Como acelerar resultados nas redes de franquia

Em um mundo ainda dominado por lideranças masculinas, precisamos ressaltar a força e a resiliência de algumas mulheres empreendedoras que ganharam seu espaço mesmo numa sociedade que ainda pode ser considerada machista.

Não é novidade que mulheres em cargos de liderança nas empresas costumam ganhar menos, mesmo que na mesma função, do que homens.

Paradoxalmente, empresas com pelo menos 30% de mulheres em cargos executivos seniores tendem a ser pelo menos 15% mais rentáveis (segundo pesquisa do Peterson Institute for International Economics, instituto que investiga o impacto da diversidade de gênero nas empresas).

Pensando nisso, gostaria de apresentar para vocês, mulheres que levantaram negócios praticamente do zero e que conquistaram espaço, desenvolvendo não apenas seus negócios, mas também contribuindo para o desenvolvimento de outros empreendedores e empoderando mulheres dos mais diversos segmentos.

Zica Assis
Quem ouve falar de Zica Assis, com toda a sua elegância e mais de 32 salões de beleza especializados em cabelos crespos e ondulados, não pode imaginar que uma empresária de tanto sucesso tenha tido uma origem tão humilde. Heloisa Helena de Assis, que prefere ser chamada de Zica, começou a trabalhar cedo para ajudar a família a cuidar dos irmãos. Juntou essa necessidade com um desejo forte de cuidar de seus cabelos, que eram volumosos e dificultavam sua atividade profissional. Zica fez cursos para entender como domar os fios e levou 10 anos para desenvolver uma fórmula, até então caseira, que fosse exatamente aquilo que precisava – ajudasse a domar o volume, mas mantendo a beleza dos cachos. Com a grande descoberta, ela patenteou o produto e abriu seu primeiro salão que, com a novidade foi cada vez mais ganhando adeptos e hoje se tornou uma potência do segmento. O sucesso foi tão grande que criou o projeto caravanas, que leva mulheres de várias partes do país para cuidarem dos fios em suas unidades. O salão não presta apenas um serviço de beleza, mas devolve o senso de autoestima e poder para mulheres que muitas vezes são marginalizadas por sua aparência.

Dra. Carla Sarni
Dra. Carla é a fundadora de uma das maiores redes de franquias de clínicas odontológicas do Brasil. E também nesse caso, o sucesso não caiu do céu. Foi em razão de muito trabalho e um proposito claro que Carla começou uma clínica para atendimento das classes C e D. Durante seu período de faculdade, Carla fez trabalho voluntário na faculdade para conquistar os créditos para se formar. Foi aí que ela viu a oportunidade na sua frente. Criar um modelo de negócios que possibilitasse um atendimento digno e de qualidade a pessoas de baixa renda. Com essa missão de vida, nasceu a Sorridentes, que é um modelo de sucesso pois possibilita à dentistas ter um negócio estruturado com marca forte. Hoje a rede possui mais de 160 unidades de franquia e a Dra. Carla continua à frente com um espírito forte de liderança e de inspiração para toda a rede.

Claudia Bittencourt
Também nesse caso, a história é de superação. Claudia era executiva de uma grande empresa de fertilizantes, e após a falência dessa empresa, se viu recém viúva, com duas filhas pequenas e com uma única alternativa: superar todas as dificuldades e empreender. Claudia decidiu montar sua própria empresa de consultoria, que iniciou suas atividades em 1982 no estado de Goiás com foco em reestruturação de empresas e hoje, já com as atividades concentradas em São Paulo o Grupo BITTENCOURT é responsável pelo desenvolvimento de mais de 2 mil projetos de estruturação e formatação de empresas para atuarem no sistema de franquias. Um propósito claro foi também o que fez com que Claudia construísse uma das mais conceituadas empresas do mercado de franquias, ajudar empresários a construírem negócios prósperos que gerem empregos e melhor qualidade de vida para a comunidade onde estão inseridas.

O que faz com que essas mulheres sejam exemplos, para mim é muito claro. Superação de dificuldades, propósito claro de vida e a certeza de que são capazes. É claro que nesse processo surgiram dúvidas e anseios, e tiveram muitas quedas, mas a capacidade de se levantar e seguir em frente foram maiores. Meu convite é para que as mulheres se inspirem nessas histórias, e saibam que o que muda o curso de uma vida é a atitude que se toma em relação às adversidades. Entre sentar e chorar ou erguer a cabeça e seguir em frente, elas escolheram a última opção.

(Fonte: Valor)

O varejo na era da ultraconexão: a tendência que veio para ficar

Os números não mentem: a tendência veio para ficar. E se o varejo precisava dar atenção à tecnologia, movimentando-se cada vez mais a favor da convergência entre físico e digital, agora esta estratégia ganha ainda mais força, pois será necessário adaptar-se a esta nova onda de smartwatches (smartphones de pulso), bonés e óculos com acesso à Internet, um universo amplo de objetos conectados que facilitarão a interação do consumidor com as marcas.

Se participar desta onda é necessário para manter-se competitivo, preparar-se para ela é fundamental. De fato, o varejista que não se munir das tecnologias certas para acompanhar as tendências em andamento acabará sucumbindo a uma concorrência bem equipada, digitalizada e conectada ao novo consumidor, terminando por – já que estamos falando de onda – morrer na praia.

As soluções disponíveis não são poucas. Sistemas de gestão para automatizar o negócio, facilitando a organização e gestão de processos, pessoas, departamentos, lojas, documentos; dispositivos móveis que facilitam a atuação de vendedores e gestores, levando o Ponto de Venda (PDV), recursos fiscais, administrativos e financeiros à palma da mão, ferramentas de e-commerce para levar a oferta aos olhos do cliente onde quer que ele esteja, soluções em nuvem para gerenciamento de todas as partes do negócio.

Toda esta gama de recursos já existe e precisa fazer parte do cotidiano do varejista que pretende alcançar bons resultados na era do consumidor ultraconectado.

A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) está aí para comprovar que estar online não é mais uma escolha, mas sim uma realidade. Beacons, sensores de sinalização digital, etiquetas de preço inteligentes, espelhos de realidade virtual ou aumentada, gadgets que permitem informar-se sobre o consumidor sem precisar perguntar-lhe nada.

É a era da abundância de recursos tecnológicos, o que desperta oportunidades e desafios. É preciso pensar na infraestrutura para garantir o funcionamento das redes e sistemas, é preciso pensar no orçamento para aderir às novas tecnologias, é preciso pensar na segurança de todo este parque.

Entretanto, o mais necessário é aderir: sem fazer parte desta leva de modernidade, que se baseia em inovação para oferecer ao cliente uma experiência personalizada, completa e satisfatória, o varejista está fadado ao atraso. Será cada vez mais importante estar presente na vida do consumidor, oferecer a ele várias frentes de contato, se mostrar disponível para atender suas necessidades.

Não é tarefa fácil, mas a tecnologia está aí para ajudar. Por sorte, em larga escala. Cabe ao varejista definir a estratégia, escolher as soluções mais adequadas a seu negócio e investir. Certamente, uma decisão em prol do crescimento.

(Fonte: Terra)

Varejo prevê recuperação lenta e gradual

O setor varejista deve apresentar, no último trimestre deste ano, uma retomada do crescimento de seu PIB, embora esse processo seja, provavelmente, de forma lenta e gradual. A notícia é considerada boa pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) tendo em vista que os últimos nove trimestres apresentaram quedas continuadas. A avaliação da FCDL-RS revela que muitos gêneros tendem a registrar indicadores positivos de comercialização de produtos nos próximos meses, entre os quais, combustíveis, material de construção e supermercados.

“A recuperação geral do comércio no país e no Rio Grande do Sul somente irá ocorrer a partir da retomada do emprego, a queda de juros ao consumidor e a redução de impostos sobre os produtos, fazendo crescer o poder de consumo da população. Os lojistas também vão precisar investir na modernização do planejamento estratégico e na gestão pela qualidade em suas empresas para aproveitarem o cenário mais otimista que observamos para 2017. O início da retomada do crescimento das vendas está próximo, mas o caminho ainda será longo”, prevê Vitor Augusto Koch, presidente da FCDL-RS.

A federação acha necessária a promoção da redução dos gastos públicos, a fim de que seja obtido o necessário equilíbrio fiscal, para que a economia se recupere mais rapidamente. Outro ponto é criar ilhas de prosperidade – modelo de sucesso já implementado na Coreia do Sul. Além disso, é preciso que seja feita a reforma constitucional que contemple uma nova divisão do bolo tributário em favor de Estados e municípios. “Uma política cambial clara que privilegie as exportações também é um fator que vai gerar mais emprego e recuperação parcial de riqueza”, avalia Koch.

(Fonte: Amanhã)

Cartão de loja tem ajudado varejo a atravessar a crise

Do cartão de marca própria a empréstimos pessoais, diversas varejistas também oferecem serviços financeiros a seus clientes há um bom tempo. Com a crise econômica, porém, essa parte vem ganhando mais importância por garantir as vendas em tempos difíceis.

Para algumas delas, o negócio financeiro passou a ter dificuldades com perdas ou inadimplência, consequência do novo cenário, já que um volume maior de recurso passou a ser emprestado.

Rapidamente, elas reviram suas estratégias, endureceram políticas de concessão e fizeram provisões. No entanto, não cortaram completamente o acesso ao crédito, ainda que pudessem ter perdas, para ajudar a proteger a sua divisão do varejo, afirmam especialistas entrevistados por Exame.com.

Sem a concessão de crédito o segmento de varejo teria sofrido muito mais, afirma o analista Luiz Cesta, da Votorantim Corretora.

Por isso, as perdas com inadimplência ou despesas com provisões são necessárias para sustentar as lojas. “Se o crédito secasse de uma vez, a queda nas vendas seria muito pior, ainda mais no setor de eletrodomésticos”, considera ele.

Além disso, “os serviços financeiros aumentam o tíquete médio da compra, ao disponibilizar mais crédito para gastar na loja”, disse ele.

A Guararapes, dona da Riachuelo, foi a empresa que mais sofreu nesse aspecto. Sua operação financeira corresponde a 44,6% de todo Ebitda do grupo.

A inadimplência dos empréstimos pessoais decolou no último ano, passando de 11,7% em junho de 2015 para 18,6% este ano. Para se precaver e cobrir despesas futuras, as despesas com provisionamento cresceram 56,3%, chegando a R$ 181,83 milhões, prejudicando o Ebitda do segmento.

A Renner conseguiu controlar a inadimplência do Cartão Renner, mas as perdas com o Meu Cartão e Saque Rápido subiram para 5,1% e 6,1% respectivamente.

Na Magazine Luiza, a divisão financeira viu o faturamento crescer 5,2%, para R$ 2,83 bilhões no último trimestre. O lucro operacional e líquido caíram durante todo o ano passado, mas começam a mostrar sinais de recuperação no primeiro semestre deste ano.

Ainda mais importante

As divisões surgiram para complementar as receitas das empresas e impulsionar o consumidor a comprar mais.

Hoje, são parte importante do negócio e também ajudam a impulsionar as vendas de estoques ou coleções que não venderam tanto quanto a empresa havia planejado.

Com a queda das vendas de produtos, algumas empresas também viram um aumento da participação da divisão financeira nas receitas.

Um exemplo é a Marisa: o cartão private label aumentou sua participação nas vendas da companhia em 2,7 pontos percentuais, para 44,2% das vendas.

Isso fez com que a receita de juros, líquida e captação tivesse aumento de 2,1%. O ebtida dos produtos e serviços financeiros chegou a R$ 30,6 milhões no segundo trimestre de 2016, crescimento de 86%.

Queda controlada

A queda poderia ser muito pior, diz Alberto Serrentino, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

“Diante do que o país passou no último ano, é inevitável que exista algum impacto na carteira de crédito”, afirmou.

Serrentino lembra que o país já passou por crises econômicas que quebraram muitas varejistas, como a Casa Centro, Mappin, Arapuã.

“Hoje, as empresas são mais profissionais, controladas e conservadoras”, afirmou ele.

O amadurecimento das varejistas se reflete em suas divisões financeiras. Muitas fizeram parcerias e joint ventures com bancos, para diluir os riscos das operações. A exceção é a Riachuelo, que administra sua própria financeira.

(Fonte: Exame)

É hora de quebrar três mitos da Internet das Coisas

Não há dúvidas que o mercado de Internet das Coisas (IoT) está evoluindo rapidamente. No relatório “Digital Transformation – an Internet of Things perspective”, a IDC prevê que as bases instaladas de IoT crescerão de 13 bilhões de unidades (2015) para 30 bilhões até 2020. Segundo a consultoria, as indústrias que mais investirão em soluções de IoT são as de manufatura, transporte, energia e utilities, varejo, com uma larga escala de casos de usos de IoT.

Em outras palavras, o relógio do IoT Industrial está rodando, e os negócios que ainda não estão trabalhando com as oportunidades oferecidas pelo IoT precisam criar e implementar seus planos rapidamente! Então, por quê as empresas ainda estão hesitando? Uma das razões é que há vários conceitos errôneos ou mitos a respeito do IoT, que fazem com que os tomadores de decisões hesitem e algumas vezes atrasem ou parem completamente um projeto de IoT. Um grande foco em padrões, expectativas de cursos exorbitantes e o medo de grandes mudanças são citados como razões para não ir atrás de projetos de IoT. Vamos ver esses motivos detalhadamente:

Mito #1: Nós devemos esperar pela padronização
Ao contrário do mercado de consumo onde a padronização standard, formal ou por dominação de mercado é a chave para o sucesso, em IoT a padronização não será uma preocupação nas próximas décadas. Claro, que existem múltiplas iniciativas de padronização emergentes em IoT e ainda não é possível saber qual crescerá ou será marginalizada. Mas a questão é que isso não importa. Contrariamente ao mercado consumidor – onde novos padrões, tais como chips NFC em smartphones, podem ser lançados e dominar quase todo o mercado nos poucos anos que levam para as pessoas trocarem seus celulares – as indústrias rodam com equipamentos antigos ou com décadas de uso. Esses equipamentos são fornecidos por dezenas ou até centenas de diferentes fornecedores.

Mesmo se os produtores de equipamentos “habilitarem o IoT” em sua última geração de produtos de acordo com alguns padrões, ainda levaria décadas até que as indústrias substituíssem todos os seus equipamentos e ativos existentes pelas novas versões padronizadas para este modelo. Para indústrias que pretendem prosseguir com essa estratégia, é necessário aceitar que no futuro próximo não haverá qualquer padrão de como conectar todas as coisas. Ao invés disso, a indústria deveria esperar e planejar para fazer a encomenda do desenvolvimento de integrações, ou até retroadaptar outros sensores e capacidades de comunicação para equipamentos e ativos a fim de conectá-los.

Mito #2: IoT será um grande passo para os meus negócios, e vai demandar muito trabalho
O sucesso de IoT implica em dar passos pequenos e possíveis, que irão aprimorar os negócios hoje – e não passos gigantes que irão transformar sua indústria amanhã. Para muitas pessoas o IoT ainda traz à mente empresas disruptivas como Uber ou Netflix. Porém, na maioria dos casos o IoT desenvolve, ao invés de desconstruir o negócio todo. De acordo com o relatório do IDC citado anteriormente, os principais líderes por trás do IoT estão em busca de melhorar as operações do dia-a-dia, incluindo aprimoramento de produtividade (14.2% das companhias), melhoria da qualidade e tempo de colocação de produtos no mercado (11.2%), aprimoramento de processos de otimização (10.2%), redução de custos (9.9%) e melhorias para tomada de decisões (9.3%).

Ao olharmos rapidamente para a maioria das companhias que já possuem IoT operacionalizado, percebemos que as mais bem sucedidas começaram com poucos processos bem selecionados e evoluções de mudanças periódicas. É possível começar a conectar o IoT com apenas uma peça do equipamento. Ao ganhar um pouco mais de receita a partir desse passo, é possível então inspirar a empresa a dar um passo maior – o que aconteceria se nós integrássemos esses resultados com dados de outro sistema? Eventos externos, como situações climáticas ou mudanças de temperatura, por exemplo. Como poderia mudar as operações nessa máquina, de acordo com esses dados para otimizar a performance?

A chave é perguntar ‘como nós podemos tornar isso um pouco mais eficiente?’ e não ‘Como podemos revolucionar nosso negócio?’. A mudança é o nome do jogo e o IoT está prestes a melhorar a performance.

Mito #3: IoT vai ser caro e exigirá capital intensivo
Há alguns anos esta declaração poderia ter sido verdadeira, mas três desenvolvimentos principais tornaram as implementações de IoT mais acessíveis do que nunca:

A queda do preço de softwares e hardware para IoT: tudo, desde pequenos sensores até grandes acessos caíram em custo. Existe agora uma variedade de sensores inteligentes, baratos e de acessos, disponíveis para todas a indústrias, o que aumenta o nível do controle de software. Se tomarmos como exemplo típico uma empilhadeira, há 10 anos, conectá-las teria uma custo de pelo menos um mil Euros, um valor fora do alcance da maioria das operações de logística e manufatura que operam várias empilhadeiras. Atualmente, uma empilhadeira pode ser conectada por não mais de dez Euros.

Acesso à internet mais barato e abrangente: Isso fez com que fosse mais fácil conectar uma gama maior de máquinas e equipamentos através de uma longa área geográfica por um baixo custo. Novos desenvolvimentos como redes 5G móveis e LoRa technology farão com que a tendência continue.

Custo efetivo de IoT em plataformas na nuvem: olhando pelo lado da plataforma, vimos mudanças grandes e interessantes. Plataformas de IoT prontas para uso, baseadas em Cloud que podem lidar com escalas massivas, armazenamento e computação estão mais disponíveis do que nunca.

Essas três mudanças tornaram possíveis para as empresas a começar a trabalhar com projetos de IoT com menor risco do que antes, permitindo mais experimentações para alcançar o sucesso.

Operacionalização de dados – a chave para o sucesso do IoT
Somado a esses mitos de IoT, ainda há um fator que muitas empresas tendem a ignorar, que é a forma como os seus dados de IoT deveriam ser operacionalizados. Para receber um retorno dos investimentos é importante não parar apenas na coleta e análise dos dados. Ao fazer somente isso, você ainda não terá gerado sequer um dólar. Para se beneficiar do IoT, os conhecimentos e insights precisam ser transformados em ações que otimizem o seu negócio – sejam estas um melhor plano de manutenção, níveis mais altos de serviço, logística aperfeiçoada, desenvolvimento de melhores produtos ou desenvolver por completo novos modelos de negócios.

Isso pode ser feito de diversas maneiras, mas um dos passos principais é operacionalizar seus dados e automatizar os processos baseados nos dados coletados. Para ilustrar, vamos usar um exemplo: sensores equipados para coletar dados sobre altas temperaturas. Ao invés de apenas coletar, registrar e atuar manualmente esses dados, um processo é criado para automaticamente expedir uma ordem de reposição da peça que estiver sofrendo, o superaquecimento e, então, prevenir falhas catastróficas no futuro. Operacionalizar e automatizar – é desta forma que o verdadeiro poder do IoT ganha vida e pode gerar lucros significantes.

(Fonte: Dan Matthews/CIO)

Vendas do varejo em SP tiveram queda anualizada de 13% em julho, diz ACSP

As vendas do varejo no Estado de São Paulo caíram 13% em julho, na comparação com o mesmo mês em 2015. Os dados divulgados nesta quarta-feira, 28, pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) mostram que a retração foi maior que a registrada em junho (-10,5%) e ficou próxima à de maio (-12,9%), considerando a mesma base de comparação.

A pesquisa denominada ACVarejo analisa o varejo ampliado, que inclui automóveis e material de construção. Os setores que mais sofreram reduções em volume de vendas, na comparação entre julho de 2016 e julho de 2015, foram “lojas de móveis e decorações” (-29,3%), “concessionários de veículos” (-24,8%) e “lojas de vestuário, tecidos e calçados” (-20,3%). Segundo a ACSP, os três setores citados são mais dependentes da oferta de crédito.

Em nota distribuída pela assessoria de imprensa, a Associação Comercial de São Paulo considera que os resultados negativos ainda são reflexos da crise enfrentada pelo varejo. “Mas esperamos um arrefecimento das quedas até o final do ano, devido à base mais fraca de comparação, à redução dos estoques e ao início da recuperação da confiança de consumidores e empresários”, avalia Alencar Burti, presidente da ACSP.

Entre as menores quedas estão os setores de “farmácia e perfumaria” (-5,2%) e “supermercado” (-0,5%), que são áreas consideradas mais resistentes a recessões. Quando analisadas as vendas no acumulado do ano (de janeiro a julho), os dois setores foram os únicos a terem aumento em volumes de vendas, de 0,9% e 0,2%, respectivamente.

(Fonte: Portal EM)

Pesquisa revela que crise fortalece Black Friday no Brasil

A pesquisa também revela que 50% pretendem investir mais de R$ 1.000. Além disso, 82% dos usuários confiam que receberão o produto dentro do prazo.

 

Em tempos de crise e recessão econômica, os brasileiros estão pesquisando mais antes de comprar. E quem se beneficia com isso é a Black Friday no Brasil, que apesar de ter sido taxado de “Black Fraude” em suas primeiras edições, “pediu perdão pelo vacilo” e começou realmente a trazer ofertas relevantes para os consumidores.

Isso fez com que o evento ganhasse mais credibilidade. Uma pesquisa realizada pelo Zoom, com 15 mil pessoas, revela que 99% dos entrevistados estão dispostos a fazer compras durante o evento. Em 2015, tal pesquisa mostrou que apenas 39% achavam que os descontos da Black Friday eram reais. Na edição de 2016, esse número subiu para 51%.

A pesquisa também revela que 50% pretendem investir mais de R$ 1.000. Além disso, 82% dos usuários confiam que receberão o produto dentro do prazo.

Apesar do otimismo para a data, a cautela dos consumidores é maior por se tratar de um ano em recessão. 74% afirmam que gastariam mais se não fosse o momento econômico difícil. O lado bom disso tudo é que a maioria das pessoas está mais atenta aos preços. 93% afirmaram que usam sites comparadores de preços e produtos antes de comprar.

Esse fortalecimento do varejo online no Brasil é positivo para as lojas online, que ganham mais força do que as lojas físicas durante o evento. 71% dos entrevistados já afirmaram que pretendem fazer suas compras online, e mais da metade, 66% desejam antecipar as compras de natal para aproveitar os melhores descontos.

“Os consumidores mantiveram o pé no freio durante todo o ano e isso fez com que o comportamento de compra fosse modificado. Os brasileiros estão cada vez mais cientes da importância de pesquisar já que estão mais cautelosos com a gestão do orçamento e isso dá força para a Black Friday 2016, pois a cada edição o evento ganha mais confiança dos consumidores no Brasil“, analisa Thiago Flores, diretor executivo do Zoom. “A expectativa de tíquete-médio alto também mudou esse ano, pois a data é muito forte para a venda de eletrônicos e, mais uma vez, os itens dessa categoria são os mais desejados pelos consumidores. Como esses são produtos com valor mais alto, a pesquisa mostra que metade das pessoas entrevistadas tem intenção de gastar mais de R$ 1.000”, explica o executivo.

(Fonte: Portal Showme Tech)

Vendas no varejo registram em agosto primeira alta desde abril de 2015

O comércio começa a dar sinais de reação. Em agosto, o movimento de vendas das lojas foi 1,1% maior em relação ao mesmo mês do ano passado. Uma variação positiva anual não acontecia desde abril de 2015. Também na comparação com julho houve crescimento no volume de negócios, de 1,5%, apontam os dados da Boa Vista SCPC, que acompanha o desempenho do varejo com base nas consultas feitas pelas empresas varejistas para dar sinal verde ao fechamento dos negócios.

“Ainda é cedo para saber se é uma tendência”, diz o economista da Boa Vista SCPC, Flávio Calife. Diante dos resultados, ele prefere tratar essa melhora como um “suspiro”, já que no acumulado de 12 meses até agosto, a variação não é tão animadora: queda de 4,7%.

Um dado que chama atenção é que o segmento de móveis e eletrodomésticos, tradicionalmente muito dependente de crédito, está puxando a recuperação das vendas. Na comparação com agosto do ano passado, o movimento do varejo nesse segmento aumentou 5,7% e, em relação a julho, feito o ajuste sazonal, o acréscimo foi de 4,4%. “Não tenho uma explicação para o resultado positivo nesse segmento, pode ser um caso isolado”, diz Calife.

No entanto, ele diz que há alguns meses vem ocorrendo uma reversão gradual. A questão é a sustentabilidade dessa retomada. “O maior problema para a recuperação do varejo é o mercado de trabalho”, diz o economista.

Menos pior. Essa também é a avaliação da economista da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Marianne Hanson. “O cenário está menos pior”, diz. Ela pondera que, normalmente, no segundo semestre do ano, o ritmo de atividade melhora por questões sazonais de proximidade do fim de ano. Mas, na sua opinião, ainda existem grandes entraves à sustentabilidade da recuperação, que é o desemprego em alta e os juros elevados.
Apesar desse quadro ainda negativo, a economista aponta dois fatores que estariam ajudando a reverter o panorama das vendas. Um deles é a melhora da expectativa, já captada pelos índices de confiança tanto do consumidor como dos empresários. O segundo fator é a desaceleração da inflação.
Esses dois fatores combinados levaram a CNC a revisar para cima as projeções de vendas do comércio para este ano. Para o varejo restrito, que não inclui materiais de construção e veículos, a expectativa que, até meados do ano, era de uma queda de 5,4%, agora está em 5,2%. No caso do varejo ampliado, que inclui os dois segmentos, o recuo anteriormente projetado em 9,8% foi revisto para uma queda de 9,4%.

Mesmo com as revisões, Marianne ressalta que o cenário para o varejo ainda é crítico e que 2016 será um dos piores anos para o comércio nacional. “Caso se confirme a projeção para a variação das vendas do varejo restrito (-5,2%) e do varejo ampliado de (-9,4%), os volumes de vendas alcançarão o menor patamar desde, respectivamente, 2011 e 2009”, afirmou a economista.

(Fonte: Estadão)

5 erros que as empresas cometem com o marketing de relacionamento

Dentre todos os fatores considerados para o crescimento de uma empresa na internet, o relacionamento com o cliente é um dos mais semelhante ao que deve ser feito no ambiente off-line. “No fim das contas, o comportamento diante de um cliente, seja ele qual for, deve ser sempre atencioso e focado na qualidade”, explica especialista em marketing digital Fabio Ricotta. o empresário. Por isso, Ricotta lista os cinco erros mais comuns que podem ser evitados por qualquer empresa na relação com os clientes.

1- Encarar como um simples número

Tanto um contato via e-mail quanto um comprador de uma loja ou um possível representante a realizar um negócio, é um grande erro considera-lo apenas mais um. “O objetivo de toda empresa é sanar as dores dos clientes, por isso encare todo e qualquer cliente como alguém que tem dores e especificidades”, destaca Ricotta. Assim, o especialista reforça que é importante treinar sempre a visão de que os clientes não são apenas um número. “São pessoas com problemas que você pode resolver”.

2- Vender só uma vez

Ricotta ensina que o remarketing é uma das práticas mais importantes para vender mais e aumentar o faturamento. Enquanto que gerenciar listas de remarketing no Google AdWords e Facebook faz parte do trabalho primordial de marketing digital, o especialista conta que é possível manter o pensamento de que não se vende ou não se atinge um cliente uma só vez. “O simples fato de encarar todo cliente como alguém que deverá voltar, e todo potencial cliente como alguém a poucos passos da compra, permite criar ações inteligentes e voltadas para a experiência do cliente”, explica.

3- Esquecer o pós-venda

Até mesmo as pesquisas de satisfação, que são material básico para qualquer empresa compreender o quanto os clientes estão satisfeitos, são pouco utilizadas. “É preciso dedicar parte do esforço a saber o nível de contentamento dos clientes”, explica Ricotta, que conta como isso pode evitar que a empresa perca o cliente. O especialista também alerta para o fato de que não é preciso ficar preso a pesquisas de satisfação. “Dependendo do seu negócio, você pode simplesmente enviar um e-mail ou ligar para os clientes e entender o que eles acham dos produtos ou serviços”, explica, destacando que existem ferramentas de pesquisa on-line que também podem ser utilizadas.

4- Esquecer o cliente

Embora pareça óbvio, o especialista conta que existem empresas que acabam se esquecendo de determinados clientes, seja porque acredita que o serviço vem sendo prestado, ou porque não houve mais interesse em comprar mais produtos. “O importante é tentar sempre se adiantar às demandas que podem vir do cliente, e usar todas as ferramentas possíveis para lembrar de datas importantes, como o dia da profissão dele ou a data de aniversário”, explica, dando destaque para lojas do varejo.

5- Dificultar a solução dos problemas

Por fim, Ricotta destaca a importância de investir em facilitar ao máximo a vida do cliente. “O mundo todo já oferece dificuldades, por isso vende mais a empresa que consegue facilitar tudo o que for possível para o cliente”, destaca o especialista. Atualmente, um atendimento ao cliente via Whatsapp pode ser a maneira mais fácil de manter contato, como exemplifica o especialista. “Tudo precisa ser o mais simples possível, por isso que é preciso investir em sites e sistemas intuitivos”, ensina. “Pergunte-se sempre se você está ajudando o cliente a ter menos problemas ou criando ainda mais trabalho para ele”, conclui.

(Fonte: Administradores)

Varejo terá Natal com vendas 3,5% menores

O Natal deste ano será mais magro tanto nas vendas quanto na abertura de postos de trabalho temporários, segundo previsão divulgada nesta quinta-feira pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
O volume vendido deve diminuir 3,5% em relação ao mesmo período de 2015, o equivalente à movimentação financeira de R$ 32,1 bilhões até dezembro. Como consequência, a demanda por funcionários temporários deve encolher: serão ofertadas 135 mil vagas, o equivalente a 2,4% menos postos de trabalho no comércio varejista em relação a 2015.
“Voltamos ao patamar de 2012, quando foram contratados cerca de 135 mil temporários para cobrir o movimento de fim de ano”, lembrou o economista Fabio Bentes, da CNC, em nota oficial.
O resultado representará o segundo ano consecutivo de recuo nas vendas e no emprego no setor. Os maiores volumes de contratação em 2016 ocorrerão no segmento de vestuário, com 62,4 mil vagas previstas, e de hipermercados e supermercados, com 28,9 mil vagas. Os dois setores juntos representam 42% da força de trabalho do varejo e respondem por cerca de 60% das vendas natalinas.
O salário de admissão este ano deve alcançar R$ 1.205, alta nominal de 9,5% em relação ao mesmo período do ano passado, mas uma elevação de apenas 0,6% se descontada a inflação do período.
O maior salário de admissão deve ficar no ramo de artigos de informática e comunicação (R$ 1.403), embora o segmento responda por apenas 1,6% de todas as vagas a serem criadas no varejo.
(Fonte: Jornal do Comércio)