprometida com o pagamento de dívidas. O cartão de crédito permanece no topo da lista de contas a pagar, citado por 77,2% dos entrevistados. Os carnês estão em segundo lugar, com 14,3% de citações, seguidos pelo financiamento de carro, com 10,5%.

(O Tempo)

Projeto de lei limita taxas de juros dos cartões de crédito

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nessa terça-feira (29) um projeto que pode limitar os juros do cartão de créditos a duas vezes a taxa do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). A proposta seguirá para votação em plenário.

A taxa do CDI se mantém próxima à taxa básica de juros (Selic), que corresponde atualmente a 14% ao ano. Assim, se o projeto fosse transformado em lei nessa terça-feira (29) mesmo, a taxa anual dos cartões de crédito ficaria limitada ao dobro dessa quantia: 28%.

Levantamento mais recente da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) mostra que, em outubro, a taxa média de juros no cartão de crédito no país foi de 457,21%. A taxa de juros mensal, sozinha, é mais da metade do que o percentual proposto pelo projeto de lei do Senado: 15,39%.

“Altera a Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, que dispõe sobre a política e as instituições monetárias, bancárias e creditícias, cria o Conselho Monetário Nacional e dá outras providências, para limitar os juros de cartão de crédito”, diz o texto do projeto.

O autor, senador Ivo Cassol (PP-RO), disse que os juros abusivos exigem limites regulatórios. Para Cassol, as taxas de juros “ainda são exorbitantes”, especialmente as cobradas em empréstimos na modalidade do rotativo do cartão de crédito.

O relator, senador Lindbergh Farias (PT-RJ), observou que a taxa média do rotativo do cartão de crédito para pessoas físicas chegou a patamar que considera excessivo. Lindbergh disse que “isso faz com que uma dívida de R$ 1.000 de um trabalhador que compre no cartão de crédito e venha a perder seu emprego posteriormente chegue ao montante de R$ 6,6 milhões em cinco anos”.

TAXA BÁSICA

Renan faz pressão por corte na Selic

Brasília. Na véspera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, defendeu nessa terça-feira (29) que o governo Michel Temer adote uma política econômica para a redução dos juros e a retomada do crescimento do país. Fazendo coro às críticas de setores do governo e aliados políticos, entre eles o PSDB, Renan advertiu que os empresários brasileiros estão “desesperados” e o governo precisa adotar uma agenda em favor do crescimento.

Na sua avaliação, não é verdade a ideia de que a taxa de juros existente do Brasil vai melhorar a relação entre dívida pública e o Produto Interno Bruto (PIB). “Para melhorarmos, temos que ter uma política que abaixe os juros”, defendeu Renan.

Apesar da forte recessão na economia, economistas do mercado financeiro esperam que o Banco Central corte apenas 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic) nesta quarta-feira (30).

(O Tempo)

Rendimento médio do trabalhador cresce 0,9%

O rendimento médio real habitualmente recebido pelo trabalhador brasileiro ficou em R$ 2.025 no trimestre encerrado em outubro último. O valor é 0,9% superior ao observado em julho (R$ 2.006, já corrigido pelo índice de inflação). No entanto, é 1,3% inferior ao registrado em outubro do ano passado (R$ 2.052, já corrigido pelo índice de inflação).

Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) foram divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A massa de rendimento real habitual recebida pelos trabalhadores chegou a R$ 177,7 bilhões, estatisticamente o mesmo valor de julho, mas 3,2% inferior ao registrado em outubro do ano passado.

(O Tempo)

Estratégia Competitiva de Michael Porter: o que é isso?

Muito provavelmente, você já ouviu um professor, um colega ou um parceiro falando em “estratégia competitiva”. Mas será que a expressão tem sido empregada para designar o que realmente significa? “Estratégia” e “competitividade” são termos muito comuns no dia a dia de empreendedores, executivos e profissionais de negócios em geral. E, justamente por isso, muitas vezes são utilizados juntos para explicar alguns assuntos, mas nem sempre se referem exatamente à teoria científica que existe por trás. Hein? Teoria? Ciência? E não estamos falando de negócios?

Sim, estamos falando de negócios. Administração é prática, mas também é uma ciência, para quem não sabe. E, enquanto ciência, é feita por estudiosos que dedicam suas vidas a analisar do ponto de vista teórico os mais variados aspectos que envolvem os assuntos práticos da área. Entre esses cientistas, está Michael Porter, criador da Teoria da Estratégia Competitiva e que, desde 1989, quando lançou “A Vantagem Competitiva das nações”, é cultuado no mundo todo como grande referência para empresas e também gestões públicas.

Essa teoria tem base em três “estratégias competitivas genéricas” apontadas por Porter como fundamentais para que uma empresa supere competitivamente as concorrentes. São elas: custo total, diferenciação e enfoque. Vejamos detalhadamente cada uma:

Custo

 É básico: para ser uma empresa competitiva, comece buscando a eficiência na produção. Trata-se do bom e velho fazer mais com menos. Esse primeiro ponto da teoria de Porter diz que a empresa deve, além de produzir o máximo gastando o mínimo possível, minimizar gastos com propaganda evitar demandas de assistência técnica, procurar canais de distribuição eficientes, utilizar a pesquisa como uma maneira de encontrar soluções e evitar que ela própria se torne uma fonte de despesa e, por fim, oferecer um produto com preço competitivo.

Diferenciação

Aqui entra o fator “construção de marca”. Porter explica que esse caminho tem como fio condutor a percepção de valor que o público terá sobre o negócio e deve utilizar os investimentos e publicidade e tecnologia, bem como assistência e atendimento aos clientes, como instrumentos.

Foco

Porter explica que essas estratégias tanto podem ser trabalhar de forma separada como de maneira conjunta, desde que sejam muito bem alinhadas com os objetivos do negócio.

Enfim, os estudos do pesquisador sobre Estratégia Competitiva, obviamente, não se encerram nesses aspectos e, para entendê-los em sua total complexidade, é muito importante se aprofundar no assunto. Aqui, deixamos como sugestões de leitura os livros dele “Estratégia Competitiva” e “A vantagem competitiva das nações”.

Boa leitura!

(fonte: Administradores)

Quatro atitudes para vender mais e melhor no fim de ano

2017 está cada vez mais próximo. Mas antes de curtir as férias ou colocar em prática os planos para o novo ano, profissionais e empresas podem potencializar os resultados na reta final de 2016. Para o consultor da Mega Empresarial Roberto Vilela, aproveitar datas como Natal ou Réveillon é apenas a ponta do iceberg. Ele esclarece que é preciso se preparar para as últimas semanas do ano e garantir que as contas encerrarão com saldo positivo.

O consultor lista quatro atitudes para que vendedores e empreendedores coloquem em prática e garantam aumento de vendas:

 1. Antes de tudo, estude
Roberto explica que é sempre importante estar atualizado. Seja sobre o produto ou serviço, ou sobre a necessidade do cliente. “O que não faltam são pesquisas que apontam as tendências de consumo e as expectativas do consumidor. No varejo isso é ainda mais comum. Antes de abordar o cliente é essencial saber o que ele deseja, ouvir a opinião e estar preparado para oferecer o melhor”, diz.

2. Fique de olho no estoque
Para garantir um superávit no saldo, uma boa dica, de acordo com o consultor, é analisar itens em maior quantidade no estoque e apostar em promoções. “Vale desconto e também melhores condições de pagamento, parcelamento facilitado. É preciso ter em mente que estoque é dinheiro parado – e perdido – e que o produto pode vencer ou se tornar obsoleto. Antes que uma nova versão dele chegue ao mercado, invista em ações para vender logo”, explica.

Para Roberto, uma das grandes mudanças na abordagem comercial dos últimos anos é o uso das redes sociais nos negócios. Essa prática, conhecida como social selling, não deve passar despercebida. “No entanto, é preciso bom senso. Não adianta mandar uma mensagem padrão para todos. O ideal é investir em contatos mais próximos e personalizados, com sugestões pensadas para determinado cliente ou grupo de consumidores. O vendedor também deve estar disponível para responder dúvidas ou críticas. Os aplicativos de mensagem instantânea fazem sucesso justamente pela rapidez na comunicação. Esteja atento”, aconselha.

O consultor da Mega Empresarial lembra que nem sempre o caminho é fácil e se adaptar diante das dificuldades, permanecendo firme, é uma atitude essencial para o sucesso. “A crise ainda existe, a inadimplência é um fantasma que insiste em assombrar consumidores e empresas. Nem tudo são flores mas não dá para usar as situações ruins para justificar a falta de resultados. Se uma estratégia não funcionou, busque adaptá-la de forma que seja mais assertiva ao seu público. O importante é não se acomodar e deixar para buscar apenas em 2017 resultados que podem acontecer ainda neste ano”, finaliza.

(fonte: Administradores)

E-commerce brasileiro fatura R$ 1,9 bilhão na Black Friday

Mesmo com o consumo em retração, a Black Friday brasileira bateu a última edição, com um faturamento total de R$ 1,9 bilhão e 2,92 milhões de pedidos realizados em sites de e-commerce. As compras online apresentaram crescimento de 17% na comparação com 2015, enquanto o número de pedidos aumentou 4%. Os dados são referentes ao monitoramento da Ebit.

O tíquete médio – estimativa de valor gasto pelos consumidores – foi de R$ 653, 13% superior ao registrado no ano passado. O levantamento levou em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 da última sexta-feira (25).

Cerca de 20% das compras online realizadas durante a Black Friday foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta o monitoramento da Ebit, referência em informações sobre o e-commerce brasileiro. O percentual representa R$380 milhões dos R$1,9 bilhão faturado pelo e-commerce na edição de 2016. Na comparação com 2015, o percentual mais do que dobrou. No ano passado, cerca de 9% das compras foram feitas foram feitas por celulares e tablets.

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o crescimento do uso dos dispositivos móveis durante a Black Friday para a realização de compras surpreendeu. “Para um público cada vez maior o smartphone é o meio principal de acesso à internet. As principais lojas passaram a oferecer ou aperfeiçoaram seus aplicativos, tornando a utilização cada vez mais inteligente, isso também impactou positivamente no crescimento deste público”, diz.

Quem compra pelo celular gasta mais

O monitoramento da Ebit mostra que quem compra pelo celular ou tablet gasta mais: o tíquete médio das compras realizadas utilizando os dispositivos móveis foi de R$759, cerca de 20% maior do que o tíquete médio via desktop.

(fonte: Administradores)

Planejando estrategicamente seu negócio para 2017

Quando falamos em branding, estamos nos referindo ao planejamento estratégico da marca de uma empresa, produtos, serviços, etc., tanto de curto quanto de longo prazo. E em tempos de economia instável, um planejamento adequado é fundamental para que haja uma troca precisa e eficaz com o mercado.

 O planejamento estratégico de marca é essencial para que a empresa não perca seu rumo, comunicando de forma clara de onde veio e para onde pretende ir. Ele cria e mantém o “norte” que vai direcionar decisões de diversos departamentos, tornando a sua mensagem alinhada e coesa. Através da criação de um cronograma com uma série de ações, é possível programar e canalizar esforços com uma mensagem forte, relevante e única — muitas vezes também chamada de posicionamento ou promessa da marca — que destaque o negócio dos demais.

Crises trazem momentos difíceis, tanto para as marcas quanto para os consumidores. Enquanto gestores lutam para redistribuir verbas e cortar gastos, consumidores tornam-se ainda mais críticos e conscientes sobre como gastar seu dinheiro e sobre a responsabilidade das marcas em tornar suas vidas melhores.

Um trabalho sólido de consultoria respaldado por dados de mercado traz um conhecimento aprofundado sobre hábitos do público, tendências de comportamento, mercado, além de uma análise sobre concorrentes e a própria empresa, levando a um posicionamento assertivo que diminui (e muito) custos e riscos.

Um planejamento específico e adequado faz com que marcas e líderes entreguem produtos e serviços que verdadeiramente dialoguem com os novos valores e expectativas do consumidor, preparando seu negócio não só para o presente mas também para o futuro.

(fonte: Administradores)

E-commerce brasileiro fatura R$ 1,9 bilhão na Black Friday

Mesmo com o consumo em retração, a Black Friday brasileira bateu a última edição, com um faturamento total de R$ 1,9 bilhão e 2,92 milhões de pedidos realizados em sites de e-commerce. As compras online apresentaram crescimento de 17% na comparação com 2015, enquanto o número de pedidos aumentou 4%. Os dados são referentes ao monitoramento da Ebit.

O tíquete médio – estimativa de valor gasto pelos consumidores – foi de R$ 653, 13% superior ao registrado no ano passado. O levantamento levou em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 da última sexta-feira (25).
Cerca de 20% das compras online realizadas durante a Black Friday foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta o monitoramento da Ebit, referência em informações sobre o e-commerce brasileiro. O percentual representa R$380 milhões dos R$1,9 bilhão faturado pelo e-commerce na edição de 2016. Na comparação com 2015, o percentual mais do que dobrou. No ano passado, cerca de 9% das compras foram feitas foram feitas por celulares e tablets.

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o crescimento do uso dos dispositivos móveis durante a Black Friday para a realização de compras surpreendeu. “Para um público cada vez maior o smartphone é o meio principal de acesso à internet. As principais lojas passaram a oferecer ou aperfeiçoaram seus aplicativos, tornando a utilização cada vez mais inteligente, isso também impactou positivamente no crescimento deste público”, diz.

Quem compra pelo celular gasta mais

O monitoramento da Ebit mostra que quem compra pelo celular ou tablet gasta mais: o tíquete médio das compras realizadas utilizando os dispositivos móveis foi de R$759, cerca de 20% maior do que o tíquete médio via desktop.

Perfil

Dados do monitoramento Ebit apontam que o consumidor da Black Friday tem maior presença na região Sudeste (62%), é mais masculino (homens 52%) e possui renda familiar mensal de R$5.590 mil. Em média, na edição de 2016, o consumidor fez 1,5 compras online. Veja o levantamento completo abaixo, no infográfico Ebit.

Relevância

Nos Estados Unidos, berço da Black Friday, o faturamento do e-commerce no dia 25 foi de US$ 3,3 bilhões, segundo dados da Adobe Digital Index. “Convertendo o faturamento brasileiro em dólares, chegamos s US$554 milhões, seis vezes menor, mas ainda assim muito relevante, já que o mercado norte-americano é 30 vezes maior que o nosso. Isso mostra como a data ganhou em importância nos últimos anos e já é a mais importante do calendário do e-commerce brasileiro”, diz Pedro Guasti.

(fonte: Administradores)